quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

 Maria Gadú revela fase tranquila após casar:
 "Virei uma idosa maravilhosa" 
 Maria Gadú responde 10 perguntas dos leitores de QUEM.
 Aos 30 anos, idade que sempre sonhou em ter, Maria Gadú aproveita a fase de mulher realizada. 
Casada há três anos com a produtora Lua Leça, ela acaba de lançar o DVD Guelã – Ao Vivo, registro de seu terceiro álbum de estúdio.
 Após oito anos morando no Rio de Janeiro, a paulistana decidiu ficar mais perto dos amigos mais antigos e da família e voltou para São Paulo. 
Na cidade, passou a ter tempo para buscar novas sonoridades e conseguiu, inclusive, se “acalmar” e criar uma rotina da qual ama. 
“Não tenho a menor pretensão de passar daquela porta”, brinca ela ao receber o editor online Danilo Saraiva em sua casa para responder perguntas dos leitores da QUEM. 
 1. É possível ser autêntico sem pressão do mercado?
 Gleiciane, de Mauá (SP) 
Há uma demanda muito grande no cenário de entretenimento, mas se a gente for fazer uma análise bem genuína das coisas, eu acredito que as pessoas - o público - ainda procuram algo em que elas se encontrem. Acho que isso deve acontecer com artistas que só fazem música para as massas. É difícil agradar sempre. Mas há aqueles que só estão interessados em absorver algo de você. E aí não tem como competir com ninguém porque cada artista que se dedica é único. Hoje temos muitas coisas boas e outras muito ruins. Depende do que o público quer ouvir. 

 2. Como lida com críticas e com os “haters”? 
Carolina Oliveira, de São Paulo (SP) 
Existe a crítica, que é construtiva ou destrutiva. Ou as duas coisas. Na internet, há uma falsa sensação de livre-arbítrio que não é crítica, mas uma opinião. O que acontece com os haters é uma opinião solta, que não tem nada a ver com o que você está fazendo. Com seu livre arbítrio, a pessoa cria o ato de odiar usando aqueles argumentos todos que sequer fazem sentido. Na verdade, é uma necessidade muito grande de se fazer aparecer em cima de uma coisa muito ruim. Eu tento não lidar com isso porque energeticamente me deixa mal. Quando a pessoa diz que não gostou do meu disco, nunca ficarei triste. Já quando é ódio ou raiva, xingamentos horríveis, prefiro não lidar porque não tem relação com o que eu faço e nem com a minha vida. Neste caso eu deleto. Não quero energia parada.

3. O que pretende fazer agora? 
Keyla Pereira, de Vitória (ES) 
Faremos seis meses de shows para divulgar o DVD. Vamos tentar pegar algumas praças que não conseguimos ir anteriormente.
 4. A vida de casada mudou a sua rotina? 
 Marina Ávila, do Rio de Janeiro (RJ) 
Claro que mudou! Me casei no retorno de Saturno (trânsito astrológico que promoveria mudanças radicais no estilo de vida). Agora eu tenho uma cúmplice. Eu e Lua começamos a construir coisas juntas. Até meu processo criativo mudou. Eu sempre fui jovem, hiperativa, queria fazer tudo e estar em todos os lugares. Desde que casei eu não tenho a menor pretensão de passar daquela porta (risos). Virei uma idosa maravilhosa. E estou muito feliz assim, obrigada. 

 5. Cite um grande sonho que você já alcançou e quais deseja alcançar. 
Isabela Caetano, de São Paulo (SP) 
Foi ter feito 30 anos, fico até emocionada (risos). As pessoas perguntavam o que eu queria ser quando crescesse. Eu respondia que queria ter 30 anos (risos). 'E o que você vai fazer quando tiver 30 anos?'. "Vou ficar muito feliz porque esse é meu sonho" (risos). Outra coisa, que não sei se era sonho, mas acho que alcancei foi que eu consegui construir uma vida, uma rotina, desde muito nova, onde eu vivo de música. Aos 15 anos eu já tocava, comprava meu instrumento, pagava minhas contas... Viver daquilo que ama e ter essa independência é uma coisa deliciosa. Um sonho que eu não consegui realizar ainda é conhecer o Japão. 

 6. Em algum momento os fãs são invasivos? 
Cristiane Martins, de Belo Horizonte (BH) 
Tem quem exagere. Adicionam pessoas da minha família no Facebook... Aí eu falo: “Calma, respeita minha mãe. Ela é uma senhora de 65 anos”. Se eu te amo, eu não posso extrair de você o que você não quer me dar. Isso não pode vir parar no público se eu não te ofereci. Tem gente que fica ofendida, fica brava. Como se eu não tivesse o direito de ter direitos. Essa parte me incomoda. Mas eu tenho um diálogo aberto com muitos fãs. Então eu falo pra eles na boa, não guardo não.

 7. Qual seu lugar preferido?
 Irineia Avelino, por e-mail
 Ilha Grande, em Angra dos Reis. Eu morei lá quando era criança nos anos 1990 e tive a minha infância ali, então as minhas primeiras grandes lembranças foram de coisas vividas naquele lugar. Uma infância no mato, numa ilha praticamente deserta. Eu tenho um carinho, é quase um repelente. É um lugar lindo, maravilhoso... Até hoje volto pra me resgatar. Foi onde eu fiz minha primeira música, Shimbalaiê, aos 10 anos. 

 8. Antes de compor Shimbalaiê, já tinha escrito algo? 
 Amanda Soares, de Salvador (BA) 
Um livro de quatro capítulos. Eu falava sobre meu medo de borboletas, palhaço e noivas (risos). 
 9. Cada CD gravado pela Maria são de estilos bem distintos. O 'Nós', repleto de duetos, é o contrário do Guelã, que é super intimista. Quais foram as maiores referências e inspirações suas durante esse tempo de carreira para gravar e idealizar cada um dos CDs que gravou? 
Vanessa Grão, de Maceió 
 Os processos vem se diferenciando porque eu não tinha um processo criativo, pensado ou idealizado, palavra que Vanessa usou. Meu primeiro álbum foi hiper instintivo, feito de músicas que eu compunha e músicas dos meus amigos, que eu gostava muito. Era baseado no que eu tinha de argumento. Depois veio o Mais Uma Página, um álbum também instintivo que é o reflexo do que vivi na estrada com a banda. O Nós é uma compilação, as faixas são diferentes uma das outras. Eu não gravei o álbum, eu só compilei as coisas que fiz fora da minha discografia. O único disco idealizado foi o Guelã. Eu parei pra pensar nele, no conceito, buscar uma sonoridade específica e fui para o estúdio com o disco bem pré-produzido. Teve esse processo mais idealizador. Acredito que daqui pra frente continue assim. Eu gostei de fazer desse jeito, mas também não posso saber, depende do meu trabalho. Eu posso realizar um disco hiper instintivo de novo em algum momento porque isso também é bacana. 

 10. Por que voltou para São Paulo? O Guelã se inspira nesta mudança? 
Ligia Gadú, de Florianópolis (SC) 
Sou muito paulistana, palmeirense, vou ao estádio, adoro pastel de feira. Fui ao Rio passar três dias e acabei ficando oito anos. Não é que eu fiz uma opção de morar lá. Eu fui abduzida por tudo de maravilhoso que a cidade me proporcionou. Mas ficando um pouco mais velha, meus amigos começaram a casar, ter filhos. Basicamente, todo mundo, da ala antiga, tá radicado aqui em São Paulo. E eu comecei a ficar longe. Eu quis voltar pra ficar mais perto, até da minha família. Eu senti saudades. O Guelã tem a ver com isso. Foi o fechamento de um clico aqui de coisas que eu vivi no Rio de Janeiro. O tempo que São Paulo me proporcionou também me deu mais vontade de voltar a estudar.

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 Mylla Christie fala da carreira e do casamento de dez anos 
Por Gabriela Antunes
Longe das novelas desde 2013, a atriz Mylla Christie poderá ser vista na reprise de “Senhora no destino”, no Vale a Pena Ver de Novo, a partir de março. 
Na trama, ela interpretou Eleonora, uma mulher homossexual que fez par com a personagem de Bárbara Borges (foto abaixo):
 - No início, a Eleonora não era muito bem-vinda.
 Ficava sempre a incerteza se iria continuar na novela. 
Mas o Aguinaldo (Silva, autor da trama) e o Wolf (Maya, diretor) dialogavam com a gente o tempo todo e conseguimos vencer essa barreira. 
No fim, o casal conquistou a simpatia do público, que torceu por elas. 
 Para a atriz, foi importante tratar desse tema na história: 
 - Foi muito bacana trabalhar com a inclusão dos homossexuais. 
Hoje está um pouco melhor, podemos falar mais sobre isso, embora ainda sejamos um país machista.
 Depois de alguns anos afastada da profissão para se dedicar à criação do filho, Arthur, de 5 anos, Mylla está de volta aos palcos em uma peça de Harold Pinter dirigida por Regina Duarte. 
Além disso, ela planeja retornar à TV: 
 - Gostaria muito de voltar à televisão no papel de uma mulher madura, como eu, uma feminista que quebrasse barreiras. 
Mais ou menos como a minha personagem no teatro.
 O ator é como vinho: quanto mais velho, melhor.
 Aos 45 anos, a atriz garante não ter problemas com a idade.
 - A mulher começa a vida depois dos 40. 
A resolução de problemas melhora muito com a maturidade. 
Você passou por mais experiências, não tem ingenuidade nem ansiedade. 
Todas as características desse momento são muito importantes para a mulher hoje em dia.
 A gente precisa divulgar isso - brinca. Em ótima forma, Mylla diz que sua motivação para cuidar do corpo é a saúde:
 - Eu penso em longevidade e em saúde. 
Para mim, é fácil porque eu amo esportes, é uma paixão. 
Sou muito ativa, então, é uma coisa que vem naturalmente. 
Não consigo ficar parada. Malho em casa e faço tudo a pé. 
Além disso, procuro comer alimentos saudáveis. 
 Casada com o empresário Tutu Sartori há dez anos, a atriz ressalta a parceria do casal (foto abaixo):
 - Ele está apoiando o retorno da minha carreira e fez até uma música para o espetáculo. 
Sempre tive projetos com ele, o maior deles foi nosso filho.
 Somos parceiros em tudo. Depois do Tutinho (Arthur), mais ainda.
 Viajamos muito e fazemos tudo juntos.

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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

 Morando em Paris desde 2011, ex-'BBB' Gyselle Soares vira apresentadora de programa de culinária
Por Anna Luiza Santiago
 Gyselle Soares, vice-campeã da edição de 2008 do "Big Brother Brasil", está gravando um programa de culinária em Paris, onde mora desde 2011. 
A atração "Un dîner presque parfait", do canal W9, é uma competição em que os participantes precisam preparar um jantar perfeito. 
 - Estou adorando a experiência. Os candidatos têm muita personalidade e são superengraçados - comenta ela.
 Depois das gravações, Gyselle, que disputou a final do reality da Globo com Rafinha, vai rodar um longa do diretor Antonio Méndez Esparza. 
Na França, ela também já apresentou o programa "Bikini Bresilien", no canal TF6.

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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

 De volta à TV, Christine Fernandes fala dos paparazzi e do filho:
 'Ele odeia esse assédio' 
Por Gabriela Antunes
Longe das novelas desde 2012, quando interpretou a jornalista Scarlet Benson em "Cheias de charme", Christine Fernandes voltará ao ar como a vilã Sammut Ramat de “O Rico e Lázaro”, que estreia em março: 
 - A personagem é muito interessante, diferente de tudo o que eu já fiz. 
Ela é uma mulher ardilosa, sedenta por poder. 
Tem uma paixão por Nebuzaradã (Ângelo Paes Leme). 
Está sendo um trabalho delicioso. A novela é muito bem escrita e as imagens, lindas. 
 A atriz conta que ficou afastada por não encontrar um papel desafiador: 
 - Não apareceu uma personagem diferente.
 Por isso, dei prioridade ao cinema. Agora, essa novela é um novo desafio.
Christine, de 48 anos, é alvo constante dos paparazzi. 
A atriz, que chama a atenção pela boa forma, aparece com frequência em fotos na praia, no Rio de Janeiro:
 - Apesar de ser uma pessoa muito reservada, escolhi uma profissão que expõe. 
Não adianta sofrer com isso. Quando eu vejo os paparazzi, vou embora. 
Quando não, eles fazem um book e publicam. 
Não procuro ver e não busco saber. Não vou me privar de ir à praia porque alguém vai me fotografar. 
 Casada com o também ator Floriano Peixoto há 17 anos e mãe de Pedro, de 13, a atriz conta que o filho não gosta desse assédio: 
 - Meu filho é adolescente, acha um saco que eu seja atriz. Ele odeia todo esse assédio. 
Eu tento blindá-lo, mas não tem muito o que eu possa fazer. Não posso controlar o cara que me fotografa.
 Para Christine, o amadurecimento ajudou a lidar com melhor com as situações do dia a dia e foi positivo para sua aparência: 
 - Os 40 são os novos 30. Você aprende a entrar nas guerras que valem a pena e isso traz paz e reflete no corpo.
 Quando sua cabeça tem qualidade de pensamento, você fica mais bonito.
 É uma questão de bem-estar e autoestima. Nunca fiz uma plástica e nem sei se farei. 
Tenho uma rotina de atividade física porque preciso da endorfina. Dieta não faço, como legal. 
Tudo é uma questão de equilíbrio.

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 Maurício Machado: 
“Ganhava R$ 20 por dia. Passava fome”
 Com quase 30 anos de carreira, Maurício Machado tem orgulho da estrada que trilhou. 
No ar como um deputado corrupto em A Lei do Amor, ele diz que alcançou sua meta de ser um ator respeitado 

Por Patrick Monteiro 
 Há 20 anos, o ator Maurício Machado recebeu uma ligação que mudaria sua vida. 
Durante o telefonema, foi convidado para produzir uma peça de teatro. 
O carioca não apenas topou, como protagonizou o espetáculo e, animado com a nova função, passou a comandar todas as suas produções. 
Pôde, assim, a partir daí, escolher onde e com quem trabalharia. E foi ganhando notoriedade no meio. 
“Não queria ser famoso. Meu objetivo era o de ser um ator de respeito e consegui”, diz. 
 Hoje, como o deputado Arlindo Nacib de A Lei do Amor, ele tem muito a comemorar.
 Mas ele não celebra apenas o papel de destaque na novela das nove. 
Com 44 anos – e quase 30 na profissão –, ele se orgulha também por ser o curador do Teatro J. Safra, em São Paulo, em parceria com seu sócio Eduardo Figueiredo, onde está em cartaz com o espetáculo Aprendiz de Feiticeiro. 
 Choro de mãe Filho de imigrantes portugueses e à época morador da Tijuca, na zona norte do Rio, a vontade de ser ator começou aos 11 anos, quando quis participar de uma seleção para viver o Pedrinho, do Sítio do Picapau Amarelo. 
Mas seus pais – Francisco, que era dono de uma padaria, e Carminda, dona de casa –, não concordaram. 
Maurício chegou a falsificar a assinatura do pai para participar de seu primeiro grupo de teatro. 
“Ele queria que eu fosse diplomata e estudasse em Portugal. 
Ou que, no mínimo, cuidasse da padaria da família”, lembra Maurício, que é o filho do meio. 
Seu irmão Marcelo tem 46 anos e Maria da Luz, 33.
 Aos 14 anos, ainda escondido dos pais, interpretou seu primeiro personagem, um príncipe, em um orfanato de meninas no Rio de Janeiro. 
Seus pais só se conformaram com a aptidão do filho, quando Maurício subiu ao palco no musical Sonhar Colorido, aos 15 anos. 
Dona Carminda terminou a peça aos prantos, emocionada. 
 Madrinha 
Na mesma época, o ator foi para São Paulo participar de uma montagem da peça infantil O Patinho Feio. 
“Morei em uma república com mais seis atores. Ganhava mais ou menos R$ 20 por dia fazendo teste de publicidade.
 Eu passava fome, literalmente. Tinha dias que comia só depois da peça, no restaurante que apoiava o espetáculo”, lembra. 
Nessa época, o carioca foi acolhido por Mara Manzan (1952-2009). 
“Ela pegou na minha mão e disse: Bicho, agora você está comigo!’
 E foi assim até eu voltar para o Rio, aos 18 anos”, diz.
 Maurício estreou em novelas em 2009, quando fez Cama de Gato, a primeira trama das autoras Duca Rachid e Thelma Guedes. 
A parceria com a dupla continuou em Cordel Encantado (2011). 
“Ele é um ator maravilhoso, dedicado, esperto. 
E é um empreendedor. Tenho um carinho especial. 
Ele me conquistou para a vida, no trabalho e fora dele. 
Somos muito amigos”, conta Thelma. 
 O ator interpreta um político corrupto em A Lei Do Amor.
FONTE/QUEM
 Cissa Guimarães:
 "Meu coração vai sempre bater pela metade" 
 Sobre sua própria felicidade, Cissa Guimarães mostra-se reticente. Ela chega a afirmar que nunca mais será totalmente plena após perder o filho caçula, Rafael, em 2010.

Por Victor Corrêa 
 Dia desses, ela acordou e notou algo diferente no canto inferior do rosto. Era mais uma ruga. “Soltei um palavrão. 
Depois comecei a rir (...). É chato, mas é a vida!”, diz Cissa Guimarães, prestes a completar 60 anos – mas sem neuras exageradas com a passagem do tempo. 
A apresentadora do É de Casa, da TV Globo - que agora também cobre férias de Ana Maria Braga no Mais Você -, conta que está solteira, mas se sente muito mais interessante hoje em dia. 
Sobre sua própria felicidade, mostra-se reticente. Ela chega a afirmar que nunca mais será totalmente plena após perder o filho caçula, Rafael, em 2010. “Meu coração vai sempre bater pela metade.” 
 Como é ser tão popular? 
Só posso agradecer. Me dá força, segurança na vida, sabe? Me faz não ter medo. Depois de tudo que me aconteceu, aliás, eu não tenho mais tantos medos. 

 Como se sente hoje (seu filho caçula, Rafael, morreu atropelado aos 18 anos, em 2010)? 
Não sou exemplo de superação, nem pretendo ser. Nenhuma mãe supera isso. A gente aprende a viver com a dor. Eu sou uma pessoa aleijada. Se não tenho uma perna, ando de muletas. Meu coração vai sempre bater pela metade. Cem por cento feliz nunca serei. Em nome do Rafa, de tudo que ganhei com ele, eu sobrevivo. Quero viver para dignificar a vida dele. Seria injusto ter tido todo esse amor, ter dado à luz esse filho, ele ter cumprido essa missão, e eu querer me jogar pela janela. 

 Como é sua relação com seus outros dois filhos? 
Tenho muito orgulho deles (ela se emociona). Quando vejo o João (de 32 anos) no palco recebendo elogios e observo sua postura em relação à vida, penso que isso me deu um trabalho enorme. Criar filho é uma luta! O Thomaz tem 38 anos e até hoje falo com ele sobre valores. 

 Lida bem com o passar dos anos?
 O tempo é meu parceiro. É ele que ameniza minha dor. Noutro dia, acordei e vi uma coisa aqui no rosto. Era mais uma ruga. Soltei um palavrão. Depois, comecei a rir. Não posso fazer nada. O peito cai, a bunda cai. Nunca vi ninguém ligar para uma amiga e dizer, feliz da vida, que o peito caiu. Não sou hipócrita. É um saco. Não enxergo direito sem óculos... É chato, mas é a vida. 

 Você vai fazer 60 anos em abril. Assusta? 
Vou poder pagar meia entrada, apesar de me negar a isso. Isso é loucura! É absurdo que os 60 anos sejam vistos como “terceira idade”. Mas não me assusto. Tenho vontade de fazer muito mais! 

 Você se sente mais interessante hoje? 
Me sinto muito mais legal. Eu não sabia que seria assim. Valorizo o simples: meu sítio, minhas flores que estão ali, minha paz, minha consciência tranquila, minha casinha que me acolhe... Que delícia! 

 Já fez intervenções estéticas, como botox? 
Botox eu nem considero intervenção. É igual a pintar o cabelo. De vez em quando, coloco. Não sou contra ficar bonita. Só não vou entrar em uma batalha contra o tempo. Penso em ir para meu sítio, ficar uns meses e me conhecer de verdade. Ver como fico de cabelo branco. Se ficar bonita, volto assim (risos). 

 O que tira seu humor?
 Não acordo mal-humorada. Nunca. Meu nome de batismo é Beatriz, que significa “aquela que traz alegria”. Sempre fiz piada, palhaçada. O que me tira do sério é mentira, hipocrisia, falta de caráter. Venho saindo do sério várias vezes ultimamente. Infelizmente (risos). 
 Homens de 60 namoram moças de 30. Por que não posso? 

 Você está namorando?
 Estava ficando com uma pessoa até pouco tempo atrás, mas não tem mais. Estou solteira. 

 Namoraria homens mais novos?
 Acho tolo esse negócio de idade. Quando eu era mocinha, ficava com gente muito mais velha do que eu. Gostava dos papos, da intelectua­lidade. Homens de 60 namoram moças de 30. 

Por que não posso? Você pensa em voltar a ter uma relação mais séria? 
Quero um companheiro, mas morar junto não. Então dou muito beijo na boca. Adoro! Já brinquei muito de casar (ela já foi casada três vezes). Agora, não quero mais.

 Amaria mais de um homem ao mesmo tempo? 
Nunca aconteceu. Quando amo, me conecto. Isso não quer dizer que não possa me apaixonar por outro. Monogamia é algo imposto. Eu já traí, já fui traída... Mas, se vivo um amor de verdade, essas interferências têm bem menos chances de acontecer. 

 Você não faz novelas desde Salve Jorge, em 2012. Se encontrou no É de Casa? 
Me sinto feliz nesse trabalho. Mas não vou dizer que, caso um diretor ou autor querido ofereça um personagem que eu ame, eu não diga ao (diretor do programa) Boninho que quero voltar a fazer uma novela. 

 E agora você também está no Mais Você. Muita correria?
 Estou exausta, mas amando. Substituo a que é insubstituível, a Ana Maria Braga. Sou a apresentadora oficial nas férias dela. 

 Como está a turnê de Doidas e Santas? 
Essa peça salvou a minha vida (Cissa voltou ao espetáculo 15 dias após a morte do filho). Foi o primeiro espetáculo que produzi. Tem sido uma bênção na minha vida: já são 300 mil espectadores, graças a Deus! Nós viajamos até dezembro e paramos. Mas voltaremos no segundo semestre.

FONTE/QUEM

domingo, 19 de fevereiro de 2017

 Reynaldo Gianecchini sobre os 20 anos:
 "Era divertido encher a cara e eu precisava" 
 Ator faz balanço e diz: "Felicidade não é carro ou dinheiro. Felicidade é estar vivo" 

Por Guilherme Samora 
Autoconhecimento. A palavra foi citada diversas vezes nesta entrevista por Reynaldo Gianecchini. E não é por acaso. 
Aos 44 anos, o ator está em paz. Graças à maturidade e ao processo de se entender cada vez mais. 
No ar como o Pedro de A Lei do Amor, ele pensa em sua trajetória com carinho. 
Diz que seus erros – assim como os acertos – fazem parte da vida, sem arrependimentos.
 E mesmo tendo passado por dificuldades financeiras no começo da carreira, quando era modelo, ele entende que a felicidade não está em dinheiro ou carros. 
 Erros e acertos
 “Eu dou valor a tudo por que passei. 
Minhas experiências me fizeram chegar aonde estou e ser quem sou. Passei por muitos erros, tentativas, ciladas... A gente faz muita merda na vida. E faz parte. Às vezes é até divertido, sabe? Hoje, tenho consciência de que não faria um monte de coisas, mas, quando eu tinha vinte e tantos anos, era divertido. Era divertido encher a cara e eu precisava. Precisava desreprimir um pouco. Hoje, eu não tenho mais essa vontade de sair bebendo demais, fazendo esse tipo de merda, mas foi necessário no processo, para eu entender muita coisa. Para o autoconhecimento. Então, valeu passar por isso.”

 Coragem
 “Sou um cara de coragem. Sinto que ao longo da vida dei muito a cara a tapa. Fui curioso, fui morar fora do país, passei por altos perrengues, inclusive de falta de grana. Topei estrear uma novela das 8, como protagonista, sem ter experiência nenhuma! Fui criticado, achincalhado e, ao mesmo tempo, levantei a cabeça, fui fazer teatro... Quem não tem coragem não tem uma boa história. Quem tem coragem vai lá e quebra a cara, erra – mas constrói uma história legal.” 
 A felicidade
 “Acho que a felicidade tem muito a ver com um estado interno de paz. Quando você consegue se ver bem em um lugar simples e não precisa de tanta coisa, sabe? Basicamente, é quando se doma esse ego maldito que temos. Tem gente que acha que felicidade é ganhar um carro novo e sair mostrando. Pode até ser uma felicidade momentânea. Mas ela também é o caminho do sofrimento: a pessoa fica presa num ego, fica dependendo de um fator externo para sentir a tal felicidade... Felicidade é estar sempre no presente. É se preocupar menos com o futuro. A gente quase não consegue ver a beleza do presente, pois nossa mente está sempre querendo conquistar algo, está sempre preocupada com o futuro, com medo da escassez ou presa a um passado... Vamos viver! Felicidade não é carro ou dinheiro. É curtir o simples. Felicidade é estar vivo.”

 Autoconhecimento
 “Estou em um momento profundo de autoconhecimento, de entendimento da minha interação com o universo. Entendo, mesmo, que não adianta pensar no seu bem-estar sem pensar no dos outros.” 
 Selvagem
 “Gosto muito de me ver assim, com essa barba, com esse cabelo, o visual do personagem (o estilo foi o mais pedido na Central de Atendimento ao Telespectador da TV Globo no mês de janeiro). Eu adoro mudar. Neste caso, particularmente, achei que ele se encaixou muito comigo. Parece que fui assim a vida inteira. Eu me vejo muito mais assim, despojado. Não sou muito arrumadinho. Não me considero vaidoso, até me incomodo quando perco muito tempo na frente de um espelho. Algumas pessoas odeiam (risos). Mas geralmente são aquelas que se recusam a ver o novo em você. Ficam paradas naquele cara bonitinho, penteadinho... Eu não consigo ver o Pedro de outro jeito e acho ele bonito. Ao mesmo tempo, tem gente que diz que nunca me viu tão bonito. Então, nas ruas eu escuto desde elogios rasgados a coisas do tipo: ‘Nossa, você está horrível, horroroso’. E tudo bem.”

 Timidez 
“Eu sou tímido. E, no começo, não sabia o que fazer com o reconhecimento nas ruas. Acho que só fui ter o real entendimento disso durante o meu tratamento (em 2011, ele teve o diagnóstico de câncer no sistema linfático). Não tinha noção da dimensão, do carinho das pessoas por mim. Algo mudou de um modo muito forte em mim naquela época. Passei a ter necessidade de olhar mais profundamente para as pessoas... Olhar mesmo, dentro dos olhos, e falar com elas. Nem sempre dá para conversar muito, com essa rotina pesada que vivemos. Mas pode ter certeza: eu dou valor a cada gesto de carinho que recebo.” 
 Tempo, tempo...
 “Fiquei melhor depois dos 40. Quando era bem jovem, achava que não iria envelhecer. A morte, então, nem existia para mim. Hoje, já começo a pensar: ‘Putz, na próxima piscada já terei 50 anos, depois 60, 70, 80... e tá acabando, hein!’. Mas o tempo é maravilhoso. Ele coloca tudo no lugar. Eu me conheço melhor, sei o que não quero mais. A maturidade só me faz bem.” 

 Autocrítica
 “Eu me assisto sempre. Acho que é importante ver o que se pode consertar. Antes da maturidade, eu só me criticava, só via erros, ficava me ‘chicoteando’. Hoje, com o autoconhecimento, eu consigo ver também o que é legal. Vejo meu erro e ele não me machuca mais. Olho e penso: ‘Ah, beleza. Vamos tentar consertar aqui, posso melhorar ali...’. Isso está sendo muito bom. Ficar mais velho está sendo ótimo, cara!”

FONTE/QUEM
 Laryssa Ayres fala de 'Malhação', diz que nunca namorou e comenta assédio dos homens: 
'Ficam intimidados' 
Por Gabriela Antunes
Em "Malhação", Jéssica, personagem de Laryssa Ayres, atravessa um momento delicado em sua família, por causa da gravidez da irmã, Martinha (Malu Pizzatto). 
A atriz conta que está feliz por abordar um tema importante para os jovens: 
 - Jéssica está apoiando Martinha e já conseguiu ajudar a melhorar a relação dela com a mãe. 
Acho muito importante falarmos sobre gravidez, ainda mais na adolescência. 
É assim que acontece, os jovens não se cuidam.
 Criança não é brincadeira, muda a vida da família inteira. 
 Par de Sérgio Malheiros, o Belloto da trama, Laryssa conta que a torcida pelo casal é grande: 
 - Desde o início da temporada, a galera já começou a shippar. 
Eles têm uma relação de gato e rato e os fãs gostam do conflito. 
Apesar disso, eles sabem separar a ficção da realidade, não ficam querendo que a gente se torne um casal na vida real.
 Até porque a Sophia (Abrahão, namorada de Malheiros) é uma querida, todo mundo gosta dela.
 Há duas temporadas no elenco da novela, a atriz alcançou um milhão de seguidores no Instagram.
 Segundo ela, o assédio em geral aumentou, mas não o masculino: 
 - As pessoas me param na rua, nos shoppings e nos restaurantes para tirar foto. 
Na internet, recebo muitas mensagens e tento tirar um tempinho para retribuir. 
Agora, nas festas, quando os meninos me reconhecem, ficam olhando de longe, mas não vêm falar.
 Acho que ficam intimidados, achando que não vão conseguir nada.
 É bom por um lado, porque me divirto muito e não me estresso com alguém chegando 'torto', como acontece sempre com as mulheres. 
 Aos 19 anos, Laryssa nunca namorou e não se sente pressionada para isso: 
 - Só pretendo namorar com uma pessoa que de fato mude alguma coisa na minha vida, alguém de quem eu goste bastante. 
Nunca me senti pressionada para namorar, nem na adolescência. 
Mesmo sem ter namorado, sou muito consciente do que é um relacionamento e de suas dificuldades.

FONTE/OGLOBO

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

 No ar em A Lei do Amor, Pierre Baitelli descarta título de galã:
 "Quero poder ser muitas coisas além disso" 
Tímido, o ator teve dificuldade para se adaptar ao jeito expansivo de Antonio, seu personagem.
 Longe 
de rótulos, ele diz que não se considera um galã e lida tranquilamente com assédio.

Por Mariana Silva
Enquanto um é tímido assumido, o outro revela seu lado expansivo. O primeiro é introspectivo.
 O segundo, comunicativo. Mesmo com as diferenças, Pierre Baitteli, 33 anos, não nega que Antonio, seu personagem em A Lei do Amor (Globo), lhe trouxe significativas mudanças. 
“Pessoalmente, acho que me sinto mais leve, criativo e bem-humorado”, confessa o ator, que aprendeu, aos poucos, a driblar a timidez em cena. 
“Sou bem fechado. Todo personagem tem uma dificuldade específica, por isso, não tenho muita facilidade em interpretar nenhum”, conta.

 A paixão por atuar começou quando tinha apenas 8 anos. 
Aos 17, Pierre deu início à carreira artística e, hoje, tem a certeza de que escolheu o caminho certo. 
“Apesar das dificuldades que existem em qualquer outra profissão, nunca pensei em seguir por outro rumo. Amo o que faço”, afirma.
 
A estreia na TV, que aconteceu na minissérie Capitu (Globo, 2008), seguida pelas duas temporadas da série Magnífica 70, da HBO, veio carregada de ensinamentos adquiridos nos palcos. 
“Mesmo sendo ambientes bem distintos, me inspiro muito no que o teatro me ensinou. 
O bacana é que, de um modo geral, o ator passa por um processo cumulativo de experiências e impressões sobre o que vive e observa no mundo”, explica.

 Pierre nunca teve dúvidas sobre sua profissão e atua desde os 8 anos.
Com vivência em diversos musicais, uma das melhores recordações de sua carreira também é de quando as cortinas são abertas.
 Em 2011, ele concorreu ao Prêmio Shell de Teatro pelo espetáculo Hedwig e o Centímetro Enfurecido. 
“Competi com Marco Nanini e Paulo Betti, duas grandes inspirações para mim.
 Tenho uma enorme admiração por eles!
 Ter sido indicado ao lado dos dois foi uma das coisas que mais marcou minha trajetória até agora”, relembra.

Apesar da saudade, Pierre espera não precisar escolher entre os dois veículos. 
“São dois universos completamente diferentes desde o processo até o resultado final. 
Por ter começado no teatro, que é mais artesanal, acredito me sentir mais amparado nele, porém, tenho tomado gosto pelo tempo mais dinâmico que tem a televisão e pelos desafios de interpretar personagens em uma obra aberta”, avalia, sem perder o foco de seus próximos passos. 
“Tenho alguns projetos de teatro que gostaria muito de conseguir tentar ainda este ano. 
Cinema é um território que ainda quero conhecer mais a fundo.
 E também torço por uma terceira temporada de Magnífica 70 (risos)”.
 SEM EMBARAÇO 
 O jeito espontâneo de Antonio conquistou o público e Pierre está colhendo os frutos do trabalho. “O retorno tem sido maravilhoso e estou muito feliz. 
Acompanho o que dizem nas redes sociais, mas ainda estou aprendendo a lidar melhor com tudo. Sempre que possível, curto e respondo”, diz.
Apesar do reconhecimento, ele descarta o título de galã e quer ir muito além do rostinho bonito.
 “Não sou muito a favor de estereótipos ou rótulos. Quero poder ser muitas coisas além disso”, dispara.
Atualmente solteiro, o ator prefere pensar fora da caixa quando o assunto é relacionamento. 
 Pierre Baitelli e e Titina Medeiros vivem Antonio e Ruth Raquel na trama das 9 (Foto: TV Globo) Na trama das 9, seu personagem vive uma história de amor com uma mulher mais velha. 
Sem poupar elogios à parceira de cena, a atriz Titina Medeiros, 39, Pierre rebate as críticas e diz que não teria problema em se relacionar com uma mulher mais velha. “Somos muito próximos. 
Tenho um carinho e uma admiração enorme pela Titina! Me relacionaria com uma mulher mais velha, sim. Não vejo problema algum nisso. 
É inacreditável que, nos dias de hoje, esses temas ainda sejam tabus e que a grande maioria da sociedade tenha uma mentalidade tão retrógrada e pequena a respeito de questões como esta”, diz.

FONTE/QUEM

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

 Valesca Popozuda:
 "Meu Carnaval vai estar bem caliente"
 Cantora afirma que pretende voltar, em breve, aos desfiles na Sapucaí: "Até empurrando um carro alegórico eu iria estar feliz" 

Por Beatriz Bourroul 
 Valesca Popozuda está nos preparativos para seu "grito de Carnaval", com a apresentação CarnaValesca, no sábado (4).
 "Temos um repertório novo, alguns hits clássicos, hits atuais e, claro, a minha música atual de trabalho, Viado", afirmou a cantora, que se apresentará no Teatro Mars, em São Paulo. 
 Ela conta que seu próximo lançamento será a música Pimenta, programada para ser lançada no dia 10 de fevereiro. 
No bate-papo com QUEM, Valesca fala ainda sobre a saudade dos desfiles na Avenida. 
 A cantora, que já desfilou nas escolas Porto da Pedra e Salgueiro, no Rio de Janeiro, e Águia de Ouro, em São Paulo, afirma sentir saudade dos desfiles. 
"Espero voltar em breve para a avenida. Meus olhos brilham quando eu estou na Sapucaí, por isso eu digo que até empurrando um carro alegórico eu iria estar feliz." 
 Como surgiu a ideia do projeto CarnaValesca? 
O convite surgiu pelo Túlio Costa, da W+ Entertainment. Ele fez o convite para o meu empresário e lógico, chegou até mim e eu amei até mesmo por o nome ser CarnaValesca. Combinou super bem, e o Carnaval realmente combina muito comigo. Amo carnaval e o meu trabalho por si só já é um Carnaval o ano inteiro. É bastante alegre e a minha intenção sempre é levar essa alegria pra todos os meus fãs, ver eles sempre sorrindo, curtindo e pulando igual a um folião. Farei esse bloco uma vez por ano e esta será a segunda edição, já que a primeira deu super certo. A segunda, se Deus quiser, também vai dar. Vamos pular e curtir como no primeiro. 

 O que este show terá de especial? 
 Esse show é um pouco diferente do que eu costumo apresentar ao público e teve algumas mudanças em relação à edição do ano passado. Temos um repertório novo, alguns hits clássicos do Carnaval, hits atuais e, claro, a minha música atual de trabalho, Viado. Lancei o clipe no ano passado e ficou super lindo. Além do repertório novo, vai ter muita descontração e objetivo mesmo é levar divertimento pro público. Espero ver todos os popofãs e os boys magias por lá. 

 Como é a sua relação com o Carnaval? 
Eu amo o Carnaval! Comecei como rainha de bateria da Porto da Pedra em 2009. Na verdade, queria ser só uma musa e acabou vindo o convite de ser rainha. Eu aceitei feliz da vida. Eu me dividia. Não desfilava apenas no Rio, mas também em São Paulo, onde eu fui rainha por 2 anos da Águia de Ouro. 

Tem saudade dos desfiles na avenida? Voltaria a desfilar? 
 Eu sinto muita falta da avenida, mas infelizmente a minha agenda e a dos desfiles de Carnaval não deram muito certo pela correria. Meu último desfile foi como musa do Salgueiro. Cheguei uma hora antes para experimentar a fantasia. Estava em um outro compromisso e não tive tempo. Era muito desgastante. Apesar de eu amar muito os desfiles de Carnaval, tive que deixar de lado, mas espero voltar em breve na avenida. Meus olhos brilham quando eu estou na Sapucaí, por isso eu digo que até empurrando um carro alegórico eu iria estar feliz... Então vamos trabalhar e se estruturar para que as coisas aconteçam da melhor forma possível. 
 Como está sua programação para este ano no Carnaval? 
 Este ano está muito especial. Já começo neste sábado, 4 de fevereiro, com o CarnaValesca, né? No dia 10 eu já lanço uma música nova, Pimenta, e no dia 17 sai o clipe. Então meu Carnaval vai estar bem caliente por conta desse lançamento (risos). Logo depois, no dia 26, eu entro em turnê. Vamos rodar o Brasil. Posso adiantar é que o meu Carnaval está bem cheio, shows todo dia, basicamente dois por dia, mas vamos aproveitar o trabalho pra curtir bastante.

FONTE/QUEM

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

 Anna Rita Cerqueira volta à TV e fala de projeto fitness 
Por Anna Luiza Santiago
 Ex-"Malhação", Anna Rita Cerqueira voltará à TV num dos episódios de "A cara do pai", seriado estrelado por Leandro Hassum e Mel Maia que retornará à grade da Globo em outubro:  - Interpreto a Carol, uma amiga das personagens da Pietra Hassum e da Mel Maia. 
Elas vão se envolver em algumas confusões. 
Adorei gravar. Admiro o trabalho da Mel e gosto dela como pessoa também.
 A atriz lançou recentemente em seu canal no YouTube o "Projeto defesa", sobre o universo fitness. 
Nos vídeos, Anna quer compartilhar suas mudanças de hábito recentes:
 - Eu tenho uma alimentação restrita. 
Eu como muitos produtos industrializados e não gosto de provar comidas.
 Então, resolvi ter um acompanhamento médico e estou cortando todas as besteiras. 
Também venho praticando exercícios físicos. 
Nunca tinha ido à academia e agora levo a sério. 
Não quero mais ter um corpo infantil.
 Tenho 18 anos e as pessoas acham que estou com 13. 
Pretendo ficar mais definida. Além disso, levar uma vida mais saudável melhora o sono, a pele etc. 
Tudo muda. A atriz, que pesa 44kg, deseja incentivar os fãs a adotarem um estilo de vida melhor.
 - Muita gente pergunta sobre meu corpo. 
Quero mostrar o que estou aprendendo e deixar claro para todos que sou uma pessoa normal, mais pé no chão, sem loucuras - explica ela, que está cursando o segundo período da faculdade de Marketing e planeja colocar no ar também um projeto sobre viagens.

FONTE/OGLOBO
 Vladimir Brichta fala da carreira e se declara para Adriana Esteves 
Por Anna Luiza Santiago
No ar em "Rock story", Vladimir Brichta poderá ser visto também nos cinemas a partir de agosto, quando estreia "Bingo:
 o rei das manhãs", longa sobre a história de Arlindo Barreto, o palhaço Bozo.
 O ator posou para a revista "Trip" com um figurino inspirado no personagem:
 - Esse filme, por inúmeros motivos, é um marco para mim.
 Sempre tive muito pudor de dizer ‘eu sou palhaço’.
Mas é isso: eu sou um palhaço.
 Vladimir, que tem chamado a atenção pelo roqueiro Gui Santiago da trama das 19h, está de volta às novelas depois de dez anos afastado - o último folhetim havia sido "Belíssima", em 2006.
Em entrevista à publicação, o ator comentou o afastamento:
 - Eu estava muito descontente com o resultado do meu trabalho.
E obviamente isso tinha efeito na minha vida pessoal. 
 Vladimir voltou à emissora em 2008 para "Faça sua história".
Em 2010, foi a vez do seriado "Separação?!". 
Depois, ficou quatro anos dedicado ao papel cômico de Armane em "Tapas & beijos" (de 2011 a 2015).
Então, em "Justiça", exibida em 2016, surpreendeu o público com um tipo dramático e recebeu elogios: 
 - Claro que fico lisonjeado, mas quem acompanhou meu trabalho no teatro ou no cinema, em filmes menores, independentes, entende que transitar por um universo mais realista não é nenhuma novidade na minha carreira.
 Eu acho meu trabalho em 'Justiça' bom, mas não merecedor de tanto elogio.
 Não acho mesmo. Gosto e recebo, mas fui beneficiado pela surpresa desse público da TV, que não é obrigado a ver tudo que eu faço.
 Na série, ele chegou a contracenar com a mulher, Adriana Esteves, que interpretou Fátima. 
Os dois estão juntos desde 2004: - Cara, a gente se ama pra ca****o, se gosta, tem uma cumplicidade enorme.
Nos beneficiamos da maturidade que a gente já tinha. 
Maturidades existem inúmeras, né?
Mas com relação a casamento, por exemplo, é o meu terceiro e o dela também.
 Isso faz diferença. O ator diz ainda que mantém uma boa relação com o enteado, filho de Adriana com Marco Ricca, nascido em 2000:
 - É muito legal. O Vicente é meu filho e da Dri, de sangue. 
A Agnes é minha filha e da Dri, só não de sangue dela.
E o Felipe é filho da Dri e eu sou o padrasto dele. 
Ainda que eu tire onda de pai de vez em quando, o pai é o Marco, que é um excelente pai.
 Vladimir falou à revista também sobre a luta na Justiça pela guarda da filha. O ator ficou viúvo aos 23 anos: 
 - O advogado disse alguma coisa de jogada e eu falei assim:
 'Minha filha não é uma bola, isso aqui não é um jogo'. 
Foram três meses sem falar com ela, seis meses sem vê-la.

FONTE/OGLOBO

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Isabella Santoni:
 'Antigamente, eu só dançava batendo o cabelo'
Por Leo Dias
Atriz, que interpreta a Letícia em 'A Lei do Amor', é a entrevistada de hoje da coluna. 
Na conversa, ela fala sobre raspar a cabeça para viver uma personagem que sofria com um câncer no início da trama. 
“Não vou mentir... nas primeiras duas semanas, eu estranhei um pouco. Foi mais a adaptação mesmo.
 Uma transformação como essa que eu fiz no visual faz você se redescobrir, se conhecer mais. 
Antigamente, eu só dançava batendo o cabelo (risos). 
Não dá mais para fazer isso”, contou.
Solteira, Isabella falou ainda sobre sua relação com os paparazzi e revelou que namorar alguém fora do meio artístico é mais fácil porque a curiosidade das pessoas é menor. 


 Sua personagem começou a novela se tratando de um câncer. Você fez laboratório? 
Tive uma amiga que enfrentou a doença. Eu a acompanhei em algumas consultas e sessões de quimioterapia. Nunca tinha estado em um hospital de oncologia antes. Minha amiga é uma pessoa leve, encarou bem a doença, e serviu de inspiração. Eu também visitei o Instituto Ronald McDonald e vi de perto o trabalho que eles fazem. Foi uma experiência e tanta. 

Você se questiona se os seus problemas são tão graves quanto pensa, sabe? As pessoas falam com você sobre o câncer? 
No começo da novela, as pessoas falavam mais sobre a doença da Letícia. Vinham conversar, se comoviam com essa história dela. A trajetória da Letícia é de superação, em todos os sentidos. Hoje querem saber mais sobre a relação dela com o Tiago (Humberto Carrão).

 Você já usava cabelos curtos. Raspar a cabeça foi um problema?
 Eu usei o cabelo mais curto quando fiz ‘Malhação’, mas raspar foi a primeira vez. A caracterização foi muito importante na construção da Letícia. Mas não vou mentir... Nas primeiras duas semanas, eu estranhei um pouco. Antigamente, eu só dançava batendo o cabelo (risos). Não dá mais para fazer isso. E cabelo curto serve muito bem na correria do dia a dia. 

 Você teve que emagrecer cinco quilos para a novela. Essa dieta Afetou o seu humor? 
Foi uma escolha minha porque a personagem estava muito frágil e debilitada no início da trama, então isso me ajudou na construção. Eu cortei carboidrato, fritura, refrigerante... Afetou sim, eu sou taurina, valorizo uma boa refeição (risos)! Hoje em dia já saí da dieta. Sua personagem era mimada e frágil e agora se mostra mais segura e determinada. 

Como foi essa transição? 
Letícia passou por situações difíceis, não dá para sair disso tudo igual. Como atriz, eu posso dizer que foi um exercício e tanto fazer essa transição. Ela começou a novela se recuperando de uma doença grave, viu a família que achava perfeita se dissolver, perdeu o grande amor... Bem difícil. Ela poderia continuar naquele papel de vítima ou tomar as rédeas da vida dela, e que bom que optou pela segunda opção. O público pode acompanhar esse amadurecimento. 

 Você saiu de ‘Malhação’. Sentiu algum preconceito ao entrar em uma novela das nove? 
Não acho que existe ainda essa distinção. Quantos atores incríveis saíram de ‘Malhação’ e construíram carreiras sólidas... Temos um monte. Assim como temos atores experientes que fazem ‘Malhação’. Fui bem recebida. 

 Qual é a principal diferença entre estar em ‘Malhação’ e estar em uma novela de horário nobre? 
A maneira de fazer é diferente. ‘Malhação’ não tem tantas frentes de gravação quanto uma novela das nove. E o ritmo é diferente. ‘Malhação’ não vai ar no sábado. Estar no horário das nove te dá mais visibilidade. 

 Como é a sua relação com os paparazzi?
 Recentemente você foi fotografada na praia. Levo numa boa. É o trabalho deles. Tem coisa que não adianta você querer brigar... Estava com os amigos e fui fotografada. Aproveitei e divulguei a minha peça, ‘Leo e Bia’, que estreia agora (risos). É aquela história de ter um limão e fazer uma limonada (mais risos). 

 Fale um pouquinho da peça?
 Vou fazer Bia. É uma heroína romântica no espetáculo ‘Léo e Bia’, que estreia dia19 de março, no Rio. É uma história bem emocionante, divertida, músicas do Oswaldo Montenegro. A peça conta a história de um grupo tentando viver de teatro em plena ditadura.

 O que você fazia antes da fama e não faz mais? 
Eu continuo fazendo tudo. Vou ao mercado, ao shopping, passeio com a minha irmã, vou à praia... É claro que hoje eu trabalho mais, então saio menos. Tenho a novela e o teatro. Tenho uma camiseta que eu adoro. Diz: ‘Não posso. Tenho ensaio’ (risos). 

 Como você se vê daqui a dez anos?
 Eu quero estar cada vez mais realizada com o meu trabalho... É difícil falar do futuro, não é? (risos). 

 Seu ex-namorado, Lucas Wakim, é estudante de publicidade. Namorar alguém fora do meio é um facilitador? 
É um facilitador porque gera bem menos exposição. As pessoas não têm tanta curiosidade. 

 O que te dá mais prazer? Teatro ou TV?
 Teatro e TV me dão prazer. O fato de exercer o meu ofício é o que me dá muito prazer. 

 Qual é o seu prato preferido? 
Gosto de um salmão que a minha mãe faz. 

 O que você já conseguiu comprar com o dinheiro que ganhou? 
Meu carro. 

 Qual é seu sonho de consumo?
 Poder viajar pelo mundo todo. 

 Meta para 2017? 
Ser mais calma. Conseguir conciliar melhor o meu tempo com a família e os amigos. 

 Você tem alguma mania?
 Tenho mania de beber água. Bebo água o dia inteiro. Antes de dormir, tenho que dar um gole, não dá para virar para o lado e dormir sem. Se falo, tenho que dar outro gole. 

 O que ninguém sabe sobre você? 
Ninguém sabe que, quando estudo meu texto, rabisco ele com várias canetinhas. Preciso ter canetinhas coloridas para estudar.

 Fala um defeito seu?
 Durmo muito. 

 E uma qualidade? 
Eu sou muito animada. Topo qualquer passeio. Desde ir ao Saara até ir em uma festa super chique.

FONTE/ODIA
 Marina Moschen: 
"A Viola Davis me inspira muito"
 Conheça mais sobre a atriz de A a Z 

Por Raquel Pinheiro 
 Marina Moschen, a Yasmin da novela Rock Story, foi criada pelos avós em Angra dos Reis, no sul fluminense, e mudou-se para o Rio aos 16 anos para terminar a escola e ser atriz.
Hoje, aos 20, ela conta que ainda não pensa em morar sozinha, garante que ri por qualquer coisa e diz que está feliz com a iminente chegada do irmão Diego. 
Saiba mais obre ela de A a Z:

 Angra dos Reis
“Nasci e cresci em Angra, no sul fluminense, onde vivi até os 16 anos. Vim para o Rio para terminar o colégio e ser atriz. Sinto muita falta dos amigos, das praias, da natureza, da minha família, que mora lá. Aqui, entrei na faculdade de Artes Cênicas, mas larguei porque não conseguia conciliar com as gravações.”

 Bagunça
“Tento me organizar, focar para ser aquela pessoa organizada. Mas o meu espírito é um pouco bagunceiro. Tem de estar tudo certinho, se algo sai do lugar já não consigo administrar e isso em relação a tudo. Recebo meu roteiro às quintas-feiras em a sexta já separo tudo para não embolar porque não consigo me organizar em cima da hora.” 

 Casa
 “Sou muito caseira, adoro ficar em casa vendo filmes com minha família. Adoro romances e documentários. Também gosto muito de chamar meus amigos, fazer esse tipo de programa mais fechado. Noite, boate, nunca são minha primeira opção. É algo bem raro. Nos reunimos para ver Netflix.”
 Dança
“Fiz balé e jazz dos 6 aos 16 anos, de segunda a sexta, duas ou três horas por dia, até sair de Angra. A dança me deu disciplina, me ajuda em cena, e influenciou muito o meu físico, da infância até a adolescência. Hoje estou parada e sinto falta. Adoraria interpretar uma bailarina. Vi o filme Cisne Negro (2010) várias vezes!”

 Equilíbrio
“É muito importante, sobretudo em uma cidade como o Rio em que é tudo muito rápido e tem muita coisa acontecendo ao mesmo tempo. Isso é possível fazendo exercício físico ou se alimentando bem. Eu gosto muito de ter meu momento sozinha, refletir sobre as coisas e não deixar a vida passar sem parar para analisar o que está acontecendo. Para mim é muito importante ter a família por perto.”

 Fernando de Noronha
 “Tenho muita vontade de conhecer, porque é um lugar que sempre vejo em fotos e vídeos e tem uma beleza natural incrível. Gostaria de ir com minha avó paterna, Vera, de 70 anos, que me criou. Com 5 anos fiz minha primeira viagem com ela, para a Disney, mas não lembro nada. Falo para minha avó ‘por quê tão cedo?’ (risos). Já fomos para Argentina, Uruguai. Ela é ótima companhia de viagem.” 

 Gato
“Já tive duas gatas siamesas, Fafá e Mimi, que moraram comigo em Angra. Elas viveram 16 anos e por, causa delas, tenho uma ligação muito forte com gato. Morro de vontade de ter outro gato, mas minha madrasta Sylvia, 39 anos, é alérgica. Mas quando morar sozinha, com certeza adotarei um gato bem peludinho.”

 HOW TO GET AWAY FROM MURDER “Comecei a ver numa semana em que estava meio doente e não tinha como sair de casa. Aí comecei a caçar série para ver e HTGAWM foi a primeira. Fiquei tão viciada que pensei ‘meu Deus, não sei se quero começar a ver outra’ (risos). Viola Davis, a protagonista, é uma atriz que eu amo e me inspira muito. Para a Yasmin, assisti Gossip Girl e prestei atenção na Blair, que é mais patricinha. Breaking Bad eu vi quando todas as temporadas já tinham ido ao ar e foi uma loucura. Pedia comida em casa para não ter que sair.”

 Independência
“Moro com meu pai, Fernando, de 43 anos, que é biólogo, e minha madrasta, Sylvia, de 39, mas me sinto independente. Cuido do meu dinheiro, dos meus horários. Ainda não tenho vontade de morar sozinha. Gosto de tê-los por perto.”

 Jardim
“Tenho muito vontade ter uma casa, que nem precisa ser muito grande, com espaço para plantas e flores. Minha ideia é uma casa pequena, bonitinha e aconchegante, com espaço para um gato e receber os amigos. Sou muito caseira, então quero um lugar em que eu me sinta bem. No meu jardim terá orquídeas e girassóis, que eu adoro.”

 Lua
“Adoro parar à noite e olhar para ela, além de curtir objetos com a forma da lua com estrela do lado. Não tenho vontade de fazer tatuagem, mas, se fizesse, seria no formato de uma lua. Aqui no a vejo pouco, acho que é muita luz na cidade.”

 Música
“Gosto de escutar quase todos os estilos de música para estudar, ir ao trabalho. No geral ouço mais no celular, mas em casa util no computador para não precisar usa fines. Amo Coldplay e Adele.” 

 Nu espaço
 “É o nome da escola em que me formei em teatro. Aprendi tudo lá antes de ir para a TV. Até os 14 anos, não pensava em ser atriz, mas depois vi que era o que queria para mim. Minha família sempre me apoiou, mas fazia questão que eu cuidasse dos estudos.”

 O Retrato de Dorian Gray
 “É meu livro favorito, ganhei do meu namorado, Daniel Nigri. Ele fala sobre pessoas, ego, valores. Foi o primeiro livro que eu li que não era só a história que me interessava, mas também a reflexão.” 

 PHILIP GLASS
 “É um compositor do qual tenho várias musicas no celular. Gosto de escutar quando estou indo para o trabalho, porque são músicas bem tranquilas ao piano. A minha preferida se chama “Open”. Conheci seu trabalho pesquisando, quando gosto de um compositor, vou vendo outros relacionados a ele e foi assim que cheguei ao Philip Glass. Também curto Erik Satie".

 Queijos e vinhos 
“Não bebo vinho, mas em casa fazemos muito queijos e vinhos com a família, porque gostamos muito de jogar baralho. Então geralmente, colocamos uma mesa enquanto caímos no buraco ou tranca. Normalmente meu parceiro de tranca é meu tio Luis.” 
 Risada
“Os meus amigos são divertidos. Passo o dia rindo com eles. Eu sou daquelas que ri por qualquer bobeira, mas não curto pegadinhas de internet ou piada. Adoro quando faço algo sem noção e um amigo me sacaneia.”

 Surf
“Surfava quando era criança com meu pai. Conseguia ficar em cima da prancha, mas não era muito a minha. Morria de medo quando via a onda chegando. Nunca mais tentei, mas acompanho. Sei quem é o Gabriel Medina, por exemplo. Em Angra o mar é uma piscininha, não tem risco. Mas aqui no Rio eu não caio quando vejo o mar mais agitado.” 

 Trabalho
“Com a Yasmin estou explorando um lado desconhecido em mim, que é a menina patricinha e mimada. Mas é muito legal ter as falas absurdas dela. A Yasmin se veste bem, com cabelo arrumado e maquiagem. Já eu sou do tênis, jeans e zero make.”
 Universo
“Eu gosto muito de ver documentários e um de que gosto muito é Cosmos, sobre o universo, que é algo muito misterioso e do qual não conhecemos nada. Eu tenho muita curiosidade em aprender e ver como estamos dentro disso. A gente é poeira das estrelas. É um assunto pelo qual me interesso e no qual gosto de parar, pensar e estudar.”

 Vó e Vô
“Sou ligada à família. Adoro meus avós paternos, Vera e Abel, que me criaram. São as pessoas mais importantes na minha vida depois dos meus pais. Minha mãe, Elaine, é artesã. Tenho um irmão de 8 anos, Felipe, de um casamento anterior do meu pai. E agora minha madrasta está grávida do Diego. Vou ganhar um irmãozinho!”

 XX 
“Adoro a banda The XX, sou muito fã deles.” Zodíaco “Dizem que librianos, como eu, são pessoas que procuram bastante equilíbrio, tentam controlar as coisas, além de serem indecisos. Eu sou bastante indecisa! Não me dê duas opções de restaurante para comer, por exemplo, já me dê o escolhido. Adoro meu signo e, de fato, busco o equilíbrio. Nunca brigo, nunca bati boca com ninguém. Eu sou o mais neutra possível.”

FONTE/QUEM