domingo, 11 de dezembro de 2016

 Juliana Paes fala sobre recepção positiva do novo visual:
 "Meu marido acha mais selvagem" 
 Em entrevista à Glamour, a atriz contou que deixará os fios crescerem nos próximos meses .
 Juliana Paes está cada vez mais exuberante. 
A atriz compareceu a um evento da grife Água de Coco, nesta quinta, 8, e voltou a exibir as suas madeixas mais curtas, corte feito para o filme "Dona Flor e Seus Dois Maridos". 
Falando no penteado, a guapa contou à Glamour que esses são os últimos meses que ela surge com os fios mais curtinhos, já que ela deixará o hair crescer para o seu próximo personagem. 
 "Estou amando os fios curtinhos, porém logo logo terei que me despedir deles", contou.
 "Deixarei o cabelo crescer para o personagem que farei em uma novela no ano que vem." 
 E a recepção do visual? Foi boa? 
Segundo Jú, foi ótima! "As pessoas sempre elogiam meu cabelo. 
Meu marido adora quando eles ficam mais cheios, acha eles mais selvagens assim."
 Sobre o corpão, Paes revelou que o que tem feito grande diferença é o HIIT, treino que não necessariamente é extenso, mas possui uma alta intensidade. 
"De um ano pra cá, meu personal mudou o treino para um bem intenso, mas que não dura horas.
 Quanto a dieta, não faço sacrifícios: mantenho uma alimentação saudável e balançeada." 
 Pro verão, Jú conta a receita para deixar o bronzeado ainda mais potente na praia. 
"Sempre antes de sair, tomo um suco de beterraba com cenoura. 
Parece besteira, mas ajuda e muito a dar uma dourada extra no corpo na hora de tomar sol."

FONTE/GLAMOUR

sábado, 10 de dezembro de 2016

 Maria Clara Spinelli:
"A vida é uma luta" 
 No ar em Supermax, a atriz fala de sua volta à TV, transexualidade, preconceito e realização do sonho de viver da almejada profissão

Por Ligia Andrade 
  "Uma mulher que nasceu transexual.” Assim, Maria Clara Spinelli, 41 anos, descortina a sua história. 
A atriz paulista, intérprete de Janette, uma das participantes da série Supermax (Globo), confessa que falar sobre sua transexualidade era um tabu.
 Hoje, não mais. “As pessoas não sabem o que significa ser alguém que nasceu transexual. 
Não me defino como transexual, transmulher, transex, muito menos como atriz transexual. 
Eu me sinto, represento e sou uma mulher. 
E é isso que quero que as pessoas percebam”, esclarece Maria Clara. 
E continua: “Muita gente acha que eu sou homem, gay, travesti, crossdressing, pervertida, louca, muitas coisas... 
Nada contra, mas não sou nada disso.
 É difícil ter de provar o tempo todo quem é, o que você é, e não ser aceita, não ser vista, não ser amada e não representar sua essência, como se sente.”
 O percurso não foi fácil. Ela não esconde que passou por vários problemas físicos, emocionais, psicológicos, fez uma série de tratamentos, “com apoio para corrigir todos esses problemas, físico e legalmente”. 
Olhando o que passou, tem orgulho dessa transformação.
 “O que eu sou hoje é resultado do que eu fui ontem, e a minha trajetória é muito bonita.” 
 Janette passou por maus bocados em Supermax, incluindo agressão física. 
Maria Clara nunca sofreu nenhum tipo de violência transfóbica desse nível.
 O mesmo não se pode falar da de cunho moral... 
“Passei, passo e acho que vou passar. 
Mas acho que isso não é um privilégio meu. 
A vida é uma luta. Não podemos desistir nunca”, opina. 
Para a atriz, a série é mais uma ferramenta a fim de combater esse tipo de preconceito. 
“Os roteiristas criaram essa personagem que representa uma minoria, vítima de estigmas e tabus, e isso ser contado com tanta dignidade do começo ao fim é um ganho”, avalia ela, sem receio de ficar marcada por papéis transexuais. 
“Já tive. Claro que gostaria de fazer outros personagens também, mas entendo que, se me derem mais papéis transgêneros, não é pessoal.”
 Vaidosa e caseira Foi ainda criança, assistindo aos clássicos ... 
E o Vento Levou e Com Licença, Eu Vou à Luta, que Maria Clara começou a se interessar pela arte de atuar. 
Na adolescência, fez parte de um grupo de dança e de teatro. 
“Comecei a desenvolver pequenas peças até chegar a meu primeiro monólogo, pelo qual ganhei o Prêmio de Atriz Revelação no Mapa Cultural Paulista”, recorda ela, protagonista do longa Quanto Dura o Amor? (2009). 
O trabalho a projetou internacionalmente, porém chegar à TV não foi fácil. 
“Fui premiada como Melhor Atriz, em Mônaco e Los Angeles (Estados Unidos). 
Achei que minha carreira deslancharia a partir dali e foi difícil encarar outra realidade.
 Só queria trabalhar e cheguei a pensar que não realizaria meu sonho de ser atriz.”
 Depois de trabalhar dez anos como funcionária pública em Assis, interior de São Paulo, Maria Clara vive da almejada carreira. 
Estreou nas novelas em Salve Jorge (Globo, 2012), e, recentemente, foi procurada pela autora Gloria Perez, que escreverá a próxima novela das 9.
 “Não fui escalada. Ela me mandou mensagem porque vai falar de transexualidade. 
Gloria faz um trabalho social importante. 
Não basta ser transexual, tem que ter talento. 
Trabalhar com ela, se acontecer, agora ou depois, vai ser uma honra muito grande”, torce.
 Supervaidosa, Maria Clara não toma sol, cuida da pele, do cabelo e da alimentação. 
“Faço menos exercícios do que gostaria.
 Tento me cuidar, acho importante. Não gosto de fazer musculação, prefiro artes marciais. 
Não como carne vermelha. Quero voltar a ser ovolactovegetariana, depois só vegetariana e, no futuro, vegana.
 Não é fácil...” E declara ainda levar uma rotina pacata em Assis. 
“Não sei se sou a pessoa mais famosa da cidade, mas transformo isso em uma coisa natural.
 Sou acessível e igual a todo mundo.”

FONTE/QUEM
Leandro Hassum: 
Estreia da filha, Pietra, na TV Em casa, fala de peso e nova série
Por por Carlos Lima Costa 
 Na sala, entre Pietra e a mulher, Karina, o ator, que perdeu 65kg, fala da série A Cara do Pai, em que atua com a filha a partir de domingo, 18.
O fim do ano chega repleto de emoções para Leandro Hassum (43). 
O ator, que perdeu 65 quilos após se submeter a uma cirurgia bariátrica, hoje está com 85kg, admite que se descobriu um novo homem. 
Mas, entre tantas novidades, mantém intactos o humor e a paixão pela família.
 “Tem gente por aí viúva do gordo”, brinca com os que acreditam que, além do peso, teria perdido também um pouco da graça.
 “Confio no meu trabalho, sei que está bem à frente de uma barriga”, simplifica.
 E a prova é que a partir deste domingo, 18, estrela mais um trabalho, a série A Cara do Pai.
 A maior ansiedade, no entanto, fica por conta da estreia como atriz de TV da única filha, Pietra (17), da relação de 18 anos com a empresária Karina (37).
 “A primeira cena dela foi com a Mel Maia, mas estava lá assistindo, tipo pai babão, pai de miss”, destacou o comediante, em sua casa na Barra, Rio.
 Pietra está honrada. “Ele não é só meu pai.
 É um ator que sou fã desde pequena e me identifico”, assegurou. 
 O projeto nasceu de uma ideia conjunta de Paulo Cursino e Hassum, que já usava em seu stand-up situações vividas por ele com a filha. 
Na história, que agora terá quatro episódios, retornando à grade em 2017, Pietra faz Alice, filha de uma ex-namorada de Théo, vivido por Hassum, que na trama é pai de Duda, personagem de Mel. 
 Com 28 anos de carreira e consciente dos percalços da profissão, Hassum aconselhou a filha. 
“Ele me disse que o jogo nunca vai estar ganho, é cruel e difícil. 
Não posso me sentir confortável, deixar de tentar crescer porque outras pessoas vão surgir, assim vou deixar de ser novidade e sumir”, recordou-se ela, que custou a querer ser atriz, mesmo tendo, segundo os pais, o timing da comédia.
 “É diferente do meu, ela é mais sarcástica”, ressaltou ele. 
Mas, por enquanto, Pietra não foca no humor. 
“Gosto de personagens, abranger todas formas e gêneros de interpretação.”
 Ao opinar, é crítico? 
Hassum – Se achar que ela está ruim, vou falar. 
Não é só aplauso e a paparicação que fazem crescer.
 Pietra - Prefiro assim. É melhor meu pai dizer que não está bom do que um desconhecido acabar comigo após ele ter me elogiado. 

 Como recebe comentários de que perdeu a graça ao emagrecer após a cirurgia feita há dois anos?
 Hassum - Isso já me incomodou mais. Hoje, não. Não mexe na autoestima. Cheguei a um momento da carreira em que eu escolho o que fazer. Se amanhã não quiserem mais ver o Leandro, farei outra coisa com prazer. Agora, deixo claro: sempre fui um gordo feliz, olhava no espelho e me achava lindo. Até namorar nunca foi problema. Desenvolvi minha conversa porque precisava fazer a moça esquecer o que tinha do pescoço para baixo. (risos) E não emagreci por estética, mas pelas filha e mulher que amo. Quero ficar o máximo que puder com elas. Foi a melhor decisão. Mas nunca dá para deixar todos satisfeitos. 

 Qual a base da sua união? 
Hassum – Amor. Não consigo ficar longe da Karina, minha melhor amiga, conselheira, a mulher que me fez chegar aonde estou porque crê nos meus sonhos. 
 E o que você achou da mudança física de seu marido? 
Karina – É uma adaptação diária. O mais surpreendente é ver o que nunca imaginei: ele acordar às 6 da manhã para malhar, isso de domingo a domingo. Antes da cirurgia, não levantava nem para pegar um copo de água. 
 Hassum – Descobri um novo Leandro. Eu dizia que não gostava de praticar esporte. Mas não é que não gostasse, com 150kg, o peso me bloqueava porque sabia, não conseguiria fazer muita coisa.

FONTE/CARAS
 Ana Carolina sobre a fama: 
"Parte boa muito boa e a parte ruim foi terrível" 
 A cantora, que lança o livro Ruído Brando em entrevista reveladora na QUEM dessa semana, falou também sobre fama. 
Leia sobre isso nesse trecho do papo, exclusivo do site. 

 Por Bruno Segadilha 
 Você fala, em uma das passagens, que foi para a Itália e que queria momentos de solidão. Lembro de ouvir Garganta, em 1998, e de ver você estourando nas paradas muito rápido. Lidou bem com essa fama repentina? 
A parte boa foi muito boa e a parte ruim foi terrível. Ir a programas de televisão, ficar conhecida... O artista participa de um BBB quando sai na rua. Quem gosta de você te dá uma palavra de carinho e quem não gosta de você vai olhar para você por pura curiosidade. Vai olhar para ver se seu sapato é legal... Existe essa observação contínua. Uma hora você aprende a lidar com isso, se estiver bem. Se eu estiver mal, caída, triste, vou evitar o convívio social. Vou estar mentindo se tiver que sorrir estando mal. 

 Foi difícil gerenciar a fama então?
 Foi. Num primeiro momento, eu falava muito pouco, falava basicamente coisas relacionadas ao trabalho. Mas você começa a se acostumar. Comecei a achar ruim não falar as coisas como elas realmente são. Acho que, quando você fala das suas mazelas, você pode ajudar como várias mães chegaram para mim e disseram entender melhor as filhas quando falei como me apaixonei por outras mulheres... 

 A SURPREENDENTE MATÉRIA COMPLETA VOCÊ LÊ NA REVISTA QUEM QUE ESTÁ NAS BANCAS

FONTE/QUEM

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Bianca Rinaldi fala da carreira, das filhas gêmeas e de desejo:
 'Quero mais, dentro da minha profissão' 
Em entrevista ao 'Vídeo Show', ela revela os segredos do corpão aos 42 anos e conta que usa botox:
 'Faço quando estou prestes a começar um trabalho na TV'

 Por Eduardo Wolff e Tatiana Machado 
Na novela Em Família (2015), ela brilhou como a médica Silvia! 
Depois, no mesmo ano, provou que manda bem na cozinha no Super Chef Celebridades, do Mais Você. 
Cheia de talentos, Bianca Rinaldi também arrasa no papel de mãe das gêmeas Beatriz e Sofia, de sete anos!
 Em entrevista ao Gshow, ela se derrete pela família, conta que tem vontade de voltar à TV e assume que não se incomoda em falar sobre procedimentos estéticos. 
"Faço botox na testa como muita gente faz. 
Faço quando estou prestes a começar um trabalho na TV, onde tudo fica muito grande e a testa enrugada, chama muito a atenção! 
Mas não faço nada exagerado”, garante a atriz, que entrega os cuidados que tem para manter o corpão em dia aos 42 anos. 
"Faço dieta, ginástica e muay thai. Bebo muita água e procuro dormir cedo dentro do possível. 
Com sono, sou imprestável", confessa. 
Quando o assunto é a carreira, Bianca conta que está cheia de planos. 
"Tenho muito para fazer: novelas com muitos autores com quem ainda não trabalhei, cinema e mais teatro.
 Tudo sempre é um desafio", diz ela, que estreou na TV aos 15 anos.
 Elas têm vontade de tudo nesta idade. Vamos ver onde vão parar" 
Bianca Rinaldi sobre as filhas 
Mesmo assim, a atriz não deixa de sentir aquele friozionho na barriga a cada novo trabalho. 
"Sempre bate! Seja na TV, no teatro, até para apresentar um evento.
 Acho que friozinho é bom. Nos deixa alerta". 
Bianca Rinaldi revela melhor presente de Dia das Mães: o nascimento das filhas gêmeas 
E será que as filhas de Bianca já dão sinais de que querem seguir a carreira da mãe? 
"Elas têm vontade de tudo nesta idade: ginástica olímpica, tênis, golfe, cavalo, teatro, canto, natação, inglês, ir para a China… 
Ufa! Vamos ver onde vão parar!
 Espero que não seja na China", diverte-se a atriz. 
 Plena e cheia de planos, ela não esconde: o futuro das meninas conta, e muito, na hora de se sentir uma mulher realizada! 
"Lógico que quero ver minhas filhas bem encaminhadas", conta ela, de olho numa próxima personagem.
 "Quero muito mais, dentro da minha profissão. 
Na verdade, acho que a vontade de realizar nunca termina", conclui. 

FONTE/GSHOW
 Henri Castelli abre seu apartamento em SP
 Ao lado do filho, Lucas, de 10 anos, o ator Henri Castelli mostra o dúplex onde vive em São Paulo e fala da rotina de pai e de gravações para a novela 'Sol Nascente' 

Por Giulianna Campos 
 Ao lado do filho, Lucas, o ator Henri Castelli, de 38 anos, abre as portas de seu novo dúplex de 290 metros quadrados, no bairro do Morumbi, em São Paulo, todo decorado por ele, e fala sobre seu papel de pai.
 "Eu mesmo decorei os ambientes. Acho que a casa tem que ter a nossa cara", contou. 
 "O Lucas é muito tranquilo, bem parecido comigo.
 Ele não fala de ser ator, agora quer jogar tênis, está todo animado porque a médica disse que ele vai ser muito alto", falou o pai coruja sobre o filho do casamento com a top Isabelli Fontana.
No ar como o tatuador Ralf de Sol Nascente, Henri comenta também o novo visual e diz que vive um relacionamento maduro com a advogada Maria Eduarda, de 26 anos. 
"Temos os dois pés no chão. Estou feliz", disse.

FONTE/QUEM 
 Bárbara Evans fala sobre estreia na TV e diz que sentiu frio na barriga 
 Em entrevista exclusiva, ela revela detalhes da personagem e comenta cenas quentes com Cauã Reymond 

Por Manuela Almeida 
 Modelo, Bárbara Evans fará sua estreia como atriz em "Dois Irmãos", nova minissérie da Globo, cuja transmissão será em janeiro de 2017. 
"Nunca tive a ideia de ser atriz, mas confesso que me encantei!", disse. 
 Em entrevista à Glamour, a filha de Monique Evans conta detalhes sobre seu primeiro trabalho na TV e revela que não teve dificuldade para decolar as falas. Barbara admite, contudo, que sentiu frio na barriga na gravação das primeiras cenas. 
 "Dois Irmãos" é baseada no romance homônimo de Milton Hatoum e terá dez capítulos escritos por Maria Camargo, com direção artística de Luiz Fernando Carvalho. 
 Na pele da jovem Lívia, Bárbara será disputada por Yaqub e seu irmão gêmeo Omar, personagens interpretados por Cauã Reymond. 
Os dois terão cenas quentes e Barbara adianta: não sentiu timidez ou vergonha. 
 A neoatriz contou como foi a experiência de atuar pela primeira vez.
 "Como modelo, eu atuo um pouco, mas somos apenas eu e o fotógrafo, a lente da câmera. 
Já no trabalho de atriz, há um set em volta de mim. 
Por isso, é um grande desafio atuar na frente das câmeras, diretor, produção e, ainda, contracenar com os colegas de elenco", contou. 
 Nas primeiras cenas, Bárbara admitiu que sentiu frio na barriga.
 "Confesso que senti, sim, rs. Mas, por causa do trabalho de preparação, que nos dá segurança, e pelo contato com o Luiz Fernando Carvalho, vamos ficando à vontade com todos e tudo começa a fluir melhor", completou. 
 Decorar as falas, por sua vez, foi mais tranquilo.
 "Não senti dificuldade, e a imersão que a gente teve no universo do livro ajudou bastante a entrar na personalidade da Lívia". 
 Sobre a personagem, Bárbara acredita que ela é boa e má. 
"A Lívia consegue ser anjo e demônio ao mesmo tempo, é uma mulher muito misteriosa. 
Por isso, fico curiosa para saber como as pessoas vão enxergá-la. Essa ambiguidade é interessante nela. 
 Na vida real, ela também se identifica com a Lívia. 
"É uma mulher muito decidida, sabe o que quer. 
Nesse aspecto me pareço com ela. Mas, mais do que ter pontos parecidos, aprendi muito com ela", refletiu. 
Durante a minissérie, Bárbara aparece em cenas de sexo e nudez com um (ou quem sabe os dois) personagens de Cauã - protagonista, que interpretará os gêmeos Omar e Yakub. 
Porém, ela contou que não sentiu timidez ou vergonha na hora de gravar momentos picantes. 
"O que importa ali é o contexto dos personagens. 
É um trabalho sério, de muita concentração na cena que precisa ser filmada. 
Ali ninguém está brincando. É tudo muito profissional", disse. 
Bárbara contou, também, que gostou de atuar ao lado do galã.
 "Foi ótimo, ele é um super ator e me ajudou muito".

FONTE/GLAMOUR
 Finalista da 'Dança', Sophia Abrahão lança biografia aos 25 anos e diz que tinha vergonha de usar biquíni:
 'Na adolescência, ninguém me paquerava' 
Por Anna Luiza Santiago
Finalista da "Dança dos famosos", do "Domingão do Faustão", Sophia Abrahão está ensaiando três horas por dia para se apresentar no encerramento da edição, no próximo domingo, 11.
 Ela, Felipe Simas e Rainer Cadete terão que mostrar coreografias de samba e tango. 
 - Estou bem cansada e tensa, mas muito feliz de ter chegado à final. 
Essa era a minha meta - diz a atriz, que perdeu 3kg durante o quadro. 
- A dança é um tipo de exercício aeróbico ao qual eu não estava acostumada.
 É uma atividade muito intensa. Sinto que estou mais definida, pois trabalhei bastante as pernas, os braços e o abdômen. 
 Apesar de chamar a atenção pela boa forma e ser elogiada nas redes sociais, Sophia nem sempre teve uma boa relação com o corpo:
 - Na adolescência, ninguém me paquerava. Eu era muito, muito magra. 
Os meninos queriam as meninas mais desenvolvidas. 
Já cheguei a usar várias calças e sutiãs para fazer volume. 
Quando comecei a trabalhar como modelo, percebi que existia um lugar para meu tipo de corpo no mundo.
 Segundo ela, isso se refletiu em sua vida durante anos: 
 - Por muito tempo, eu me preocupei com meu corpo. 
Tinha vergonha de me expor e de usar biquíni na praia. 
Estou sentindo isso cada vez menos, mas não é algo totalmente natural para mim. 
Se tivesse que fazer um papel mostrando o corpo de maneira sensual, teria uma dificuldade. 
Seria um desafio como atriz e pessoa. Sophia, que participou da primeira fase de "A lei do amor" como Vitória, acaba de lançar sua biografia, "Numa outra", escrita por Camila Fremder: 
 - A Companhia das Letras (editora) estava atrás de mim há um tempo e eu só negava. 
Tinha medo de ser algo muito precipitado. 
Então, começamos a conversar e entramos num acordo de que seria algo em tom de diário, mais leve.
 Uma conversa com os fãs. Falo do tempo em que morei na China, aos 15 anos, quando trabalhava como modelo. 
Tem um capítulo sobre as dores e delícias de ser filha única. 
Trato também da minha infância e das novelas 'Rebelde' e 'Malhação'. Ficou descontraído.
 Ela conta que teve dúvidas sobre embarcar no projeto:
 - Eu achava que ficaria um pouco pedante. 
Vou fazer 10 anos de carreira, o que já é alguma coisa. 
Mas ainda não aconteceu metade daquilo que eu quero. Ainda é pouco tempo.

FONTE/OGLOBO

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

VOTE DO DIA 05/12 ATÉ O DIA 15/12 NAS CATEGORIAS ABAIXO NA LATERAL DO BLOG
ERRATA:
NOS TROCAMOS A FOTO DA NADJA HADDAD PELA DA MARIA JULIA COUTINHO,  E PEDIMOS DESCULPAS POR ISSO.


 Cissa Guimarães mostra seu canto preferido:
 “É o coração da minha casa”
 Atriz abre o “coração” de seu apartamento para os leitores de QUEM, fala sobre o carinho por seus objetos de decoração e conta que herdou do pai a paixão pela literatura 

Por Victor Corrêa 
 Cissa Guimarães não tem dúvidas: no apartamento em que vive na Gávea, Zona Sul do Rio, seu lugar preferido é um pequeno espaço, misto de sala de estar e escritório. 
“É o coração da minha casa”, diz. No local ela costuma passar a maior parte do tempo, em meio aos livros e objetos especiais que comprou e ganhou ao longo da vida.
 “Fico mais aqui do que no meu próprio quarto. É onde eu estudo, escuto música, vejo minhas séries e filmes”, conta a atriz e apresentadora do É De Casa.
 A carioca herdou a paixão pela literatura do pai (o médico Hugo Pinheiro Guimarães).
 “Acho que o primeiro presente que recebi dele foi um dicionário. Meu pai deixava eu dizer a palavra que quisesse, mas antes fazia questão que eu soubesse o significado de cada uma delas”, lembra. 
A maioria dos objetos de decoração que fazem companhia à atriz em sua salinha é de presentes recebidos de amigos e fãs.
 “Adoro minhas estantes e amo decorá-las. Você percebe que ela é viva. Se observar, vai ver que são bagunçadas. Mexo em tudo o tempo todo.” 
 Sapinhos
 “Aprendi a gostar de sapos decorativos depois que fui fazer uma entrevista com Jorge Amado e Zélia Gattai na casa deles, na Bahia. Eles eram apaixonados por sapos. Havia muitos nos jardins. E de todos os tipos: porcelana, madeira...” 
Livros
A atriz lê até três livros ao mesmo tempo e não gosta de deixá-los arrumadinhos
Presentes 
- “Meu pequeno carrossel (à esq.) eu comprei em Berlim. E o arlequim (à dir.) em um teatro de Estocolmo. Mas a maioria dos meus objetos foram presentes, como o teatrinho (acima).”
FONTE/QUEM
 Domingos Oliveira:
 “O Parkinson não mata, mas sacaneia”
 Aos 80 anos, o diretor Domingos Oliveira dribla as artimanhas do Parkinson – doença com a qual convive desde 2002 – para manter-se imerso em seu mar de criação 

Por Filipe Isensee 
 Às voltas com o lançamento de BR 716, premiado no último Festival de Gramado, o diretor Domingos Oliveira dribla as artimanhas do Parkinson – doença com a qual convive desde 2002 – para manter-se imerso em seu mar de criação.
A trajetória no cinema, desdobrada em mais de 50 anos de carreira, está espalhada por sua casa no Rio, com cartazes de seus filmes pendurados nas paredes.
 É ali, onde mora com a mulher, a atriz Priscilla Rozenbaum, que ele se dedica a criar novas personagens e histórias.
Não cogita parar. Aos 80, o pai da atriz e escritora Maria Mariana demonstra nesta entrevista um admirável apego à vida, discorrendo sobre afetos, sexo, velhice e arte. 
 Você fez 80 anos recentemente. É verdade que sua festa durou três dias?
 Eu adoro dançar, mas minhas pernas não estão na melhor forma. Mesmo assim quis dançar uma música de cada ano que vivi. Comecei a montar a lista com sucessos, o que acabou se tornando interessantíssimo. Depois notei que uma música por ano era pouco. Passei para duas, quem sabe três. Deu nove horas. Para dançar tudo, só dividindo em três dias. Foi o que fiz. Sou bom de festa.

 Esse aniversário gerou reflexões diferentes dos outros?
 Oitenta está mais pesado. Eu mesmo ouço a palavra e fico preocupado. É muita idade. Me pergunto: “Como cheguei aqui, foi tão rápido?” A vida não é rápida, é rapidíssima.

 Em BR 716, Felipe (Caio Blat) diz: “Não é a gente que passa pelo tempo, é o tempo que passa pela gente”. É sua sensação também?
 Dentro de mim, meu sentimento é o de ser um jovem cineasta. Tenho uns 35 anos. A cabeça melhora com o tempo. Nunca estive tão inteligente e sagaz, mas o corpo vai para o beleléu. E não dá para comprar outro...

 Como lida com isso? 
Não lido, fico triste. Uso minha filosofia para achar que isso é da vida. Não acredito na vida eterna, embora não a negue... Seria uma burrice negar. Mas a filosofia vale mais que qualquer outra reflexão. Acho que foi Platão quem escreveu: “Se não houver nada depois dessa vida, a morte será um merecido descanso”. Isso é tão interessante.

 Qual sua relação com religião?
Sou místico, tenho noção muito clara do mistério da vida. Acredito em Deus como elemento poético. É a ideia mais inspiradora que o homem teve. Conheço Deus, mas Ele não sabe de mim. Qualquer coisa que aconteça comigo, a responsabilidade é minha. Não passo a culpa para ninguém. Também não tenho vontade de ter guru ou santo. Ninguém pode ajudar realmente nesse campo existencial. Na vida, claro, precisamos da ajuda dos amigos e da família. Isso se chama amor.

 Aos 75 anos, você disse pensar em sexo o tempo todo. Como é aos 80? 
Nunca pensei em sexo o tempo inteiro. Aliás, me levantava das camas mais deliciosas e dizia: “Meu amor, me dá licença que preciso trabalhar”. Mas o sexo está no fundo de cada sentimento. Ainda vão descobrir que as forças que unem os átomos são de ordem sexual. 

Sua relação com as mulheres mudou muito ao longo dos anos? 
É exatamente da mesma forma, com muito encantamento e respeito pela inteligência feminina. As mulheres são mais inteligentes que os homens e não digo isso para agradá-las. Prefiro uma roda de mulheres, gosto do jeito de pensar delas.

 A doença de Parkinson interfere na sua criação? 
O Parkinson não mata, mas sacaneia. Dá sensação de cansaço, como se estivesse gripado o dia inteiro. Às vezes me sinto exausto e trabalho menos. Mas normalmente trabalho seis horas por dia. Tenho três secretárias que me ajudam. Dito tudo para elas. Demorei a me acostumar, mas estou fazendo isso cada vez melhor. Trabalho em busca da beleza e da poesia, coisas que engrandeçam a alma. Platão dizia que a melhor coisa da vida é saber que você tem uma alma. A segunda, que você pode melhorá-la.

 A maioria de seus filmes traz muitas referências da sua vida. Ela é mesmo sua principal fonte de inspiração?
 Sem dúvida. As histórias imaginadas são muito fajutas. Aquilo que não é baseado numa vivência minha, em alguém que conheci ou imaginei conhecer, parece não ter sustentação. Meus filmes são todos iguais e não são, porque as pessoas são diferentes. Essa é a riqueza da vida. Me arrependo de tudo que fiz. Se pudesse faria tudo de novo, mas muito melhor

 Revisitar suas histórias o ajudou a se entender? 
À medida que o escritor vai se desenvolvendo, o objetivo dele muda: atinge a memória e depois ultrapassa a memória. Ele cria um curto-circuito entre ele e a consciência. Quero escrever sobre coisas que não entendo. O inconsciente ensina coisas muito mais ricas que o raciocínio. Tem acontecido cada vez mais comigo, sou consumido pelos personagens. Planejo tudo direitinho, mas na hora de filmar não é nada daquilo.

 Conseguiu escrever e dirigir tudo que quis? 
Fiz o que pude. Tenho dez roteiros de longas, duas séries para televisão prontas. Queria mesmo desenvolver um aplicativo que pudesse traduzir as minhas ideias. Penso sempre coisas geniais, mas não consigo colocá-las no papel porque as esqueço. Tenho vontade de escrever um livro póstumo com tudo que tenho guardado.

 Pensa na morte? 
A vida é um dom irresistível, estupidamente belo, e que você não pediu, mas te dão de presente. De repente, você está na melhor fase, e ela tira isso de você. A natureza é safada. Morrer é triste. Quem diz que não liga ou não tem medo de morrer está mentindo. A vida é boa demais. Queria ficar aqui mais 500 anos. Não sei quanto tempo tenho, mas vai dar trabalho me tirar daqui.

 Você se arrepende de alguma coisa? 
Me arrependo de tudo que fiz. Se pudesse, faria tudo de novo, as mesmas coisas, mas muito melhor.

 Considera-se um homem feminino?
 Gosto de me imaginar assim. Se me dizem isso, fico contente. Gay eu nunca consegui ser. Não tenho vocação.

FONTE/QUEM
 O brilho discreto de Nathalia Dill
 No ar como as gêmeas Lorena e Júlia, de Rock Story, a atriz comemora o bom momento profissional e fala dos planos futuros com o namorado, Sergio Guizé

 Por Tatiana Ferreira 
 Aos 30 anos, sendo 11 deles de carreira, a atriz está conquistando notoriedade a cada trabalho e garantindo seu espaço como uma das mais competentes profissionais de sua geração. 
“Só por conseguir viver da arte, já me sinto uma vitoriosa”, comemora. 
Atualmente no ar em Rock Story (Globo), como as gêmeas Júlia e Lorena, ela diverte-se ao contracenar consigo mesma. 
“É engraçado”, gargalha. Emendando um projeto no outro, Nathalia recebeu o convite para a trama das 7 quando ainda estava envolvida com a vilã Branca, de Liberdade, Liberdade, novela da mesma emissora.
 Ela lembra com bom humor o momento. 
“Achei a maior maluquice do mundo! E, ao mesmo tempo, irrecusável.
 É um desafio que não sei quando poderia aparecer de novo”, conta. 
A boa fase também estende-se na vida pessoal. 
Namorando o ator e cantor Sergio Guizé, 36, há dois anos, a atriz trata a relação como um encontro perfeito. 
“Estar com ele é um aprendizado eterno. É uma troca muito grande.” 
Discreta, admite dificuldade em lidar com a exposição.
 Principalmente quando o assunto é o namoro que começou nos bastidores de Alto Astral (Globo, 2014). 
“Continuo achando estranho. Com a internet, as coisas vão ficando ainda mais malucas, porque as pessoas ficaram se expondo. 
Enquanto faço tudo para me preservar, percebo a necessidade das pessoas em querer se mostrar. 
Juro que não entendo”, avalia Nathalia, que também aprendeu com a maturidade a não tentar agradar a todo mundo.
 “Às vezes, uma pessoa não vai com a cara do ator e pronto. Não vai com a minha cara, e daí? Vou ficar sofrendo?” 
Poder de decisão 
“O que te faz aceitar ou não um trabalho são os personagens. 
Se ele me encanta, se tenho vontade de fazer, aceito, mas já recusei algumas coisas por não me identificar com a história.”

 Antipática, eu?
 “Quando fico séria, a cara fecha e a pessoa acha que não estou gostando. Uma vez estava em um programa de TV e até minha mãe perguntou se estava aborrecida. 
Passei a tomar um pouco mais de cuidado, mas também não adianta muito. Aceitei ser assim e aprendi a não tentar agradar a todo mundo.
 Às vezes, uma pessoa não vai com a cara do ator e pronto. Não vai com a minha cara, e daí? Vou ficar sofrendo? 
A maturidade me fez entender que não vou conseguir agradar a todo mundo. É o equilíbrio em pensar no outro e não deixar de pensar em mim.” 
 Nathalia com Caio Paduan (Alex) e a diretora Maria de Médicis e, ao lado, com Vladimir Brichta (Guilherme) com quem faz par romântico em Rock Story

 Vaidade
 “Ser protagonista não mexe com minha vaidade. A questão não é essa. Mas, quando queremos participar de um projeto, o desejo é estar por inteiro. 
E quando estamos protagonizando, é essa a sensação, pois nos sentimos meio dono da história, gravando todos os dias... 
Se é um personagem menor, não tem essa assiduidade. O bom de ser protagonista é estar presente, totalmente envolvido. É mais satisfação artística do que qualquer outra coisa.”

 Encontro da vida
 “Eu e o Sergio tivemos um encontro muito feliz. Nos completamos, temos pensamentos parecidos. Estamos sempre apontando para a mesma direção. Estar com ele é um aprendizado eterno. É uma troca linda.”

 Junto e misturado
 “Estamos sempre juntos e moramos na mesma casa faz tempo, é estranho quando estamos separados. Não sei se isso é casamento ou não é. Precisamos nos instalar melhor, esse é nosso objetivo.”

 Cerimônia
 “Acho legal celebrar o amor, encontrar as pessoas, mas eu e o Sergio nunca tínhamos parado para pensar nisso. Eu me encantei com o casamento do meu irmão, foi tão bonito que comecei a pensar em ter um momento assim. 
Não sei se seria de noiva, não sou batizada. Mas também já casei tanto em novela (risos). Existem muitas formas, não precisamos nos prender a uma. 
Quanto menos burocrático, melhor.” Para Nathalia, uma das maiores dificuldades da carreira é lidar com a exposição
 Maternidade
 “Sempre quis ser mãe. Agora que começamos a nos estabilizar, ter a nossa independência, é preciso decidir nosso deadline (risos). É biológico, não tem jeito. Ficamos entre a cruz e a espada.”

 Desafio
 “Tenho de criar duas personagens ao mesmo tempo. O grande desafio de fazer a Lorena e a Júlia é esse. Elas nem são tão diferentes, pois são gêmeas, têm uma semelhança. A grande dificuldade é fazer as cenas para o computador, isso acaba deixando a coisa um pouco mais confusa. Mas é legal ver na TV o resultado de contracenar comigo mesma.” 

 Audácia
 “Estava começando Liberdade, Liberdade quando recebi o convite, pensei: ‘Como é que vou criar uma gêmea agora, fazendo uma vilã nas 11h? Mas o Dennis (Carvalho, 70, diretor artístico) me deixou bastante tranquila e realmente tudo teve o seu tempo. Deu para fechar um trabalho e começar o outro. Foram dois desafios grandes. Foi um ano de ótimos personagens e trabalho.” 

 Privilégios
 “Fico feliz de conseguir viver de arte, de um sonho de criança. Artista sonha mesmo e é tão difícil, ainda mais neste país complicado. Eu me considero uma vitoriosa por não ter de fazer outra coisa para viver. Tenho mil amigos que se desdobram para estar em cena. Só de não precisar fazer isso, e conseguir viver bem, eu me sinto vitoriosa.”

FONTE/CONTIGO