terça-feira, 24 de janeiro de 2017

 Autora de Sol Nascente, Suzana Pires afirma: 
"Quero escrever novelas"
 Depois de enfrentar um período conturbado na vida pessoal e profissional, ela dá a volta por cima e diz que as críticas só a fortaleceram. E, agora, não se vê fazendo outra coisa

 Por Ligia Andrade 
O ano que passou foi de superação para Suzana Pires, 40 anos. 
A autora de Sol Nascente (Globo) e atriz passou por um verdadeiro furacão ao enfrentar o AVC (acidente vascular cerebral) do autor Walther Negrão, 75, o diagnóstico de câncer em seu pai, e as críticas com relação à novela das 6, que escreve ao lado do mestre e amigo Júlio Fischer, 58. 
Ah, um detalhe: tudo isso na mesma semana! “Falei com Deus: ‘Na boa, está difícil pra mim’ (risos)’.
 Mas ele me provou a força interna que sou capaz de ter.
 Parece que tudo está desabando, mas não está. 
Percebi que era capaz de ficar inteira. Minha astróloga me ajudou muito.
 Depois ainda teve o problema de saúde da dona Laura Cardoso (intérprete de Sinhá, e uma das personagens mais queridas do público que já voltou à trama). 
A crítica é sempre bem-vinda. Leio e depuro. Isso não me quebra, fortalece. 
Está sendo uma trajetória de superação diária”, analisa a carioca, que chegou a cancelar a festa que daria para a chegada da nova idade. 
“Quero meu pai na pista de dança — e logo ele estará. Já estava marcado, desmarquei tudo. 
Mas não vamos deixar passar em branco.”
 Suzana Pires acorda cedo todos os dias, prepara o café da manhã, vê as notícias e já começa a escrever.

  Atualmente, a rotina de Suzana tem se resumido a dar rumos aos personagens da trama. 
“A prioridade são as escaletas da novela. Não estou conseguindo fazer exercícios físicos, o que é uma pena”, conta.
 Ela acorda cedo, por volta das 7 h, prepara o café da manhã, fica por dentro das notícias e logo já está escrevendo.
 “Geralmente escrevo um capítulo por dia.” 
A atriz ressalta que essa é uma novela de mulheres fortes, gosta dessas relações de amizade, por isso, pede para escrever os diálogos entre Alice (Giovanna Antonelli, 40) e Lenita (Letícia Spiller, 43).
 “São mulheres como eu, que trabalham, tem suas questões amorosas, familiares... somos complexas.
 Também tenho um carinho particular pelo núcleo das caiçaras. 
E coisas que sugiro nos diálogos do Tanaka (Luís Melo, 69) para Alice, são parecidos com os que tenho com meu pai”, revela.
 Ela diz que o autor Walther Negrão está se recuperando bem dos problemas de saúde que teve e está participando ativamente da novela 
 APRENDIZADOS NO CAMINHO Escrever uma novela é uma tarefa hercúlea.
 Sendo titular, Suzana aprendeu que agora é responsável não só pela trama, mas por um todo. 
“Fico ciente dos problemas que estão acontecendo. 
Por exemplo: choveu na gravação na praia. 
Às vezes, vou ter de reescrever a cena. 
Fiz um curso nos Estados Unidos de showrunner – profissional com experiência em produção, roteiro e direção. 
O que venho fazendo a minha vida inteira!
 Mas foi ótimo, exercito e vejo o que posso fazer melhor.” 
Com a autora não tem tempo ruim: adora pedir opinião para o elenco e usa as redes sociais como termômetro. 
“Trabalhei com quase todos eles. Agora não vou atender meus amigos porque sou autora? 
Falo com a Giovanna sobre os caminhos da Alice, vamos meio que fazendo juntas. 
Dona Laura estava doida para voltar, e fizemos em grande estilo, com uma história maravilhosa. 
Aracy Balabanian manda WhatsApp só para dizer que está amando tudo. 

É incrível esse retorno! Nunca tive a experiência do autor tão próximo, e isso não pode ser forçado. 
Sempre fui próxima do set”, reconhece. 

DEPOIS DA TEMPESTADE
 Após o susto com Walther Negrão, Suzana garante que tudo está voltando aos trilhos.
 “Ele está divertido, ótimo, participa, é um mestre, sabe tudo. 
Realmente teve problemas de saúde, requer cuidados, mas não para de criar. 
E temos o Silvio de Abreu, que está sendo fundamental para todos os produtos da empresa (diretor de dramaturgia, 73, que atua como supervisor da novela). 
O problema de audiência foi consertado. 
É outro mestre de olho, está sendo ótimo termos o apoio do Silvio.”
 Para ela, a carreira de autor é uma meta a longo prazo. 
E explica por quê: “Sou uma criança nesse meio. O autor se ajeita com 60, 70 anos. Nossos grandes autores têm essa idade.
 Estou começando na titularidade, só que não estou com medo. 
Tenho respeito, por isso peço opinião, recorro, escuto as pessoas com mais experiência e conserto. 
Confesso que quero escrever novela.” 
 Se fizessem essa mesma pergunta há uns dois anos, Suzana diria que não se imaginava escrevendo uma trama autoral.
 “Essa novela está sendo importante para me mostrar que meu caminho é esse. 
Não largaria a atuação, fico jogando no teatro. 
É legal, porque agora o público quer saber sobre os personagens, o que vai acontecer... o tipo de curiosidade muda, é engraçado. 
Já entendi que não vou deixar de fazer nada, é uma soma”, destaca. 
 Suzana está de volta aos palcos do Rio de Janeiro comemorando 10 anos da peça De Perto Ela Não É Normal, que vai virar filme em breve.
  A MAIOR LIÇÃO DE 2016
 Solteira, Suzana brinca que atualmente, namorado “não dá para encaixar na agenda, não”.
 E pelo visto não dá mesmo. Já está cheia de projetos à vista. 
Ela comemora com turnê no Rio de Janeiro os 10 anos da peça De Perto Ela Não É Normal, que vai virar filme em breve.
 “Será uma comédia tão deliciosa quanto a peça”, define. 
Em março, a autora vai tirar as tão sonhadas férias: duas semanas curtindo o dolce far niente na Bahia. 
“Quero ficar com o pé no chão e de biquíni – só vou levar um short.” Meses depois, viaja com os pais para Áustria.
 “O médico liberou e já compramos a passagem. 
Meu pai é muito astral. Todos surtando em volta e, ele, sereno, dizendo que ia encarar a situação.
 Foi uma inspiração, não tinha como ficar caída com essa lição – a maior de 2016!”, confidencia. 
 Solteira, Suzana brinca que está com a agenda lotada de compromissos, por isso não consegue encaixar um romance agora
FONTE/CONTIGO

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Titina Medeiros quer ser mãe 
Aos 40 anos, a atriz fala que ter um filho é uma vontade e garante não ter pretensões de virar protagonista de novelas 

 Por Tatiana Ferreira
Alçada ao sucesso em sua estreia na TV como Socorro, em Cheias de Charme (2012), atualmente reprisada na Globo, Izabel Cristina, ou melhor, Titina Medeiros, 40 anos, preserva orgulhosa as raízes de sua história no Nordeste. 
Despida de qualquer estrelismo, mantém os pés no chão. 
“Quando cheguei à TV, tinha 35 anos, sem fama e sucesso, mas já era realizada na carreira por estar fazendo o que gosto. 
Não tinha como me deslumbrar”, lembra, emocionada, a atriz, que não alimenta pretensão alguma de protagonizar novelas. 
“Isso nunca passa pela minha cabeça. Quem me escolhe é a personagem. Claro que adoraria ser protagonista, mas isso não quer dizer que vou morrer ou matar para conseguir.” 
Nascida e criada por família de classe média baixa em Acari, interior do Rio Grande do Norte, ela começou a estudar teatro aos 18 anos e, a partir daí, não mediu esforços para fincar seu trabalho em sua região. 
“Sou de uma geração que enraizou o pé no Nordeste para se profissionalizar lá. 
Queria fazer teatro para as pessoas da minha terra e consegui”, orgulha-se.
 Amor, meu grande amor Somando namoro e casamento, Titina mantém uma relação de dez anos com o ator Cesar Ferrario. 
Apaixonada, a atriz se emociona ao enumerar as qualidades do amado. “Nós temos uma parceria que vai além do casamento. É marido, estamos na mesma companhia de teatro, a Clowns de Shakespeare, e somos da mesma geração. 
Não é todo dia que se encontra um parceiro assim, que está com você para tudo”, comemora com olhos marejados. 
Atualmente no ar como Ruth Raquel, em A Lei do Amor, a atriz precisa se dividir entre Rio de Janeiro e Natal e assume a saudade de casa e do amado. 
No entanto, brinca ao dizer que a falta de rotina ajuda a apimentar a relação. 
“Em uma relação de dez anos, tudo fica mais tranquilo.
 A falta de rotina pode atrapalhar ou ajudar, no nosso caso, ajuda, porque você testa a maturidade do casal de suportar a distância.
 E, além do mais, sou apaixonada por Cesar”, assume ela, que já se acostumou com a vida agitada de viagens. 
“Tenho alma de cigana, sou de um grupo de teatro que se movimenta muito pelo Brasil.
 E, quando se trata de atores nordestinos, que estão fora do eixo Rio-São Paulo, queremos ocupar o país e acabamos circulando mais. 
Não sofro com isso, encaro como pacote da minha profissão.”
 Engravidar ou não? Ser mãe sempre foi um desejo de Titina, mas a vida corrida e instável da profissão gerou insegurança e a fez protelar a maternidade.
 “Sabe aquela coisa que você vai deixando, deixando e, quando se dá conta, o tempo passou e não rolou? 
Pode até ser que ainda engravide... 
Estou tranquila, mas tenho consciência que estou no meu deadline”, avalia. 
“Está faltando é a coragem da decisão, já estou com 40 anos. 
Filho é uma responsabilidade e uma mudança de vida”, complementa. 
E, enquanto o bebê não chega, vai exercendo a maternidade com suas duas gatinhas de estimação: Fiorelli e Maria José.
 “Sempre tive animais. Não que eles substituam filhos, mas nos dão a chance de oferecer o carinho e cuidado.”
 Exótica com muito orgulho 
 O bom humor não é apenas característica de suas personagens. 
Em sua vida, a opção é sempre mais sorrir do que chorar.
 “Em geral, sou alto-astral, feliz. Sou sobrevivente e filha de sobreviventes deste mundo doido e não tenho tempo para chorar pitangas. 
Mas isso não significa que não tenha meus dias difíceis. 
Tenho a personalidade muito forte e, lógico, meus momentos emburrados”, assume. 
E quando o assunto é beleza, ela admite ter dado atenção especial depois dos 35 anos.
 “Nunca fui vaidosa, mas com a idade chegando e as manchinhas na pele aparecendo, fiquei muito mais. Gosto de estar bem, maquiada. 
E não tem nada a ver com trabalho em TV, é a idade mesmo! Uso muitos creminhos na cara (risos).” 
Sem crises de idade, Titina degusta com prazer a maturidade.
 “Estou feliz com 40, imagino que, quando completar 50 anos, deve ser melhor ainda. 
O espírito vai dando uma acalmada.” Apesar de estar em paz com o espelho, Titina admite não se achar bonita. 
“Não me enquadro no padrão de beleza imposto pela sociedade, mas sou feliz comigo. 
De verdade! Quando era criança, minha mãe dizia: ‘Minha filha, você não é feia, você é exótica’. E hoje adoro ser exótica!”, diz gargalhando. 

 Sem preconceitos 
 Na ficção, Ruth Raquel vive um romance conflituoso com Antônio (Pierre Baitelli), pela diferença de idade.
 Na vida real, não teve esta experiência, mas, se caso tivesse a oportunidade, viveria a relação sem problemas. 
“Nunca fiquei com ninguém mais novo, mas não vejo problemas.
 Quando a gente se encanta por alguém, é o momento de derrubar os preconceitos.”

FONTE/CONTIGO
 Alejandro Claveaux:
 "Já passei 12 dias meditando 12 horas por dia" 
 Saiba mais sobre o ator de A a Z 

Por Patrick Monteiro 
 Curtindo férias depois do sucesso de Nada Será Como Antes, o goiano Alejandro Claveaux – que é filho de uruguaios e está solteiro aos 33 anos – conta que descobriu na Grécia a importância da natureza. 
Saiba mais sobre o ator de A a Z: 

Amor 
 "Tenho como meta a tentativa de evoluir e amar todos os seres sem julgamento. Buscar o amor nos pensamentos e nas minhas ações. Ajuda na caridade, no ouvir mais as pessoas. Para mim é um motivo de estar vivo, existir, amar". 

 Baleia 
 "Tenho fascínio pelas baleias desde pequeno. Até já sonhei com elas. É um animal que me encanta muito, meu favorito. Minha próxima viagem vai ser para mergulhar com baleias, mar aberto, vê-las no lugar delas. Tenho pânico desses parques que as confinam para exibir". 

Capoeira 
 "Faço capoeira há seis anos e foi através dela que entrei no teatro. Faço muito teatro de corpo, expressivo, e a capoeira sempre me ajudou muito nisso. Até na dança é muito útil. Em Gota D’Água fazemos o aquecimento com movimentos de capoeira". 

Disco 
 "Tenho uma vitrola e uma coleção de discos de vinil que venho comprando há algum tempo. Peguei o gosto por ouvir disco, por um processo menos apressado de saborear a música. E quando viajo sempre vou a loja de discos para comprar uma novidade ou buscar um que não tenho". 

 Engenharia
 “Trabalho como ator, mas também sou engenheiro de alimentos. Meu pai é mestre queijeiro, tem uma fazenda em Goiás. Na faculdade, me apaixonei pela área de sorveteria. Já tive fábrica de sorvetes. Fui empresário dos 23 aos 26 anos.”
 Fernando de Noronha 
“É um lugar deslumbrante. Mergulhar lá é como estar em outro planeta. São milhões de seres em harmonia perfeita.” 
 Gota D’água
 “Eu e a Laila Garin estamos viajando com a peça Gota D’Água [A Seco]. A experiência está sendo transformadora. É uma lavagem de alma, principalmente neste momento político que vivemos. Fiquei sete anos só fazendo TV. Não quero mais ficar distante do teatro.”

 Herói
 "O meu pai é meu herói. Ele é um cara que não tem medo de nada. Ele saiu do país dele para lutar, construir, mudar de vida, teve quatro filhos, e é um cara muito incrível. Ele sempre me ajudou nas minhas escolhas, Luis Eduardo, 77 anos".
 Ilhas 
“A ilha de Samothraki (foto), na Grécia, mudou minha vida. Senti ali a importância da natureza. Morei na Ilha da Gigóia, no Rio, por seis anos. Gosto da energia de estar cercado de água. É mágica.”

 Jambu
 "Adoro jambu, jaca, jabuticaba. Frutas com J são as minhas preferidas (risos). La em Goiânia tinha uma fazenda que tinha um concurso. Se você chupasse uma jabuticaba de cada pé do pomar, o dono te dava a fazenda, e nunca consegui, claro (risos)".

 Listas 
 "Todos os dias faço uma lista do dia seguinte antes de dormir. Sou pisciano e preciso organizar meu dia. Divido tudo entre manhã, tarde e noite, e gravando o tempo fica contado. É lista de mercado, dos afazeres na rua. Tenho prazer em cumprir as tarefas".

 Meditação
 “Me encontrei na meditação. Já passei 12 dias no interior do Rio meditando 12 horas por dia e comendo alimentos veganos. Fui com meu amigo Fábio Audi
 Chama-se meditação vipassana.”

 Natureza 
“Sou muito consciente sobre a necessidade de se estar integrado à natureza. Quero fazer parte dela, e não ser aquele que a domina. E aprendi que, com tantas variedades de vida, ninguém é mais importante que o outro.” 

 Ouvir
 "Acredito ser uma das coisas mais importantes na vida. Ouvir para entender a opinião do outro, para se colocar na opinião do outro, e assim resolver muitas coisas. Pra mim convicções são cárceres e preciso entender como o outro enxerga as coisas para me libertar". 

 Pirenópolis 
“Sempre vou para essa cidade quando estou de folga. Sou apaixonado por ela. Fica perto de Goiânia e tem uma cachoeira incrível. Já trabalhei pintando lá, vendendo quadros. É linda.”
 Questionar
 "A vontade de saber, de descobrir, de saber mais, sem uma preocupação com o resultado me move. Tenho essa vontade de saber o porquê das coisas. São tantos mistérios e quanto mais me questiono, mais interessante fica a vida". 

 Rádio
 "Eu gosto muito da ideia de ouvir músicas aleatórias. Às vezes é uma que você gosta, ou que não esperava ouvir, ou fez parte de uma situação. De repente parece que elas foram colocadas para mim e isso me fascina. Tem também da locução dos radialistas e imaginar como eles são".  

Semente
 "Acredito que toda a ação tem uma reação e o que você faz no presente vai crescer. E a semente você planta em cada pessoa, em cada relação, no planeta. Acreditar que se pode plantar uma semente é etérea e acho que a arte transforma. Plantamos sementes o tempo todo". 

 Timidez
 "Era gago quando era criança, bem gago, e por isso muito tímido. Me curei com o teatro. Fiz um teste para uma peça e quando eles me chamaram fiquei me questionando que nem sabia falar direito. Comecei a fazer muito teatro de rua e percebi que quando decorava, não gaguejava. Fui gago até os 19 anos e meu primeiro grande papel era gago. Isso me abriu portas".
 Uruguai 
“Nasci em Goiânia (GO), mas meus pais (Luiz Eduardo e Zulma) são uruguaios. Faz parte da minha origem. Tenho muita admiração pelos costumes, pelo povo. O Uruguai é meu país também.” Virada "No começo da minha carreira meus pais não me apoiavam totalmente. Principalmente pela instabilidade da carreira. Na arte nem sempre há trabalho. Mas, depois que eles viram que conseguia me manter, ficou mais tranquilo. Agora eles me incentivaram e vão nas minhas estreias". 

 Xenofilia
 "Tenho encanto por pessoas e cosias estrangeira. Sou uruguaio, brasileiro, e me encanto muito por cultura, por conhecer. Quero sempre ver quem, e o que, é de fora. Vontade de ser de lugar nenhum, de muitos lugares, de pertencer a todos".

 Zulma
 “Minha mãe está com 85 anos e é muito amorosa. Me educou de maneira sábia. Acredito que somos resultado do meio em que crescemos. Tive uma sorte grande de ter sido criado por ela.”

FONTE/QUEM
 Amandha Lee diz que quer voltar à TV e elogia o marido, Nalbert 
Por Gabriela Antunes
Depois de um período sabático, em que se dedicou aos dois filhos e repensou a carreira, Amandha Lee quer voltar a atuar. 
Ela já faz leituras da peça "A trinca", de Luis Erlanger, com direção de Ernesto Piccolo, e se prepara para cursar uma pós-graduação na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL).
 - A previsão de estreia da peça é no primeiro semestre.
 Tirei esses anos sabáticos para cuidar dos filhos e colocar a cabeça em ordem. 
Quando a gente é mãe de dois, vêm vários questionamentos na nossa cabeça. 
Demoramos a voltar a pensar em nós mesmas e acabamos nos doando para eles. 
Hoje tenho certeza de que eu realmente quero atuar, o caminho é esse - avalia ela, que é mãe de Rafaela, de 7 anos, e de Vitor, de 3, na foto abaixo.
 A atriz pôde matar a saudade dos estúdios quando gravou com seu marido, o ex-jogador de vôlei Nalbert (abaixo), uma participação no quadro "Pendurados", do "Caldeirão do Huck", que foi ao ar neste sábado, 21: 
 - Estar nos estúdios de novo foi um recomeço para mim. Eu digo que é um recomeço mais maduro.
 Estou realizada, com dois filhos e um casamento sólido. 
Me sinto preparada para pensar em mim. 
 Nalbert, segundo Amandha, é seu grande parceiro. 
Os dois estão juntos há sete anos:
 - Ele me apoia muito, afinal, me conheceu quando eu já era atriz. 
Casamento é uma parceria, a gente tem que estar sempre incentivando tudo o que faz o outro feliz. 
 Depois de ter os filhos e engordar para sua personagem na novela "Vidas em jogo", da Record, Amandha perdeu 31kg e voltou ao peso que tinha antes das gestações. 
 - Foi um processo, não foi de um dia para o outro. 
Passei por um momento bem doloroso, as pessoas falam coisas.
 É muito duro, principalmente nessa profissão. 
Hoje em dia, existe uma cultura do resultado imediato, mas emagrecer não significa ter saúde, que é a minha prioridade. 
 A atriz divide com os seguidores do Instagram sua rotina de exercícios. 
Ela acredita que é uma forma de ajudar outras pessoas:
 - Eu amo futevôlei e vou sempre à praia com as crianças, o que é um gasto de energia. 
Além disso, faço musculação em casa. Tenho um retorno muito positivo das pessoas.

FONTE/OGLOBO
 Luísa Mell descarta volta à TV, fala de carnaval e diz que influenciou marido a virar vegetariano:
 'Perdeu 14kg' 
Por Anna Luiza Santiago
Luísa Mell desfilará pela escola de samba de São Paulo Águia de Ouro, que terá o enredo "Amor com amor se paga - Uma história animal". 
Para participar do carnaval da agremiação, a apresentadora fez um pedido: que não fossem usados produtos de origem animal, principalmente penas de aves. 
 - Queremos passar a mensagem de que os animais têm direito à vida. 
Acho que essa mudança que consegui na forma de preparar o desfile foi uma das maiores conquistas da minha vida. 
Sempre amei carnaval e é emocionante levar para a Avenida aquilo em que acredito - conta ela, que é conhecida pela luta em defesa dos animais.
 - Estarei fantasiada de anjo guerreiro e aparecerei no penúltimo carro. 
 Luísa, que apresentou programas no SBT e na RedeTV!, não pensa em voltar à TV.
 - Sou uma ativista, não dá mais para apresentar qualquer programa. 
Discordo dos maiores anunciantes. Eu entendo que fui me tornando uma pessoa difícil. 
Além disso, amo trabalhar com internet, pois tenho uma resposta imediata do público - analisa ela, que vai inaugurar em breve um centro de reabilitação de animais domésticos em São Paulo.
 Casada com o empresário Gilberto Zaborowsky e mãe de Enzo, que completará 2 anos em fevereiro, ela comenta a polêmica envolvendo sua busca por uma escola vegana para o filho (que não tenha qualquer forma de exploração animal). 
Recentemente, a apresentadora reclamou nas redes sociais da ausência de instituições desse tipo no Brasil e recebeu críticas negativas: 
 - Escrevi falando das dificuldades, pois não imaginava encontrar tantos obstáculos depois de me tornar vegana. 
Mas há um problema de interpretação de texto na internet. As pessoas não entendem nada direito. 
Veganismo é mais que uma dieta, é uma forma de enxergar o outro e a vida. 
Não me importo de ser apedrejada, desde que levante uma bandeira e incentive a discussão. 
A parte da comida é a mais fácil. O problema é deixar meu filho num local em que ele veja pássaros presos numa gaiola e ache normal.
 Por influência de Luísa, Gilberto tornou-se vegetariano:
 - Quando conheci, ele era o maior carnívoro do mundo.
 Foi uma mudança muito grande para ele. 
Perdeu 14kg e rejuvenesceu.

FONTE/OGLOBO

sábado, 21 de janeiro de 2017

 Deborah Secco:
 "Queria poder ser só mãe" 
 Celebrando o verão neste ensaio especial, Deborah Secco declara seu amor à filha, Maria Flor, e ao marido, Hugo Moura.
 E conta que a família a transformou em uma pessoa melhor:
 “Hoje, não dou importância ao ego e ao status” 

Por Carla Neves 
 Aos 37 anos e um ano depois de dar à luz Maria Flor, Deborah Secco posa linda e de alto astral para QUEM, celebrando o verão e a vida. 
Desde que se tornou mãe, Deborah vive felicidade plena com o marido, Hugo Moura, de 25.
 “Ele assumiu tudo muito melhor do que a maioria dos caras mais velhos que conheço”, orgulha-se.
 Ela admite que a gravidez não foi uma boa experiência, mas garante que a maternidade compensa tudo. 
Tanto que já pensa em aumentar a família. 
No ar como a Tânia, de Malhação, ela ainda conta que não está se exercitando e que gosta mesmo é de um pratão de arroz com feijão. 

 Gravidez 
“Odiei a gravidez. Tive alterações hormonais muito sérias. 
Dizem que os primeiros meses da criança são difíceis. 
Não achei. Para mim, a gravidez foi muito mais difícil. 
Mas tudo bem. Nada que me prive de ter outro filho (risos).
 Depois, quando a fofura vem, tudo vale totalmente a pena.”
 Nascimento 
“Eu vi a Maria nascer pelos olhos do Hugo. 
Ele estava me segurando e de repente as lágrimas começaram a escorrer pelo rosto e ele falou: ‘Minha filha!’. 
Nunca vou me esquecer dessa cena. Para mim, felicidade é aquele olhar dele, as lágrimas escorrendo e ele falando: ‘Minha filha, não chora. Não chora, minha filha!’.” 

 Cobrança
 “Optar por ser mãe é uma escolha que não é fácil. Me cobro, me culpo pelo pouquinho que não posso ficar com ela... Queria poder ser só mãe. Como não posso, me adapto a essa realidade e tento ser a melhor mãe possível.”

 Redes sociais
 “Minha vida é tão normal! E a Maria é uma criança como qualquer outra. Podia não colocar fotos dela nas redes sociais. Mas hoje elas existem. E eu sou só mais uma pessoa que também se diverte postando fotos. Para mim, é muito louco saber que as pessoas ficam nessa piração: ‘Não vou postar nada porque as pessoas vão copiar minha filha’. Caguei para isso! Tenho que ser feliz! Deito minha cabeça no travesseiro – graças a Deus – e durmo com a consciência muito tranquila. Não faço mal a ninguém, tento ser bacana com todo mundo, sou cumpridora de todas as regras. Então, que a vida seja mais leve.”
 Segurança 
“Tenho acesso remoto às câmeras da minha casa inteira. Toda hora, dou uma olhadinha. Vejo o que o Hugo e a Maria estão fazendo. Mato a saudade. No começo, era mais grudenta e tinha dificuldade de não ficar ligando para casa. Mas o trabalho não rendia. Então, quanto menos paro para falar, mais rápido volto para casa.” 

 Sonho 
“Hugo e eu nos conhecemos há dois anos. E tudo o que a gente sonhou e achou que fosse acontecer, aconteceu melhor ainda. Nossas afinidades não nos enganaram. Nossas diferenças não existem.” 

 Casal 
“A rotina da gente não mudou com a chegada da Maria. Temos muita paixão. Só ficamos com mais vontade de estar junto. Não temos crise: ‘Ai, tenho que dar atenção para o meu marido’. Quando a Maria dorme, ficamos com nossa relação, só nós dois.” 

 Diferença 
“Acho uma bobagem nossa diferença de idade. Meu medo era só que ele não quisesse compromissos tão sérios, nem responsabilidades tão grandes logo de cara. Mas elas vieram e ele bateu no peito. É o homem da casa, mesmo com 25 anos. Assumiu tudo muito melhor do que a maioria dos caras mais velhos que conheço.” 
 Família
 “Queremos ter mais um filho. A diferença do Hugo com a irmã é de quatro anos. A minha com a minha irmã é de um ano e meio. Acho que a diferença minha com ela é ideal. E ele acha que a ideal é a dele com a irmã dele. Estamos só negociando o melhor momento. Vamos chegar a um consenso, se Deus quiser (risos).” 
Queremos ter mais um filho. Estamos só negociando o melhor momento Malhação “Não estou na minha melhor forma, nem com a barriga definida, mas também não estou querendo. Quando a Maria completou 1 mês e dez dias, voltei a malhar. Depois de dois meses, comecei a achar que estava ficando muito forte. Em abril do ano passado, parei de vez. Estou sem malhar e comendo.” 

 Paladar
 “Tomo café, almoço, janto... Não como mais doce. Antes comia duas panelas de brigadeiro todo dia. Agora estou gostando mais de bala. Como uns 20 pirulitos por dia (risos). Mas prefiro mesmo um pratão de salgado. Arroz, feijão, bife à milanesa!” 
 Metabolismos
 “Já engordei 17 quilos para um filme. Depois perdi 17 quilos em um mês. Fiquei sem comer e fazendo exercícios. Talvez por isso tenha tanta tranquilidade para comer o que quero. Sei que, se precisar, volto em um mês. É o que o Hugo fala: ‘Seu metabolismo responde numa velocidade incrível’. Mas ele, tadinho, tem mais tendência a engordar. Ele sofre!” 

 Vida boa 
“Minha vida está melhor do que tudo que sempre sonhei. É impressionante como minha ansiedade baixou. Hoje, não dou importância a pequenas coisas como o ego e o status. A responsabilidade de ter um ser que depende de mim faz que eu me esforce muito mais para contornar minhas deficiências. Nunca estive tão feliz. É o melhor momento da minha vida. Tive muita sorte de encontrar um homem parceiro de verdade, com quem divido a vida. E também de ter tido uma filha tão doce e apaixonante como a Maria Flor.”

 Karla Assed, dermatologista 
“Deborah tem pele oleosa e por isso, diariamente, usa um sabonete em gel, que mantém a oleosidade controlada e a pele sem manchas. De manhã e à noite, aplica uma fórmula contendo iluminadores e substâncias rejuvenescedoras, que dão mais brilho e qualidade à pele. Todos os dias, também usa um creme no contorno dos olhos e filtro solar.” Heloisa Rocha, médica ortomolecular. “Trato o hipotireoidismo da Deborah e faço uma ‘poção mágica’ com suplementos para que ela mantenha pele, cabelo e unhas saudáveis; para melhorar concentração e memória; para diminuir a retenção de líquidos e amenizar a TPM; além de probióticos e enzimas digestivas. Na minha clínica, ela faz drenagem linfática e aparelhos contra celulites e gordura localizada.” 
 Rafael Lund, personal trainer
 “Hoje em dia ela não está treinando, para cuidar da filha, mas sua base envolve exercícios de força e atividades cardiorrespiratórias. Pego o conceito do crossfit com treinos que envolvem exercícios resistidos, em muitos casos misturados com aeróbicos. Assim, consigo focar no que ela quer: reduzir o percentual de gordura e ganhar um pequeno tônus muscular.”

FONTE/QUEM

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

 Bárbara França: 
"Conheci meu namorado no dia do meu aniversário 
 Bárbara França, de 24 anos, intérprete de sua xará Bárbara, de Malhação, conta curiosidades sobre sua vida 

Por Carla Neves 
 Bárbara França, de 24 anos, intérprete de sua xará Bárbara, de Malhação, conta por que nasceu em Minas Gerais, mesmo com os pais morando no Rio, fala sobre sua relação com a mãe, que foi comissária de bordo, e lembra como conheceu o namorado, o ator Maurício Pitanga. 
Saiba 8 coisas sobre a atriz: 

 1. Trabalhou como modelo 
“Aos 15 anos, entrei no concurso Menina Fantástica, no Fantástico. E virei modelo. Minha mãe era comissária de bordo e ficou desempregada. Mas eu ganhava meu dinheiro e a ajudava.” 

2. Nasceu mineira por causa da mãe
 “A família toda da minha mãe é de São Lourenço, no Sul de Minas. Ela queria que eu também fosse mineira. Com nove meses de gravidez, foi para lá. Meu tio é médico e fechou a clínica dele só para fazer meu parto. Foi uma festa!” 
 3. Protagonizou o filme #Garotas, de Alex Medeiros 
“Em 2014, fiz esse filme sobre três meninas que curtem todas as baladas do Rio e não estão nem aí para o que os outros pensam. A Milena, minha personagem, é supertransgressora. Meu oposto em muita coisa. E ficou em cartaz em todas as capitais do país. Foi meu trabalho de maior visibilidade antes de Malhação.” 

 4. Prefere beber água com gás
 “Como sou de São Lourenço, que fica na região do circuito das águas, fui criada com todo tipo de água mineral. Cresci tomando água com gás. E, até hoje, na minha casa, só tomo água com gás.” 
 5. Já passou um Réveillon dentro de um avião
 “Por ter sido comissária de bordo, minha mãe já me levou para o mundo todo. Passei um Réveillon no avião, indo para Nova York. E, como ela era chefe de equipe, sempre que sobrava lugar nos voos, eu ficava na primeira classe. Minha relação com avião é de vida inteira.”

 FONTE/QUEM

 Tuca Andrada: 
"Cheguei ao Rio com uma mão na frente e outra atrás, não tenho do que reclamar" 
 Intérprete do honesto Misael, de A Lei do Amor, Tuca Andrada afirma que é uma pessoa melhor hoje do que há 35 anos, quando começou sua carreira, e revela ter vontade de adotar uma criança:
“É bacana ter alguém que continue a sua história” 

Por Carla Neves
 Tuca Andrada tem o tempo como aliado.
Aos 52 anos de idade e 35 de carreira, o intérprete do personagem Misael, de A Lei do Amor, considera-se hoje uma pessoa mais evoluída. 
“Fiquei mais solto e relaxado. O tempo me ajudou. Depois dos 50, comecei a pensar:
‘Quantos anos mais tenho pela frente? 30? 40? 50?’. 
Agora aproveito mais a vida, não fico com tanta cobrança em cima de mim”, conta o ator.
Ele revela que se acha, inclusive, mais bonito hoje.
 “Fui um adolescente muito feio!”, entrega, aos risos.
 Natural do Recife, Tuca não se esquece de quando deixou a família para trás e se mudou para o Rio para se dedicar à interpretação. 
“Na década de 1980, era difícil seguir na carreira artística sem morar no Rio.
Então, trabalhei, juntei uma grana e vim: sem conhecer ninguém nem saber nada de nada.
 Não sabia nem andar na cidade”, lembra.
No ar na trama das 9 e se preparando para viajar com o show Orlando Silva – Nada Além, o ator tem orgulho da sua trajetória profissional. 
“Para alguém que chegou ao Rio com uma mão na frente e outra atrás, não tenho do que reclamar.
Sempre tive bons personagens e ainda consigo produzir e dirigir. 
Estou trabalhando esses anos todos e, às vezes, tenho até que recusar convites porque não dá para conciliar todos os trabalhos.
É um balanço muito feliz e positivo”, analisa, sereno. 
 Gentleman A atriz Suely Franco, de 77 anos, que protagonizou o espetáculo Seis Aulas de Dança em Seis Semanas durante quatro anos ao lado de Tuca, é só elogios ao colega de profissão e amigo.
“Não gosto do Tuca. Quando a gente trabalha com ele, o público só olha para ele e se esquece da gente”, brinca, às gargalhadas.
 “Ele é um príncipe, de uma delicadeza enorme!
 E é um ator sensacional. Eu me lembro que, quando a peça terminava, as senhoras mais animadas pediam até para ter aula de dança com ele.
O público delirava, o ‘mulheril’ subia nas tamancas.” 
 Ernesto Piccollo, que dirigiu a dupla no espetáculo, elogia a disponibilidade do ator em cena.
 “Ele é dos grandes, está sempre aberto a experimentar. 
Conheço o Tuca desde 1986, quando ele interpretou Pluft no musical (de mesmo nome), junto comigo.
Estava chegando para conquistar o espaço dele. Esse pessoal de Pernambuco é arretado!” 
Com Giovanna Antonelli: par romântico do mal em Da Cor do Pecado (2004) 
Dançando com Suely Franco na peça Seis Aulas de Dança em Seis Semanas 
Tuca no show Orlando Silva – Nada Além
 Assiduo Morador do Leblon, na Zona Sul do Rio, Tuca vive sozinho.
Mas conta que o assédio do público – masculino e feminino – é grande, principalmente depois que envelheceu.
 “Me assediam muito mais hoje do que antigamente”, afirma.
 No dia a dia, ele mantém uma rotina saudável. 
“Frequento academia e gosto muito de correr na areia fofa da praia, ouvindo música.
Corro do Leblon até o Arpoador”, explica, um percurso de cerca de quatro quilômetros. 
Ultimamente, ele também tem se preocupado com a alimentação e tenta parar de fumar.
 “Estou diminuindo o cigarro e reduzi em 70% meu consumo de carne. Agora como mais peixe e frango. 
Também como muita salada e alimentos ricos em fibras.
 Tenho 52 anos. Preciso ter uma qualidade de vida melhor. Não é só para ficar bonitinho.
 Isso passou para mim. Já estou na prorrogação”, conta, aos risos.
 Futuro Feliz na carreira, Tuca tem um desejo ainda não realizado na vida pessoal. 
“Tenho muita vontade de adotar uma criança.
Nem tenho tanta vontade de ter um filho com meu sangue, isso não me importa. 
Mas é bacana ter alguém que continue a sua história”, diz.
Ele não sabe, contudo, quando vai se tornar pai: “Não tenho prazo para nada. 
Isso me assusta e me preocupa quando penso em adoção.
Fora o custo, que é alto. Tudo isso me faz adiar... Mas, uma hora, vou correr atrás”.
 Arianne Botelho, Marjorie Bernardes, Emanuelle Araújo, Tuca e André Luiz Franbach: família em A Lei do Amor

FONTE/QUEM
Carol Nakamura:
"Levo para mim só aquilo que me acrescenta"
 Ex-assistente de palco e bailarina do Domingão do Faustão, Carol Nakamura estreia como atriz, como a Hirô de Sol Nascente, sem temer as críticas 

Por Carlos Ramos 
  Após mais de uma década no Domingão do Faustão, Carol Nakamura deu uma guinada de 180°. 
Estreou como atriz, interpretando a Hirô, do núcleo japonês da novela Sol Nascente. 
A personagem, bem séria e discreta, é oposto da imagem daquela jovem irreverente e vaidosa que invadia os lares dos telespectadores aos domingos. 
“Sou muito moleca e isso não combina com vaidade em tempo integral.
 Tenho dias bons e ruins, como todo mundo. 
Mas, tento levar tudo com leveza”, conta a carioca, que garante não sentir medo das críticas.
 “Pensamento positivo, sempre! Muito do que acontece na vida é atraído pelo que cultivamos dentro da nossa cabeça. 
Críticas amargas não são construtivas, elas vêm carregadas de julgamentos. 
Levo para mim aquilo que me acrescenta”, destaca. 
Conheça mais sobre essa artista de 33 anos, mãe de Juan, de 17, e namorida – como ela classifica – há quase dois anos, do jogador de futebol Aislan Lottici.
 Você sempre quis ser atriz? 
 Não entrei na televisão pensando que fosse me tornar atriz. Aconteceu naturalmente. Penso na possibilidade desde que eu era modelo publicitário e tinha que atuar nos comerciais. Então, foi uma vontade que aumentou com o passar do tempo e o contato com a TV. A dança sempre foi uma paixão! Toda a minha carga emotiva foi depositada nessa arte por anos. Quando parei de dançar, senti falta desse lugar para extravasar. Foi aí que me encontrei como atriz, porque descobri essa nova possibilidade de me entregar, como fazia na dança. Estudei balé clássico por quase dez anos e me formei na Escola Estadual de Dança Maria Olenewa. Fiz estágio em companhias de dança, como a de Deborah Colker.

 Claudia Raia começou na linha de shows da Globo. Grazi Massafera é ex-BBB. Hoje, são respeitadas como atrizes. Acredita que vai trilhar esse caminho?
 Apesar de algumas semelhanças, todas percorreram caminhos diferentes. Corro atrás do meu. E espero ser bem-sucedida. Acho que estou indo bem, tenho recebido muito carinho do público.

 O Aislan Lottici está encarando seu novo desafio numa boa? 
 É diferente pra ele, claro. Não posso dizer que ele acha superlegal, mas é normal. Tudo também é novo pra mim. Mas, ele sabe que é a minha profissão e, antes de tudo, nos respeitamos como indivíduos. 

 E o Juan? Vai ser artista também? 
 Juan adora desenhar, gosta de grafite e de beat box (percussão vocal do hip-hop). Acredito que ele vá seguir um caminho artístico, mas, em outra área. Algo que passeie por esses interesses. 

Pretende aumentar a família?
 Não penso nisso agora. Acabei de começar uma nova fase profissional e quero me focar nisso. Mas a vida está aí e não estou fechada para a possibilidade de ser mãe novamente. 

 Já basta a cachorrada, não é?
 Pois é (risos). Tenho quatro: dois shitzus, um bulldog francês e uma Golden (Chico, Bento, Montanha e a Magali). A Magali é a mais levada, como todo filhote. Ela tem muita energia, mas está começando a se comportar melhor.]

FONTE/MINHANOVELA

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

BBB17
Conheça os novos participantes
Mas o elenco ainda não está completo, serão 17 participantes sendo que os quatro que faltam ser apresentados oficialmente são gêmeos, sim, duas mulheres e dois homens que disputaram com os irmão a permanência.
O público que decidirá qual mulher entre as gêmeas e qual o homem entre os gêmeos disputarão o prêmio de R$1.5milhões.
Para saber mais, é só ir na página do BBB no Gshow.

 Rodrigo Santoro: 
"Sinto falta de água de coco, de ir à feira com meu pai"
 Em entrevista exclusiva, Rodrigo Santoro elogia a namorada, a atriz Mel Fronckowiak, que espera o primeiro filho da casal, e afirma que, se pudesse, passaria 24 horas sendo o surfista Gabriel Medina

Por Raquel Pinheiro
 Aos 41 anos, Rodrigo Santoro se divide entre o Rio e Los Angeles, onde gravará no ano que vem a segunda temporada da série Westworld, da HBO. 
Feliz com a ótima repercussão de sua atuação como um caubói androide, ele conta que tem poucos - mas bons - amigos nos Estados Unidos. 
Elogia a namorada, a atriz Mel Fronckowiak, que espera o primeiro filho da casal, e afirma que, se pudesse, passaria 24 horas sendo o surfista Gabriel Medina. 
Rodrigo recebeu QUEM com exclusividade no Rio, pouco antes de participar de evento como embaixador da Montblanc no Brasil.
 Sente muitas diferenças entre morar no Rio e em Los Angeles? 
Sim, sobretudo culturais. A segurança é algo que chama a atenção. Brinco que é um pouco a Disneylândia. Mas vai pedir uma banana-maçã: não sabem nem o que é isso. E americanos têm o afeto num lugar diferente. Procuro aprender bastante, mas estou sempre voltando para casa.

 Demorou até fazer um amigo de verdade nos Estados Unidos? 
Tenho bons amigos lá. Poucos, como sempre. Tem um que fiz logo no princípio. Era marido da minha professora de inglês. Hoje é um dos meus melhores amigos. Mas é italiano (risos)

 Então é afetividade mediterrânea...
 Sim, meu pai é italiano. Meus avós têm casa na Itália. Não tenho cidadania, mas eu quero tirar. Há uma cidade na Calábria, Paula, que tem vários Santoros. Na Calábria inteira tem muito Santoro. Já fui algumas vezes e adorei ser só mais um no meio de tantos.

 Fala bem italiano? 
Entendo melhor do que falo e, quando passo um tempo lá, começo a falar enferrujado. Não tenho fluência. Mas me viro. 

 Dá para pedir comida e xingar?
 Dá! Mas como entendo melhor, eu sei quando estão me xingando (risos). 

 Do que sente mais falta do Brasil, além da sua família? 
Sinto falta da rotina de surfar, jogar bola, tomar água de coco, ir à feira com meu pai (Francesco). As coisas mais simples da vida são as mais importantes mesmo.

 Nunca jogou bola em Los Angeles?
 Às vezes rola uma pelada, mas não me arrisco tanto. Já me machuquei e não foi engraçado.

 Você joga bem? 
Sou esforçado. Jogo de atacante ou lateral direito. Posso defender também. E se o goleiro faltar... (risos) Gosto também de jogar vôlei e até futevôlei eu já tentei. 

 Você é vascaíno. Vibrou com a volta do time à série A do Brasileirão?
 Muita alegria. Para subir tem que descer (risos)! 

 No dia a dia, você é da dupla calça e camiseta?
 No Rio, é isso. Uso cores, mas gosto de branco, preto, short. Uso chinelo e também ando muito descalço. 

 Então, como definiria o seu estilo? 
Preciso me sentir confortável. Não consigo usar nada em que não me sinta bem. Demorei muito para conseguir usar gravata fora de personagem ou em premières. Me incomodava. 

 Passou por algum grande mico na vida? 
Estava no tapete vermelho do Festival de Cannes, em 2008, e uma pessoa tropeçou atrás de mim, colocando a mão no meu ombro. Era Sharon Stone, que tinha quebrado o salto do sapato. Meu mico foi a cara que eu não consegui evitar fazer vendo que era uma mulher que, quando eu era adolescente, foi uma referência em vários sentidos. Gostaria de ter reagido com segurança, ter dito algo como “Sharon, como está, tudo bem? Vamos providenciar uma cola para seu salto”. Mas fiquei sem palavras. 

 Como foi 2016 para você?
 Fiquei feliz por ter feito Velho Chico e me reencontrar com o grande público. Tinha saudades de ser abordado e ouvir o que as pessoas têm a dizer.

 Se pudesse viver um dia na pele de outra pessoa, quem seria?
 (O campeão mundial de surfe) Gabriel Medina! Pegaria ondas alucinantes com aquele talento, iria para campeonatos! Brincaria de ser surfista profissional. Kelly Slater também. Dois surfistas incríveis. 

 Mel está na série 3%, no Netflix. Você dá dicas para ela?
 Dicas, não. A gente conversou um pouco sobre a série. Eu vi e achei que ela está muito bem. Fiquei muito feliz. 

Como é fazer Westworld?
 Eu me interessei pela proposta da série: a exploração da natureza humana e a relação com tecnologia e máquina. Os personagens são seres que existem em todos os lugares, com seus desejos e fantasias mais obscuros. Tem gente por aí assim, por mais assustador que pareça. A série me fez e ainda me faz pensar muito. 

 O elenco tem nomes como Anthony Hopkins e Ed Harris. Eles são tranquilos? 
Super! Para mim, Ed é um dos melhores atores, fiquei nervoso na hora de trabalhar com ele. Mas Ed é demais, é uma solidez em pessoa, um cara que olha com aquele olhão azul dentro do teu. É absolutamente acessível, generoso e normal. Os grandes são assim. Tive a oportunidade de trabalhar com pessoas incríveis e conviver com artistas de altíssimo nível. 

 Qual o lema da sua vida? 
O ser humano é complexo e a vida profunda demais para definir em uma frase. Posso falar de prática: ioga e meditação, que gosto de praticar diariamente. Não sou o Dalai Lama, não me dediquei somente a elas. Mas são práticas enriquecedoras, incríveis e transformadoras, que me ajudam muito.

FONTE/QUEM