sexta-feira, 29 de maio de 2015

Marcos Pasquim comemora 
resultado do implante de cabelo:
 ‘Ficou natural’
Marcos Pasquim após o implante capilar

No ar como o treinador de saltos ornamentais Carlos Alberto, de Babilônia”, Marcos Pasquim comemora o sucesso do implante capilar que fez recentemente, aos 46 anos.
 Em entrevista à revista “Contigo!” desta semana, o bonitão garantiu não ter medo da velhice, mas que sempre usou a beleza a seu favor.
“Fiz transplante capilar para cobrir as ‘entradas’. Mas só isso. Ouço muitos elogios e eu me sinto feliz por ter ficado natural. 
Não tenho medo da velhice. Tenho medo, sim, do que a velhice pode me trazer, da invalidez. Por isso gosto de me exercitar, de me manter dinâmico”, garante o ator.
 “Nunca botei em dúvida o meu talento por causa dos personagens galãs”.
Em recente entrevista à Retratos da Vida, Marcos contou que se sentiria incomodado em ter que usar peruca em cena.
“Não ter cabelo, eu consigo. O problema é criar cabelo. Se tivesse que usar peruca em cena, me incomodaria”.
Ele fez o transplante duas vezes. A primeira, mais tradicional, foi do mesmo tipo que deixou uma cicatriz em Paulo Vilhena. 
Como a calvice avançou, ele tentou outra técnica, nas quais os folículos são implantados um a um e não fica cicatriz visível a olho nu. 
O procedimento é feito com anestesia local e dura em média oito horas. O paciente pode levar até seis mil furos na cabeça. O valor da cirurgia varia de R$ 25 mil a R$ 30 mil.

FONTE/EXTRA
Ex-coleguinha do ‘Caldeirão’ batalha
 espaço como atriz e cria marca de acessórios:
 ‘É preciso sorte’
Ex-coleguinha Tatyane Meyer volta à TV na série “Magnífica 70”

Tatyane Meyer deixou o “Caldeirão” há mais de oito anos com o desejo de ser atriz. 
Depois de participações em novelas, ela ainda aguarda sua grande chance. 
Em breve, poderá ser vista como uma operadora de caixa de supermercado que tenta virar atriz do cinema erótico na série “Magnífica 70”, da HBO.
“É uma carreira bem competitiva. É preciso sorte. Estou sempre em cartaz com alguma peça, me formei em teatro, venho me preparando para quando chegar um bom convite”, diz a morena, que, contratada da agência Ford Models, continua vivendo também como modelo.
Tatyane acaba de criar uma marca de acessórios, como pulseiras, que ela mesmo desenha.
 “Temos que diversificar e abri esse novo leque”, conta a ex-coleguinha, que namora o músico Marcelo Cebukin e tem sua própria companhia de teatro.

FONTE/EXTRA
Após breve carreira como corretor de imóveis, Sérgio Abreu, o eterno Beto de ‘Malhação’, se dedica a novos projetos:
 ‘Não me adaptei’
Sérgio namora a atriz Karen Coelho

Por Júlio Parentes
Sérgio Abreu fez muito sucesso entre 2001 e 2003, quando participou de “Malhação”. 
O casal formado por Beto, seu personagem, e Solene (Renata Dominguez) era atormentado pela durona Dona Vilma (Bia Montez), mãe da moça.
 Fora do ar desde 2014, ele buscou novos ares trabalhando como corretor de imóveis, mas acabou desistindo da profissão.
“Tive uma experiência rápida como corretor e não me adaptei. Estou na fase de plantio dos meus projetos, portanto ainda não posso divulgá-los”, argumentou o ator, cuja última aparição foi na série “Conselho tutelar”, no ano passado.
Numa recente entrevista, Sérgio revelou que deve voltar com a peça "Os intolerantes", prevista para entrar mais uma vez em cartaz este ano, no Rio. 
2015, o ator de 39 anos também pensa em investir na carreira musical.
FONTE/EXTRA
Celina Locks, namorada de Ronaldo 
Fenômeno, lista top 10 de beleza
A modelo de 24 anos conta quais são seus produtos preferidos, entre creminhos para a pele, água termal e hidratantes para os cabelos.

Por Ana Paula Andrade
A modelo curitibana Celina Locks abriu a nécessaire para o EGO e contou quais são os produtos de beleza sem os quais não vive sem. 
A namorada de Ronaldo Fenômeno redobra os cuidados quando o assunto é pele. 
No rosto, o ritual diário inclui água termal (da La Roche-Posay) e protetor solar (Anthelios, também da La Roche-Posay). 
A máscara de argila da Kiehl's ela aplica quando quer eliminar impurezas, e a locão facial Botanical D-tox, da Sisley, à noite. 
Para tirar a maquiagem, o eleito é o Bioderma, queridinho de quase todas as tops.
Os produtos para o cabelo também são xodós de Celina, que aposta no óleo Elixir Ultime, da Kérastase, sempre antes e depois de fazer escova. 
"Dá brilho e repele a umidade dos fios", ensina. Com o creme de proteína do Spa Dios, salão badalado de São Paulo, ela faz hidratação em casa. 
"Porque sofro com chapinha e secador", conta Celina, que usa o iluminador Bathima, da Benefit, no corpo quando faz fotos de lingerie ou biquíni. "O efeito é lindo e discreto, diz.

FONTE/EGO

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Nívea Stelmann cogita se mudar para os EUA: 
"Estou deixando a vida me levar"
Atriz fala sobre boa forma aos 41 anos e afirma não descuidar dos filhos: "Chego a ser neurótica"

Por Beatriz Bourroul 
Aos 41 anos, Nívea Stelmann tem chamado a atenção pela boa forma exibida nas redes sociais. 
Mãe de Miguel, de 10 anos, e Bruna, de 1, a atriz não atribui o físico impecável para nenhuma dieta milagrosa ou esporte da moda. 
Ela acredita que o corpo é resultado de uma série de boas práticas que segue desde novinha.
"Você não me vê na noitada, nem bebendo e fumando. Isso está se refletindo hoje. Claro que a minha genética é boa e isso ajuda. 
Tudo o que eu faço não começou ontem. Gosto de dormir cedo e acordar cedo", disse Nívea para QUEM, contando que costuma malhar regularmente, além de não abrir mão de sessões de drenagem linfática.
Longe das novelas desde o fim de sua participação da novela Morde & Assopra, em 2011, a atriz estuda a chance de morar na cidade de Orlando, nos Estados Unidos.
 "Meu contrato com a GLOBO acabou em dezembro. Por enquanto, estou vendo o que vai acontecer. Comprei uma casa lá em Orlando. 
 Peguei meu fundo de garantia da Globo e investi. Acho bacana poder, quem sabe, oferecer a chance dos meus filhos morarem fora do Brasil por um período."
Nívea, sua boa forma tem impressionado a todos e rendido elogios nas redes sociais. Nos conte a dica para chegar aos 41 anos, mãe de dois filhos – sendo a caçulinha de apenas 1 ano-, com tudo em cima?
Costumo dizer que é um conjunto. Amamentei a Bruna até ela completar 1 ano e 2 meses, assim como o Miguel. Ele só largou o peito com essa mesma idade. Não quis saber de dietas malucas. Tem mulher que seca o leite propositalmente. Acho absurdo. Adoro amamentar e fiz até campanhas do Ministério da Saúde para incentivo ao aleitamento materno.  Não deixei de comer carboidratos porque a ingestão deles colabora para a produção de leite. Mas, além da amamentação, eu tenho o hábito de fazer atividades físicas regularmente. Amamentar ajuda a PERDER PESO, mas não é só isso.

 É do tipo que vai pra academia?
Gosto de estar com o corpo em movimento, fazer atividades. Quando não tenho tempo, caminho pelo condomínio. E tenho um milhão de cremes para o corpo e faço sessões de drenagem linfática. Acredito no poder da mão mais do que no poder dos aparelhos. As massagistas vêm em casa. Comprei até uma maca!

 Você notou diferença após os 40?
Claro! Entre os 30 e os 40 há diferença, sim.  É muito mais difícil retomar a boa forma, por exemplo. É fisiológico. Mesmo que eu não aparente a idade, sei que o metabolismo não responde da mesma forma.

Imagino que você escute bastante que tem o mesmo rostinho do início da carreira e que continua com aparência jovial. Já recorreu a tratamentos estéticos?
Eu te falo com o maior orgulho: nunca fiz BOTOX, plástica, nada. Ao mesmo tempo, você não me vê na noitada, nem bebendo e fumando. Isso está se refletindo hoje. Claro que a minha genética é boa e isso ajuda. Mas as práticas não são de ontem. Gosto de dormir cedo e acordar cedo. Acordo todo o santo dia às 6h e levo o Miguel à escola. Não tenho motorista, nem contrato o serviço de van escolar. Poderia ser uma comodidade, mas é bacana estar presente. Gosto de estar perto, acompanhar o dever de casa. Acho que chego a ser até neurótica (risos).

Neurótica como?
 Gosto estar perto. Às vezes, preciso viajar e não consigo levar o Miguel porque ele estuda. Conto com a ajuda dos meus pais e do Mário [Frias, ator e ex-marido de Nívea], pai dele, também. Aliás, conto com a ajuda sempre. Não só quando estou viajando. Quando estou fora, fico com muita saudade. Eu cobro meus filhos, mas também dou muito amor, muita atenção. Bato no peito de orgulho porque vi meu filho crescer. Fico orgulhosa para caramba disso.
Depois de fazer vááárias novelas, você está há um tempo longe da TV. Quais serão seus próximos trabalhos? Existe algo em mente?
Estou pior que o Zeca Pagodinho (risos). Estou deixando a vida me levar. Participo de um canal no Youtube – o Hi Gorgeous – em que eu e mais duas amigas damos dicas sobre Orlando, cidade que eu amo.

Já pensou em deixar o Brasil?
As outras duas meninas vivem lá. E eu fico lá e cá. Não vou mentir para você: cogito a possibilidade morar lá no futuro. Meu contrato com a Globo acabou em dezembro. Por enquanto, estou vendo o que vai acontecer. Comprei uma casa lá em Orlando.  Peguei meu fundo de garantia da Globo e investi. Acho bacana poder, quem sabe, oferecer a chance dos meus filhos morarem fora do Brasil por um período. Meu filho estuda em escola suíça e fala alemão muito bem. Fiquei cheia de orgulho ao vê-lo se comunicando na Alemanha, quando fomos para lá no ano passado.  Gosto de poder dar cultura aos meus filhos e a vivência fora do Brasil seria rica. Estudei em escola pública – não desmerecendo o ensino público – mas sei o quanto o aprendizado de uma língua me fez falta. Fui APRENDER INGLÊS depois de velha (risos). Quero que meus filhos estejam preparados para o futuro. A vida é uma roda gigante. Tem hora que você está em cima e hora que você está embaixo.

FONTE/QUEM
Rodrigo Sant’anna:
‘Sou uma pessoa de poucos amigos’
Por Leo Dias
Quando encarna seus personagens em ‘Comício Gargalhada Segundo Turno’, Rodrigo Sant’anna se joga e faz o povo rolar de rir, mas na vida íntima, o ator é tímido, conta nos dedos os amigos verdadeiros e não faz graça o tempo todo. 
Antes de atuar, fez psicologia e foi atendente de telemarketing por um salário mínimo. Hoje, ele conta que foi com o teatro que ganhou dinheiro.

Vamos falar sobre sua timidez. Você fez teatro para acabar com ela?
Nunca fui um bicho do mato, mas também não era a pessoa mais extrovertida do mundo. Tanto que, quando eu falei em fazer teatro foi uma surpresa para minha mãe, para minha família. Mas não fui fazer teatro por causa de timidez, nunca fui de dançar na escola, não era uma coisa que eu gostava. Ficava meio envergonhadinho pra dançar festa junina, nunca me agradou. Mas nunca tive dificuldade de me relacionar com as pessoas. Fui fazer teatro comecei e me interessar, mas foi pro final da adolescência, lá pelos 18 anos. Até então não cogitava isso.

Em casa fazia brincadeira pra família?
Nunca (risos).

Quando sua mãe viu que era realmente seu dom, sua vocação atuar e que você ia servir realmente para isso? 
Na verdade, minha mãe achava que eu começava e não terminava as coisas. Fazia judô e parava. Fazia natação e parava. Ela achou que fosse acontecer a mesma coisa com o teatro. Quando eu quis abrir mão de faculdade para fazer isso, ela ficou surpresa e isso passou a ser uma questão na casa. Era realmente um gasto mensal muito alto com faculdade para parar e fazer teatro. Comecei a fazer turismo, transferi para psicologia. Cursei um período e falei: “mãe vou para o teatro”. Ela pirou.

Você não é o humorista de stand up. Você faz um personagem. Ter personagens é reflexo da timidez?
Talvez. Eu sempre curti muito psicologia, sempre quis fazer terapia e nunca fiz. Agora, há alguns meses comecei a fazer. Até para entender um pouco como funciona. Não que eu seja depressivo. Sou bem tranquilo, não tenho crise. Fui fazer terapia para objetivar de que maneira isso funciona. Entendeu?

Não entendi. A terapia é para você e não para descobrir o por que dos personagens, não é?
Pra mim mesmo e a questão prática de como funciona isso. Acho que você assistiu o ‘Comício Gargalhada’, e tem o Rodrigo e tem humor. Eu me considero assim muito dúbio. Se eu estiver bem à vontade em um lugar, consigo fazer graça de mim mesmo. Mas, qualquer coisa pode me inibir a ponto de me travar. Se eu tiver no meio de amigos, posso ser bem divertido. Se tiver uma pessoa no meio dessa galera que me iniba, aí posso me inibir a ponto de ficar completamente sem espontaneidade. E o humor, vem dessa espontaneidade. Acho que talvez seja isso. Perco a minha espontaneidade facilmente. No caso do personagem, não sou eu que estou falando. É aquela figura que está passando por aquilo.

Você vai a show de humor, de stand up?
Já assisti ao Fábio Porchat, que eu adoro, o Paulo Gustavo, que também adoro.

Quem você mais gosta dessa geração?
Eu gosto do Paulo (Gustavo), do Fábio (Porchat), da Tatá (Werneck), do (Marcelo)Adnet. Essa galera que despontou é muito talentosa.

Noto uma semelhança entre o seu humor e o do Paulo Gustavo. A Valéria eu vejo em vários momentos nos personagens do Paulo. Estou errado?
A Valéria surgiu antes de eu conhecer o Paulo.

Eu sei. Não diria que você tem referência nele não. Mas é um humor meio ‘bulliyng’. A Valéria faz isso e os personagens do Paulo também, não é?
Tem essa levada sim. Tem mesmo.

Existe uma obrigação de ser engraçado? É um saco isso?
Acho chato sim. Eu não me considero uma pessoa ranzinza. Sou na minha, mas não sou mal humorado. Mas as pessoas às vezes ultrapassam os limites.Por conta do humor, elas te tratam à vontade, muito íntimo e às vezes você pensa: ‘acho que não precisava disso’.

Acorda mal humorado?
Mal humorado eu nunca estou. Sou mais intimista. Em Araruama, estava acabando o espetáculo o cara pegou minha mão e puxou pra calça dele. Olha que surreal? Tem umas situações abusivas, que eu considero falta de respeito com qualquer um.

O que você está achando do novo ‘Zorra Total’?
Eu estou muito feliz com a resposta do público. É impreterível falar artisticamente que o ‘Zorra’ virou outra coisa. Enriqueceu, deu a nós a possibilidade de mostrar uma nova vertente que infelizmente é visto como humor mais fácil, da palhaçaria, caricatura. Por um bom tempo fomos vistos como um humor de quinta, mais popularesco e acho que não existe isso. Acho que humor é humor. Ou é engraçado ou não é. Ponto. Acho que o ‘Zorra’ nessa reformulação conseguiu ganhar um novo status de qualidade artística e resguardar o humor. Os comentários foram muito bons.

Quero explorar contigo essa questão do popularesco. Qual a diferença entre o popularesco e o popular?
Para mim não existe essa diferença. Existe o que é bom e o que não é. Às vezes, a grande maioria das pessoas coloca o popularesco no lugar pejorativo. Eu não enxergo dessa maneira. Ou eu faço rir, ou não faço rir. O que importa é que se é divertido ou não. O nosso foco no novo Zorra é divertir com um artista. Mas não é por causa disso que deixará de ser popular, na minha opinião.

Não quero fazer dessa entrevista algo dramático ou piegas. Só quero retratar realmente a sua vida. Você passou por dificuldades financeiras quando criança? 
Eu nunca passei fome. Tive uma infância humilde, dormi numa casa de dois quartos com oito pessoas no Morro dos Macacos e não se esbanjava. Fazia a compra do mês e comprava uma bandeja de iogurte. Se aquela bandeja acabasse, provavelmente até o final do mês não teria novamente. Mas o arroz e feijão estava na mesa o tempo inteiro. Fome eu nunca passei. Graças a Deus.

Como foi ganhar seu primeiro salário?
Meu primeiro salário não foi de ator, foi de atendente de telemarketing. Estava fazendo faculdade e trabalhando. Foi tão desegradável fazer que não curti muito o salário. Nossa mãe! Foi o pior ano da minha vida. Sou agitado e achava muito chato ficar parado. Só atendia problema. Um inferno.

Mas você ganhava bem?
Não! Um salário.

Eram quantas horas de trabalho por dia? 
Seis horas. E tinha 15 minutos de intervalo. Quando pedi demissão, peguei a grana da rescisão e paguei o primeiro mês da CAL. Quando eu entrei o segundo mês minha mãe teve que pagar e ficou toda endividada. Aí comecei a trabalhar no metrô. Foi o que custeou a CAL.

É do morro que vem as inspirações de seus personagens. Em que momento você descobriu que sua realidade era sua fonte de inspiração?
O primeiro espetáculo que fiz foi ‘Os Suburbanos’ e me divertia com o comportamento das pessoas. Desde então fiquei tentando entender por que eu achava engraçado. já tinha visto o Miguel Falabella sacaneando o pobre no ‘Sai de Baixo’ e aí eu achava engraçado e me identificava muito. Era a minha realidade. Mas eu queria fazer daqui, do pobre. ‘Os Suburbanos’ tinha essa temática e vi que isso vendia. Na época não tinha ninguém falando disso com propriedade e comecei a investir nisso. Achava humano, verdadeiro. A Valéria é caricatura, mas ao mesmo tempo é real. É o que você vê na rua.

Você se vê algum dia fazendo novela? Um papel dramático?
Me vejo fazendo tudo. Tenho vontade de experimentar tudo. Não fecho a porta para nada.

Muita gente diz que teatro não dá dinheiro, que é mais por vocação mesmo. Teatro te deu dinheiro?
O teatro me deu dinheiro sim. Grande parte das coisas que tenho, devo ao teatro. Consegui financiar o meu apartamento graças ao ‘Suburbanos’.

Você pode fazer um comercial como Valéria?
Tenho que entrar em acordo com a Globo. Existe um termo de liberação de direitos da Globo.

Você tem muitos ou poucos amigos?
Sou uma pessoa de poucos amigos. Tenho muitas pessoas do convívio, mas amigos mesmo tenho a Thalita Carauta e a Bel (Isabelle Marques), que fez ‘Suburbanos’ comigo.

Conta para a gente quais as novidades do ‘Comício Gargalhada’?
O formato se mantém com novos personagens. Apesar de ter Valéria e a Adelaide que todo mundo conhece, trago outros personagens.

Como a gente pode ir lá rir com você no ‘Comício Gargalhada’? Passa os dias e horários?
Sexta e sábado às 23h no Teatro dos Grandes Atores, na Barra. O ingresso custa R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia).

FONTE/ODIA
Arlete Salles sobre Consuelo de "Babilônia":
"É hipócrita e canalha"

Por Ana Cora Lima
Em "Babilônia", Arlete Salles interpreta Consuelo,uma mulher conservadora, dominadora e que se diz idônea e religiosa
Em "Babilônia", a mãe do prefeito corrupto Aderbal Pimenta (Marcos Palmeira), Consuelo é uma mulher conservadora, dominadora  e que se diz idônea e religiosa. 
Puxar as orelhas do filho virou um hábito tão comum como invocar o "altíssimo" ou então falar o que pensa sem o menor filtro. 
Ao mesmo tempo que provoca indignação, a personagem "diverte horrores". É o que garante a sua intérprete, a atriz Arlete Salles. 
"Consuelo é mais uma louca no meu currículo e o grande álibi dela é justamente esse lado tão louco que vira cômico. 
Particularmente, eu me sinto bem à vontade na comédia. Faço um papel que me dá muito prazer e que tem a aceitação, o aplauso do público. 
Estou muito feliz e me divertindo horrores", disse a atriz que está na 35ª novela em 48 anos de TV GLOBO.
Susana Vieira gravou com Gabriel Braga Nunes e Arlete Salles. O trio se divertiu no encontro de uma fã com a sua diva
Na última quarta-feira , quando conversou por telefone com UOL, Arlete tinha acabado de chegar em casa após gravar cenas de Consuelo com sua diva Susana Vieira. 
"Foi bacanérrimo. Somos amigas há anos e eu fiquei numa posição que nunca tive antes que era a de fã. 
Aquela fã que assedia mesmo! Abraça, aperta, beija e tira selfies e mais selfies para não perder o clique e garantir sei lá quantas fotos", contou a atriz às gargalhadas.
A cena do encontro, em que Susana interpreta ela mesma, vai ao ar neste sábado e Arlete contou mais detalhes da gravação que levou dois dias. 
"Gravamos pela manhã cedinho no shopping perto do Projac porque às 10 da manhã ele seria aberto ao público. 
Essa foi a pior parte. De resto, foi tranquilo porque além de ter sido uma brincadeira, também não deixou de ser uma homenagem aos fãs. 
Até aquele comentário que volta e meia nós artistas ouvimos nas ruas, vai ter : 'Eu era criancinha e já assistia você na televisão'.  Antes isso me incomodava muito. Hoje, não mais", revelou.
Consuelo (Arlete Salles) é mãe do prefeito Aderbal (Marcos Palmeiras) e controla Maria José (Laila Garin) e Laís (Luisa Arraes)

Apesar de todo humor que cerca seu núcleo, Arlete tem sérias críticas em relação à personalidade de Consuelo.
 "Ela é hipócrita e canalha. Faz comentários horrorosos e que são recorrentes. Não adianta negar que não é bem assim na vida real, que esses tipos de pensamentos, posturas acontecem só na ficção. Mentira.
 O texto fala de coisas que ainda estão enraizadas na sociedade como a homofobia, a intolerância, a discriminação e o preconceito. Triste, mas é a verdade". 
Sobre o futuro de Consuelo, Arlete ainda não sabe muitas coisas, mas acredita que ela não vá se relacionar com alguém e nem casar. 
"Ela agora anda toda encantada com o Luiz Fernando - personagem do Gabriel Braga Nunes - mas acho que não passa de admiração, uma lembrança de um passado, uma coisa meio platônica. 
Que eu saiba não tem previsto um romance. Se acontecesse  seria bacana, apesar de que ela não está merecendo, não", observou.
"Novela está tocando na ferida"
Arlete também comentou sobre as mudanças que a trama de "Babilônia" sofreu em relação à sinopse inicial, nos últimos três meses. 
A atriz não negou o que chamou de dissabores e defendeu a trama de Gilberto Braga. "A novela é bonita, o elenco é bom, a produção é impecável .... 
A arte é o que? A arte retrata a sociedade de um tempo, os seus costumes, a sua cultura... Se não for isso, ela vai ser só entretenimento? É muito pouco", declarou.
Depois da mundança da mocinha Alice (Sophie Charlotte), que inicialmente seria uma garota de programa e agora vive um romance com Evandro (Cassio Gabus Mendes), o personagem Carlos Alberto (Marcos Pasquim) também foi transformado. 
Antes um gay enrustido que se apaixonaria por Ivan, papel de Marcelo Mello Jr., agora ele se envolverá com Regina (Camila Pitanga). Para alerte, as mudanças refletem opiniões de parte dos espectadores. 
"O preconceito é irmão do ódio e as grandes tragédias da humanidade aconteceram por causa desse sentimento ruim, racial, social, religioso e até político. 
Eu tenho muito orgulho de fazer parte dessa novela que está tocando na ferida, mostrando a realidade. 
"Estamos indo, atravessamos alguns mares revoltos, mas vamos chegar na praia bem calminhos", resumiu a atriz.  
A novela "Babilônia" está prevista para terminar no final de agosto e Arlete Salles até tem pensado em descansar um pouco já que emendou dois trabalhos seguidos, só que nada tão longo.
 "Penso em  três semanas para recuperar o fôlego porque eu comecei a gravar a novela e mal tinha saído da peça "O que o Mordomo Viu?", de Miguel Falabella.
 Antes disso, eu tinha acabado de sair de um tratamento muito difícil, penoso de câncer de mama, enfim. 
Graças a Deus, passei por tudo isso trabalhando porque exercendo o meu ofício e quando eu me sinto mais viva, mais plena". 
Depois da parada, Arlete tem dois filmes para fazer, mas existe um projeto familiar ainda bem embrionário que já mexe com a emoção da atriz. 
"Estamos pensando em um peça teatral com três gerações da minha família. 
Eu, o meu filho Alexandre Barbalho e o meu neto Pedro Medina. Estou bem animada, empolgada. Isso era uma coisa muito comum em circo no passado, né? 
Eu quero viver essa experiência de estar no palco com meus sucessores", finalizou.

FONTE/UOL
Dira Paes fala sobre a gravidez:
 "Estou muito feliz e radiante"
A atriz revelou à CONTIGO! que não está enjoando em sua segunda gestação, aos 45 anos

Escrito por  Lígia Andrade (colaboradora)  Editado por Priscila Doneda (colaboradora)
Aos 45 anos, Dira Paes, está com tudo. A atriz, grávida de quase quatro meses de seu segundo filho, fará parte do álbum de figurinhas lançado em comemoração aos 50 anos da GLOBO, com a sua emblemática personagem de Caminho das Índias (2009).
 "Norminha estará com o Abel. Gostei muito, porque ela sem ele não é ninguém", brincou a atriz. 
O Livro Ilustrado Oficial - 50 anos de Novelas já está nas bancas e, no começo do mês, Dira participou de uma sessão de autógrafos de figurinhas no Projac, ao lado de outros atores.
A mãe de Inácio, 7, aproveitou para falar sobre sua gravidez, planejada por ela e o marido, o fotógrafo Pablo Baião, 36.
 "É uma gestação querida. Estou muito feliz e radiante. Estou ótima, disposta. Não estou enjoando.
 Na primeira, senti um pouco de azia", lembrou. Ela revelou ainda que não teve nenhum desejo especial até agora. Inácio também está feliz da vida, já que o menino sempre pediu um irmãozinho para a mãe.
 Dira está na expectativa quanto ao sexo do bebê. "Ainda não consegui saber. O importante é vir com saúde. 
Mas a torcida é para que seja menina", entregou ela, que vai esperar ver o rosto da criança para decidir sobre o nome. "Já tenho os classificados, os finalistas (risos)".

FONTE/CONTIGO

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Poliana Abritta sobre ser mãe de trigêmeos: 
"Não sabem o quanto pode ser mais difícil"
Depois de seis meses à frente do 'Fantástico', Poliana Abritta revela pela primeira vez detalhes de sua trajetória pessoal e profissional: fala da infância rural em Brasília, do fato de ditar moda como apresentadora de TV e de seus trigêmeos, gerados por um processo de fertilização assistida

Por Valmir Moratelli
Poli, prefixo de origem grega que define multiplicidade: ser muitas ao mesmo tempo. 
Não por acaso Poli é como Poliana Abritta gosta de ser chamada. 
Apresentadora do Fantástico desde novembro, mãe de trigêmeos de 7 anos, ex-repórter de política e economia, fashionista e dona de um estilo próprio de se vestir – e de se tatuar –, Poliana, de 39 anos, é múltipla. 
Coloca salto 15 para apresentar o dominical ao lado de Tadeu Schmidt, mas adora uma sandália rasteira. Veste-se com roupas de grife, adora moda, prestigia estilistas brasileiros, mas se permite trabalhar longe das câmeras com uma saia longa de vez em quando. 
“Há quem diga na redação que sou hippie, e acho graça disso. Mas não sou hippie o tempo todo, sou poli”, brinca ela, que é a filha mais velha de um comerciante e uma professora pública de Brasília, e está na TV Globo há 17 anos. 
Já apresentou o Jornal Hoje, Jornal da Globo e o Globo Mar, além de ter sido repórter em Brasília, sua cidade natal.

Poli está solteira, após um relacionamento com o arquiteto Glênio Carvalho, com quem teve Guido, José e Manoela.
 “Quis ser mãe durante muito tempo. E tive dificuldade para engravidar. Na primeira fertilização eles nasceram. 
Falo que eu pedi tanto, que entrei muitas vezes na fila”, diz, soltando uma gargalhada.
MODA
“Participo da escolha dos figurinos do programa. É um momento mulherzinha, fico feliz com o retorno positivo do público. Faz parte do meu trabalho.”

JEANS RASGADO
“Moda é uma forma de se comunicar. Mas não me preocupo o tempo todo com o tipo de roupa que visto. Hoje estou de jeans. Este, aliás, tem 15 anos. Até rasgou em um lugar que não podia (no bumbum)... Olha como está!”

HIPPIE
“Há quem diga na redação que sou hippie, e acho graça disso. Mas não sou hippie o tempo todo, sou poli (risos). Se lhe disserem que sou hippie é mentira! De repente cheguei de um jeito que as pessoas não esperavam. Uso bastante sandália baixa e saia longa de vez em quando. Tenho um jeito de largar a trança no canto. Às vezes, me bastam tênis e vestido. Sempre me vesti de um jeito diferente mesmo.”

TONS SÓBRIOS
“No dia em que noticiamos o atentado em Paris (o massacre ao jornal Charlie Hebdo, em janeiro deste ano) meu figurino não era aquele com o qual fui ao ar. Era para ser um vestido e fui de calça e camisa simples. Pedi que fosse assim. Não ia aparecer de vestido alaranjado.”

MADE IN BRAZIL
“Conheço bem a moda brasileira. Há pouco tempo eu estava fora do país e muitas vezes me pararam para perguntar da minha roupa. Era sempre de estilistas brasileiros.”

EMPRESÁRIA
“Já tive loja de roupa em Brasília por seis anos, até 2006. Conseguia dividir a vida de empresária com a de jornalista. Mas quase enlouquecia (risos)! Eu era repórter do Jornal Hoje e à tarde trabalhava na loja. Tive que vendê-la para escolher esse outro caminho. Gostava, mas ser empresária no país é muito difícil.”
CORTE DO BOI
“Todo mundo de Brasília tinha banda, mas aos finais de semana eu ia para a fazenda do meu pai. Fui criada assim, me lembro dele matando boi e separando carne. É uma coisa que sei fazer: cortar carne!”

OLHO DA VACA
“Uma vez pedi para o vaqueiro trazer o olho da vaca para mim. Queria ver como era por trás. Eu, me achando bacana, o levei para a escola. A professora ficou chocada! Eu tinha 9 anos e esse era meu universo.”

CONTAR HISTÓRIAS
“Na faculdade eu fiz comunicação social, mas inicialmente ia cursar publicidade. Tinha uma professora que gostava do jeito que eu escrevia e me dizia que eu deveria pensar se queria mesmo publicidade. Entendi o que era jornalismo no dia em que vi que contar história poderia ser uma boa profissão.”

O CONVITE
“No meio do ano passado, eu estava em Brasília e fui chamada para vir ao Rio. Numa reunião na sala do Ali Kamel (diretor-geral de Jornalismo da TV GLOBO), ele me convidou para apresentar o Fantástico. Abri um largo sorriso. Fiquei muito feliz!”

ESTREIA NA TV
“Nunca pensei em ser escritora, mas o jornalismo também faz com que você conte histórias. De repente estava apresentando um programa na TV Brasília, sucursal da extinta TV Manchete. Era um diário de cinco minutos voltado para o micro e pequeno empresário. Entrei dentro de uma redação e nunca mais larguei. Eu tinha 18 anos...”

FERTILIZAÇÃO
“Ser mãe era condição fundamental para mim. E tive dificuldade para engravidar. Fiz estimulação ovariana para aumentar o número de óvulos, inseminação que não deu certo... Aí fiz fertilização. O embrião já fecundado é depositado no útero. Você fertiliza e deposita o embrião. Na primeira eles nasceram. Coloquei três embriões. Tive 100% de aproveitamento (risos).”

TATUAGENS
“Fiz a primeira aos 14 anos, é uma orquídea na perna. Mas já me perguntaram se era uma aranha (risos)! Tenho também uma caveira na coxa direita, feita aos 30 anos. Eu me gosto mais pelas minhas tatuagens. De salto 15, botas e calça rasgada.”

SOLTEIRA
“Não sou casada. O pai dos meus filhos mora em Brasília e vem ao Rio de vez em quando. Não estamos mais juntos. Mas ele estava aqui no fim de semana para ver as crianças. Tenho 39 anos e considero que estou num momento importante da minha vida.”

REFERÊNCIA
“Quando vejo uma mãe descabelada com um só filho, falo: ‘Vocês não sabem o quanto pode ser mais difícil (risos)’. Uma vez eu estava tomando café numa padaria e tinha um casal tenso com a criança. Eu disse: ‘Sempre que estiver difícil para vocês, pensem em mim. Eu dou conta e vocês também dão’.”

VIDA CARIOCA
“Estamos começando a entrar no ritmo do Rio. Em Brasília tínhamos toda a família ao redor: o pai das crianças, a minha mãe... Eles mudaram de escola, de amigos, muita coisa. Minha folga é na segunda, na terça já trabalho.”

VIRGINIANA
“Toda semana tenho que cortar 60 unhas. Saio atrás deles cortando ao mesmo tempo, porque não dá para juntar todos no banheiro. Eu tinha uma tabela para amamentar. Porque o primeiro a mamar pega o colostro, o leite mais forte, o melhor leite. Tem que haver um revezamento. Olha, sou virginiana! Tentei muito fazer esse esquema dar certo, mas depois relaxei.”

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Longe do visual de galã, 
Alexandre Borges comemora: 
"Saí do estilo terno e gravata"
Aos 49 anos, ator se destaca no elenco de 'I love Paraisópolis' com visual desgrenhado para interpretar Jurandir: "A crise o pegou em cheio"

Por Beatriz Bourroul
Alexandre Borges é um dos destaques do elenco da novela I Love Paraisópolis, interpretando o personagem Jurandir, ou simplesmente Juju. 
O papel de um desempregado com visual largadão é bem diferente dos sedutores que costuma interpretar na TV.
Aos 49 anos, o ator, nascido na cidade de Santos, no litoral paulista, comemora a chance de participar de uma novela que retrata a comunidade de Paraisópolis, situada na zona sul da cidade de São Paulo.
Na trama assinada por Mário Teixeira e Alcides Nogueira, Alexandre vive uma relação no maior estilo gato e rato com a mulher Eva (Soraya Ravenle), bem diferente de seu casamento com a atriz Julia Lemmertz. Juntos desde 1991, eles são apontados como um dos mais duradouros relacionamentos do meio artístico. 
Na conversa com QUEM, o ator conta que a mulher não fez reclamações de seu visual mais despojado para o atual papel e diz que costuma ganhar carinho na farta barba que deixou crescer.
Seu visual está completamente diferente dos seus papéis antigos. Gostou de ficar barbudo?
Está sendo uma novidade. Saí daquele estilo terno e gravata. Achei a caracterização bem adequada ao personagem. Ele está desempregado há um tempo e vive de bicos. A crise o pegou em cheio.

Não te incomoda perder o glamour de galã?
Não! Meu personagem é um morador típico de Paraisópolis e acho que todo paulistano tem um pouco da comunidade na veia, de enfrentar o caos de São Paulo, de quebrar o glamour e batalhar, como todo brasileiro mesmo. É bem gostoso fazer um cara  popular e descontraído. É o tipo de papel que não faço muito.

 A Julia, sua mulher, é do tipo que não vê a hora de você aparar essa barba?
 Ela não se incomoda, não (risos). Já usei barba outras vezes, mas faz tempo. Ela ainda não reclamou! Faz até cafuné. Coça um pouco, mas já me adaptei. Acho que ajuda para o personagem.

Na novela, seu personagem vive uma relação de gato e rato com a mulher.
A mulher cansou dele e o expulsou de casa. Ela, é claro, odeia isso e quer reverter. Apesar de folgadão, ele é do bem. Considera as duas meninas – Danda [Tatá Werneck] como Mari [Bruna Marquezine] – como filhas e as educou com bons valores.

Mas ele tem algumas atitudes politicamente incorretas, né? O que acha disso?
Ele faz umas provas de amor meio absurdas, como uma instalação de TV a cabo clandestina. Apesar de não ser correto fazer isso, ele faz com a melhor das intenções. Ele tem umas sacadas que são fora do normal, são sacadas que não são 100% éticas. Ele é do improviso.

A comunidade de Paraisópolis é uma das maiores de São Paulo. Para as gravações, você chegou a ter contato com as pessoas de lá para ajudar na construção do personagem?
 Paraisópolis é enorme. Tem cerca de 60 mil pessoas que vivem lá. A gente se encontrou com a associação de moradores. A luta deles é para serem reconhecidos como bairro, para que as melhorias do estado, do município, cheguem lá – para quem vive dentro. Eles batalham por questões como saneamento, asfalto, coleta de lixo.

 Acredita que a novela pode ajudar a melhorar a realidade?
Sim. Acredito que as novelas possam ajudar na função social, de desmistificar. Mostramos a realidade da comunidade. Não é só violência. Pelo contrário, há alto astral e riqueza cultural. Existem muitos projetos sociais, como o balé de Paraisópolis, a orquestra, os esportes- a comunidade tem dezenas de times de futebol. A vida cultural de Paraisópolis é rica.

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De olho de peixe a aula de sereia, Titi Müller fala sobre aventuras ao redor do mundo
Apresentadora do 'Anota Aí', do Multishow, falou das experiências pelas quais passou em suas andanças pela Europa, África, Ásia e América

 Por Fabiana Sato e Gabriela Navalon
Titi Müller tem, para muitos, o melhor emprego do mundo. À frente do programa Anota Aí, do Multishow, ela percorre o mundo visitando países para levar ao espectador dicas de passeios e viagens inusitadas.
Para a segunda temporada, a apresentadora encarou o desafio de, em dois meses, sair de São Paulo, onde mora, e visitar 14 cidades, entre elas Nova York, Hong Kong, Macau, Viena, Amsterdã, Lisboa, St. Martin, Miami, Jamaica, Nova Orleans, Atlanta e Memphis. Ufa!
"Sou viciada em viajar. Fico dois meses em São Paulo e começo a me sentir dentro de uma caixa", conta a gaúcha. 
"Gosto muito de fazer viagem histórica. Fico deslumbrada, encantada. Mas o que reparo mesmo são as pessoas. 
É com elas que você aprende, desmonta pré-conceitos e esteriótipos de um lugar", opina ela, do alto da experiência de quem já viajou os quatro cantos do GLOBO.
Titi Müller: "Sopa do dia"

Acompanhada de sua equipe, ela conheceu muita gente, lugares e comidinhas típicas. Para Titi, o legal mesmo é ter com quem dividir o passeio. 
"Odeio viajar sozinha. Uma vez tentei ir pra Montevidéu e liguei no meio da viagem para a Tainá e falei 'vem, tô comprando uma passagem pra ti'", conta ao falar da irmã, a atriz Tainá Müller.
Para passar por aventuras como essas, é preciso disposição e nada de frescura. Quando o assunto são as comidas típicas, ela conta que se arrisca em quase tudo. 
"Não consigo parar de comer. Só teve uma vez que 'arreguei': com o olho de peixe da Malásia. Ele entrou na boca e saiu.
 Foi meu limite", diverte-se ao lembrar. "Mas tomei sopa de cobra. Vi ela entrando viva na panela, e tomei".

Na mala, o que não pode faltar é um shortinho, que ela usa por baixo do vestido, onde pendura o microfone, e o espelho. 
as viagens, ela não traz grande compras: "Sempre trago um chaveiro de onde vou. Mas é pro meu primo. 
A coleção está tão bonita que estou começando a querer roubar" (risos). "Mas o que levo mesmo são as experiências".
Entre os pontos altos da viagem, a apresentadora destaca Singapura e Malásia. "Sinceramente, nem estava na minha lista de desejos e me surpreendeu bastante. Saí apaixonada". 

Confira um resumo da viagem:
Nova York (Estados Unidos): Me sinto um pouco cidadã honorária. A gente conhece muito da cidade do nosso imaginário do cinema desde criança, serja com Woody Allen, Homem Aranha ou Sex and the City. Lá todo mundo está em casa.
Titi em Nova York

Hong Kong (China):  "É muito parecida com São Paulo. Foi um caos que me lembrou um pouco o Minhocão. 
É uma cidade bem poluída e com uma cultura bastante diferente do japonês, que é bem comedido e organizado.
 A China é mais caótica, mas é encantador. Eu voltaria com certeza.
Macau (China): É sensacional. A cultura, culinária e lingua é uma mistura do português com o chinês. 
Então você está andando na China e de repente você passa pela Travessa das Lindas.
Kuala Lumpur (Malásia): O povo é muito sorridente, solícito, e como falam bastante o inglês, é fácil trocar ideia e conhecer a cultura
. Foi lá que fiz aula de sereia. Coloquei um rabo e nadei com um 'cardume' de sereias. É um baita exercício abdominal (risos).
Titi Müller tem aula de 'sereia' em Kuala Lumpur 

Londres (Inglaterra): É sempre maravilhoso, mas nessa etapa eu estava um pouco doente, não pude aproveitar tanto a noite. Já fui várias vezes, adoro Londres.
Titi em Londres 

Singapura: Foi o que mais me surpreendeu. É uma civilidade inacreditável, tem uma mistura louca de China e Inglaterra, e arquitetura fantástica. Moraria lá com certeza absoluta.
Titi Müller posa em Singapura

Amsterdã (Holanda): é a Disney dos adultos. Tivemos um dos momentos mais divertidos da equipe. 
Fomos em sex shop, hostel, visitamos ALBERGUE. É uma cidade linda e com uma vibe tão boa, e muitas opções de entretenimento.
Viena (Áustria): Fizemos um passeio mais cultural no muisel, que a gente ainda não tinha mostrado no programa. Me senti a princesa Sissi.
Titi em Viena

Lisboa (Portugal): A luz de Lisboa é incrível, uma das cidades mais fotogênicas de toda a viagem. Foi um respiro no frio europeu

Titi Müller posa em Lisboa

Sintra (Portugal)>> É uma cidade medieval linda, cheia de castelos, parece o Game of Thrones
Kingston (Jamaica): 
Se tu pensa que vai chegar na Jamaica e escutar reggae o tempo todo, sim, tu vai (risos).
 Em qualquer lugar você ouve Bob Marley. O povo é a atração principal, eles enriqueceram o programa de uma maneira incrível.
Titi na Jamaica

Saint Martin: Nadei com os golfinhos em um parque em que eles ficam livres, em uma área dentro do mar. Mas depois de assistir Blackfish, não sei se acredito muito. Foi algo contráditório, pois sou apaixonado por bichos.
Titi nada com golfinhos

New Orleans (Estados Unidos): Chegamos durante o St. Patricks Day, então estava todo mundo bêbado. Aí tem que se jogar, e no final não queríamos ir embora.

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terça-feira, 26 de maio de 2015

Tatá Werneck:
 "Meu corpo é meio sanfona"
Em entrevista para QUEM desta semana, atriz lembra período antes da fama, afirma gostar de namorar, fala, com naturalidade, sobre como se sente em relação ao corpo e ainda brinca: "Eu poderia malhar? Poderia!"

Por Guilherme Samora
Tatá Werneck é a capa da revista QUEM desta semana, que chega às bancas a partir desta quarta-feira (20). 
A atriz, que tem se destacado na pele da personagem Danda em I love Paraisópolis, fala sobre o período antes da fama e afirma achar o máximo fazer compras no supermercado. 
“O único ponto que encontro entre mim e a Danda é esse frenesi da juventude. Essa coisa de agir por impulso.
 Eu era uma adolescente muito impulsiva, do tipo que dizia: ‘Vamos para Nova York amanhã!’. Sobre ambição, essa palavra vem com uma conotação pejorativa.
 Então, digo que sou muito sonhadora. Sonho alto, rezo forte e trabalho duro. Sou muito devota de São Miguel, estou sempre rezando e agradecendo.”
Apontada como namorada do ator Renato Góes, que publicou uma foto em que aparece a beijando, Tatá não atribui rótulos à relação. 
“A vida inteira eu namorei. Gosto de namorar. Mas não diria que estou namorando... Mas também não estou sozinha. É isso.”
Descontraída, a atriz também matou uma curiosidade e contou como dorme: “Eu durmo bem gata: com baby-doll. S
ou viciada em coisas de dormir. Se for para dormir de pijama, tem que ser coordernada. Minha cama é toda produzida. 
Fico pouco tempo em casa. Por isso, quero dormir de baby-doll, quero uma cama gostosa, com tudo a que tenho direito
Sobre o período antes da fama, Tatá conta que já animou festas infantis e que foi vendedora de cosméticos. 
“Já fiz artesanato, em festa infantil fui a ‘Tia Pipoca’. Desde que entrei para o teatro, aos 9 anos, não parei de trabalhar. 
Aos 18, cheguei a um acordo com meus pais de que era importante que eu me sustentasse, então fui fazendo essas coisas todas para manter meu sonho de ser atriz”, recorda.
Com naturalidade, Tatá também comentou os altos e baixos de seu corpo e diz que tem tanto facilidade para emagrecer quanto para engordar:
 "Meu corpo é meio sanfona. Emagreço e engordo muito rápido". Ainda no assunto, ela brincou: "Estou muito satisfeita com meu corpo. Mas eu poderia malhar? Poderia!"

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Tico Santa Cruz sobre uso de drogas: 
"Experimentei todas as possíveis 
e imagináveis, menos o crack"
Vocalista da banda Detonautas, Tico Santa Cruz, de 37 anos, é conhecido pelas opiniões fortes. Admite que já usou todas as drogas possíveis, menos o crack, fala que o brasileiro tem uma moral elástica e se revela um pai extremamente carinhoso com seus dois filhos

Por Dani Maia
Ao ouvir o nome Tico Santa Cruz, a primeira coisa que vem à mente do interlocutor é o lado polêmico do cantor e escritor que se acostumou a opinar sobre tudo o que vem à cabeça. 
Essa atitude, associada à aparência – ele tem 80% do corpo tatuado –, criou a imagem de rebelde.
 Mas Tico também pode ser DOCE. E foi justamente esse lado inesperado que a equipe de QUEM conheceu em sua casa, no Recreio dos Bandeirantes, no Rio.
Na sala de visitas, uma estante cobre a parede e surpreende com autores que vão de Nietzsche e Michel Foucault a Gilberto Freire e Mary Del Priore. “Sou um leitor voraz”, afirma ele, que já lançou três livros.
O mais recente é o elogiado romance policial Pólvora. Logo surgem seus filhos, Lucas, de 13 anos, e Bárbara Odara, de 6, de seu casamento com Luciana Rocha. 
A caçula vai ao pai, dá um beijo no rosto e diz tchau. 
Nesse instante, o Tico de fala firme muda: "Tchau, borboletinha. Boa aula". A menina sorri, pula no seu colo e dá um abraço. 
"Mostra a janelinha", diz, referindo-se aos dois dentes de leite da filha que tinham caído há poucos dias. É esse misto de acidez e doçura que Tico revela nesta entrevista.
Quais foram as inspirações para Pólvora, seu primeiro policial?
 É uma coisa bem estrada, on the road. É a história de um cara que tem uma vida monótona e se apaixona por uma mulher sádica. Eles começam a viver um romance inspirado em violência, sexo, drogas. É um livro mais pesadão. Tem uma roupagem Tarantino.

Soube que você também pensa em escrever para o público infantil. Como será?
 Já tenho material escrito, só falta ilustrar. Chama-se O Elefante e a Borboleta. É a história de um elefante que fica preso num zoológico e de uma borboleta que pode voar para todos os lugares, mas opta por estar ao lado dele.

Você gosta mais do Tico cantor ou escritor?
 Quando estou cantando, me divirto coletivamente. Canaliza uma energia muito forte. O rock é assim: forte, intenso. Quando estou escrevendo, é uma coisa solitária, particular. É um equilíbrio bom.

No site do Detonautas você diz que é o “chato, inconveniente”. Por quê?
Sempre fui provocador. Passei por umas nove escolas. Era convidado a me retirar porque não me enquadrava naquele modelo vigente. Mas nunca fui aluno que desrespeitou professor. No 2º grau (atual ensino médio), quando comecei a ter aulas mais profundas de história, procurava os professores para saber mais. A gente só ouve um lado: o dos vencedores. O dos vencidos, dos oprimidos, eu não ouvia em lugar nenhum e isso me intrigava.

Suas opiniões geram bastante polêmica. Como lida com isso?
Por ser uma pessoa pública, minhas opiniões reverberam mais. Quando é algo que agrada, fica tudo bem. Quando desagrada, aí xingam, fazem barulho, reclamam... Mas não vou parar de falar o que penso.

Você costuma se autodefinir como sendo “imoral diante da moralidade atual”. O que quer dizer com isso?
 O brasileiro tem uma moral elástica. Esta cultura do "vou me dar bem" é arraigada. São as pequenas corrupções. O cara reclama que político é corrupto, mas faz carteirinha de estudante falsa, está num engarrafamento e corta pelo acostamento, fura fila. Cara, não sou santo, mas não faço essas coisas. As pessoas até odeiam viajar comigo porque sou aquele que fica no maior engarrafamento, parado. Por outro lado, questiono leis que as pessoas acham que estão certas, como drogas e aborto.

Você usa drogas?
Das que me despertaram interesse, experimentei todas as possíveis e imagináveis, menos o crack. Mas sempre com consciência e conhecimento sobre os efeitos que causam. Droga para mim é coisa recreativa. De repente, estou num evento, quero fumar um baseado, fumo. Não tenho problema em dizer isso. De todas, o álcool é a mais perigosa e a mais aceita socialmente. Também bebo, mas meus filhos nunca me viram beber nada de álcool. Nunca me viram usando droga também. Não precisa, né?

 Se seus filhos quiserem usar drogas, como vai reagir?
Se forem usar, que seja com consciência do que estão fazendo, até para ter controle sobre a droga. Meu filho mais velho, que já tem idade para questionar o assunto, é megacareta. Acho que ele não vai ter curiosidade com isso. Há pouco tempo, ele perguntou para minha mulher se ela já tinha usado, ela disse sim e ele arregalou os olhos.
 Como é o Tico pai: liberal ou careta?
Rígido em relação à educação. Educação é uma coisa que a gente dá em casa. Escola é para passar conhecimento. Algumas pessoas confundem, acham que é papel da escola educar os filhos, mas não é. Quem educa são os pais. E, como pai, não quero que meus filhos sejam iguais à grande parte dessa geração que acha que o mundo é dentro de um condomínio e com a cara enfiada 24 horas no computador, não enxerga o mundo ao redor e não respeita o outro. A Luciana não trabalha, está sempre presente na vida deles.

Você teve uma educação parecida na infância?
Não. Meu primeiro vínculo familiar estreito é este que você está vendo aqui: eu, minha mulher e meus dois filhos. E eu os prezo bastante. Meus pais se separaram muito cedo, quando eu tinha 12 anos. Ele foi morar fora do país e minha mãe, no Sul. Vivi um tempo com minha avó e depois fui praticamente adotado pela família de um amigo, que virou um irmão. Foi um tempo complicado. Mas nessa época comecei a ter essa visão de que o mundo não era só o mundinho do condomínio.

 Você é romântico ou ciumento?
Sou romântico, mas não daqueles melados. Não falo “mozão”. Detesto isso. Sou romântico do meu jeito: 90% das minhas músicas são para a minha mulher. Das conhecidas, a “Você Me Faz Tão Bem” é a mais bonita. Ciumento não sou.

Você diz que tem “um relacionamento completamente fora dos padrões convencionais”. O que quer dizer?
Significa que a gente vive tudo o que os outros casais vivem, mas dentro de um código nosso e que não diz respeito a mais ninguém. A questão da fidelidade está embutida na lealdade que temos um ao outro. Não é nada gerado pelas expectativas das pessoas. Ninguém controla ninguém, mas há respeito. Estamos juntos e felizes há 13 anos. Alguém já me viu por aí com outra pessoa? Não. Minha família é meu pilar principal e faço questão de preservá-la.

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Rosanne Mulholland diz que não 
pensa em casar de véu e grinalda:
 "Não precisa!"
Até hoje lembrada como a professora Helena do remake de 'Carrossel', do SBT, a brasiliense Rosanne Mulholland, de 34 anos, fez sucesso como a vilã Débora de 'Alto Astral', na TV Globo. Aqui ela conta seus planos de ter filhos, diz que gosta de ficar em casa e que beleza não é tudo na profissão


Por Carol Farias
Algumas crianças passam perto, olham ressabiadas e cochicham entre si: “Será? Será ela? Nossa, parece a professora Helena!”. 
Rosanne Mulholland adora ouvir esses comentários a respeito de sua inesquecível personagem no remake da novela mexicana Carrossel, no SBT, exibido entre 2012 e 2013 e agora reprisando no horário nobre do canal. 
“Fiquei conhecida por um público que não sabia que eu existia. Eu não tinha tido um papel de muito destaque na TV ainda, então foi uma mudança bem grande”, explica a atriz, que interpretou a vilã Débora de Alto Astral, na TV GLOBO, novela que terminou no dia 8 de maio.
A convite de QUEM, ela passou uma tarde no imponente Museu Nacional da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), mais conhecido como Museu da Quinta da Boa Vista, edificação que já foi residência da família real portuguesa, na Zona Norte do Rio. 
Há dez anos morando na cidade, Rosanne, que nasceu e cresceu em Brasília, gosta de emendar passeios com almoços e visitas a museus de arte nos finais de semana. “Me sinto bem no Centro, há vários restaurantes bons. É um outro Rio”, afirma.}
Vida a dois
Entre réplicas de ossadas de dinossauros que habitavam o solo brasileiro há milhões de anos, a atriz abre um pouco de sua intimidade. 
Ela conta, entre outras coisas, que adora fazer piqueniques com amigos na Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul carioca, além de curtir sua casa, onde mora com o namorado, o baterista Kelder Paiva, de 40 anos, com quem está há dez e chama de marido.
 “Sou bem caseira, gosto de ficar assistindo a filmes e séries. Não sou nenhum exemplo de dona de casa. 
Cozinho o básico, não sei preparar nenhum prato incrível. Inclusive meu marido gosta mais do que eu de fazer isso”, confessa.
Por viver como casada há bastante tempo, Rosanne não pensa em entrar em uma igreja de véu e grinalda. 
“Não precisa! Me imaginava de noiva aos 15 anos, agora não. Acho a cerimônia bonita, mas não nos preocupamos com isso. 
Pensamos mais em viajar, ficar juntos. Fomos para a Itália, Fernando de Noronha... 
É difícil também se programar, afinal ele é músico e eu, atriz”, declara, resignada.
Juventude
Rosanne não aparenta a idade que tem – 34 anos. Ela diz que nem sempre a beleza abre portas na carreira. 
“Tem um monte de mulher bonita. Meu tipo é comum: meninas com minha cara há muitas. Vejo vantagens e inconvenientes na beleza. 
Às vezes, você tem que ser bela para o papel, em outras vezes não. A escalação do elenco não está sempre a seu favor.
 Por mais linda que você seja, não serve para tudo”, afirma a atriz, que sente uma certa “cobrança” por juventude na televisão.
“A TV cobra isso. Mais do que estar bonita, estar jovem. É tão cruel com as mulheres! O homem fica grisalho e dizem que é charmoso. 
Para a mulher, não. Não quero entrar na paranoia de ter cara de 30 para sempre. Mas precisa estar segura e resolvida para ficar bem”, declara, ao longo do passeio pelo museu.
Trajetória
Depois de participar de novelas e séries da TV GLOBO e de atuar em 11 filmes, ela sabe que um convite em especial mudou em definitivo sua carreira: interpretar a professora Helena foi um marco.
 “A novela fez enorme sucesso e a professora mexicana era muito querida. É um peso (fazer um remake). Busquei minha lembrança da personagem, não queria copiar”, conta.
Mesmo depois de viver intensamente esse universo rodeado de crianças, Rosanne diz que ainda não bateu a vontade de ter filhos. 
Mas sabe que um dia isso deve acontecer. “Nós pensamos, depois pensamos mais, aí mais um pouco (risos)! 
Não gostaria de passar pela vida sem essa experiência. Mas não tenho pressa. Na hora que resolvermos, aí sim”, afirma.
A vida atribulada da profissão  dificulta os planos da maternidade. “Falamos a respeito, mas não dá (para fazer planos). 
Já me acostumei com essa vida louca de artista. Tem que ser como o Zeca Pagodinho, que sabe das coisas. ‘Deixa a vida me levar’”, cantarola ela, sorrindo.

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