quinta-feira, 31 de julho de 2014

Sophie Charlotte: 
'Hoje sei do meu borogodó'
Todos os olhares buscam a musa de O Rebu. Em entrevista exclusiva, ela revela que descobriu seu lado mulherão e fala sobre as cenas de sexo com o namorado, Daniel de Oliveira
Tempo é a palavra que marca o atual momento de Sophie Charlotte. À vista do público, parece que ela "cresceu" nos últimos meses. Muito disso por causa de Duda, sua personagem na novela O Rebu (Globo).
 O corpo perfeito e os elogios após a novela a têm deixado feliz. "Gosto de ter meu momento mulherão. 
Adoro me maquiar, me produzir e me sentir poderosa. 
Fiz 25 anos. Posso parecer muito nova para muitas pessoas, mas aos 25 você já é uma mulher, né?
 Não tem jeito. A insegurança vai para outro lugar. Hoje sei do meu borogodó", declara.
Logo no segundo capítulo, ela protagonizou cenas quentes com Daniel de Oliveira, 37, seu namorado há dois meses e meio - eles iniciaram o romance durante as gravações da novela na Argentina. 
Daniel e Sophie não tinham a menor intimidade antes de contracenarem, mas a identificação foi imediata: 
"Senti um encantamento à primeira vista. Amor você constrói com o tempo. A gente está namorando há dois meses e meio, é muito cedo."

FONTE\MDEMULHER
Prestes a ser pai, Rafael Cardoso revela:
 'Queremos ter dois ou três filhos'
Estrela de Império, o ator se prepara, ao lado da esposa Mariana 
Bridi, para o maior papel de sua vida: a paternidade. 

Por Elizabete Antunes
Rafael Cardoso é o retrato da felicidade! Brilhando em Império, na pele do chef Vicente, ele, aos 28 anos, se prepara para o maior papel de sua vida: ser pai de Aurora! 
"Fico com vontade de chorar mesmo. Estou sentindo saudade de uma pessoa que ainda nem conheço."
Em conversa com Contigo!, o ator promete ser um pai megacoruja e, desde já, procura acompanhar a esposa Mariana Bridi, grávida de sete meses, em tudo!
 Seja na hora de satisfazer os desejos da amada por espinafre, por exemplo, seja a acompanhando na hidromassagem.
E, de acordo com ele, a produção não vai parar por aí: o sonho de Rafael é o povoar mesmo a casa. "Queremos ter dois ou três filhos. Um deles será adotado.

FONTE\MDEMULHER
Adriana Birolli: 
'Não sou perfeita, nunca serei'
Em conversa com Contigo!, a atriz de 'Império' conta como lida com as críticas e sobre boatos maldosos.
Adriana Birolli não está nem aí! 
Aos 27 anos e curtindo demais o sucesso de sua personagem Maria Marta, que faz barulho na primeira fase de Império antes de Lília Cabral assumir o posto, a atriz diz não se incomodar com detratores de seu trabalho.
 "Nunca fui do tipo que se abala com críticas. Não sou perfeita, nunca serei", disparou.
Sem papas na língua, a beldade, em um relacionamento sério há três anos com Alexandre Contini, também comentou sobre boatos de sua sexualidade: 
"Não estou nem aí para isso. Se eu fosse bissexual, não teria o menor problema em assumir", contou.
Desfilando pelo centro histórico do Rio, ela ainda revelou nunca ter se deslumbrado com o sucesso repentino, quando estreou em Viver a Vida (2010), e declarou todo o seu respeito e admiração por Lília Cabral, com quem contracena desde o seu início na 
- Não estou nem aí para isso. Se eu fosse bissexual, não teria o menor problema em assumir - diz Birolli, que namora há três anos o ator Alexandre Contini.

FONTE\MDEMULHER
FOFOCANDO NA WEB

Fofoca 1
Um famoso ator andou dando trabalho a equipe de uma certa novela, ele andou chegando atrasado e levemente alterado.
A direção da novela não sabe o que fazer, pois o moçoilo é um dos principais.
O autor está pensando na possíbilidade de matar o personagem, e a alta cúpula da emissora vai intimá-lo, ou se trata ou terá seu contrato cancelado.

Fofoca 2
Uma famosa que está fazendo muito sucesso, aliás sua carreira nunca esteve tanto em alta, está grávida, mas não sabe se terá a criança, pois o momento não é propicio, fora que o pai da criança não tá nem ai pra ela e muito menos para a criança.

Fofoca 3
Um jogador de futebol foi pego com a amante pela esposa, a moça que não é boba nem nada, colocou um bilhete no bolso do rapaz e quando chegou em casa a sua esposa viu e fez um escândalo, e para piorar a amante liga todas as madrugadas para casa dele e pede para chamá-lo.
Ele inventou uma desculpa, dizendo que é uma maria chuteira que vive atrás dele, mas a esposa tá mega desconfiada.
Deborah Secco conta que perdeu 11 quilos
 e depois ganhou 14 para papéis
'Minha mãe chorava bastante', diz a atriz sobre fase de emagrecimento,
 por causa da magreza excessiva para personagem no cinema.

O Vídeo Show da quarta-feira, 30, sobre transformações no visual, contou com a presença de uma atriz que suou a camisa para mudar o corpo rapidamente entre dois trabalhos. 
Deborah Secco oscilou 25 quilos em pouco mais de sete meses para viver uma personagem muito magra e depois uma mais cheinha no cinema.
A atriz emagreceu 11 quilos para o filme "Boa Sorte" e, depois de voltar ao peso normal, teve que ganhar 14 quilos a mais para o filme "Estrada do Diabo".
 "O desapego é o principal", afirmou Deborah, que ressaltou que a mudança extrema foi acompanhada por um médico.
"Achei muito bom porque o personagem nunca seria me proposto se eu não tivesse desapego a essa estética perfeita. 
Senão, fico presa a papéis com uma mulher de corpo bonito e eu não quero só isso", garantiu.
Mais magra para nova novela, Deborah Secco revela: ‘O segredo é a determinação’
O personagem nunca seria me proposto se eu não tivesse desapego a essa estética perfeita"
Se ficar magra é uma obsessão para muitas mulheres, para Deborah o momento mais difícil foi na hora de emagrecer. 
A família da atriz sofreu com a mudança por causa da magreza excessiva para o papel, que imprimia uma aparência de doente.
 "Eu não pensei nem meia vez, mas as pessoas à volta ficavam preocupadas. Minha mãe chorava bastante", contou.
Já na hora de ficar gordinha, o efeito foi contrário. Enquanto o público atacava nas redes sociais, brincando com os quilos a mais da atriz, Deborah Secco engordou feliz pelo novo trabalho.
 "E todo mundo apavorado achando que aquilo estava me fazendo mal. Mas para mim era um elogio", disse ela.

FONTE\GLOBO
QUIZ
DE QUAL FAMOSO É ESSE SORRISO?
 1- Estreiei em novelas na Record mas atualmente estou no ar em uma novela da Globo?
A- Fiuk
B- Chay Suede
C- Rick Tavares

2- Sou casado com uma atriz, acabei de fazer uma novela ao lado dela, meu personagem teve vários bordões famosos
A- Otaviano Costa
B- Thiago Fragoso
C- Mateus Solano

3- Fiz vários personagens em novelas, um deles virou até filme, faleci a pouco tempo
A- José Wilker
B- Marcos Paulo
C- José Mayer

4- Na novela Baila Comigo, dei vida aos gêmeos Quinzinho e João Vitor...
A- Mateus Solano
B- Reginaldo Farias
C- Tony Ramos
 5- Sou casado com uma grande atriz gaúcha e tenho um filho ator
A- Paulo Goulart
B- Paulo José
C- Tarsicio Meira

6-A última novela que participei e fui o protagonista foi Joia Rara
A- Bruno Gagliasso
B- Carmo del Vecchio
C- Cauã Reymond

7- Sou um cantor sertanejo
A- Lucas Lucco
B- Gustavo Lima
C- Luan Santana

8- Sou ator, nasci na Bahia e considero o meu amigo Wagner Moura  um irmão
A- Lázaro Ramos
B- Vladmir Brichta
C- Luis Miranda

1- Sou atriz, mas esse ano estreiei na telinnha como apresentadora
A- Fernanda Lima
B- Fernanda Paes Leme
C- Claudia Leitte

2- Fiquei famosa há apenas 1 ano, minha música foi uma das mães tocadas de 2013 e todos dançam a coreografia dela
A- Anitta
B- Gaby Amarantos
C- Paula Fernandes

3-Na novela Por Amor, dei vida a personagem Milena.
A- Gabriela Duarte
B- Viviane Pasmanter
C- Carolina ferraz

4- Sou atriz, mas fiquei famosa ao participar de um reality show famoso da Globo
A- Tais Araujo
B- Pretta Gil
C- Juliana Alves
5- Sou atriz, mas estreiei nas telinhas como Angelicats, as famosas ajudantes de palco da Angelica
A- Juliana Silveira
B- Giovana Antonelli
C- Juliana Didone

6- Fiquei em segundo lugar no miss Brasil, fiquei em segundo lugar no BBB5, sou atriz, fui casada com um ator e tive uma filha, dei o nome de Sofia
A- Mariana Felicio
B- Grazi Massafera
C- Juliana Goes

7- Comecei na televisão na novela Mulheres Apaixonadas onde dei vida a personagem Salete
A- Fernanda Rodrigues
B- Isabela Garcia
C- Bruna Marquezine

8- Sou apresentadora e tenho um filho com nome Vittório
A- Adriane Galisteu
B- Ana Hickmann

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Deborah Secco:
‘Eu acredito em príncipe encantado’
Por Leo Dias
Tudo na vida tem um preço. E ele é alto demais quando a opção é a verdade e a sinceridade. No meio artístico, então…
 É praticamente impossível de pagar. Mas Deborah Secco ainda insiste na busca por um grande amor, e essa procura vem através da verdade de seus sentimentos.
Na entrevista que concedeu à coluna, a intérprete de Inês em ‘Boogie Oogie’ pareceu absolutamente sincera. 
Se mostrou desapegada de bens materiais e, como em uma sessão de análise terapêutica, abriu seu coração sobre seus sentimentos.
 A atriz também fez uma profunda consideração sobre sua carreira. Com vocês, uma mulher linda, mas que ainda carrega os sonhos de menina.

Vamos falar sobre sua personagem de ‘Boogie Oogie’. Ela é uma aeromoça muambeira, não é?
Não acho que ela seja muambeira. Nos anos 70, só quem tinha acesso para comprar e trazer as coisas importadas eram as aeromoças. Ela era aquela pessoa que podia tornar real o sonho das pessoas que não tinham condições de viajar e comprar.

É uma comédia?
Eu começo amiga da Alessandra Negrini e vivo muito a história dela. Depois, parto para uma história de amor misteriosa e secreta. No segundo mês da novela é que começa esse romance.

Em paralelo, você está com o filme ‘Boa Sorte’. Como avalia sua personagem portadora do HIV?
O filme é uma história de amor, por isso que eu fiz tanta questão de estar nele. Fui atrás da (diretora) Carolina Jabor para fazer pelo menos um teste.

Você fez teste?
Fiz. Queria muito viver essa personagem, que tem essa história de amor. Além disso, tem a personagem densa, que tem a carga dramática de ser portadora do vírus HIV num período que era tido como fatal. Me trouxe uma possibilidade de pesquisa e uma necessidade de contar essa história de amor. Ele se apaixona e tem a primeira experiência sexual com um portador de HIV. Acredito que nada acontece por acaso. O Brasil ainda é um país com grande número de jovens contaminados. É uma doença com que as pessoas pararam de se preocupar quando perceberam que ela começou a ser administrada. Ela ainda mata e muitas pessoas não sabem que são contaminadas. Outra coisa que me emociona é falar do uso de antidepressivos que o menino faz. Hoje em dia é comum.

Você tem urgência pela vida?
Cara, eu acho que sou a pessoa que mais tem urgência pela vida. Eu quero passar por essa vida sem me arrepender.

Você se arrepende de algumas coisas que fez?
Não. Eu lembro que, na época do filme, ouvi de uma menina que tinha um mês de vida que o presente é só o que a gente tem. O nosso agora tem que ser o mais feliz. Tem coisas que te fazem mal, mas valem a pena. E a gente tem que saber equilibrar isso e equalizar. É fato que a gente pode acabar e não dá tempo de voltar. Não vou deixar minha vida passar.

Você disse que ‘queria muito viver essa história de amor’. Me explica? Era vontade de viver na vida real ou no cinema?
Não que eu queria, mas como eu quero mesmo viver essa história. É meu sonho de vida e eu não vou desistir.

Mas você nunca viveu uma história de amor intensa?
Vivi muitas, mas eu acredito em príncipe encantado e no ‘felizes para sempre’.

Você acredita que vai encontrar um cara pra ficar para sempre?
Eu acredito, como nas histórias românticas dos cinemas. Acredito, cara (risos). É cafona, é bobo, é infantil, mas é real. Essa sou eu.

Já lutou contra isso?
Já, mas eu prefiro a verdade, por mais que a vida nos leve para o sentido contrário. Desde criança gosto de filmes sobre amor, sonho com o príncipe encantado num cavalo branco. Nunca sonhei ser sozinha.

Me identifico com muitas coisas que você disse. Não sei com você, mas, durante algum tempo, eu considerava estar solteiro como um fracasso. 
Eu também. A gente acaba ficando na função de cumprir com o que a sociedade espera. Os anos vão passando e você tem que casar, ter filhos… Depois do filme, eu me ligo muito no que eu tenho. Eu tenho que ser feliz, não importa como e nem os padrões. Buscar o príncipe encantado me faz feliz. A gente é gerado de um amor, viemos de outro ser humano, como não acreditar no amor?

Qual foi o seu grande amor da vida?
Não tive. Ainda não vivi o ‘felizes para sempre’.

Que imagem você acha que as pessoas têm de você?
Acho que isso é muito abrangente. Não acredito que as pessoas tenham uma imagem só. Em geral, acho que eles imaginam uma supermulher, forte, independente… Acho que a coisa do sexy tem muito mais a ver com os personagens.

Você não é sexy?
Não, cara. Não me acho sexy, não. Muito pelo contrário! Já fui traída, já fui deixada… (risos). Se eu fosse tudo isso que as pessoas acham, eu estava superbem (risos). Teria uma fila de príncipes encantados, mas eu sou só uma menina buscando ser feliz. Não me vejo uma mulher, me vejo uma menina.

Você acha que a exposição dos seus relacionamentos atrapalhou sua vida profissional?
Acho que não. Atrapalhou minha imagem pública, que não é minha vida profissional. Depois de alguns anos de análise, eu percebi que me preocupo, sim, com o que as pessoas falam. Antes eu achava que não me importava. Me faz mal, então preferi me resguardar. Não posso obrigar as pessoas a pensarem diferente. Então, eu mudei. Tive rebeldia e queria provar que ninguém pode julgar e, hoje, não tenho essa ambição.

Voltando ao filme… Queria falar do seu corpo para o personagem. Você sempre disse que ele é um instrumento, mas durante algum tempo você não teve controle sobre ele…
Quando desfilei no Carnaval, por exemplo, eu estava com um problema de saúde na tireoide. Estava doente. E ainda não tinha esse controle por conta dos personagens. Eu era uma pessoa magra por natureza. Não tinha uma grande preocupação, porque o corpo nunca foi o foco. Quando os personagens começaram a exigir de mim, eu comecei a buscar como funcionaria, da melhor forma. E aí, eu percebi que tudo é possível.

Por que ficou tanto tempo longe da TV? Você pediu isso para a Globo?
Eu não fiquei tanto tempo assim. O seriado ‘Loucos por Elas’ acabou não tem nem um ano. Quando optei pela série, queria provar outra forma de fazer TV. O filme, fiz em paralelo com a série. Tanto que eu ia escondendo a magreza colocando enchimento na roupa. Nunca trabalhei só pelo dinheiro e, sim, porque é o meu prazer.

É mesmo? Mas você gosta de dinheiro, não é?
Eu não sei lidar muito bem com isso, não. Minha família, no caso a minha mãe, é quem cuida. Eu não sei nem quanto eu ganho. Tive oportunidade de casar com homens ricos, mas não é essa a minha felicidade. Prefiro ter o meu padrão legal, que não é de rica: não tenho barco, não tenho helicóptero, não tenho avião particular… Tenho que ficar lá esperando a ponte aérea, mas eu faço o que eu amo e isso me basta.

Esse é o típico discurso de uma sonhadora romântica!
Eu sempre trabalhei com o que eu amo e sempre me preocupei com o bem-estar da minha família. Sei que para eles o que importa é que eu seja feliz.

Qual o personagem que você ainda quer fazer?
Nossa, tem muitos. Todas as mulheres interessantes eu quero fazer, que pode ser a dona de casa que cuida dos filhos, viver histórias de amor, comédias românticas, quero qualquer coisa que me motive a ver a vida com olhos diferentes dos meus.

Quando você era um forte símbolo sexual, houve medo de as pessoas só enxergarem isso e não a boa atriz que você é?
Tive um pouco de medo , sim. Depois do desfile pela Grande Rio (2004), que eu engordei, houve aquela vontade de ficar feia para as pessoas verem como eu verdadeiramente sou. Inconscientemente. Mas acho que é real. Hoje, avaliando, acho que foi muito disso.

Você tem amizade com algum ex-namorado?
Amizade não, porque o contato diário é muito difícil depois que você se separa. Mas não guardo mágoa de nenhum deles e, se encontrasse com qualquer um, iria abraçar, querer saber da vida. Guardo eles dentro de mim com muito respeito sobre tudo o que foi vivido.

Você faz terapia quantas vezes por semana?
Isso depende de como está a vida. Quando não estou trabalhando, faço duas ou três vezes por semana. Eu gosto muito, gosto de falar e pensar na vida. Analiso personagem e a gente, como ator, muda quando dá morada a essas vidas de fora.

Há quantos anos você faz terapia?
Faço desde os 12 anos. Estou com 34.

Por que você não viveu a Joelma e a irmã Dulce no cinema?
A Joelma foi porque o filme não saiu, houve ausência de patrocínio, até onde eu sei. Adoraria fazer. É ótimo trazer personagens reais para o cinema, com uma história como a dela. Acho que isso falta no brasileiro, julgamos cafona e enaltecemos o que está fora. Não fiz irmã Dulce porque já tinha me comprometido com um projeto antes, que acabou saindo no mesmo período. Dei minha palavra, não poderia voltar atrás.

O que falta na sua vida para você ser realizada?
Não posso falar que falta nada. Eu tenho tanta coisa e sou tão realizada, mas a gente tem que arrumar motivos para continuar vivo, que é querer mais. Então, eu quero ajudar mais a minha família, construir a minha própria família, quero poder ser feliz com pouco, com o que eu sou e o que tenho. Quero desejar menos e aproveitar mais.


FONTE\ODIA
Leicam passa por mudança para
 novela e fala da namorada
Por Anna Luiza Santiago
Guilherme Leicam, que será o nadador Gustavo na próxima novela das 19h, "Alto astral", passou por uma mudança para o papel. 
O ator cortou os cabelos e conta que a transformação vai ajudá-lo a se desligar de Laerte, seu personagem na segunda fase de "Em família".
- Quando passo na rua, todos gritam: 'Olha lá o Laerte'. O assédio triplicou, creio que seja consequência de estar em horário nobre com meu segundo protagonista (o primeiro foi o Vitor de 'Malhação', no ano passado). 
Cortei meu cabelo para ver se consigo fazer ele morrer na realidade também! - brinca o ator, referindo-se ao fim trágico do músico na novela.
Leicam considera o flautista da recém-terminada trama das 21h um "divisor de águas" em sua carreira, mas não esconde a empolgação para o novo desafio:
- Sem dúvida, Laerte foi o personagem mais complexo que já fiz. Ele rompeu com essa imagem de galã que às vezes é projetada sobre mim.
 Manoel Carlos me deu a oportunidade de mostrar que sou um ator. Um ator iniciante, é verdade, mas um ator. 
Tenho certeza de que, a partir de agora, terei mais chances para mostrar minha versatilidade. 
Gustavo, por exemplo, será meu primeiro vilão clássico, porque não considerava Laerte um vilão típico. 
Porém, eu e Jorginho (Jorge Fernando, diretor de 'Alto astral') temos conversado muito e explorado todas as matizes para colorir o personagem.
O ator, de 24 anos, tem treinado intensamente em piscinas olímpicas para compor Gustavo. Ele também se dedica a musculação:
- Virei um peixe, passo boa parte do meu dia na piscina. A emissora me colocou com um instrutor de natação, mas tenho muita facilidade porque nadei quase toda a minha vida.
Namorado da atriz Bruna Altiere, de 16, há cerca de sete meses, Leicam garante que ela está acostumada ao assédio:
- Bruna é uma mulher normal, tem um ciúme normal, como eu também. Mas conversamos bastante, nossa relação é construída com diálogo e confiança mútua. E é claro que o fato de ela também ser atriz ajuda muito.

FONTE\OGLOBO
Modelo Nathalie Edenburg investe na pintura:
 'É minha terapia'
Paulistana de 22 anos, que mora em Nova York, já pintou escultura 
para projeto de Yoko Ono e pretende fazer exposição em breve.

Por Cristiane Rodrigues
A modelo e artista plástica Nathalie Edenburg na produção da escultura para o projeto de Yoko Ono, "The Non Violence". Ela pintou uma das "armas"
A modelo Nathalie Edenburg vai além de um rostinho bonito. 
A paulistana de 22 anos, que vai estrelar as próximas campanhas da rede Riachuelo e da marca de cosméticos O Boticário, está cada dia mais envolvida com o cenário das artes plásticas.
 Morando em Nova York, a brasileira falou da sua paixão pela pintura.
“Sempre admirei arte e gosto de pintar muito em aquarela e acrílico, mesmo que por terapia. 
Aos poucos fui me descobrindo com os pincéis”, conta Nathalie, que foi convidada para representar o Brasil no projeto “The Non Violence”, idealizado por Yoko Ono.
Além de colorir peças contra a violência que vão rodar o mundo - ela criou uma nova linguagem para uma das armas "atadas", símbolo do projeto de Yoko -, Nathalie já tem mais de 10 telas assinadas. 
O material, em breve, deverá ser exposto em galerias de arte dos Estados Unidos e de São Paulo.
“Por enquanto, a pintura é apenas um hobby. Gosto de dizer que é a minha terapia, 'arteterapia'. 
Já vendi algumas gravuras que fiz, mas não tenho pressa. Ainda não é uma profissão (risos).
 Estou guardando os quadros que pintei para montar uma exposição”, explica.
Fã de pintores como o espanhol Pablo Picasso e a mexicana Frida Kahlo, ela é ainda apaixonada pelas obras do austríaco Gustav Klimt. 
“Adoro seu romantismo e olhar especial. Também gosto muito de movimentos como o pós-impressionismo, expressionismo e fauvismo”, detalha ela, que também é fã de Matisse, Gauguin, Cézanne, Van Gogh e Egon Schiele.
Vida de modelo
Dona de curvas esbeltas - Nathalie já estrelou campanhas das marcas Wella e Victoria's Secret -, a modelo não abre mão da ginástica no dia a dia. 
“Treino todos os dias. Além de treino funcional com personal trainner, costumo correr e pular corda. 
Também pratico bioginástica. É uma modalidade de ginástica natural, que trabalha o corpo através da imitação dos movimentos dos animais”, conta. Aliás, alimentação natural é outro ponto forte de Nathalie.
“Tento sempre ter uma alimentação natural e orgânica, como o mínimo de produtos industrializados. 
Costumo brincar que sou vegetariana de nascença. Meus pais, que não são vegetarianos, tentaram incluir carne, frango e peixe nas minhas refeições.
 Mas desde que tinha três anos de idade, meu organismo rejeitava estes alimentos”, relembra Nathalie.
Na opinião da modelo, o fato de não ingerir corantes e produtos cheios de conservantes acabam trazendo benefícios para pele e cabelos. 
“Acredito que a alimentação é responsável por tudo, até pelo brilho da pele e dos cabelos.
 Passo, no máximo, uma vez por semana óleo hidratante nas pontas dos fios para combater o ressecamento e pontas duplas”, diz a modelo, que gosta de usar calça jeans skinny e botas no pé em suas andanças  por Nova York.
FONTE\EGO
Caricatura dos famosos
Cantores e cantoras
FONTE\INTERNET

terça-feira, 29 de julho de 2014

Juliana Silveira fala do desafio 
de interpretar uma vilã em Vitória
Por Fabio Augusto dos Santos
Em entrevista, Juliana Silveira fala da relação com a família e do desafio de interpretar uma vilã na novela Vitória.
Sua trajetória artística começou em 1992, aos 13 anos, no Clube da Criança, como assistente da apresentadora Angélica (40). 
Após passar pela Oficina de Atores da Globo, Juliana Silveira (34) estreou como atriz em 2001, na trama Laços de Família e, no ano seguinte, protagonizou a novelinha Malhação, ao lado de Henri Castelli (36) e fez um enorme sucesso.
Contratada pela Record em 2006, ela se acostumou a interpretar papéis de mocinha ou heroína na nova casa, até ser convidada para viver sua primeira vilã em Vitória. 
No papel da neonazista Priscila, a atriz diz que começou este outro desafio na carreira, antes de colocar, de fato, a mão na massa.
Ou seja, para compor a personagem, a loira mergulhou de cabeça nesse obscuro universo.
 Leu, inclusive, a biografia do alemão Adolf Hitler (1889-1945) e se aprofundou em outras figuras e notícias relacionadas. 
Consciente, a artista destaca ainda não acreditar que Priscila, de alguma forma, possa angariar a simpátia do público e se tornar popular.
Uma possível redenção da jovem vilã durante a trama – a exemplo de Félix (Mateus Solano, 33) em Amor à Vida? “Ah, nem pensar”, crava Juliana, tamanho é o nível de crueldade de sua personagem na trama. 
A atriz, inclusive, já se prepara (psicologicamente) para a reaçãodas pessoas nas ruas.
Na época da novela Malhação

Como você define esse novo papel na carreira?
A Priscila é maluca. Na verdade, é dona da escola, mas os outros personagens não sabem dessa ideologia ainda. Eu falo que ela é um lobo em pele de cordeiro, porque tem essa coisa ariana, rica, inteligentíssima, impaciente, mas ninguém imagina do que ela é capaz, e até que ponto, até onde ela pode chegar.

 É a sua primeira vilã da carreira?
Sim, e quando me falaram que era uma personagem má, fiquei superfeliz. Daí, quando disseram que era uma neonazista, realmente parei para pensar.

Como se preparou para compor a personagem?
 Comecei a ler a biografia do Clark Gable, que diz que ele era maníaco depressivo. Então, independentemente da ideologia que passa a ter em 1924, quando conhece Hitler, o cara tinha uma doença psicológica. Comecei a ver cenas de campo de concentração e parei, porque estava me dificultando. Fiquei muito mal no início de tudo e me reprimi. Depois, para compor o papel, parti para o lado da psicopatia mesmo..

E você está preparada para uma reação negativa do público?
 Não sei se ainda estou pronta para ser odiada. Para falar a verdade, estou sentindo um enorme frio na barriga. Esse papel é um desafio. Não só por ser a minha primeira vilã, mas pelo nível de crueldade de seus atos.

 É tão ruim assim?
Claro! Ela mata rindo. E pior é que ninguém desconfia de nada, porque a Priscila é bastante dissimulada.

Após viver tantas mocinhas, chegou a hora do troco, então?
Pois é... Acho que vou poder me vingar de todas as maldades que me fizeram quando eu vivia as donzelas nas tramas (risos). Mas é certo que ser vilã é um desafio que toda atriz quer encarar.

 Você usa tatuagens na novela. Precisa refazê-las sempre nas gravações? Dá muito trabalho?
 Sim! Eu tiro tudo depois de gravar: são sete ao todo, inclusive uma suástica na barriga. Imagina se vou andar por aí assim. Tenho medo de apanhar.

E em casa, quem é mais brava: você ou o marido (a atriz é casada com o designer João Vergara, 34)?
Sou uma mulher brava, pode não parecer, mas sou. Meu marido que o diga! Não sou de dar piti, sabe? Mas defendo meus pontos de vista.
Juliana com seu filho e marido

 E quem dá a bronca no filhão, o pequeno Bento (3)?
 Eu sou a que é mais de educar. Meu marido ajuda muito, mas a DR (discussão de relação) quem tem sou eu. O Bento é muito levado, sabe?

Acredita ser muito bom ter uma criança pura pertinho, em contraponto com tanta maldade que você absorve na trama Vitória?
Sem dúvida. Ele estar em casa, evita até que eu leve (sem querer) essa energia ruim da personagem comigo.

 Pensa em aumentar a família?
Tudo muda com a maternidade. Viver esse amor incondicional me tornou mais interessante até mesmo como atriz. Planejo mais um filho sim, mas não neste momento.

Você continua com corpinho em forma, mesmo depois da gravidez. É difícil mantê-lo assim?
É... Não foi tão fácil. Quando você faz novela, precisa manter um figurino e não dá para mudar. Então, tem que ter uma disciplina. Quando não estou gravando fico mais tranquila e meu marido não liga. O que também não ajuda (risos).

FONTE\CONTAMAIS
Rômulo Neto fala sobre envolvimento de seu personagem com blogueiro gay de 'Império'
Por Louise Soares
Em "Império", a família de Maria Ísis (Marina Ruy Barbosa) se sustenta explorando o romance da ninfeta com o comendador José Alfredo (Alexandre Nero).
Um dos mais folgados é o irmão de Maria Ísis, Robertão (Rômulo Neto), que não perde a chance de assaltar a geladeira ou de estender a mão para pedir dinheiro à irmã mais nova.
"Ele explora assim como os pais. Psicologicamente falando, nós somos um fruto e colhemos muito dos valores que nossos pais passam.
 Então ele acaba explorando, assim como os pais fazem com a irmã. Ele pede dinheiro para ela, sempre diz que tá duro.
 Explora o apartamento, a geladeira dela. É um hedonista", disse Rômulo ao "F5".
Em breve, Robertão vai encontrar mais uma pessoa para explorar, além da irmã. 
Será o blogueiro Téo Pereira (Paulo Betti), que "perde a linha" toda vez que espia pela janela o rapaz se trocando no apartamento de baixo.
"Não sei se eles vão se envolver fisicamente, mas sei que eles vão ter uma relação meio voyeur, ele fazendo striptease pela janela. 
Ele se vende em determinada cena e o Téo acaba comprando. De alguma forma, ele deve ser um cara carente, por que só vive para fazer fofoca dos outros, então ele acaba vendo naquele menino um objeto de desejo", analisa Rômulo.
Para o namorado de Cleo Pires, seu personagem, a princípio, não é gay, mas pode vir a se deixar envolver com o blogueiro para obter alguma vantagem.
"Acho que a ética sexual dele vai ser regida pela ética profissional. Então, se em algum momento ele tiver que explorar o físico de fato, ter contato para ganhar uma boa grana, não sei se ele faria, mas não duvido nada", aposta.

FONTE\FOLHA
Produzida por Rodriguinho, Hellen Caroline é considerada a Princesinha do pagode
Ela tem voz doce e riso solto. Hellen Caroline pode ser considerada a Princesinha do Pagode, e chegou para conquistar espaço num império recheado de marmanjos. 
Hoje, ela lança a nova música de trabalho de seu primeiro disco “O Sonho aconteceu”. A canção “De repente é amor”, fez em parceria com, acredite, o ex-namorado.
— Nos damos muito bem e terminar foi uma decisão dos dois. E não temos recaídas! — garante a cantora, que está solteirinha, e com o coração aberto para o amor.
Apaixonada por pagode desde menininha, a paulista é fã de Rodriguinho (que produziu seu CD) e Alexandre Pires.
— O Rodriguinho é o culpado por eu gostar de pagode. Quando o conheci não ouvi nada do que ele disse, só pensava: ‘Meu Deus! É ele!’ — confessou, rindo.
O caminho da fama começou quando levou o 3º lugar no programa “Ídolos”, em 2011. 
Dois anos depois, alcançou mais de um milhão de visualizações com o vídeo da música “Príncipe Encantado" no Youtube. 
Nesse mesmo ano, Hellen venceu o reality show “Mulheres que Brilham”.
— O DVD deve sair ano que vem. Também estamos gravando meu primeiro clipe e já tenho mais de 40 músicas compostas para o segundo CD.

FONTE\EXTRA
Ailton Graça fez aula de dança com salto
 alto para incorporar travesti de 'Império'
Por Louise Soares
Depois de interpretar um delegado de polícia machista no seriado "O Caçador" (Globo), Aílton Graça estranhou subir no salto alto do travesti Xana Summer de "Império".
O ator leva duas horas e meia para fazer apenas a maquiagem do dono de salão de beleza e chegou a comprar pares de sapatos de salto alto para treinar o andar dentro de casa.
"Eu propus fazer uma coisa um pouquinho mais complicada: dançar em cima do salto. 
Tenho feito aula de 'stiletto' por que, para mim, esse personagem é a Beyoncé, é a Shakira, quero brincar com isso", disse Ailton Graça, em entrevista ao "F5".
"Stiletto" é um tipo de dança feita com sapatos de salto alto, inspirado em espetáculos da Broadway e coreografias de cantoras como Beyoncé e Anitta.
Além da preparação física e da mudança de visual, Graça buscou construir sua Xana Summer como uma homenagem a personalidades como a cantora jamaicana Grace Jones e o ator Jorge Lafond (1953-2003) - mais conhecido pelo personagem Vera Verão.
 Outro ponto de apoio parao ator foram seus amigos homossexuais. Eles lhe emprestaram roupas e um dicionário de gírias e bordões gays, que ainda vão demorar um pouco para serem usadas por Xana Summer.
"Não quero usar ainda nenhum desses bordões. Por que, como esse personagem tem um lado trágico e cômico ao mesmo tempo, quero deixar para outra fase, para começar a abordar isso.
 A relação dele com os outros personagens é muito humana, muito nobre. Ele tem lá seus conflitos, esse é o grande legado, não vai ficar só na esfera do humor. Vai ficar para um segundo momento", explica.
Uma das relações mais tocantes para Xana Summer é a amizade com a ex-rainha de bateria Juliane (Cris Vianna). 
Quando o casamento de Juliane com o pintor Orville (Paulo Rocha) ruir, será Xana o responsável pela volta por cima da passista, a quem considera como sua musa.
Fora da ficção, Graça também tem uma relação com o mundo do samba e se declara fã da colega de elenco e rainha de bateria Viviane Araújo, que interpreta a manicure Naná.
"Eu dei a parabéns a ela pela escolha desse personagem que vai dentro da linha do humor e que foge completamente da vida dela e onde ela já tem essa habilidade.
 Ela já trabalhou com o humor e tem essa facilidade de compor alguma coisa nesse sentido. Chamo ela o tempo todo de 'rainha das rainhas'", brincou.

FONTE\FOLHA
Andreia Horta fala de “Império”
 e passagem pela Record:
 “Lá que eu entendi o ritmo da TV”
Por Luiz Fábio Almeida
Intérprete da designer de joias Maria Clara, de “Império”, Andreia Horta se preparou durante dois meses, acompanhando uma equipe de ourivesaria e pessoas que atuam na criação de peças.
“Precisava entender o processo e conhecer quais são as inspirações de quem desenha as peças”, contou a atriz, que também teve aulas de desenho, à coluna de Patrícia Kogut.
Horta também comentou a alegria de viver seu primeiro personagem em uma novela das nove da Globo. 
“Nunca vivi um personagem com um drama familiar tão intenso”, disse.
Com passagem pela Record, a atriz não esquece os seus grandes momentos na emissora, onde viveu sua primeira protagonista, em “Alta Estação”. “Foi lá que eu aprendi a entender o ritmo puxado da televisão.”

FONTE\RD1
Kajuru encerra a carreira na TV
 e se filia a partido de Romário
Convencido por Romário, Jorge Kajuru se filiou ao PSB e pretende lançar sua candidatura a deputado federal por Goiás. 
Depois de 37 anos na TV, ele anunciou o fim da carreira no ar, no canal Esporte Interativo. 
“Quero investigar a caixa-preta da Copa, os gastos das Olimpíadas em 2016, dar vazão ao meu lado investigativo na política”, diz ele, que continua tratando problemas de saúde. O mais recente é uma pancreatite.

FONTE\OGLOBO

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Mel Lisboa:
“Vamos Ritaleezar isso aqui?”
Por Alessandra Vespa
Essa foi uma das frases que Mel Lisboa usou na montagem da peça em que vive de corpo e alma a maior roqueira do Brasil, Rita Lee.
De franjinha e cabelo ruivo à la a ex-Mutante, a atriz foi convidada desde o início do projeto para interpretar a cantora na adaptação da biografia “Rita Lee Mora ao Lado”, do paulista Henrique Bartsch, para os palcos.
Para encarnar a protagonista, Mel precisou largar, na última semana, a novela “Pecado Mortal”, na Record, em janeiro deste ano - o que deixou o autor Carlos Lombardi se sentindo “perplexo e desrespeitado”, como ele mesmo disse na época em seu Twitter.
Ao Famosidades, a atriz relembrou o ocorrido e desabafou: “Eu fui apedrejada, caíram de pau em cima de mim dizendo que eu não era profissional, que era um absurdo eu largar uma novela. 
Foi pesadíssimo. É obvio que pedir para sair foi difícil. Mas, ao mesmo tempo, eu vou ficar acomodada e abrir mão de um trabalho que pode ser algo maravilhoso para mim? Existem oportunidades que se você não agarrar, vai perder”.
E parece até que os astros avisaram sua mãe, a astróloga Cláudia Lisboa, que essa seria a melhor escolha. 
Enquanto a novela amargou índices baixíssimos de audiência (ficando atrás mesmo da reprise de “Rebelde”, do SBT), o musical de Rita Lee precisou estender a temporada em São Paulo e já prevê uma turnê pelo Rio de Janeiro e outras cidades brasileiras.
“Por mim, eu fico por muito tempo com isso em cartaz. Enquanto o público gostar e minha voz deixar [risos]”, garantiu Mel.
Confira, nas próximas páginas, a entrevista exclusiva da atriz, agora ruiva, ao Famosidades. Mel falou sobre o envolvimento com Rita Lee, o “frio na barriga” de viver a cantora nos palcos, a polêmica com a Record, curiosidades e muito mais!

'Eu tenho duas horas e meia para fechar um acordo com a plateia'

É verdade que projeto de levar o livro “Rita Lee Mora ao Lado” aos palcos tem cerca de cinco anos?
 É isso mesmo. É que quando a ideia surge demora para se concretizar no teatro. Não é simples colocar na lei, captar. E, no início, a ideia do Márcio [Macena, diretor] era algo bem menor. Acontece que o projeto foi crescendo, amadurecendo.

Você estava no projeto desde o início?
Do início, início, não... Mas o Márcio teve a ideia, pegou o direito do livro, pensou em algumas atrizes pra fazer a Rita, mas veio falar comigo. Isso já faz alguns anos, mas ainda era algo muito embrionário. Às vezes ele me dava uns feedbacks, mas a gente sabe que tem projeto que não vai pra frente...

Como foi o convite? O que você pensou na hora?
Fiquei lisonjeada e ao mesmo tempo pensando “que desafio louco!”. A segurança bateu mesmo quando ele falou: “A gente começa a ensaiar tal dia”. Me deu um frio até o último fio de cabelo, na espinha. Quando eu fui convidada ainda era uma coisa do tipo “não sei se vai rolar”, não tinha caído a ficha.

Eu já ouvi você dizer que tinha medo por não dar conta do recado. Até hoje fica meio insegura antes de entrar no palco?
Hoje eu não tenho mais o nervosismo dos primeiros espetáculos, mas não tem jeito. Todo dia que eu viro para a plateia eu sinto que tenho um leão a matar. É no “respira fundo e vai”! Eu tenho duas horas e meia para fechar um acordo com a plateia, para ver se eles vêm comigo, se eles compram o barulho de brincar de ver a Rita Lee como eu.
'Quando o diretor citou meu nome, a Rita curtiu'

É verdade que a Rita Lee escolheu você para a interpretar nos palcos?
Ela estava envolvida porque gosta muito do livro “Rita Lee Mora ao Lado”, acha a obra muito divertida. E desde que o Marcio quis fazer o espetáculo, ele queria o aval da Rita. E ela topou.

Não foi a Rita quem me escolheu, mesmo porque ela não tem o direito do texto, do livro, então foi só uma questão que a gente quis ser “abençoado” por ela. Ela está viva, é sobre a vida dela (risos)! Então a troca foi importante. Ela não opinou, mas quando o Marcio falou do meu nome, ela disse: “Ah, acho legal”. Ela curtiu.

Você sabe se teve outra atriz cotada para o papel?
Teve um momento que eu saí do projeto, porque nesses cinco anos eu fiz vários outros trabalhos. Então o Marcio começou a procurar outras atrizes, mas ele sempre quis que fosse eu. No fim do ano eu estava fazendo a novela no Rio [“Pecado Mortal”], e como era perto do Natal eu não ia fazer a Rita. Eu não ia conseguir conciliar as duas coisas, então aos poucos ele foi me convencendo. Eu tive que fazer uma opção, né?

Você chegou a falar com a Rita sobre a personagem? Perguntou se ela gostaria de ver alguma coisa no palco?
Eu não cheguei a falar com ela durante o projeto. A Rita não é de fácil de acesso. Mas a produção falava com a Silvia, empresária dela, com o Roberto [de Carvalho, marido da Rita]. Eu só a vi no lançamento do livro dela com o Laerte [“Storynhas”]. A gente meio que “quebrou o gelo” porque estávamos nos falando só de longe. Foi muito bacana esse contato, muito gostoso. E eles ficaram mais animados, confiantes.
Tudo ficou por minha conta, não perguntei nada pra ela sobre o projeto. Ela é demais! É engraçado porque eles conhecem a minha mãe, que é astróloga, então eu estava supernervosa e eles perguntando sobre a minha mãe (risos)!

Como foi o laboratório para a personagem? Onde você procurou material para estudar o jeito da Rita?
Muita pesquisa. Durante um período, eu tive que parar de fazer tudo para viver Rita Lee. Eu só ouvia Rita Lee, só assistia Rita, lia Rita, tinha horas que eu até pedia desculpas para o meu marido, coitado (risos).

Tem muito material disponível na internet. Dá para achar shows, entrevistas, materiais raros dos Mutantes, arquivos especiais, programas na MTV. Então eu ia fazendo a pesquisa também baseada no que a peça apontava. Mas por conta do que eu ia descobrindo, eu sempre opinava. “Posso falar essa frase assim?”, “Posso colocar esse personagem assim?”, “Vamos Ritaleezar isso aqui?”.
Ela tem um lance de visual muito característico que é boca, cabelo, mão e um jeitão muito... Tem uma cena dela andando na rua em um vídeo. Eu olhei e vi que ela andava diferente e aos poucos, quando eu vi, eu já estava andando como ela. Mas não foi que eu fiquei na frente do espelho treinando, é que de tanto que eu estudava, aquilo foi entrando em mim. A própria Silvia, empresária da Rita, que foi a primeira a assistir a peça disse quando eu entrei: “Ih, pronto, é a Rita”.

Você sempre ouviu a Rita? Lembra quando foi apresentada a ela? Quantos anos tinha mais ou menos?
Isso é gozado, né? Eu não tenho um momento que eu me lembre de alguém me mostrando a Rita. Ela sempre esteve na minha vida. Não teve um dia que eu perguntei: “Que som é esse?”. É como Caetano e Gil, sempre existiram. Nasci com eles.
'Depois que fechou a cortina, a Rita ficou um tempão no palco com a gente, ela foi fofa, foi demais'

Eu assisti à peça e pude comprovar que, como você disse, até o jeito de andar está igual ao da Rita. Você leva esses trejeitos dela, de andar, de mexer na franja toda hora, para casa?
No início, quando eu precisava ser Rita Lee, eu trouxe um pouco. Aí não tem jeito! Eu não usei salto durante muito tempo para ter o andar moleque que o salto não permite, parei de prender o cabelo, essas coisas. Agora eu estou me reencontrando. Então agora, quando acaba a peça, eu prendo o cabelo. A Rita Lee acaba aqui e agora é a Mel.

Você já cantava antes da peça? Como fez para treinar essa parte? Acha que está se saindo bem? [Na peça, Mel canta cerca de 20 músicas entre trechos e inteiras]
Não cantava e tenho vários traumas de cantar. Não cantava nem no chuveiro. Coisa de criança, porque eu fazia aula de violão e minha irmã dizia que eu cantava desafinado. Então eu cresci acreditando naquilo e depois para tirar é difícil. E voz reflete muito no seu estado de espírito, em como você está. Faço aula até hoje, toda semana. Acabei de voltar da fono, inclusive (risos).

Foi você quem quis tocar violão na peça. Teve que fazer aula de violão também?
Eu tocava o que você vê na peça. Se eu fosse colocar no meu currículo, estaria “noções básicas de violão”. Sei acordes, alguns dedilhadinhos. Foi eu quem quis, sim. Eu levava nos ensaios, tocava, e aos poucos a gente foi colocando nas cenas. Em “Doce Vampiro”, eu pedi para tocar.

É verdade que você precisou emagrecer mesmo? Como foi esse processo? Só fechou a boca?
Precisar, eu não precisei. Ninguém nunca me exigiu, tanto que eu já era um filé de borboleta [risos]. O Fabiano [Augusto, ator que vive Ney Matogrosso] também emagreceu, mais do que eu, inclusive. Mas eu quis perder para fazer a Rita porque faz parte dessa coisa corporal dela, a magreza. Não fiz dieta controlada, não, eu como bem, mas só diminuí um pouco.

Como foi o dia em que a Rita apareceu para ver a peça? Colocaram alguns vídeos na web, deu para ver que você ficou muito emocionada. Você sabia que ela estaria lá?
Não sabia! Eu sabia que o Ney ia, tanto que ele foi. Meu marido toca com o Ney, por isso ele sabia. A Rita já disse que ia, ela até me mandou email dizendo que ia. Eu falei: “Vem quando você quiser”. E aí ela foi naquele dia por acaso, ninguém sabia.

Você não conseguia parar de chorar quando soube que a Rita estava lá te vendo. O que sentiu?
Sei lá, foi muito grande saber que ela estava assistindo. Ao mesmo tempo em que eu estava nervosa de saber que ela estava lá, eu fiquei tensa porque achei que aquele não foi um bom dia para mim, vocalmente falando. Então foi um pranto de tudo!
Depois que fechou a cortina, a Rita ficou um tempão no palco com a gente, ela foi fofa, foi demais. Mas eu acho que fiquei em choque, porque não lembro de nada. Eu tenho esse problema que várias coisas eu não lembro pela emoção, tomada pela adrenalina muito forte.

A Rita te elogiou?
Eu fui elogiada. Ela falou que gostou. Foram só elogios.

Você sabia que a Rita te chamou de gostosa da plateia?
[Muitos risos] Eu vi no vídeo só! Fofa!
'Vou ficar acomodada e vou abrir mão de um trabalho que pode ser algo maravilhoso para mim?'

Para interpretar a Rita você precisou deixar a novela “Pecado Mortal”, da Record, na última semana. Como foi essa escolha pra você na época?
Fiquei morrendo de medo. Pensei muito para tomar essa decisão. Pedi auxilio para minha mãe, para os astros, marido, terapeuta, tudo. Porque eu não estava segura.

Eu parei e pensei. É obvio que se eu pedir para sair da novela vai ser mais duro, difícil e arriscado, né? Em todos os sentidos. Em me queimar, me envolver em um trabalho com risco muito maior. Mas, ao mesmo tempo, eu vou ficar acomodada e vou abrir mão de um trabalho que pode ser algo maravilhoso para mim? Então eu não pude fazer isso comigo.
Tomei coragem e cautela. Falei com a direção da Record em uma reunião marcada. Expliquei meus motivos e questões. Tanto que foi um acordo, não reincidiram meu contrato. Eles conversaram com o autor, que me matou na novela, mas foi tudo bem.

Alguém ficou de birra com você? Acha que isso pode te prejudicar na TV, no futuro, quando alguém poderá pensar: “Ah, não, aquela atriz pode deixar a gente na mão”?
Pode, claro! Pode acontecer de tudo. Tem vários motivos para não me pegarem para um trabalho. Eu fui apedrejada, caíram de pau em cima de mim dizendo que eu não era profissional, que era um absurdo eu largar uma novela. Largaram fofocas mil, inventaram muita coisa, foi pesadíssimo. Mas eu tinha consciência do que eu estava fazendo e do meu profissionalismo. Todo profissional tem direito de optar por um trabalho. Claro que ninguém quer largar nada inacabado, mas faz parte surgirem oportunidades que se você não agarrar, vai perder.

Mas também tem o lado teatral: “De peça de teatro todo ator pode sair para fazer novela, do outro lado, não?”. É engraçado porque isso é muito comum, os diretores de teatro lidam com isso o tempo todo.
Carlos Lombardi, o autor da trama, ficou perplexo com a sua decisão. Ele chegou a dizer que se sentiu desrespeitado. Vocês conversaram desde então? O que você gostaria que ele entendesse do seu ponto de vista?
Eu não sei o que ele pensa porque infelizmente eu não tive a oportunidade de conversar com ele, talvez não fosse o caso. E eu não tiro a razão dele. Bom, você está fazendo o seu trabalho e a atriz te deixa na mão? É complicado. Eu entendo o lado dele, mas eu também tive que olhar o meu.

Eu queria ter tido a oportunidade de falar com ele, mas na época foi muito rápido a decisão e muita pressão para mim. E o Lombardi não é muito acessível de eu conseguir marcar jantar ou uma reunião, mesmo porque nós estávamos em estados diferentes. Com os diretores da Record era mais fácil. Eu vi que ele ficou revoltado, não tiro a razão dele. Mas já estava feito.

Você tem planos de voltar para a TV? Tem contrato ainda com a Record? Até quando?
Sim, não é porque eu estou no teatro que eu não vou voltar para a TV. É uma questão de oportunidade. Os diretores da Record já foram assistir ao espetáculo e foram superlegais, elogiaram e agradeceram. Isso para mim denota que não houve um problema. Não ficou mágoa nem nada. Meu contrato vai até o ano que vem [2015].

Você que já fez muita TV e agora está arrasando no teatro, o que prefere entre os dois? Por quê?
A questão é que eu trabalho muito mais com teatro do que com TV, a verdade é essa. Eu comecei a estudar teatro quando eu era criança, então me sinto mais à vontade no palco, me sinto mais dona do meu trabalho, tenho mais domínio. Na TV sou mais uma peça do tabuleiro, não represento muita coisa e não tenho muito controle do que está sendo feito, o que não significa que eu não goste de fazer. Na hora do “vamos ver” no teatro você é fundamental, sem você não anda. O ator é mais responsável pelo que está fazendo. Porque é ao vivo, não tem recursos, é arte ali, na hora, viva.
'Por mim, eu fico em cartaz enquanto o público gostar e minha voz deixar!'

Você tem dois filhos, o Bernardo, de cinco anos, e a Clarice, de dois. Como dá conta de ficar com eles e ainda viver a Rita?
Agora está mais fácil, porque o processo de criação não exige só tempo como também energia e dedicação imensas. Nos meses de ensaio eu tive que conversar com o Felipe [marido] e pedir paciência até a estreia. Ele ficava um pouco carente, ou eu mesma porque quase não via os meus filhos, mas agora está supertranquilo.

Mas o Felipe já sabe, ele sabe que eu fico mais intensa em projeto teatral, ele levou numa boa. Ele é demais, grande parceiro, companheiro, ele não só aguenta como apoia, vê coisas comigo. E ele é músico, né? Um dia eu estava estudando “Ovelha Negra” no violão, quietinha na sala, e daqui a pouco ele vem com os instrumentos e começa a tocar comigo.
A Clarice acha que eu e a Rita somos a mesma pessoa, ela ainda não entendeu. Eu tenho algumas fotos da Rita na geladeira e a Clarice grita: “É a mamãe”.

Sua família te viu no palco?
A grande maioria, sim. Acho que já foi todo mundo. Pai, mãe, irmãs, família toda também veio de Porto Alegre em um dia só! Uma prima da minha mãe foi namorada do Liminha, que era dos Mutantes, então foi uma grande coincidência também. Eu não tenho muito contato com ela, eu nem a conhecia, mas ela viu a peça e ficou louca! “Eu estava naquele jipe”, ela falou pra mim. O Bernardo também foi e adorou!

Qual sua cena favorita da peça? Por quê?
Eu gosto... deixa eu ver... nossa, são tantas! Eu gosto de momentos da peça. Por exemplo, eu gosto dos Mutantes, de fazer os Mutantes. É um momento muito especial, ainda porque tenho nostalgia dos Mutantes, por não ter vivido. É algo que eu gosto de viver. Eu gosto das cenas de jantar, que eu canto “Menino Bonito” para o Roberto, é simples, é teatral, é bonito. Gosto dos momentos da cadeia, de toda aquela passagem rápida, da história dela com o Roberto, o final da peça também é muito vertiginoso. Tem vários momentos. A cena final, com a Bárbara, é muito legal porque fecha a peça e dá todo sentido a tudo. É uma cena simbólica também, pelo próprio livro que é contado pela Bárbara.

De início, a peça iria só até 29 de junho e agora estendeu para 27 de julho, lá no Teatro das Artes. Por conta do sucesso, vocês pensam em ir para outras cidades do Brasil? Quem sabe fazer uma turnê?
A gente vai sair de São Paulo, com certeza. Não sei quando e nem para onde, mas vamos viajar. Queremos fazer temporada no Rio também. Talvez tenha uma reunião essa semana, principalmente para decidirmos o que vai acontecer depois de 27 de julho, porque depende de verba, patrocínio, ninguém sabe o que vai acontecer. Eu não sei muito bem, mas que a gente vai rodar com o espetáculo, a gente vai!
"Rita Lee Mora ao Lado - o Musical":
Quando: De 4 de abril a 27 de julho. Sessões sextas, às 21h30, sábados, às 21h e domingos, às 19h.
Onde: Teatro das Artes – 3º piso do Shopping Eldorado – Av. Rebouças, 3970, São Paulo
Quanto: De R$ 60 a R$ 100 (inteira)
Vendas: www.ingresso.com ou pelo telefone 4003-2330

FONTE\FAMOSIDADES