sábado, 30 de julho de 2016

Pedro Lamin sobre rótulo de galã na TV:
 ‘Sou mais gente boa do que bonito’ 
Affair de Agatha Moreira, ator antecipa cena de sexo no seriado ‘Justiça’ com Marina Ruy Barbosa:
 'Foi delicado e passamos o dia no estúdio gravando' 

Por Cristiane Rodrigues 
O ator Pedro Lamin está no elenco do seriado "Justiça" e fala de cena de sexo na TV com a atriz Marina Ruy Barbosa: "Delicada e intensa"
Apesar de as cenas ainda não terem ido ao ar, o mineiro de 27 anos já começou a sentir o assédio dos fãs e da imprensa. 
Recentemente, ao ser fotografado aos beijos com a atriz Agatha Moreira, Lamin viu sua intimidade ser invadida e, sem se lamentar, deu detalhes sobre sua estreia no horário nobre e falou sobre vida pessoal e profissional.
O ator Pedro Lamin foi fotografado ao beijos com a atriz Agatha Moreira no Rio de Janeiro.

Criado em Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, o rapaz confirmou que não teve vergonha de gravar cenas de sexo na TV para dar vida ao personagem Otto, um antigo namorado de Isabela, que será interpretada por Marina Ruy Barbosa. 
“A cena de sexo foi delicada e bem intensa. 
Antes da gravação eu e a Marina conversamos muito. 
Passamos o dia no estúdio gravando as cenas porque era preciso vários ângulos. 
Foi muito legal de fazer e bem enriquecedor na minha carreira”, resume ele, que ficou totalmente sem roupa nos bastidores.
 “Não fiquei com vergonha ou tímido porque meu corpo é meu instrumento de trabalho.
 Fico mais constrangido em trocar de roupa na frente de um amigo do que sem roupa no set de gravação”, diverte-se ele, que participou da novela "Sete vidas" e do quadro "Não se apega, não", no Fantástico. 
Ator por acaso A ideia de ser ator aconteceu meio por acaso. 
Após uma tentativa de carreira frustrada no futebol, Pedro resolveu estudar Jornalismo no Rio. 
“Meus pais são jornalistas e minha ideia era seguir essa carreira.
 Eu tinha o sonho de ser jogador de futebol de um grande clube.
 Mas acabou não rolando”, explica ele, que jogou pelo time Serrano de Petrópolis, na terceira divisão. 
“Mas meu amigo de apartamento, o ator Iuri Saraiva, sempre pedia ajuda para ler roteiros e ajudar a bater o texto para ver se tinha decorado tudo. 
Quando li algumas obras de William Shakespeare me apaixonei, apesar de não ter entendido tudo”, diz ele, aos risos, relembrando que a estreia nos palcos aconteceu vivendo o personagem Aladdin. 
Assistente do preparador de elenco Sergio Penna, Pedro - que também estuda interpretação com Miwa Ynagizawa - aproveita o tempo livre para ensaiar a peça “Plano sobre queda”, que vai rodar o país até o fim do ano. 
Mais simpatia e menos beleza Apesar de corpo desenhado pelos anos de treinos de futebol, Pedro não gosta do rótulo de galã:
 “Nunca fui ligado em corpo. Gosto de me exercitar por uma questão de saúde. 
Pratico ioga, costumo correr três vezes na semana e adoro pedalar. 
Mas não me vejo como ícone de beleza. 
Acho que sou mais gente boa do que bonito”, minimiza ele, que já foi modelo de corpo da grife carioca Osklen. 
“Nunca pensei em ser galã e não busco rótulos. 
Quero mesmo é bons papeis para trabalhar como ator”
 ‘Cada um com seu trabalho’, diz ator 
Sobre o assédio de fãs, Pedro afirma não se incomodar. 
“Sou ator há cinco anos e já senti uma diferença mesmo antes de a novela estrear na TV. 
Acho que isso é natural e faz parte da minha profissão. 
Não me incomoda o paparazzo me fotografar na rua, é o trabalho dele. 
Claro que sabia que isso poderia acontecer, mas às vezes é chato porque vai além”, diz ele, que só desconversa ao ser questionado sobre sua relação com a atriz Agatha Moreira.
 “Estou vivendo uma ótima fase profissional e pessoal. Estou feliz”, afirma.

FONTE/EGO
 Aos 55 anos, Tássia Camargo não quer voltar à TV e diz se orgulhar das rugas: 
‘É poético’ 
 Tássia Camargo acha graça quando é abordada na rua e perguntam por que ela não trabalha mais. 
Na realidade, a atriz de 55 anos (mas ela gosta de dizer que já está vivendo os 56) está há quase dez longe da TV, num exílio voluntário.
 “Eu não quis mais. Minha vida está estabilizada, posso fazer o que eu quero e nunca deixei de atuar”, justifica ela, que foi um símbolo sexual nos anos 80. 
Dessa época, aliás, Tássia guarda as três “Playboys” das quais foi capa e bons amigos como Ney Latorraca, a quem reencontrou profissionalmente. 
Os dois, mais o ator Edi Botelho, montaram a peça “As cadeiras”, de Eugène Ionesco. 
O texto fala de solidão e passagem do tempo.
 “Envelhecer é poético. Não trocaria minhas rugas por um rostinho sem marcas. 
As fotos de divulgação da peça não têm retoque”, garante ela:
 “Não tenho nada contra quem peça um Photoshop ou faça plástica.
 Cada um tem que ser feliz do jeito que é. 
Se me der a louca um dia, vou e faço”. 
Com ney Latorraca e Edi Botelho: “As cadeiras” 

Solteira há alguns anos, Tássia não vê a possibilidade de se amarrar agora. 
Namorado não é um plano. “Gosto do meu dia a dia. da minha companhia. 
Não tenho muita paciência, sabe? A gente chega a uma certa idade e quer qualidade, troca. 
Eu sempre gostei de homens mais velhos”, enumera ela, que não entraria para a tribo de mulheres que se relacionam como homens muito mais novos:
 “Nem pensar! Me sentiria com um filho”. 
 Tássia, inclusive, tem uma relação tão orgânica com a solidão que é meio nômade.
 “Minha cobertura no Leblon ficou grande demais. 
Mudei para um sítio em Itatiaia, no interior do Rio, onde planto, faço tudo.
 Agora com a peça, aluguei um flat em Camboinhas,na Região Oceânica de Niterói”, conta. 
 Mãe de dois filhos — ássia teve ainda Maria Julia, que morreu há 20 anos, aos 2 de idade —, é na condição de avó e tia-avó que ela se realiza. 
E se liberta ainda mais. “Sou daquelas babonas, levo para passear, me divirto quando estão todos juntos.
 Sinto a maior falta”, derrama-se: “Outro dia me deram uma caneca com uma declaração de amor”. 
 Da filha, hoje Tássia fala com um pouco menos de dor. 
“Tem dias que fico muito triste. Noutros, lembro dela com alegria.
 Não penso muito no tempo que ela teria hoje, mas nela ainda criança. 
Ninguém sabe a dor de perder um filho.
 Só quem perdeu”, argumenta ela, que tomou as dores de Brita Brasil, na morte do filho Ryan:
 “Vi aquele menino nascer. Estou, sim, na campanha contra a Ayuasca”. 
 Tassia Camargo nunca deixou os palcos 
Tássia não teme de se expor de falar o que pensa. 
Militante de esquerda, chamou atenção há quase dois meses a gravar um vídeo e pedir doações de alimentos para a presidente afastada, Dilma Rousseff. 
“As pessoas não entenderam que aquilo era uma ironia! 
Claro que a Dilma não passa fome.
 Mas por que políticos comprovadamente corruptos não perdem seus direitos?
 As pessoas precisam questionar as coisas”, justifica ela, que acabou de divertindo com o episódio: “Me mandaram miojo”.


FONTE/EXTRAONLINE
 Bruna Griphao:
 "Às vezes, passo uma semana comendo fast food" 
 Saiba 7 curiosidades sobre a atriz de 'Haja Coração' 

 Com um largo sorriso, a atriz Bruna Griphao, de 17 anos, conquista o público com facilidade e brinca sobre sua solteirice.
 "Sou tranquila com isso, até mais do que deveria". 
No ar como a batalhadora Carol, de Haja Coração, ela termina este ano o ensino médio e está em dúvida entre fazer faculdade de engenharia mecânica ou psicologia. 

 1. INVENTOU O SOBRENOME
 “Griphao se pronuncia ‘grifal’, sem til no ‘a’. Todo mundo fala e escreve errado. Até no camarim da Globo já botaram errado (risos). Meu sobrenome de verdade é Grigoriadis Orphao, de origem grega. Para não dar problema entre meus pais, juntei os dois.” 

 2. TEM UM PAI SUPERPROTETOR
 “Meu pai (o empresário Paulo Orphao) me acompanha a todos os lugares (risos). Sempre tivemos esse vínculo. Ele e minha mãe se separaram quando eu era mais nova e estou morando com ele. É o meu melhor amigo e a gente faz tudo junto. Quando eu fizer 18 anos, vou ‘caminhar sozinha’, principalmente para o trabalho. E é esse o meu grande medo de ficar maior de idade...” 

 3. RECEBEU CONSELHOS DE BIANCA SALGUEIRO 
 “Sempre gostei de exatas, e a Bianca Salgueiro, também atriz, me influenciou a fazer engenharia mecânica. Adoro saber construir coisas e consertar! Mas não quero abrir mão de atuar, e comecei a reconsiderar. Agora estou em dúvida se faço psicologia, porque vai acrescentar muito à minha arte.”

 4. LUTA PELO FEMINISMO E É FÃ DE BEYONCÉ 
 “A cantora Beyoncé é uma mulher inteligente, maravilhosa, muito forte, independente, com personalidade e talentosa. Ela sabe do que está falando. É um exemplo de ser humano a se seguir, a se ter como espelho. Beyoncé levanta a bandeira feminista de uma forma que eu acredito ser muito correta. Sou feminista, busco a igualdade dos sexos. E acredito que todas as mulheres deveriam ter também essa bandeira.” 

 5. NÃO ESTÁ NAMORANDO
 “Está meio parado isso aí (risos)... Não estou namorando, graças a Deus. Brincadeira! Sou tranquila com isso, até mais do que deveria. Estava até me analisando um dia desses, sobre nunca ter me encantado por ninguém, de ficar com o olho brilhando. Mas sei que, para acontecer algo, a personalidade tem que bater, os gostos precisam ser parecidos. E deve ser um cara que se relacione bem com quem está ao meu redor.”

 6. ADORA CALOR, DIAS DE SOL E PRAIA 
 “Se deixar, passo o dia inteiro na praia com os meus amigos, alguns estão ao meu lado há quase 15 anos. Frequento muito. Até agora no inverno, que é bem frio, eu vou à praia. Moro no começo da Barra da Tijuca, no Rio, e até o ano passado eu ia à praia todos os dias depois do colégio. Agora, no terceiro ano do ensino médio, estou indo menos e me dedicando mais aos estudos.”

 7. PASSA UMA SEMANA COM FAST FOOD 
 “Prefiro ter uma alimentação saudável, mais para saber que meu corpo está bem do que apenas pela estética. Abro mão de comer muita coisa porque acho que vai fazer mal para a saúde. Mas, às vezes, passo uma semana comendo fast food – e depois dois meses me desintoxicando, porque sei que faz mal. Quando eu era pequena, praticava muito esporte. Agora, por causa da escola, não dá. Não tenho regularidade de academia e treino. Mas não sou sedentária.”

FONTE/QUEM
FOFOCANDO NA WEB

Fofoca 1
Uma famosa anda muito estressada porque sua empresária anda querendo aparecer mais do que ela.
Até linha de produtos de beleza está tentando lançar.
A atriz que é uma das queridinhas do Brasil e dita muiiiita moda, esta achando que isso é coisa da cabeça da irmã de sua empresária.
Mas por serem amigas há anos, a moça está relevando.
Basta saber até quando...

Fofoca 2
Novo galãzinho está dando o maior trabalho para sua emissora, faz vários pedidos e tenta de todas as formas ser paparicado por todos, quer sempre ser tratado como " A grande estrela da emissora"...
Deve ser porque acha que tem as costas quentes por ser filho de um famoso. 

Fofoca 3
Sabe aquela mocinha que só foi conhecida por ser mulher de um famoso, só teve oportunidade por ser ex do famoso, e agora só teve uma chance porque "casou" com outro famoso?
Está se achando a estrela principal da emissora.
Trata mal as cabeleireiras, maquiadores, quer que tudo seja como ela quer e não como o diretor pede, sempre dá o último retoque.
Na última semana, chegou a bater boca com a figurinista alegando que sua roupa estava com a bainha torta.
A figurinista explicou que não tinha problema porque era para uma cena deitada, mas ela aos berros dizia que ela sabia que não estava bom, que não iria usar, vários funcionários tentaram acalmá-la, mas só o apaixonado e paciente "namorido" conseguiu baixar sua bola e acalmá-la.

DETALHE: 
A moça não é bem quista pelos colegas de elenco também, pois sempre é uma dificuldade gravar cenas com ela porque sempre tenta mudar o texto alegando não concordar e pede pra refazer a cena várias vezes dizendo que o colega a desconcentrou ou algo no estudio.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

 Ney Latorraca: 
"O ator é o senhor absoluto das emoções" 
 Ney Latorraca estreia como diretor na peça As Cadeiras, em cartaz no Teatro Candido Mendes, no Rio, e conta que tem usado a experiência para passar seu conhecimento como ator. 
Aos 72 anos de idade e 52 de carreira, ele diz que atualmente trabalha só com quem ama .

Por Carla Neves 
 Ney Latorraca gosta de experiências novas. 
Aos 72 anos de idade e 52 de carreira, o ator fala com empolgação e brilho nos olhos sobre sua estreia como diretor na peça As Cadeiras, do dramaturgo franco-romeno Eugène Ionesco (1909-1994). 
“O ator existe há 2016 anos. O diretor existe há pouquíssimo tempo. 
O ator é senhor absoluto das emoções. 
Estou aqui para passar a experiência que tenho como ator para eles. 
Agora, estou exausto, viu? É puxado”, conta a QUEM depois de um dos ensaios da produção. 
Em cartaz até 28 de agosto no Teatro Candido Mendes, no Rio de Janeiro, o espetáculo levanta questões como alienação, solidão, tensão sexual e tédio ao mostrar um casal de idosos, vivido por Tássia Camargo e Edi Botelho, em uma busca desesperada para entender a humanidade. 

 O que o motivou a dirigir? 
 Estava relendo uma coleção de livros de teatro quando a Tássia Camargo me deu um livro de outra coleção que tinha As Cadeiras, do Ionesco. Falei: “Isso é maravilhoso! Temos que contar essa história. Está na hora de eu também tomar essa posição de diretor”. Por que não? 

 Deve existir um grande entrosamento entre vocês... 
 A esta altura do campeonato tenho que trabalhar com quem amo. E com quem vou aprender também. Quando me convidam para dar aula de teatro, acabo aprendendo mais com os jovens atores do que eles comigo. Porque eles vêm sem amarras, sem muletas, livres. Não têm nenhum policiamento, estão puros. Não têm as gavetinhas das emoções. É maravilhoso! Sempre acho que estou voltando para a escola de teatro. Acho que vou acabar minha vida assim. 

 Como está sendo dirigir? 
 O ator existe há 2016 anos. O diretor existe há pouquíssimo tempo. Os atores são mais poderosos. O ator é o senhor absoluto das emoções. Estou aqui para passar a experiência que tenho como ator para eles. Agora, estou exausto, viu? É puxado.

 Acha que está mais cansado do que estaria se estivesse atuando? 
É que agora estou fazendo dois papéis. Também estou como ator com o Didi e a Tássia ali, porque me vejo neles. E me vejo também como diretor. A peça mostra um casal da terceira idade que espera ansiosamente o momento de revelar a uma plateia imaginária o mistério do mundo. 

Como você definiria o espetáculo? 
 Acho que somos todos nós. O Ionesco escreveu a peça em 1954, quase dez anos depois do fim da Segunda Guerra Mundial. A Europa estava toda embananada, se reerguendo daquela tragédia. Então, ele coloca esse casal quase numa ilha, criando personagens e sonhos para poder sobreviver. Como nós estamos agora. As pessoas estão se trancando. Perdemos a liberdade. Temos que ter fantasias. Na peça eles criam essas fantasias, como as crianças fazem quando brincam de casinha. Fiz muito isso quando era criança, de ter um amigo imaginário. 

 Quais são as questões levantadas na peça? 
Várias, mas a principal para mim é a solidão. Eles têm todos os vícios de uma relação. Na verdade, não têm idade. Podem ter 100 anos. Mas começam jovens e vão envelhecendo. A peça também coloca em discussão a efemeridade da vida. Em 2012, você quase morreu devido a complicações de uma cirurgia na vesícula. 

O que mudou de lá para cá? 
 Acho que foi um lucro. Comecei a observar as pessoas, as cores e os sabores ainda mais. As coisas mais simples da vida são as mais importantes. Dou muito valor ao ato de poder levantar, escovar os dentes, tomar banho sozinho, andar, ler um livro... Coisas que de repente eu poderia nunca mais fazer. Isso é genial!

FONTE/QUEM
Vilã de nova 'Malhação', Bárbara França diz que namorado não tem ciúme de cenas com Felipe Roque: 
'Eles são amigos' 
Por Rafaela Santos 
 Bárbara França terá seu primeiro papel de destaque em "Malhação: Pro dia Nascer Feliz". 
Depois de participações em produções como"Tapas e Beijos", "Geração Brasil" e "Os Dez Mandamentos", ela interpretará a vilã Bárbara da nova temporada da história de Emanuel Jacobina, com estreia prevista para o fim de agosto.
 - Ela é a filha mais velha do personagem do Marcos Pasquim. 
Admira tudo o que ele faz e trabalha na academia da família. 
Tem quase uma obssessão pelo pai, que é superexigente.
 E fica numa tentativa incessante de agradá-lo - conta a atriz. 
 Na história, sua mãe terá morrido e ela ajudará a cuidar das irmãs, que serão vividas por Milena Melo e Giulia Gayoso. 
Bárbara também será namorada de Gabriel (Felipe Roque), que se encantará por Joana (Aline Dias).
 - A personagem é esnobe, arrogante e se acha. 
Quero muito humanizá-la para as pessoas perceberem que a Bárbara não é uma pessoa tão ruim. 
Ela idolatra a família e o namorado. 
E quando ela vê que isso está ameaçado, perde a generosidade. 
 Bárbara também falou da expectativa para a estreia e do assédio: 
 - Estou muito ansiosa. Fomos gravar em Fortaleza. 
A novela ainda nem tinha sido divulgada e voltei para casa cheia de presentes. 
Acho que a ficha ainda não caiu e só vai cair depois da estreia. 
Estou com medo porque tudo que é novo.
 Sei que minha vida vai mudar depois disso. 
O fãs de "Malhação" são muito exagerados em tudo, o que eu acho maravilhoso. 
Nos tornamos referência e temos que ter cuidado com isso. 
 A atriz diz que não tem problemas com as sequências românticas. 
Namorada de Maurício Pitanga, que também fez "Malhação", Barbara conta que ele não sente ciúmes: 
 - O Felipe foi superbacana comigo desde o início. 
A única parte difícil foi que no dia que fizemos uma cena beijo, gravamos cedo dentro d'água e estava muito frio. Batia o queixo. 
O Felipe e o Maurício já eram amigos. 
Está todo mundo em casa. 
Ele passa as cenas comigo e vibra com cada conquista minha.

FONTE/OGLOBO
Leandro Hassum fala de estreia da filha na TV 
Por Anna Luiza Santiago
    Filha de Leandro Hassum, Pietra, de 16 anos, vai fazer sua estreia na TV no especial de fim de ano da Globo “Tal pai, tal filha”, estrelado por ele e por Mel Maia.
 Ela será filha de uma vizinha que antipatiza com o protagonista. 
Otávio Augusto foi escalado para interpretar o pai de Hassum e Flávia Garrafa viverá a professora de Mel. 
 - Como a história do programa vai ser um pouco baseada na convivência com minha filha, resolvi fazer uma homenagem e dar seu nome à personagem da Mel. 
Pietra já está fazendo teatro há um tempo e este será seu primeiro trabalho na TV. 
Estou doido para tocar o projeto - explica Hassum, que gravará a partir de novembro. 
 Segundo o ator, Pietra vai começar um curso de cinema ainda este ano nos Estados Unidos. 
A família vem se dividindo entre os dois países há quase cinco anos: 
 - Eu sempre gostei dos Estados Unidos e vivi em Nova York quando jovem. 
Queria ter casa lá, até que consegui comprar uma em Miami.
 Minha mulher, Karina, trabalha com moda e desenvolveu uma coleção de praia especialmente para mulheres americanas.
 O negócio foi para frente e agora estamos caminhando para ficar de vez. 
Mas minha carreira é no Brasil. Como o voo direto só dura uma noite, é tranquilo. 
 Por conta da experiência no exterior, Hassum está criando um programa de variedades para a Globo Internacional. 
Ele pretende dar dicas sobre alimentação, imigração, moradia etc. 
Além desse projeto e do especial de fim de ano, o comediante se dedica ao cinema. 
Ele rodará em setembro o filme "O amor dá trabalho". 
No longa, Ancelmo, seu personagem, morrerá, mas terá de praticar uma última boa ação para conseguir um lugar no céu. 
Sua missão será juntar duas pessoas bem diferentes, interpretadas por Flávia Alessandra e Bruno Garcia. 
 Já a ideia de fazer um novo "Viva o gordo" (atração apresentada por Jô Soares na década de 80) está parada na emissora, mas não chegou a ser cancelada.
 Hassum diz que não tem a ver com o fato de ele ter emagrecido. 
O ator já perdeu mais de 60kg desde que se submeteu a uma cirurgia bariátrica, em 2014. 
 - As pessoas falam que o projeto morreu porque eu emagreci, que eu estou perdendo trabalhos por isso. 
Sendo bem metido, hoje em dia, quem escolhe sou eu. Eu é que falo: 'Não quero fazer isso'. Graças a Deus estou nesse momento.

FONTE/OGLOBO
Klara Castanho estreia no teatro e prepara livro 
Por Anna Luiza Santiago
Longe das novelas desde "Além do tempo", Klara Castanho acaba de estrear sua primeira peça. 
"Aprendiz de feiticeiro" ficará em cartaz até novembro em São Paulo e, a partir de janeiro, terá início uma turnê pelo resto do país. 
No espetáculo, ela interpreta Lady Jane, uma princesa: 
 - Já tinha recebido outros convites para peças, mas não dava para conciliar com as gravações das novelas. 
Agora que estou afastada da TV não pensei duas vezes em aceitar.
 Aos 15 anos, ela encarou sua primeira cena de beijo, que gerou repercussão.
 - Eu imaginava que isso aconteceria por causa da imagem de criança que as pessoas mantêm. 
Sempre tive noção de que haveria um choque, já estava preparada.
 Acho que essa surpresa é comum e natural. 
Agora, vão começar a enxergar que a menina cresceu.
 A Rafaela (sua personagem em "Viver a vida"), ou a Tonica (de "Morde & assopra"), não é mais daquele tamanho - diz ela, que estreou na TV no seriado "Mothern", do GNT, com apenas 6 anos (foto abaixo). 
 Este ano, Klara também filmou seu primeiro longa, "É fada", uma adaptação do livro "Uma fada veio me visitar", de Thalita Rebouças, de quem a atriz é fã. 
A estreia está prevista para outubro. 
 - Minha personagem, Júlia, tem uma vida conturbada. 
Os pais são separados e ela mantém uma relação distante com a mãe. 
Ela vai passar por situações difíceis e a fada Geraldine (interpretada por Kéfera) aparecerá para ajudá-la, mas acabará criando uma série de confusões - explica. 
 Além disso, a atriz está terminando de escrever seu primeiro livro, ainda sem data de lançamento, em parceria com a escritora Luiza Trigo, conhecida como Luly: 
 - A gente queria contar uma história mostrando aquilo que todo jovem vive, falando de suas relações amorosas e de amizades. 
É uma mistura de ficção com vida real. 
Estou curiosa para ver a reação das pessoas.
 Por falar em romance, Klara diz que está solteira e revela que seu primeiro beijo aconteceu há dois anos. 
Ela contou para os pais: - Demorei, mas contei. 
Eu era a princesinha do papai, intocável, não sabia como falar disso. 
Eles ficaram em choque, mas perceberam que eu tinha crescido. 
Disse com quem tinha sido e onde. Eles me deram conselhos e me deixaram segura. 
 Segundo a atriz, a relação com a mãe e o pai é muito próxima. 
 - Todos os assuntos são abordados em casa e sempre tive uma noção de mundo muito grande - afirma Klara, que, contudo, já teve vergonha de conversar com eles.
 - Aos 12, 13 anos, quando a gente começa a gostar de alguém e tem toda aquela fantasia sobre o primeiro beijo, só conta para as amigas. 
Quando começa a amadurecer, passa a falar com a mãe. 
Hoje digo para ela tudo o que acontece no meu coração e a cutuco quando vejo alguém bonito na rua.

FONTE/OGLOBO

quinta-feira, 28 de julho de 2016

   O céu é o limite para Laryssa Ayres
 Para a atriz, vale o ditado “melhor sozinha do que mal acompanhada”. 
A Jéssica de Malhação também sonha alto e almeja carreira internacional 

 Por Ligia Andrade 
Laryssa Ayres, a Jéssica de Malhação (Globo), não se achava parecida com Jennifer Lawrence. 
Só que, de tanto as pessoas comentarem, começou a sentir uma certa curiosidade em relação à atriz americana, vencedora do Oscar em 2013 com o filme O Lado Bom da Vida. 
“Vi ensaios fotográficos e pensei: ‘Não é que somos parecidas mesmo?’
 Ela tem uns traços, umas caras que também faço e um jeito de atuar parecido. 
E olha que não era referência e nem inspiração para mim”, frisa a carioca, que sonha em trilhar a carreira internacional. 
“Tenho um plano de me estabilizar, fazer novelas, filmes e séries, ter minhas coisinhas, dar uma boa vida para minha família... 
Nunca fui de sonhar pequeno nem tive medo dos meus sonhos. 
Nada vai me impedir de conquistar o que quero, mas vou com calma e cautela.” 
Com os pés no chão, Laryssa vem curtindo a realização profissional. 
“Fazer Malhação está sendo um aprendizado de vida, é o começo de uma longa caminhada e vou lembrar para sempre!”
 Jéssica conquistou seu espaço, ela estará na próxima temporada, aumentando a responsabilidade de sua intérprete. 
“Eu me vejo com vários fãs e percebo que somos referências e isso é bacana, estou aprendendo a lidar. 
Adoro a personagem e seu jeito louco, superdivertido”, vibra a carioca, que, assim como aluna do 3º ano do colégio público Dom Fernão, é amiga e boa como cupido. 
Em Malhação, ela também deu o seu segundo beijo técnico na telinha.
 “Foi profissional. Não era a Laryssa e o Lucas (Lucco) ali.” 
 Líder da turma Laryssa fez o seu primeiro comercial ainda bebê, com 1 ano e 6 meses. 
“Aos 6, falei para minha mãe que queria ser atriz e modelo”, revela. 
No colégio, adorava participar das aulas de dança e de teatro. 
“Tinha vontade de fazer todo mundo rir, meio que ‘dominava’ as turmas.” 
A estreia na telinha aconteceu em Flor do Caribe (Globo, 2013). 
Apaixonada pelo mar, Jéssica adora surfar e pedalar na praia. 
“Meu surfe é bem amador. Está mais para um estilo de vida, um hobby”, comenta. 
Mantendo seus 50 quilos, distribuídos em 1,58 metro, com musculação três vezes na semana, Laryssa não abusa das guloseimas e tenta comer de três em três horas. 
“Não sou a louca da dieta, meu ponto fraco é pizza.”
 Vaidosa, hidrata as madeixas, que estão no tom loiro-claro, uma vez por semana, e não dispensa massagens corporais e tratamentos estéticos para deixar as curvas irretocáveis. 
Se pudesse escolher uma qualidade e um defeito, a gata é sincera:
 “Sou bem atenciosa com as pessoas e impaciente, agitadíssima.”
 Dá para acreditar que ela nunca namorou sério? 
“Nunca rolou, não é minha prioridade, sou feliz comigo mesma, sozinha. Sou livre e na minha. 
Na real, às vezes parece que namorar é mais para o ego. É um prêmio. 
É complicado, estão faltando pessoas verdadeiras, que gostam, se joguem de verdade.” 

FONTE/CONTIGO
 João Baldessarini: 
"Parece clichê mas é real. Só o amor transforma" 
 Alerta de neocrush na área... O intérprete do mulherengo Beto de "Haja Coração" vai conquistar você 

Por Paula Merlo 
 Não queríamos te desanimar, Malvino Salvador, mas vai ser difícil o seu Apolo ter final feliz em "Haja Coração" (novela das 7, remake de "Sassaricando", de 1987) com uma concorrência desta! 
Aos 32 anos, o paulista João Baldasserini já foi empacotador de supermercado e hoje é galã fora e dentro da telinha, onde vive o saliente Beto. 
“Ele é o bonitão mimado que se apaixona e acaba aprontando todas pra conquistar a mulher dos sonhos. 
Mas não é vilão, hein?”, defende. E você acha que com essa carinha de bom moço a gente vai discordar de você, João?
 Pode defender mais a seguir. 
 O Beto é supermulherengo. E você? 
 Já fui. Aos 32 anos, posso dizer que já passei dessa fase de “tocar o terror”. Estou calmo e com o coração calmo e apaixonado... pelo personagem. 

 O que você tem do Beto?
 Acredita que ele é o personagem que mais se aproxima de quem sou? Temos a mesma energia. Sou agitado, ansioso, ele transpira, rói unha... Tenho muito disso. E, assim como o Beto, estou me descobrindo também. Gosto de me entender e de não me entender. 

 Ele vai ter que suar a camisa pra conquistar a Tancinha (Mariana Ximenes). O que é mais difícil é mais gostoso nisso?
 Ah, o conflito ajuda a dar mais sabor. Certeza! Até porque, quando a coisa finalmente acontece, você dá mais valor. Vai ser especial ver o Beto saindo do modo galinha e aprendendo a lidar com seus sentimentos. 
 Nesse triângulo Beto x Tancinha x Apolo (Malvino Salvador) quem leva a melhor?
 Torço pro Beto, claro! O público vai se identificar com ele porque ele é comum, cheio de defeitos, é ambicioso, às vezes bobo e vai viver uma paixão que o desestabiliza. Beto e Tancinha têm tudo pra dar certo!

 Na guerra e no amor vale tudo?
 Na guerra nada vale. Guerras só acontecem por falta de amor. Acredito no amor e prego isso. Sou do tipo que expressa carinho pra família, amigos... Parece clichê, mas é real: só o amor transforma.

FONTE/GLAMOUR
Aos 18 anos, Giovanna Grigio conta que pessoas ainda a veem como uma menina 
 Giovanna Grigio vive a recatada Gerusa na novela das 18h. 
 O grande público conheceu Giovanna Grigio como a doce e inocente Mili, de “Chiquititas” (2013). 
Na época com 15 anos, ela fazia uma menina de 13, no SBT. 
Agora, aos 18, a intérprete de Gerusa, de “Êta mundo bom!” não descarta encarar papéis mais sensuais na telinha. 
 — Se surgir uma personagem assim, vou me preparar e, claro, fazer numa boa. 
Mas acho que ainda não é o momento — pondera a paulista, que admite sentir uma dificuldade do público em perceber que ela cresceu:
 — As pessoas estranham quando uso uma roupa mais de mulher, sabe?! 
Elas me olham como se eu tivesse 13 anos por causa da Mili (risos). 
 Fazer uma personagem tão marcante para o público infantil chegou a ser uma preocupação para Giovanna. 
 — Eu tinha um receio. Acho que todo mundo que passa por uma experiência como a minha tem esse medo.
 Quando comecei com a Gerusa, eu me questionava: 
“Será que eu consigo fazer uma menina da minha idade?”. 
Acho que deu certo — celebra a atriz. 
Arthur Aguiar e Giovanna Grigio formam par na novela “Êta Mundo Bom!” 

 Entrando em seu último mês, “Êta mundo bom!” reserva fortes emoções para Gerusa e Osório (Arthur Aguiar). 
Na trama, a doença da menina, que tem leucemia, dá sinais de sua gravidade, deixando no ar a impossibilidade desse amor.
 — Eu fico contente demais com essa torcida pelos dois.
 Nas redes sociais, tem essa junção dos nomes que nunca ficam bonitos (risos). 
Mas é muito legal esse envolvimento do público — afirma Giovanna, que acreditou que o casal poderia ser rejeitado: 
— Arthur é nove anos mais velho do que eu.
 Achei que poderia rolar um estranhamento, porque, até um ano atrás, me enxergavam como uma pré-adolescente. Pensei que achariam um absurdo.

FONTE/EXTRAONLINE
MC Guimê abre o jogo sobre a casa de 2 milhões, assédio, amor e ostentação 
 MC Guimê, mais conhecido como MC ostentação, se apresentou na noite dessa sexta-feira no Club Noir, em Curitiba, e Glamurama aproveitou para bater um papo após a apresentação. 
Marcado para as 2 da manhã, o show só começou mesmo 45 minutos depois, isso porque o staff do MC já estava a postos, mas ele ainda não estava pronto. 
Uma vez no palco, Guimê contagiou o público e, por quase uma hora, colocou os mais de 300 convidados para dançar ao som de hits próprios e clássicos do rap e do funk nacional. 
Aproveitou a data para lançar em primeira mão a música “Viva La Vida”, feita em parceria com a dupla Tropkillaz – em menos de dez horas, o novo single já contabilizava mais de 50 mil vizualizações no Youtube. 
 Noivo da cantora Lexa, Guimê acaba de comprar uma casa de 2 milhões no Cidade Jardim, em São Paulo.
 “Já estou morando, ainda estou decorando, estamos naquele processo de deixar a casa com a nossa cara. 
Faz mais ou menos oito meses que procuro a casa ideal, me apaixonei pelo imóvel e recentemente consegui me mudar pra lá”, diz o cantor, que não tem pressa para oficializar a união. 
“Não temos ainda uma data certa, estamos nos programando para casar daqui a um ano e meio, no máximo dois”, explica. 
 Sobre o assédio feminino recorrente nos shows, Guimê mantém uma postura profissional. 
“Encaro como um trabalho. Há quatro anos faço shows regularmente e desde esse momento da minha vida, existe um amadurecimento profissional, e como ela [Lexa] também é cantora, também sofre com o assédio dos fãs. 
Trabalhamos e lidamos com isso de uma forma natural”, diz o MC com seu tom pausado que é completamente oposto a sua irreverência e descontração no palco. 
Fora dos holofotes, a ostentação dá lugar a uma personalidade tranquila e superprofissional. 
 Prestes a lançar seu primeiro CD, com 14 faixas – que deve chegar às lojas até outubro -, o cantor conta com participações pra lá de especiais, como Negra Li, Marcelo D2, Mister Catra e, claro, a noiva, que não poderia estar fora do projeto. 
Para finalizar, a pergunta que faz parte do DNA do moço: o que é ostentação para ele? Responde sem hesitar. 
“Minha ostentação é mostrar onde cheguei, minha superação de chegar e ter vindo até aqui, e esse lance de ostentar a vida e seus bens materiais, é como se fosse um grito de liberdade, nada além de ter chegado onde queria e olhar pra frente querendo ainda mais”, resumiu antes de se despedir e deixar a casa noturna depois de atender mais de 30 fãs, com fotos, abraços e muita simpatia. E mostrando que ostentação mesmo é ser cool.

FONTE/GLAMURAMA

quarta-feira, 27 de julho de 2016

 Nando Reis: 
"Sou mais que um hitmaker" 
 Em turnê com o espetáculo Voz e Violão, Nando Reis conta que está se surpreendendo com o sucesso que o show faz por onde passa. 
Autor de hits que embalam gerações, o ex-titã explica por que compor aos 53 anos é mais difícil do que era 30 anos atrás e adianta detalhes do novo CD, de inéditas, que lança ainda este ano 

Por Valmir Moratelli
Os gestos voam. Nando Reis usa os braços e as pernas para gesticular enquanto conversa. 
Ele não para um só instante. Inquieto, só se contém no palco, quando fica a sós. 
Em turnê pelo país com o show do CD Voz e Violão, o cantor recebeu QUEM no camarim de uma casa de shows no Rio, horas antes de se preparar para mais uma apresentação. 
Ao fundo a plateia já cantava algumas de suas canções, guardando-o. 
"Não sou um fazedor de sucessos, não faço música para fazer sucesso", diz ele, autor de hits como Relicário, All Star e O Segundo Sol. 
Agora, Nando leva o espetáculo para o Rio Grande do Sul, onde faz apresentações em Lajeado, na quinta-feira(7), em Caxias do Sul, na sexta-feira (8), e Passo Fundo, no sábado (9). 
 Pai de cinco filhos e casado com a escritora Vania Reis, o cantor, que já prepara um CD de inéditas para o final do ano, conta que só se desliga quando consegue voltar para casa, ao final de uma turnê.
 Difícil é imaginá-lo se desligando de tanta agitação... 
 Seu show Voz e Violão tem rendido apresentações lotadas por onde passa. É uma surpresa para você? 
Por incrível que pareça, sim. Tocamos no Rio (dia 4 de junho) estando com ingressos há semanas esgotados. Abrimos outra semana (dia 25), que esgotou em poucas horas. Esse show é uma surpresa desde o princípio, não é algo que eu tivesse planejado. Mas nesses quatros anos tenho experimentado intensamente para fazer aquilo de que mais gosto, que é lançar discos. 

 Mais do que fazer shows? 
Faço discos para tocar nos palcos. Mas, ao mesmo tempo, vim de uma geração que conseguiu lidar com o mercado num momento de transformação, em que o rock brasileiro tomou conta das rádios e da própria indústria fonográfica, se aliando à juventude. Gravávamos discos todo ano e isso está cada vez mais diminuindo. 

 E como lida com a nova geração, que não acredita mais em CD físico? 
 É uma nova forma de ver a música, sem dúvida. Não sei o quão perigoso é, pois isso só se detecta a posteriori. Seria incrível que todas as músicas tivessem chance de serem tocadas nas rádios, por exemplo. É claro que se pode dizer que a letra pop clássica de três minutos com estrofe e refrão tem mais chance de colar. Eu adoro músicas assim, no entanto não são só essas que me interessam fazer. 

 Por exemplo...? 
 Tenho canções que me surpreendem, que são grandes sucessos do meu show, como Relicário, que não tem refrão! Só tocou nas rádios quando a Cássia (Eller) cantou, e eu já tinha gravado há três anos. Hoje, 16 anos depois, é uma música que não posso deixar de tocar! “É uma índia com um colar, na tarde linda que não quer se pôr”... As pessoas me olhavam e falavam: “Que merda é essa, Nando?”. Não acredito em fórmula!

 Compor aos 53 anos é mais fácil do que aos 23? 
 Não (risos)! Tem uma coisa paradoxal aí. Não sei se é a experiência que bloqueia, que me torna exigente... Talvez uma sofisticação da própria linguagem, sabe? Tem a ver com a idade, claro! Na juventude, com os Titãs, descobri que tinha mais prazer em compor sozinho. Gerava crise com eles. Eu tinha muita coisa e muito pouco entrava (no repertório do grupo). Tanto que fiz parcerias com Samuel (Rosa, do Skank), abastecia Cássia, Marisa (Monte)... 
 Considera-se um hitmaker?
Sou muito mais que um hitmaker! Eu faço música. Se elas fazem sucesso é mérito delas. Não sou um fazedor de sucessos, não faço música para fazer sucesso. É uma forma de expressão para causar impacto, e o sucesso é consequência. 

 O que você não ouve de jeito nenhum? 
Putz! Não consigo ouvir música eletrônica. Não sei nem diferenciar as ramificações (risos)… 

 Você me parece um cara sempre ligado nos 220V. Quando se desliga? Há esse momento? 
Fico em casa. Amo voltar para casa. Um dia vou morar no mato e não sair de lá. Mas não agora! 

 Fale sobre o CD de inéditas que lança ainda este ano. 
Terá 13 músicas. Todas de minha autoria, exceto uma em parceria com o Samuel. Tem um monte de gente que admiro. Arnaldo Antunes, com quem não gravava há 25 anos, Pitty, Tulipa Ruiz, Luiza Possi, além dos meus filhos Theo, Sebastião e Zoé. Foi gravado em Seattle e no Brasil. Conta ainda com participações de Mike McCready (do Pearl Jam) e Peter Buck (do REM).

FONTE/QUEM
 Miá Mello celebra vilã no cinema: 
"Costumam me chamar para fazer boazinhas" 
 Depois de 'Amor em Sampa' e 'Uma loucura de mulher', atriz volta aos cinemas com 'Carrossel 2 – O sumiço de Maria Joaquina', em que interpreta uma popstar.

Por Beatriz Bourroul
 Miá Mello, 35 anos, celebra o bom momento de sua carreira no cinema. 
Após participar dos filmes Amor em Sampa e Uma loucura de mulher, lançados no primeiro semestre de 2016, a atriz está em cartaz com Carrossel 2 – O sumiço de Maria Joaquina, em que interpreta uma vilã popstar.
 “Agora as crianças colam em mim”, diz ela, que é mãe de Nina, de 7 anos, e não descarta a vontade de retornar em breve para TV.
 “Quero voltar.” Rosanne Mulholland e Miá Mello em cena de 'Carrossel 2' 

FILME INFANTIL
 “Carrossel é um longa-metragem voltado ao público infanto-juvenil e que me deixou super feliz por ter a chance de participar.
 É um infantil levado super a sério. Adorei fazer.” 

 VILà
“Adorei ter vivido a vilã da história. 
Costumam me chamar para fazer boazinhas.
 Como atriz, tratei de aproveitar a oportunidade. 
A Didi Mel é uma popstar, mas carrega uma mágoa da infância.
 Ela é muito diferente de mim. Sou uma pessoa que esquece, não fico guardando sentimento ruim.” 

 ATORES MIRINS 
“As crianças são muito carinhosas e muito profissionais, responsáveis. 
É um elenco que se conhece há um tempão e eu sou nova no pedaço, mas fui recebida com muito carinho. 
Quando cheguei para os ensaios, eles gritaram: ‘Miááá’. Foi um carinho recíproco.” 

 FILHA 
“A Nina tem 7 anos e passei a perceber um carinho das crianças quando vou buscá-la na escola. 
Nunca tinha feito um trabalho específico para este público da faixa etária dela. 
Por participar do filme de Carrossel, esse carinho aumentou. 
Eles gostam muito. É impressionante! 
Agora as crianças colam em mim (risos).” 
 Miá Mello e Fábio Porchat: parceria profissional 

‘MEU PASSADO ME CONDENA’ 
“Eu e o Fábio [Porchat] seguiremos com a peça até 2017. 
Atualmente, estamos em cartaz no Teatro das Artes, na Gávea, Rio. 
A peça gerou dois filmes e ainda não conversamos sobre a possibilidade de um terceiro.”
 TELEVISÃO 
“Por enquanto, ainda não tenho um novo projeto definido. Ficaria feliz em retornar. 
Não estou fechada às possibilidades que vierem. 
Gosto de trabalhar com comédia e tenho muito orgulho de representá-la. 
Acho que a comédia é difícil de ser feita.”

FONTE/QUEM
 Bruno Garcia sobre filha de 16 anos: 
“A adolescência será sempre um desafio"
 Ator fala do processo de criação do musical infanto-juvenil 'O Livro de Tatiana', que marca sua estreia como dramaturgo 

Por Marina Bonini 
 Foram necessários 20 anos para que Bruno Garcia, de 45 anos, tirasse do papel O Livro de Tatiana, atualmente em cartaz no teatro Porto Seguro, em São Paulo. 
O musical infanto-juvenil, que marca a estreia do ator como dramaturgo, conta a história do desabrochar da feminilidade de uma adolescente, que um dia ouve mãe falar sobre um anjo que dizia amém para tudo o que se desejava. 
 “Há 20 anos, a atriz Erika Riba me procurou para dirigir um espetáculo para crianças por indicação de João Falcão, com o qual tenho uma intensa relação profissional e que já naquela época acreditava na minha capacidade para realizar tal empreitada. 
O projeto de Erika envolvia também a adaptação de um livro de Lygia Bojunga, mas precisou ser interrompido. 
Como eu já havia começado o processo de criação e estava muito entusiasmado, resolvi escrever meu próprio texto como um exercício.
 Na verdade, concluí o texto e as músicas num espaço de uns dois meses. 
O que demorou foi colocar o texto em cima do palco”, relembra ele que ainda atua no musical. 
 A inspiração foi tamanha, que mesmo sem saber tocar instrumentos, Bruno compôs as canções do espetáculo.
 "As músicas apareceram como que por encanto. 
Sabia alguns acordes de violão, mas sequer havia aprendido a tocar uma música inteira dos livros de música que eu tinha. 
Estava disposto a chamar algum amigo músico para colocar melodia nas letras quando olhando para o computador e harpejando displicentemente o violão vi e ouvi surgir o refrão de 'Tente, Tatiana'", conta Bruno. 
 "Tomei um baita susto, olhei pro instrumento como se ele tivesse falado comigo e continuei até concluir a canção. 
Liguei para Adriana Falcão, com a qual tenho igualmente uma relação de amizade longeva e pelo telefone mesmo toquei a música. 
Em seguida perguntei se aquilo era uma canção e ela respondeu que sim! E das boas! 
Com o incentivo, resolvi fazer todas as outras.”
 Pai de Bella Garcia, de 16 anos, do relacionamento com Marta Macedo, Bruno entende bem o desafio de criar uma adolescente e de ter que alternar entre o papel de durão, ao falar os "nãos" para a herdeira, e o de amigo. "Quando Bella nasceu, lembro-me de dizer para Marta:
 'Agora vamos nos preparar para a adolescência’ (risos). 
Para se criar um filho ou filha, é necessário saber dizer não. 
O aprendizado de um ser humano passa necessariamente pelo contato com as frustrações, que o prepara para as situações imponderáveis que a vida irá apresentar.
Se tudo for dando certo na criação, acho que a quantidade de 'nãos' vai diminuindo à medida que a criança vai crescendo e aprendendo a discernir sobre suas próprias possibilidades.
 A adolescência será sempre um desafio.
 Que pode ser muito instigante. Nesse momento é colocado à prova tudo o que você trabalhou desde o nascimento”, explica ele, que sabe a hora de dar bronca e de curtir a filha.
 "Há momentos para durão e para ser amigo. Faço os dois papéis alternadamente." 
 Além do musical, que fica em cartaz até dia 28 de agosto, o ator, que foi finalista do quadro Truque Vip, do Domingão do Faustão, lançou no cinema recentemente o suspense O Caseiro e se prepara para voltar as telinhas com a série Nada Será Como Antes. 
“Acho que todo mundo, no fundo, se interessa por mágica.
 O programa trouxe a possibilidade de me expandir nas artes dramáticas. 
Foi divertido interpretar personagens que faziam coisas extraordinárias. 
Já fazer o longa O Caseiro foi um processo singular, uma experiência inesquecível… 
Agora é esperar pelo seriado que já vai estrear. Aguardem!”, comemora.

FONTE/QUEM
ANTES E DEPOIS
VEJA COMO ERAM OS FAMOSOS ANTES DA FAMA
FONTE/BLOGPOBREOFICIAL
*FOTOS E MONTAGENS