segunda-feira, 27 de abril de 2015

Ator mais antigo da Globo, Milton
 Gonçalves lembra carreira desde 1965
Ator de 81 anos fala de preconceito e superação: ‘Fui babá aos 7, trabalhei numa gráfica e comecei na Globo há 50 anos. Sou uma pessoa realizada.'

Por Luciana Tecidio
Aos 81 anos, o mineiro Milton Gonçalves, de Monte Santo de Minas, é hoje o ator mais antigo da Globo. Milton começou na empresa em 1965, quando a emissora do empresário Roberto Marinho dava seus primeiros passos na teledramaturgia.
 Ele chegou à Globo a convite do então diretor Otávio da Graça Mello, que o queria no elenco de sua novela, “Rosinha do Sobrado.” Começava aí uma ligação que já dura 50 anos.
Eu era um traste, um impedimento. Minha mãe casou muito jovem e meu padrasto não gostava que eu ficasse entre ele e minha mãe"
Fazendo uma análise rápida da trajetória de sua vida, o ator se considera um vencedor. 
Filho de camponeses que colhiam café na cidade mineira, Milton foi obrigado a ir morar com a mãe em São Paulo numa vila comunal quando esta se separou de seu pai. 
No quarto mínimo que dividia com ela e o padrasto, sem cozinha e sem banheiro, o menino Milton dormia em um colchãozinho guardado embaixo da cama da mãe. 
Ele cresceu sabendo que era um estorvo. “Eu era um traste, um impedimento. Minha mãe casou muito jovem e meu padrasto não gostava que eu ficasse entre ele e minha mãe, principalmente porque eu custava a dormir.”
Para se tornar “um traste menor”, Milton começou a trabalhar aos 7 anos na casa de um delegado de polícia como babá do filho do casal. 
Ele limpava o bumbum da criança e muitas vezes era obrigado a dormir ao relento. 
“O filho mais velho dos meus patrões me expulsava do quarto para ele transar com a empregada. 
Era obrigado a passar a noite do lado de fora, batendo queixo de frio”, lembra ele.
Na pré-adolescência, o primeiro sinal de sua redenção começava a aparecer. 
Era no cinema, assistindo aos filmes de guerra americanos que Milton esquecia das agruras e se permitia viajar. 
Nesse tempo ele concluiu os estudos primários e aos 11 anos de idade foi trabalhar numa alfaiataria. 
“Fui roubado na entrega de um terno e me detiveram na delegacia. Demorei muito para me recuperar do trauma, pois morava em um bairro de imigrantes onde, além de mim, só existiam mais cinco negros. Me humilhavam e me chamavam de ladrão.”
Sou uma pessoa realizada. Não sei quanto eu ganho, sabia disso? Mas ainda tem algumas coisas que gostaria de fazer, como dirigir uma novela, por exemplo"
Até hoje, Milton carrega traumas dessa época, na qual sofreu na pele o racismo. 
“Quando ando na rua e vejo uma mulher vindo em minha direção, acelero para passar mais rápido.
 E quando vejo que há uma na minha frente, de costas, diminuo o passo. Isso está dentro de mim, não tem jeito.”
Mas sua história estava prestes a ser contada de outra maneira quando, por volta dos 17 anos, quando trabalhava em uma gráfica, foi pela primeira vez ao teatro. Ao assistir à atuação dos atores no palco, ficou fascinado. 
O questionamento era inevitável:  Que poder era aquele que uma pessoa tinha de dar vida a outra com tanta convicção e realismo? 
Teatro de Arena
Nos anos 1950, Milton abandonou a gráfica e aceitou o convite do dono de uma companhia teatral para trabalhar nas artes cênicas. 
Passou por todas as áreas: da cenografia até a atuação como ator. Foi quando começou a escrever um novo destino para si mesmo. 
“Me mudei para o Rio para fazer uma peça com os integrantes do Teatro de Arena (Gianfrancesco Guarnieri, Flavio Migliaccio, entre outros). 
“Já namorava a futura mãe dos meus filhos (Oda, morta em novembro de 2013, mãe de Maurício, Alda e Catarina), estava apaixonado e disse que não iria mais me mudar para São Paulo.
 Foi quando o Graça Mello me convidou para atuar na novela que ele iria dirigir. Cai de cabeça nessa nova arte. Aprendei tudo sobre Televisão, da arte de atuar, dirigir e até editar.”
Milton marcou sua presença na Globo em produções como "Irmãos Coragem", "Selva de pedra", "O Bem Amado", "Gabriela", "Escrava Isaura", "Roque Santeiro", "Insensato Coração", "Lado a lado" e muitas outras.
Com 48 novelas no currículo, nove minisséries, oito seriados além de outros programas na emissora, Milton Gonçalves tem um sentimento de realização. “Sou uma pessoa realizada. Não sei quanto eu ganho, sabia disso? 
Mas ainda tem algumas coisas que gostaria de fazer, como dirigir uma novela, por exemplo. Dirigi ‘Irmãos Coragem (1970) e gostaria de dirigir algumas novelas com mais autoridade”, diz ele.

FONTE/EGO
Maria Joana posa sensual para ensaio inspirado em 'Malhação' e conta que é viciada em UFC
Por Maisa Capobiango
Não é só na ficção que Maria Joana gosta de artes marciais. No ar em "Malhação" como Nat, a atriz pratica boxe há mais de um ano e, quando soube que entraria na história de Rosane Svartman e Paulo Halm, começou a fazer muay thai.
- Na minha primeira novela, "Araguaia", fiz uma sargento e assisti a lutas do UFC para me inspirar. Viciei. 
Hoje em dia não perco uma. Quando tenho algum compromisso e não dá para assistir, eu gravo.
Maria Joana conta que o fato de seu namorado, Bernardo Muniz, ser faixa preta de jiu-jitsu também serve de estímulo para a prática de esportes.
- Ele me dá toques, diz no que eu preciso melhorar.
Recentemente, a atriz fez um ensaio fotográfico inspirado em sua personagem, no Parque das Ruínas, em Santa Tereza.
- A Viviane (D' Avilla, fotógrafa) e a Karen (Brusttolin, produtora de moda) são minhas amigas e me convenceram. 
No início, eu estava querendo fazer algo diferente, fugir um pouco dessa coisa de luta, mas esse trabalho tem sido uma alegria tão grande na minha vida que topei.
Nos capítulos que foram ao ar recentemente em "Malhação", Nat foi embora, com medo de Lobão (Marcelo Faria). 
Como seu paradeiro ainda não foi revelado, os fãs logo se mobilizaram nas redes sociais, pedindo que a atriz se manifestasse confirmando que continua na trama.
- Só com a hipótese de a Nat ter morrido, eles já ficaram desesperados - conta ela, que criou perfis nas redes sociais há pouco tempo. 
- Eu não tinham nada disso antes de "Malhação". Comecei a usar por causa dos fãs.

FONTE/OGLOBO
Klebber Toledo:
'As pessoas confundem ser gente boa com ser bobo'
Em entrevista ao EGO, o ator contou que com o aumento dos boatos sobre sua vida pessoal passou a se preservar mais: 'Ando mais observador'.

Por Aline Nobre
Klebber Toledo - que brilhou em "Império" interpretando o homossexual Leonardo - faz sempre questão de ressaltar que seu único objetivo é mostrar o seu trabalho.
 Mas não tem jeito: por onde ele passa, tem sempre alguém para arrumar uma suposta namorada para o ator.
Em  bate papo com o EGO, Klebber explicou por que se incomoda com essa situação.
 "Fico incomodado porque estou solteiro e não sou de expor minha vida. 
Como não gosto que usem meu nome associado a fofocas e boatos, as pessoas falam demais. 
Sou um ator, trabalho e estudo para ser reconhecido por isso. S
e eu tiver que aparecer, que seja pelo meu trabalho", afirma ele, que está solteiro desde o fim do namoro com a atriz Marina Ruy Barbosa, em meados de 2014.
Klebber conta ainda que com o aumento do assédio, passou a se preservar mais: "As pessoas inventam mais fofocas e boatos. 
Eu ando mais observador, as pessoas confundem ser gente boa com ser bobo. E no meu silêncio dou corda para as pessoas se enforcarem."
Após o sucesso em "Império", ele diz que aprendeu muito com a novela tanto em termos profissionais, quanto pessoais.
 "Novela das nove amadurece a força. A visibilidade é muito grande e com o reconhecimento vem a cobrança. 
Como ator, 'Império' me ensinou que você não pode parar de se estudar e se aperfeiçoar nunca, você tem que dar sempre o seu melhor, porque as pessoas cobram isso de você. 
Como pessoa, eu que sempre fui um cara gente boa, de falar com todo mundo. 
Aprendi que não dá para ser assim, porque enquanto você está ali sendo gente boa, tem gente querendo grudar na sua aba e aparecer às suas custas."
Além de poder mostrar uma outra vertente sua como ator, o ator diz que a novela trouxe também possibilidades de novos projetos. Klebber já rodou sua participação no filme "Vai que Cola" e atualmente está em turnê com a peça "Aonde está você agora?"
"As pessoas que não tinham visto meu trabalho, puderam ver e me proporcionar novas oportunidades, como a de fazer cinema, que era algo que queria fazer há muito tempo. 
Também pude voltar ao teatro e ainda escolher um texto que queria muito fazer, que é o “Aonde está você agora?” da Regiana Antonini. 
Imagina trabalhar com pessoas que já tinha muita vontade como: o Léo Fuchs, que acreditou em toda essa história, o Otávio Müller, que nos dirige, e o Wagner Santisteban, que é meu grande parceiro de cena? Estou feliz demais", comemora.
Ainda na âmbito profissional, o ator se arrisca em outras áreas e mostra que não tem problemas em acumular funções.
 "Gosto de trabalhar, me dá prazer! Acabei a novela e já comecei as gravações do filme e em paralelo ensaiando a peça. 
Assim que terminei de filmar, já sai em turnê com a peça pelo Brasil. 
Fora isso, tenho passado muito tempo em função dos meus produtos licenciados que saem no segundo semestre, então passo muito tempo criando e desenhando, além de fotografar eu mesmo paisagens que servirão de estampas para as camisetas da minha linha", conta ele, sobre a série de peças com sua assinatura, que incluem roupas e óculos.

FONTE/EGO

domingo, 26 de abril de 2015

Ney Latorraca: 
"O sucesso pertence ao público" 
Ney Latorraca completa 50 anos de carreira em 2015, assim como a TV Globo, e faz um balanço de suas quatro décadas na emissora com personagens marcantes. Entre seus papéis inesquecíveis, está o irônico Barbosa, da TV Pirata, ícone dos anos 80.

Por Carolina Farias
Nos 50 anos de TV Globo, Ney Latorraca está em 40 deles, sempre com personagens marcantes. 
Um em especial é muito lembrado pelo público. Barbosa virou ícone da TV Pirata (1988 a 1990 e 1992), humorístico que satirizava, entre outras coisas, programas da própria emissora e ironizava a realidade brasileira.
Em entrevista a QUEM, que completa 15 anos em 2015, o ator diz que, mesmo quando internado, em 2012, foi abordado para que imitasse o personagem. “Virou um marco da TV”, diz. 
“Os médicos estavam às gargalhadas, e o pessoal ao lado, cheio de tubos, pedia para fazer silêncio”, conta Ney, aos 70 anos, já recuperado da grave infecção que sofreu após operar a vesícula. 
Assim como a Globo, Ney tem 50 anos de carreira, somando o tempo de TV com o dos palcos. 
Mas a trajetória não foi fácil: “Quando disse que seria ator, meus pais quase caíram duros. Sabiam como era difícil. Consegui por eles”.
O que a TV Pirata representa para a história da emissora?
Aconteceu no momento certo, com as pessoas certas. Ter colocado dez atores de teatro que estavam em cartaz, em pleno exercício de suas atividades, era como ter atletas superaquecidos. Eu estava revendo um dia, achei muito bem feito. Não tinha pretensão: por isso fez sucesso e virou um marco da TV.

 Como você foi para a TV Pirata?
Quem me indicou para o (diretor) Daniel Filho foi o Marco Nanini. Ele insistiu, estávamos em cartaz no maior sucesso do teatro brasileiro, O Mistério de Irma Vap (1986-1998). Não adianta ter bons atores, bom texto, mas não ter química...

  Quem criou o Barbosa?
Ele foi criado por todos que estavam ali. Era uma coisa tão ingênua! Ele não falava, só repetia e fazia aquele bico. É um personagem fofo, querido. Foi o mais popular, teve um quadro só dele, o “Barbosa Nove e Meia” (um talk show), em que ele não fazia nada, a pessoa sentava, falava e ele, nada.

Qual é o segredo para o Barbosa ser tão popular?
Há personagens que vêm do universo do recreio do ator e para o recreio do público. Todos os personagens dos grandes comediantes, como o Chico Anysio ou o (mexicano) Cantinflas, foram assim. Sou formado, fiz todos os clássicos, Shakespeare, trabalhei com os maiores diretores... Tenho uma base sólida, uma estrutura. Isso passa para o público.

Até hoje ele é lembrado?
Sem parar! Caminho na Lagoa (Rodrigo de Freitas, na Zona Sul) todos os dias. É um termômetro, vejo isso no público quando estou lá. As pessoas só não me param porque não paro de andar para manter o ritmo.

E qual o segredo para você ser tão popular?
Eu faço pouca televisão. O segredo é não aparecer muito. Tenho a sorte de poder ter esse tempo para mim. Depois que fiquei doente em 2012 e quase morri, fiz Alexandre e Outros Heróis (2013). O especial de um só dia foi indicado ao Prêmio Emmy (o Oscar da TV, nos Estados Unidos).

Você está bem?
Estou. Essa coisa de andar na Lagoa não é à toa. É para estar bem comigo mesmo e ficar numa boa para o público.

É verdade que quando estava internado pediram para interpretar o Barbosa?
Pediram. Foi ótimo. Quando melhorei um pouquinho, já comecei a me divertir lá dentro. Os médicos estavam às gargalhadas, e o pessoal ao lado, cheio de tubos, pedia para fazer silêncio.

Qual balanço faz dos 50 anos de carreira e 40 de TV Globo?
Está valendo a pena. É uma carreira tão ingrata! Quando disse que seria ator, meus pais quase caíram duros. Os dois eram do meio artístico (Alfredo e Nena eram crooners de cassino), sabiam como era difícil colocar o arroz e o feijão na mesa. Consegui e fiz por eles também, que viram isso em vida, o que é maravilhoso. Sou grato e mereço isso. O sucesso pertence ao público. A energia é para os outros. Na semana em que minha mãe morreu, eu estava no teatro com a plateia às gargalhadas. A gente vai em frente.

FONTE/QUEM
Zilu:
'Não quero mais ser lembrada como ex de ninguém'
Prestes a estrear na TV e com um novo affair, ela diz que já sofreu por amor e não quer mais ser chamada de ex-mulher de Zezé Di Camargo.

Por Lucas Pasin
No fim da gravação de seu primeiro programa, "Assim somos", do canal E+ - com direção de Marlene Mattos e ainda sem previsão de data para ir ao ar -, Zilu recebeu o EGO em seu camarim e, ainda nervosa com sua estreia, revelou seus novos planos.
 Tomando uma sopa com gengibre para manter a voz, ela contou estar em plena fase de mudanças. 
Para começar, não quer mais ser lembrada pela mídia como a ex-mulher do sertanejo Zezé Di Camargo e para isso está dedicando muito de seu tempo para que seja reconhecida também e, principalmente, como apresentadora.
"Camargo é o sobrenome do meu ex-marido. E esse 'ex' tem que acabar. Hoje eu sou a Zilu, a ex já foi. 
Não quero mais essa lembrança em relação a mim.
 Me tornar apresentadora é talvez uma chance para que as pessoas me vejam de outra forma e saibam que eu sou essa nova mulher", desabafa Zilu, que com o fim do casamento passou a usar o sobrenome Godoi de solteira.
A empresária diz não ter estudado muito para se tornar apresentadora, mas revela que conta com a paixão por seu novo sonho para que desempenhe bem o papel frente às câmeras. "Estou indo no 'choque' da coisa, no empurrão. 
Quando a gente se prepara demais, se torna pouco natural. Tem que fazer com amor, com paixão, aí temos um resultado verdadeiro
. É claro que precisamos de uma preparação, mas boa parte é você buscar força e entender a sua capacidade. 
Eu já passei por coisas muito mais difíceis na vida e sobrevivi. Esse é mais um obstáculo que eu vou ter que enfrentar e fazer bem", completa.
A vaidade em aparecer de uma outra forma para o público não foi o que motivou Zilu nessa nova empreitada. 
"A Marlene me convidou para almoçar e conversar, lá mesmo ela fez o convite. Eu nem falei sim e, quando vi, já estava dentro, misturada com tudo isso. Nunca pensei nem tive essa vaidade de querer ser apresentadora. 
Eu estou em um momento voltado mais para mim, posso me doar mais. Filhos crescidos e casados, cada um tomando conta da sua vida, agora é a minha vez de me cuidar. 
Eu não dependo de mais ninguém e ninguém depende mais de mim. Então a hora é agora", afirma.
Me senti num deserto, onde você só vê areia e não sabe para onde vai."
'Eu sei o que é sofrer por amor'
O tema principal do programa comandado por Zilu é relacionamento amoroso. Disso a apresentadora diz entender bem. 
Na estreia, ela recebe Maria da Penha, que deu nome à Lei 11.340, que visa proteger as mulheres com mais rigor contra crimes domésticos. 
Ao conversar com a entrevistada, Zilu falou dos sofrimentos que muitas mulheres passam e revelou que também sabe o que é sofrimento.
Perguntada se em algum momento já sofreu violência doméstica, Zilu diz que não e explica de que tipo de sofrimento ela falava ao conversar com Maria da Penha: "Graças a Deus nunca passei por isso. 
Eu até conversei nos bastidores com a Maria da Penha e falei: 'Que bom que meu casamento acabou sem nunca chegar neste ponto'. 
O sofrimento que eu falava era o do amor mesmo. Na hora me veio à cabeça o Zezé sim, mas foi pela tristeza do fim do nosso relacionamento. 
Quando uma relação de 32 anos acaba e você não espera, é muito triste. A mulher sonha casar, construir uma família e viver pra sempre do lado daquele homem".
Ainda lembrando a separação do sertanejo, Zilu disse que seu pior momento foi quando percebeu ter ficado sozinha. 
"Quando o casamento acaba e você tem filhos pequenos, você fica naquela luta de cuidar deles, e acho que isso ajuda. 
Mas no meu caso não foi assim, o meu casamento acabou quando todos foram embora. Todos os filhos já estavam encaminhados e eu, sozinha. 
Me senti num deserto, onde você só vê areia e não sabe para onde vai. Eu me perguntava o que fazer naquela hora e para onde ir.
Ainda bem que hoje estou pronta pra viver novamente e estou aqui com esse novo projeto", lembra.
De mudança para o Rio
Zilu tem planos de levar mala e cuia para o Rio de Janeiro, onde grava seu programa, em um estúdio em Jacarepaguá, Zona Oeste da cidade. 
A apresentadora, que tem a filha Camilla Camargo já morando na capital carioca, está provisoriamente hospedada na casa de Marlene Mattos. 
Ela acredita que a alegria da cidade combina com seu novo momento. "Eu já morei em Miami, em São Paulo e agora chegou a vez do Rio. 
Estou por enquanto na casa da Marlene, porque precisamos estar o tempo todo juntas, mas, antes mesmo de receber o convite do programa, eu já pensava em me mudar para cá. 
Chegou a minha vez de ser carioca. Quero essa energia contagiante daqui e poderei também estar perto da Camilla", diz.

Romance no ar
A apresentadora volta e meia se vê envolvida em um suposto affair. 
Para ela nem todos os caras que passaram por sua vida podem ser chamados de namorados.
 Zilu gosta de um relacionamento que se desenvolve com calma. 
"Aparecem vários dizendo que são namorados, mas, às vezes, não são. Eu gosto de conhecer, de jantar, de sair, de conversar, de viajar com a pessoa. 
Eu não gosto de já de cara assumir um namoro", explica ela, respondendo se está namorando no momento: 
"Estou solteira, mas não estou sozinha. Nunca sozinha". Zilu admite estar se envolvendo em um novo romance: 
"Ainda é cedo para falar em namoro, estou conhecendo uma pessoa, mas vou deixar no ar quem é. Quando virar namorado, eu conto. 
Se eu me apaixonar de verdade, vou assumi-lo sem medo. Gosto de entrar numa relação com maturidade, e preciso que a outra pessoa também esteja preparada. Eu quero viver isso, um novo amor, uma relação de verdade."

FONTE/EGO
Zeca Pagodinho: 
"O samba é meu refúgio, sempre"
O cantor conta como usou o trabalho para superar a perda do filho e do pai

Por  Emilãine Vieira
Zeca Pagodinho teve um começo de ano difícil. Depois de se submeter a uma cirurgia na coluna, em novembro do ano passado, o cantor perdeu o filho mais velho, Elias Gabriel, em janeiro - por complicações pneumológicas -, e o pai, Jessé da Silva, dois meses depois - vítima de insuficiência respiratória. 
A simplicidade e a simpatia com as quais Zeca recebeu a Contigo! em seu lar, um sítio em Xérem, na baixada fluminense, mostra como ele se esforça para superar esta fase. "Só passei por barra pesada, mas sobrevivi", afirma.
Depois de cinco anos sem gravar, foi no trabalho que ele buscou sua terapia, lançando Ser Humano. "Neste disco, pulei algumas fogueiras altas e pesadas. 
O samba é um refúgio, sempre. Tive momentos em que pensei em adiar, mas fui adiante", reflete. "Ficar em casa pensando e remoendo tudo que aconteceu? 
Não! Ia para o estúdio encontrar meus amigos. Esse foi meu grande remédio", explica.
Os infortúnios também fizeram com que o cantor ficasse mais atento à saúde e buscasse seguir as recomendações médicas. 
Aos 56 anos, ele não nega o medo de morrer, e sentencia brincando: "Não quero nem pensar em deixar esta terra bonita, comidas, bebidas e os biquínis da praia. Isso me apavora."

FONTE/CONTIGO
Jurada do 'SuperStar', Sandy não liga para
 críticas e fala que filho mudou a relação: 
'O casamento ficou melhor'
Por Rafaela Santos
Acostumada a participar de programas de TV desde cedo, Sandy diz que ainda sente um "frio na barriga" ao entrar ao vivo no "SuperStar".  
A cantora também falou que estava consciente das críticas que receberia ao aceitar o convite para partipar do reality:
-  Eu estou exposta há tanto tempo, já me acostumei a ser julgada ao longo desses 25 anos de carreira. 
Tem gente que vai gostar, tem gente que não. E tudo bem! Faz parte. O importante é ser verdadeiro - filosofa.
Sandy entrou na cadeira que no ano passado era ocupada por Ivete, que deu conselhos a ela.
-   A Ivete é minha amiga, eu a admiro muito. Eu não estou no "SuperStar" pra "substituir" a Ivete, até porque ela é insubstituível! 
Ela me ajudou muito e me ajudou a tomar a decisão de participar.
Mãe de Theo, que nasceu em junho do ano passado, ela se reveza entre Campinas - onde mora com a família - e Rio para as gravações do programa:
-  Quem é mãe e trabalha sabe o quanto é difícil voltar da licença. No começo, a gente sofre bastante e "apanha" um pouco pra entrar no ritmo. Mas, aos poucos, tudo vai se (re)adaptando. Vou tentar me dividir ao máximo.
Sandy conta que o casamento com o músico Lucas Lima mudou para melhor desde o nascimento de Theo, mas, por ora, eles não pensam em outro filho:
- Se soubesse que era tão bom, teria sido mãe antes. Estamos muito felizes. Por enquanto está cedo pra pensar num irmãozinho pro Theo.

FONTE/OGLOBO
Cézar Lima lista coisas das quais 
sentiu falta no confinamento do BBB
Ex-brother conta que ficou com saudade da rotina e da comida da mãe

Por Jéssica Carvalho
Depois de mais de dois meses confinado na casa do BBB, do que você mais sentiria falta? Fizemos essa pergunta ao Cézar, vencedor da 15ª edição do reality, e as respostas foram simples como ele! Veja a seguir o que ele disse.

1 - Boas relações interpessoais
"Não constui laços estreitos e de reciprocidade com os outros participantes", começa Cézar, explicando: "Aqui fora, depois do BBB, sou popular, as pessoas gostam de mim. Lá dentro, tive muita rejeição."

2 - Proximidade da família
"Senti falta dos exemplos do meu pai e do carinho da minha mãe", conta.
A mãe de Cézar trabalhava como empregada doméstica no município de Londrina, mas todos os dias ligava para ele depois da faculdade. "Ela falava coisas banais. Perguntava se eu tinha lavado roupa, se estava me alimentando bem, se estava fazendo os trabalhos da faculdade direitinho... Na época, eu nem dava valor", desabafa.

3 - Comida de mãe
"Minha mãe é ponta firme na cozinha", diz, aos risos. "Ela faz bolinho de chuva e muita comida típica do interior, sabe? Polenta, quirera com frango, frango caipira, um feijãozinho com arroz bem temperadinho", relembra.

4 - Prática de esportes
Aos fins de semana, o caubói costumava praticar esportes: "Gostava de ir ao Parque do Lago, em Guarapuava, fazer uma corridinha ouvindo a música do Projeto Tardes Musicais, encontrando as pessoas, conhecendo gente nova..."

5 - Ter uma rotina
"Queria trabalhar, ir pra faculdade, essas coisas simples", explica, finalizando: "Fiquei com muita saudade dos amigos e colegas da faculdade. Senti essa ausência."


A turma da faculdade de Cézar já está acostumada com os discursos intermináveis e rebuscados do ex-brother 

FONTE/GLOBO

sábado, 25 de abril de 2015

Sarah Oliveira abre as portas 
de seu apartamento e conta:
 "Tudo tem a nossa cara"
Entre cores e muitos discos, ela abre pela primeira vez seu novo apartamento no bairro de Higienópolis, em São Paulo, onde vive com a filha, Chloé, e o marido, Thiago Lopes. A apresentadora do 'Calada Noite', do canal a cabo GNT, mostra a QUEM os seus detalhes preferidos

Por Guilherme Samora
Discos, muitas cores, quadros, fotografias e lembranças de viagens. 
Assim, com a decoração completamente pessoal, Sarah Oliveira, de 36 anos, mostra pela primeira vez seu apartamento em Higienópolis, em São Paulo, onde vive com o marido, o administrador de empresa Thiago Lopes, e a filha, Chloé.
“A casa tem muito a ver com a gente! Nos mudamos no ano passado. 
Tudo em casa tem a nossa cara. Sempre morei em lugares como este apartamento, com o conceito aberto. 
Mesmo com o cimento queimado das paredes e do chão, as cores das nossas coisas e dos nossos móveis preenchem a casa. 
E os discos e livros que amamos acabam compondo,  como decoração”, conta a apresentadora a QUEM.
Sempre com um sorriso no rosto, aos 2 anos, Chloé já mostra que vai seguir os passos da mamãe quanto ao gosto pela música. 
“Ela gosta de dançar. Dança e canta. Sabe as letras do disco Os Saltimbancos. Do A Arca de Noé também... 
Demos uma vitrolinha de presente, que compramos em Nova York. Ela está sempre do lado! 
Uma vez, Chloé riscou um disco que adorava e ficou arrasada!
 Agora, entendeu como funciona e toma o maior cuidado para não riscar, quando vai colocar a agulha para tocar. 
A conexão entre as duas é grande: “Eu a amamentei por um ano. Chloé é muito parceira. Somos muito grudadas. Ela me acompanha no trabalho, gosta de falar, é bem tagarelinha. É extremamente doce. Ela tem uma doçura no olhar...”.
MÚSICA É TESÃO
A outra vitrola da casa, que era da avó de Sarah e foi reformada, recebe os discos do casal. “O aparelho é da época da válvula, de 68. 
É nele que eu e Thiago ouvimos nosso som. Gostamos de música alta. E temos uma afinidade musical enorme. 
É muito importante: eu sempre pensei que só casaria ou namoraria alguém com o mesmo gosto musical que eu. 
Não existe a possibilidade de ser diferente. Respeito meus amigos que têm gosto diferente. 
Mas afinidade musical é um negócio que me dá tesão! Não tem como. A gente é do grunge dos 90, do rock dos 70 e da MPB”, entrega a apresentadora sobre o marido, que conheceu em 1999.
“Eu tenho uma coleção bem legal de música brasileira, herdei algumas coisas da minha sogra também, temos muitos títulos de rock... 
Ganho e compro vários! Em toda viagem que faço, trago muito disco em vinil. Levo menos roupa, o mínimo possível. Tudo isso para meus discos caberem na mala, na volta”, continua.

MADRUGADAS
No ar no GNT com sua nova atração, Calada Noite, na qual entrevista pessoas notívagas, Sarah conta que a inspiração veio dela mesma. 
“Me baseei na minha própria relação com a noite. Mas nunca fui da balada. A madrugada me inspira a criar. 
Muita coisa eu faço durante esse período, crio quadros, penso em programas. O Esmir, meu irmão, criou o formato comigo. 
Queria saber da relação das pessoas com a noite. Descubro muita gente e muita coisa curiosa”, afirma sobre o novo trabalho, no ar às quartas-feiras, às 23h30. 
“Lembro que, quando fiquei grávida, disseram que eu dormiria mais. Que nada! Passava a madrugada acordada, trabalhando, pensando... A noite é plural. É muito inspiradora.”

FONTE/QUEM
Estevão Ciavatta:
 "Passei a conversar com árvores" 
Marido de Regina Casé, que dirige a série “Amazônia S/A”, no Fantástico, ele conta suas aventuras na floresta, diz que árvores são os seres mais extraordinários que existem – e brinca que essa percepção não é coisa de “viajandão” –, fala de sua recuperação de um grave acidente e destaca a delícia de se tornar pai após a adoção de um menino, há dois anos.

Por Valmir Moratelli
Flamboyants, amendoeiras e oitis fazem sombras na rua onde um velho casarão, na Gávea, no Rio, abriga a produtora de Estevão Ciavatta, de 46 anos. 
Ele recebe QUEM no terceiro andar, à beira de uma piscina com vista para o Cristo Redentor. É Mata Atlântica para todos os lados.
 Casado há 16 anos com Regina Casé, de 61, o diretor está às voltas com a produção da série Amazônia S/A, no Fantástico, na qual debate preservação ambiental e economia sustentável, e o programa Um Pé de Quê?, que completa 15 anos no Canal Futura.
 “Passei a conversar com árvores. E isso não é só maluquice, porque parece uma coisa um pouco exótica ou até esotérica”, compara, aos risos.
Ciavatta lembra que o casarão sede da Pindorama Filmes já foi residência de Regina com o ex-marido, o artista plástico Luiz Zerbini. 
De sorriso farto e com a mobilidade um pouco comprometida após um acidente a cavalo, em 2008, o incansável diretor, roteirista, fotógrafo e produtor concede a entrevista a seguir, na qual fala de sua forte ligação com a temática ambiental e como se sentiu ao se tornar pai após a adoção de um menino, Roque, há dois anos. “Estou realizado”, diz.
O que ainda falta falar sobre a Amazônia e o que você descobriu ao fazer esse projeto?
  Amazônia S/A remete à ideia de Amazônia Sociedade Anônima. O que estamos trazendo de novidade é que a Amazônia está definitivamente integrada à economia do Brasil, bem mais do que se pode imaginar. Ela já é nosso principal produtor de madeira, água, minério, e um dos maiores produtores de carne, de energia elétrica... E por aí vai.

Como foi a concepção do programa?
 Ao todo são cinco episódios a serem exibidos no Fantástico (a estreia foi no dia 22 de março). Ficamos 50 dias no meio da Amazônia. Fiz quatro viagens. A primeira e mais hard foi de Cuiabá até Novo Progresso, Pará, principal fronteira de desmatamento da floresta, bem à beira da BR-163, que sobe cortando a Amazônia desde os campos de soja e chega a Santarém. É onde estão os portos de exportação, uma floresta mais úmida, mais pesada.

 O que encontrou por lá?
Pegamos um carro em Porto Velho (RO) e fomos até a divisa com a Bolívia, numa cidade chamada Abunã. Ali percebi que estava num lugar verdadeiramente perigoso! Me vi em uma pensão à beira da BR-364. De um lado corria o Rio Madeira e do outro já era a Bolívia. E no lado em que estávamos havia militares passando, dando dura nas pessoas. Me dei conta de que era um lugar de tráfico de drogas.

 Qual foi a maior adversidade com que teve de lidar filmando tanto tempo na floresta?
Carrapatos! Jorge Mautner já falou que o mosquito da malária foi o grande defensor da Amazônia. Ele afastava todo mundo de lá (risos)! E atualmente o carrapato levou essa bandeira à frente. Lógico que isso é no meio do mato, e a Amazônia já não é mais só mato...

 Nadou em rio com piranha, teve de lidar com onça, essas coisas?
Fiquei com medo de uma onça. Era 1 da manhã, no meio da floresta, em uma terra indígena, repleta de madeireiro ilegal, sem ter para onde correr... Entende? Mas acabou dando certo e não vimos mais nada.

  Você e Regina Casé completam agora 15 anos com o programa Um Pé de Quê?. O que aprendeu com tanto tempo trabalhando no mesmo assunto?
Passei a conversar com árvores. E isso não é só maluquice, porque parece uma coisa um pouco exótica ou até esotérica. “Ih, o cara está viajandão (risos)!” Mas são 15 anos de Um Pé de Quê?, aprendi que as árvores são os organismos vivos mais extraordinários que há.
Quando a questão ambiental realmente começou a fazer parte da sua vida?
Acho que foi no colégio. Fui presidente do grêmio ecológico do Colégio São Vicente de Paula (tradicional escola carioca), em 1981. Organizei uma passeata, Hiroshima Nunca Mais, quando estavam construindo (a usina nuclear) Angra 1. Depois fui estudar engenharia florestal em Viçosa (MG). Mas aí vi que tinha muitas questões para resolver na cidade antes de ir para o mato. Agora estou voltando ao mato, veja só!

Fale um pouco da sua origem.
Meu pai é maranhense, minha tataravó era uma índia que foi capturada por fazendeiros, e minha mãe é branca, loira e descendente de italianos. Na minha família tem preto, descendente de espanhol, descendente de francês, é uma mistureba só. Tenho cabelo enrolado, minha pele é um pouco mais morena... Eu sou um humanista, mais do que um ambientalista, porque gosto de abrir discussões com meu trabalho na TV e no cinema. Talvez eu seja um bom comunicador.

Você e Regina adotaram um menino há dois anos. Como percebe sua relação com ele?
Intensa. Pelo jeito de ele se comportar com o mundo, eu já vejo isso... Como ele é ligado com o que eu penso e faço também. E isso é bacana, é uma herança espiritual, cósmica, não sei. Ele já foi a Santarém, conheceu comigo aquele lugar – para mim, um dos mais lindos do país.

Em 2008, você sofreu uma séria queda de um cavalo, em seu sítio, que deixou-o com algumas sequelas...
 (Interrompendo) Não. Graças a Deus estou bem.

Seus movimentos das mãos, por exemplo. Alguma dificuldade para andar... Em algum momento do processo de recuperação você teve medo? Sentiu que talvez não fosse recuperar os movimentos (ele chegou a fazer uma operação para descompressão da medula)?
Olha, essas filmagens recentes pela Amazônia, que fiz sem ajuda de fisioterapeuta, por exemplo, mostraram que não... Quer dizer, medo... Com certeza. Acho que o grande medo que eu tenho é de ficar no hospital, é o medo de todo mundo. Mas senti de perto, foi um medo que vivi muito próximo de mim. Ao mesmo tempo, tinha uma coisa forte comigo, que é gostar de enfrentar limites. Adoro enfrentar meus limites. Mas está ótimo, tudo acontece na hora certa. Agora tenho meu filho. Eu vou nos limites, ok, mas não faço mais bravatas.

 Regina não fica preocupada quando você conta sobre seus projetos ousados?
Fica, com certeza. Mas tento falar para ela  que não vou me colocar em nenhuma roubada. Até porque, imagina, hoje com meu filho não vou querer arriscar minha vida por uma pauta!

 Você fala dele com muito carinho, com os olhos brilhando. O que mudou em sua vida com a chegada do Roque?
Tudo... Minha vida teria sido muito melhor se ele tivesse chegado mais cedo, mas ele tinha que chegar agora, então tudo bem. Mas com certeza teria sido mais legal e mais feliz se tivesse vindo antes. Estou realizado, de qualquer forma.

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Thaila Ayala: 
"Eu estou solteira, sem ninguém"
Depois de filmar 'Rio Heat' no Brasil, atriz fala de seu retorno aos Estados Unidos, para onde já havia mudado em 2014 após se separar de Paulo Vilhena. Ela garante estar sozinha, mas evita comentar sobre o suposto affair com Justin Timberlake.

 Por Raquel Pinheiro
Thaila Ayala está com a agenda cheia. Morando nos Estados Unidos desde 2014, a atriz veio ao Brasil para participar das filmagens de Rio, Heat, em uma mansão no Joá, Zona Sul do Rio de Janeiro.
Uma coprodução de Brasil e Canadá, o longa-metragem tem previsão de estreia para janeiro de 2016. 
A trama policial dará também origem a uma série para a televisão com 11 episódios, a ser exibida no canal Fox.
"As gravações da série começam em junho, em Los Angeles. Mas, antes disso, tem a etapa de preparação. 
Vamos ver no que dá", contou Thaila que pretende investir na carreira como atriz nos Estados Unidos.
O período nos Estados Unidos coincidiu com o fim do casamento de cinco anos com Paulo Vilhena. 
"Fui para espairecer, respirar novos ares e me redescobrir. Tinha acabado de me separar e começou um furdunço, porque a primeira pessoa com quem saí foi um amigo, com quem não tinha nada.
Me deram 15 affairs. Fiquei em pânico", lembra ela, que foge dos rumores de um romance com o astro Justin Timberlake.
 "Ah, não vou falar sobre isso", diz a respeito da amizade com o cantor americano. "Estou solteira, não tem ninguém", garante, afirmando que o seu foco é trabalho. 

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Guilherme Winter conta que sentiu medo ao saber que seria Moisés em ‘Os dez mandamentos’
Guilherme Winter tem motivos de sobra para sorrir de orelha a orelha. 
Em “Os dez mandamentos”, o ator encara pela primeira vez o desafio de interpretar um protagonista na TV. E ele está bem feliz com o resultado do trabalho.
— Esse retorno positivo do público é muito legal. A história é boa, uma megaprodução. Desde o início, o elenco estava confiante de fazer esse projeto. 
Acredito que a mudança de horário (a trama é exibida às 20h30m) foi boa para a novela — diz o ator, que entrega: 
— Nos bastidores, está todo mundo feliz com o trabalho. Além disso, é um elenco muito unido.
Ao saber que viveria o personagem principal do folhetim de Vivian de Oliveira, Guilherme, de 35 anos, lembra que chegou a duvidar se conseguiria interpretar Moisés.
— Fiquei com medo mesmo. Ator é um bicho inseguro. Ser protagonista? Ok! Agora ser Moisés é outra coisa!
 É um papel complexo. Pensei que talvez não fosse conseguir dar conta. Mas estou gostando do resultado no ar. Agora estou tranquilo — conta.
Mesmo com a repercussão do folhetim, Guilherme conta que as pessoas demoram a reconhecê-lo na rua.
— Acho que fico bem diferente quando estou caracterizado como Moisés. O cabelo é todo penteadinho. 
No dia a dia, é bem diferente. As pessoas custam a me reconhecer — diverte-se o paulista.
Com quase dez anos de TV, Guilherme elege a atual fase profissional como a melhor. — É o meu melhor momento profissional. 
Estou muito feliz com tudo o que está acontecendo. Fico muito grato pela confiança que a emissora depositou em mim. 
O reconhecimento do público também é fundamental. É gratificante demais esse retorno. Fazer essa novela tem um gosto especial para mim — afirma o ator, que teve criação católica: — Não diria que sou religioso. Eu tenho fé.
 Acredito em algo maior. Acho importante ter essa crença. Eu respeito todas as religiões.
Para viver Moisés, Guilherme estudou com afinco a Bíblia , o que o fez ficar ainda mais encantado com o papel:
— Conhecia a história superficialmente. Descobri tantas coisas legais sobre Moisés. Ele tem uma trajetória linda, tornando-se uma espécie de líder político e espiritual para o seu povo.
A dedicação integral ao atual trabalho vem repercutindo na vida afetiva do ator, que está com o coração livre, leve e solto:
— Eu estou solteiro, trabalhando muito. Gravo de segunda a sábado. Não tenho tempo para mais nada.

FONTE/EXTRA
Par de Chay Suede em 'Babilônia', Luísa 
Arraes diz que não ligará para fofocas: 
'Vou me proteger ao máximo'
Por Anna Luiza Santiago 
Estreante em novelas como Laís, de "Babilônia", Luísa Arraes acredita que a relação de sua personagem com Rafael (Chay Suede)  se aproxima do clássico Romeu e Julieta, de Shakespeare.
-  O pai da Laís tem preconceito com a avó do Rafa e também quer que a filha se case com um bom partido, alguém que possa melhorar a reputação dele na cidade. 
Ainda vou sofrer muito na novela - brinca a atriz, que esta semana descobriu que o namorado foi criado por um casal gay.
Luísa, que se tornou conhecida do público de TV depois de participar da série "Louco por elas", sente a diferença no ritmo de trabalho:
- Antes só gravava umas oito cenas por dia. Mas vem sendo divertido por enquanto.
A atriz falou ainda sobre atuar com Chay, que se tornou um galã disputado depois da elogiada participação em "Império". 
Luísa diz que, se surgirem fofocas por conta do envolvimento amoroso deles na história, prefere não se importar:
- Não previ nada parecido com isso. Não acho muita graça, não é importante e não vou focar nisso. 
Então, vou tentar me proteger ao máximo. É consequência do trabalho.
Filha do diretor Guel Arraes, Luísa, de 21 anos, acredita que o parentesco não influenciou na sua trajetória profissional:
- O fato de ele trabalhar na Globo não me ajudou, de maneira nenhuma.
Ela também diz que procura não pensar no peso de integrar o elenco de uma novela das 21h:
- Aceitei pela história e pelos atores. Se fosse a mesma coisa, com os mesmos atores, num lugar escondido, numa quarta-feira, eu também faria.
 O barato desse veículo é que muita gente vê. Temos o prazer de fazer o trabalho para um público grande.

FONTE/OGLOBO

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Cauã Reymond relembra
 teste para “Malhação”: 
“Achei que não passaria”
Por Breno Cunha
Considerado um dos melhores atores de sua geração, Cauã Reymond estreou há treze anos em “Malhação” como o jovem Maumau. 
O ator relembrou o início da carreira em entrevista ao “Gshow” e contou que fez amigos para a vida inteira.
“Na minha temporada, eu e o Tiago Armani éramos os únicos estreantes. Isso dava para a gente uma responsabilidade muito grande. 
Acabei ficando muito amigo da preparadora de elenco Andrea Cavalcanti, com quem continuo trabalhando até hoje, e ela acabou se tornando madrinha da minha filha”, disse.
Cauã ainda pontuou que comemorou a conquista da vaga na novelinha teen por poder ganhar seu primeiro salário – antes o galã não trabalhava com artes cênicas.
“Lembro que fiz o teste com um amigo e achei que ele passaria e não eu. Quando recebi a notícia, pensei: ‘Oba! Agora sou um assalariado!’”, revelou.

FONTE/RD1
Apresentadora e atriz, Fernanda
 Rodrigues brinca com falta de tempo: 
'Fazer filho? Só se for pelo Whatsapp'
Por Anna Luiza Santiago
No ar na novela da Globo "Sete vidas" e no programa "Fazendo a festa", do GNT, Fernanda Rodrigues diz que falta tempo até para ver o marido, o ator Raoni Carneiro (foto abaixo). 
Ele também está com a agenda cheia devido aos trabalhos de sua produtora. Por conta disso, o plano do segundo filho precisou ser adiado. Os dois já são pais de Luísa, de 5 anos (abaixo).
- Fazer filho? Só se for pelo Whatsapp (aplicativo de troca de mensagens) - brinca a atriz. 
- Luísa pede muito um irmão, mas aconteceu um monte de coisas nas nossas vidas e não quisemos parar para ter um bebê. 
Depois que a novela acabar, o programa vai estar de férias. Aí a gente poderá pensar nisso.
Os atores estão juntos há seis anos e meio. Fernanda conta que a parceria entre eles é o mais importante no casamento:
- Vivemos um momento muito legal. Sinto orgulho dele e ele, de mim. Nossa vida não tem rotina. 
Somos muito parceiros, trocamos várias ideias e torcemos um pelo outro. Estamos cada vez mais fortalecidos.
Apesar do dia a dia atribulado, Fernanda se diz feliz e conta que a cobrança do público por sua volta às novelas era grande. 
Ela estava afastada desde "O Astro", em 2011. Segundo a atriz, a sinopse prevê que sua personagem, Virgínia, depois de muito tentar engravidar de Arthurzinho (André Frateschi), vai conhecer outra mulher que teve um filho dele e, assim, se formará um triângulo amoroso.
- É uma novela muito boa de fazer, lindíssima. Gosto de ver quando vai ao ar, me emociono - elogia ela.
A atriz de 36 anos, que faz mais uma mocinha em sua carreira, conta que o rosto de menina já incomodou por conta do lado profissional.
- Eu já quis aparentar ser mais velha porque fiquei com o rótulo da menininha com carinha de criança. Meu sonho é que as pessoas me vejam de outra forma. 
Adoraria fazer personagens diferentes. Consigo isso no teatro, mas, na TV, é difícil - lamenta ela, que atribui o aspecto jovem à genética.
 - A mulherada da família não parecer ter a idade que tem. Não me cuido muito, não sou escrava de cremes. Tive sorte mesmo.

FONTE/OGLOBO
Sérgio Marone conta já ter namorado
 duas mulheres ao mesmo tempo: 
“Nunca fui cafajeste”
Por Breno Cunha
Grande vilão da novela “Os Dez Mandamentos”, da Record, Sérgio Marone concedeu uma entrevista bombástica à revista “Caras” e afirmou já ter namorado duas mulheres ao mesmo tempo.
“Não sou mulherengo de ser ‘galinha’, namorar duas ao mesmo tempo. Até ocorreu uma vez, de comum acordo, na Califórnia, mas nunca fui um cafajeste”, disse.
Solteiro, Marone contou também que atualmente está focado no trabalho e sem tempo para conhecer um novo amor.
“Acho que fiquei mais velho no sentido de energia também. Estou mais caseiro. Há tempos já passou qualquer tipo de empolgação com fama, o universo de festas. 
O foco é o meu ofício. Estou totalmente aberto para um novo amor. Mas com pouco tempo para diversão, conhecer mulheres novas”, completou.
Sérgio tem no currículo relacionamentos com Débora Bloch, 51, Maitê Proença, 57, Alinne Moraes, 32, e Danielle Winits, 41.

FONTE/IG
Jacqueline Sato comenta papel
 em série e fala de namoro
Por Maisa Capobiango
Longe das novelas desde "Além do Horizonte", em que interpretou Jessie Tattoo, Jaqueline Sato começou a gravar nesta semana suas cenas na segunda temporada de "Psi", da HBO. 
Na série baseada na vida de Contardo Calligaris, a atriz interpretará uma jornalista.
- A Harumi, minha personagem, já havia entrevistado o Antonini (Emílio de Mello) na primeira temporada. 
Agora, ela retoma o contato com ele para  acompanhar um de seus casos e elaborar uma matéria - conta.
O último trabalho de Jacqueline foi em "Na mira do crime", da Fox. 
Recentemente, ela também mostrou seu lado cantora e soltou a voz na música de abertura do desenho japonês "Doraemon", disponível no catálogo da Netflix.
- Estudo canto há mais de sete anos. Cantar foi minha primeira inclinação para a arte. Quando criança, antes de pensar em ser atriz, eu queria era ser cantora. 
Mas, com o tempo, fui vendo que meu lance é contar histórias, e que sendo atriz poderia fazer isto de diversas maneiras, inclusive cantando. 
Se eu conseguir construir uma carreira unindo as duas coisas, serei mais feliz do que consigo imaginar.
Há dez anos com o publicitário Felipe Souza, a atriz conta que o namorado é um grande apoiador de sua carreira.
- Somos muito parceiros, amigos, sinceros e sabemos respeitar um ao outro. Crescemos muito juntos.

FONTE/OGLOBO

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Ângelo Antônio:
 "Casaria de novo com uma mulher 
que quisesse ter um filho"
O ator conversa sobre a idade, relacionamentos e assume a possibilidade de começar uma nova família

Por Emilãine Vieira
Pés no chão e serenidade conduzem a vida de Ângelo Antônio, 50 anos. 
No ar em Sete Vidas, ele se diz solteiro, mas desconversa possíveis relacionamentos atuais. Só uma coisa deixa certa: está de coração aberto. 
"Ainda estou procurando. Talvez tenha encontrado e não saiba. O tempo vai dizer se estou namorando ou não, se vai desenvolver.
Neste país há mulheres lindas, estou sempre conhecendo alguém", diz.
Também aberta está a possibilidade de ter filhos. Pai de Clara, 21 anos, fruto de seu relacionamento com Letícia Sabatella, o ator explica que não tem mais pressa quando este é o assunto.
 "Com 50, você pensa: 'Tinha de ser agora, rápido!'. Daqui a pouco não vai ter muito mais graça. Imagina, daqui a dez anos? 
O meu filho vai cuidar de mim, sei lá como...", reflete. "O que tiver de ser, vai ser. Meu pai tinha uns 47 anos quando nasci.
Ainda tenho um tempinho. Não tenho essa ansiedade, essa expectativa. Mas casaria de novo, se encontrasse uma mulher que quisesse ter um filho."
Mesmo carregando o peso de 25 anos de carreira e diversas novelas no currículo, Ângelo gosta mesmo é de calmaria e, nas horas vagas, passa o tempo em seu sítio na serra fluminense:
"Na minha cabeça, sim, tenho a consciência da idade. Você repensa a vida. Mas eu me sinto normal. 
Achava que ter 50 anos era ser um vovô de bengala. Não sei o que vai mudar na minha vida a não ser essa vontade de estar cada vez mais perto da natureza, introvertido."

FONTE/CONTIGO
Ex-'Chiquititas', Flávia Monteiro fala da preparação para a chegada de sua primeira filha
Por Maisa Capobiango
Nas próximas semanas, os horários na agenda de Flávia Monteiro já estão preenchidos - e não é por trabalho. 
Grávida de sete meses e meio, ela e o marido, o empresário Avner Saragossy, se preparam para a chegada de Sophia, primeira filha do casal.
- Já comprei o enxoval quase todo, mas agora é que vou montar o quarto e organizar o chá de bebê - diz a atriz, que aproveitou o período de férias da TV para engravidar.
Até agora, Flávia engordou 8 quilos. Adepta da alimentação orgânica, conta que não mudou os hábitos, mas tem se surpreendido com alguns desejos.
- Nunca fui de comer muito doce e ultimamente tenho me sentido uma formiguinha, com vontade de bolo e de sorvete - entrega ela, que mantém a forma com caminhadas.
Lembrada por uma geração de jovens como a professora Carol da primeira versão de "Chiquititas" (1997-2001), 
Flávia frequentemente é abordada nas ruas por fãs que assistiram à novela:
- Fico agradecida ao universo por ter me dado esse trabalho que ficou marcado na memória do público de uma forma tão bacana. 
Como as gravações eram na Argentina, a gente não conseguia ter a dimensão do sucesso que a história fazia no Brasil. 
Quando eu vinha visitar minha família, ficava impressionada com o carinho do público. Foi um período muito especial da minha vida.
Foi na época de "Chiquititas", aliás, que surgiu a amizade entre Flávia e Larissa Bracher.
 As atrizes se conheceram nos bastidores da produção e não se desgrudaram mais. 
Flávia é madrinha de Valentim, filho de Larissa com o cantor e compositor Paulinho Moska, e Larissa será madrinha de Sophia.
- A Lala virou minha irmã. Temos uma conexão muito forte. Ela ser madrinha da Sophia não foi nem uma escolha, é que não tinha como ser diferente.
O último trabalho de Flávia na TV foi na minissérie "Plano alto", da Record. No ano passado, ela também participou de "Conselho tutelar" e de "Vitória".

FONTE/OGLOBO
Marcos Pasquim, aos 45 anos, 
faz implante capilar: 
‘Me incomodaria usar peruca em cena’

Insatisfeito com as entradas na cabeça, Marcos Pasquim recorreu a um  transplante capilar. 
O ator, de 45 anos, explicou que foi incentivado pela profissão.
 “Não ter cabelo, eu consigo. O problema é criar cabelo. Se tivesse que usar peruca em cena, me incomodaria”, justificou ele, que está no ar como o Carlos Alberto de “Babilônia”.
Marcos Pasquim com a dermatologista Maria Angélica Muricy Sanseverino, da Clínica Muricy
Ele fez o transplante duas vezes. A primeira, mais tradicional, foi do mesmo tipo que deixou uma cicatriz em Paulo Vilhena. 
Como a calvíce avançou, ele tentou outra técnica, nas quais os folículos são implantados um a um e não fica cicatriz visível a olho nu. 
O procedimento é feito com anestesia local e dura em média oito horas. O paciente pode levar até seis mil furos na cabeça. O valor da cirurgia varia de R$ 25 mil a R$ 30 mil.
Marcos Pasquim com a dermatologista Maria Angélica Muricy Sanseverino, da Clínica Muricy Foto: 
Para fazer o transplante, são usados os folículos da parte posterior da cabeça. "Ela é a doadora. Por mais careca que a pessoa fique, essa parte ela nunca perde. 
É uma área que não sofre a ação desse hormônio porque, ainda na gestação, a célula que dá origem a essa região é diferente da responsável pelo restante da cabeça", explica a dermatologista Angélica Muricy Sanseverino.
Mesmo sendo simples, o pós-operatório exige alguns cuidados como três dias de repouso. É indicado ainda que os pacientes durmam praticamente sentados.

FONTE/EXTRA