domingo, 20 de abril de 2014

Mr Catra, quatro esposas, 27 filhos:
"Continuo apaixonadíssimo
 pelas minhas quatro mulheres"
Por Bruno Astuto
Mr. Catra, o rei do funk carioca, completa 25 anos de carreira com lançamento simultâneo de quatro CDs com estilos diferentes depois de um intervalo de quatro anos sem gravar: funk samba, música eletrônica e até sertanejo.
 Catra também vai ganhar uma biografia em breve, um filme sobre sua vida, produzido por Paula Lavigne, e um reality show mostrando o cotidiano ao lado das quatro mulheres (sim! quatro) e dos 27 filhos (sim! 27) - uma das suas esposas está grávida do 28o. 
"Estamos em negociação com alguns canais, inclusive estrangeiros", afirma. 

Como dá conta de uma família tão grande?
Só paro quando acabar o amor. Como Deus é eterno e Deus é amor, não vou parar nunca. Atualmente tem mais um a caminho: Silvia, uma de minhas mulheres, está grávida. Serão 28 filhos agora. Desses, 26 são biológicos. Adotei dois irmãos quando soube que as crianças tinham HIV.

Sua fama de mulherengo procede? 
Estou num momento apaixonadíssimo pelas minhas quatro mulheres. Mas sou fraco, tenho esse problema. Posso dizer que atualmente estou tranquilo.

Como vai produzir CDs tão diferentes?
Ouço de tudo: de rock n'roll a musica clássica, passando por eletrônico. O CD de samba também vai virar um DVD com participações de Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho. Não sou sambista, mas consegui uma maneira de homenagear meus amigos. Nasci no berço do samba, na Tijuca. Já o CD sertanejo vai se chamar Mr. Country. Sou fã do Amado Batista e seria demais se ele me desse a honra de fazer uma parceria. O de música eletrônica será gravado num estúdio em Amsterdã, na Holanda.

Vai contar tudo na biografia?
Geral pode ficar tranquilo no meio do funk que não vou expor ninguém. Tem também o filme que a Paula Lavigne está tocando. Gostaria muito de que o Lázaro Ramos me interpretasse, ele é o melhor e igual a ele está difícil.

Como se sentiu com os recentes boatos de que estava morto?
Morri de rir, mas fiquei p..., porque tenho 2 filhos para criar, quatro mulheres e várias famílias que dependem do meu trabalho. Não tenho tempo para morrer. Estou vivinho da silva.

FONTE/EPOCA
Fernanda Paes Leme fala do 
'SuperStar' e se diz feliz solteira
Por Anna Luiza Santiago
Fernanda Paes Leme diz que está satisfeita com seu desempenho como uma das apresentadoras do "SuperStar". 
A atriz conta que vem sendo muito abordada nas ruas por conta das piadas e dos comentários que faz nos intervalos entre as apresentações das bandas:
- Nunca tinha pensado em seguir para esse lado e acabou sendo muito divertido. Ser uma pessoa descontraída facilita. 
Confesso que, quando recebi o convite, me assustei. Achei que, se aceitasse, estaria fechando portas. 
Sou atriz desde muito nova e coloquei na cabeça que esta é minha profissão. É difícil pensar diferente. 
Mas vi que, na verdade, só estaria abrindo mais uma porta na carreira. Lá fora todo mundo canta, dança, atua... 
Um dia, posso escolher seguir mais por um caminho ou por outro, mas nunca excluir um deles.
Fernanda revela que ficou muito nervosa no primeiro dia, já que não segue um roteiro. 
Ela apenas estuda os perfis das bandas com antecedência e improvisa de acordo com o andamento do programa.
- É uma adrenalina fora do comum. Tem que ter jogo de cintura, mas acho que me saí bem - avalia ela, que é só elogios para o diretor da atração, Boninho. - Fizemos muay thai juntos. Eu batia nele quase todos os dias. 
Era hilário. Então, temos uma relação muito boa. Não conheço esse Boninho severo que todos pintam.
Solteira há um ano, Fernanda acredita que seu jeito despachado no programa pode assustar ainda mais os homens:
- Curti muito durante a adolescência e agora cansei de baladas, mas ainda gosto de sair. 
Geralmente, os homens não chegam muito para conversar. Agora, então, vai piorar.
 Acho que intimido e prefiro assim. Não me sinto à vontade com um monte de gente me puxando pelo braço.
A atriz, porém, garante que está tranquila sem namorado:
- Sou muito bem resolvida com isso, até demais. Se eu não me desse tão bem comigo mesma e estivesse feliz nessa condição, já teria namorado uns cinco nesse período.

FONTE/OGLOBO

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Karen Junqueira sobre cenas
 de sexo com Cauã Reymond: 
'Foi tranquilo'
'Tem muita gente me perguntado como é fazer uma cena dessa com ele... 
Para mim, é só um trabalho e ponto', diz a atriz, que está em ‘O caçador'.

Por Luisa Girão
Karen Junqueira entrará em "O caçador" como a personagem Sandra, com direito a cena de sexo com Cauã Reymond. 
Sem maquiagem e com atitudes e roupas nada femininas – como calça de couro, coturnos e blusas fechadas até o pescoço. 
É assim que Karen Junqueira aparecerá no sexto episódio do seriado "O caçador". 
“A Sandra é fechada, anda apenas no meio de homens. Quando cheguei para fazer a caracterização para a personagem, me disseram que eu era muito bonita para o papel. 
Esperavam uma menina musculosa”, diverte-se a atriz, que posou para o ensaio de moda do EGO mostrando um visual bem diferente do de sua personagem.
Karen foi clicada na Casa Julieta de Serpa, na Zona Sul do Rio, mostrando seu lado mulherão, valorizado pelos looks com fendas. 
“Não me considero símbolo de beleza. Pelo contrário, me acho moleca e até meio desleixada. Mas, pelo meu trabalho, sou vaidosa por livre e espontânea pressão”, diz ela.
Como quase toda mulher bonita, Karen lembra que já teve sua fase “patinho feio”: “Eu, adolescente, era um 'Gremlin'. 
Era meio masculinizada também. Não usava maquiagem e só fui usar batom vermelho aos 25 anos”.
Inspiração em Hilary Swank
Na série, Karen será uma garçonete de rinha de galo e ajudará o personagem de Cauã Reymond a buscar uma pessoa desaparecida. 
Atrás de pistas, ele conhecerá Sandra e os dois irão se envolver. A jovem também será uma lutadora de muay thai e ensinará alguns golpes ao policial, que luta boxe.
"Os dois se encantam um pelo outro e assim se inicia um jogo de sedução. Eles se envolvem afetivamente, mas minha personagem foge porque sua vida está em risco após ajudar o Cauã”, explica.
A inspiração para o papel foi a atriz Hilary Swank no filme “Menina de ouro” e, para isso, Karen perdeu cinco quilos. 
“Voltei a praticar muay thai, além de mudar alguns hábitos alimentares. Já não comia carne vermelha, mas agora cortei doces e tudo que tem glúten”.
Cenas de sexo
Segundo Karen, a dieta não teve nada a ver com as cenas de sexo na série. “Não tenho problemas com este tipo de trabalho. 
Quando você acredita na história e na personagem, a nudez vira consequência”, comenta a atriz, que já tinha interpretado uma prostituta na série "Preamar" (2012), do canal HBO. 
“Confesso que quando fiz minha primeira cena totalmente nua fiquei nervosa. Mas quando tem um contexto, sai naturalmente. Afinal, ninguém transa de roupa”, diz, aos risos.
Ainda que as cenas quentes sejam com Cauã, um dos principais galãs da atualidade, Karen garante que não muda nada. 
“Nossos personagens se estapeiam em uma hora, em outra estão transando. Tem muita gente me perguntado como é fazer uma cena dessa com Cauã...
 Para mim, é só um trabalho e ponto. Não o conhecia, mas ele foi superprofissional e legal. Foi tranquilo”.
Há sete meses com publicitário Rodrigo Medina, a atriz conta que isso tudo não tirou o sono do namorado. 
“Ele ficou com zero ciúme. Todo mundo ficou pilhando, mas ele entende meu trabalho.
 A gente tem uma confiança muito grande um pelo outro e conversamos sobre tudo. Não precisa ter ciúmes”, minimiza.

Relógio biológico
Aos 31 anos, Karen lembra que passou por uma espécie de crise de idade com a chegada dos 30. “Era mais uma inquietação, um momento de pensar em mim. 
Fiquei mais calma, centrada”, diz ela, que optou em não ter um contrato fixo em emissora em busca de novos desafios: “Queria viajar, estudar inglês. Fiz um musical. Foi um momento libertador”.
Karen também conta que ainda não pensa em casar ou ter filhos. “Minha cabeça é muito jovem, sou uma eterna criança.
 Gosto de fazer as coisas no meu tempo. Não tenho desejo de ser mãe ainda e estou muito feliz no meu relacionamento do jeito que ele é.  Não sigo relógio biológico da sociedade, sigo o dos meus desejos”.

FONTE/EGO
Carol Castro fala do casamento:
 'Quero que dure para sempre'
Por Ana Luiza Santiago
Casada há dois meses com o modelo Raphael Sander e recém-chegada da lua de mel em Bora Bora, Carol Castro já voltou ao trabalho. 
Ela está em Nova Jerusalém, Pernambuco, onde encena a Paixão de Cristo como Maria. A atriz conta que é religiosa:
- Fui batizada e fiz primeira comunhão. Não vou à igreja com frequência, mas estou sempre rezando. 
Acho importante cada um se conectar da sua maneira com Deus ou com a força maior em que acreditam. Também sou adepta do espiritismo.
Na volta da viagem ao Nordeste, ela fará uma campanha publicitária junto com marido. 
Carol conta que a rotina não mudou muito depois que eles oficializaram a união, já que moravam juntos há um ano e meio.
- Quero que dure para sempre. Sempre almejei um casamento como o de Nicette Bruno e Paulo Goulart ou Tarcísio Meira e Glória Menezes. 
Já tinha esse sentimento, mas, quando você assina um papel, se compromete a fazer dar certo, mesmo sabendo que hoje em dia é tão difícil.
Os jovens que se casam são minoria. Está todo mundo num grande 'oba oba'. Quando casamos, parece que vamos no fluxo contrário.
Carol, que clareou os cabelos quando terminou de gravar "Amor à vida" como a advogada durona Sílvia, diz gostar de mudar o visual com frequência.
- Ano passado, cortei bastante. Nunca tinham me visto de maneira mais moderna, mais mulher. 
Aquele cabelão de garota da praia marcou a minha imagem e eu não era mais só aquilo. É interessante poder mostrar outras facetas e o cabelo proporcionou isso. 
Tanto que todos acharam que eu tinha mudado especialmente para fazer a Sílvia, pois se encaixou muito bem.

FONTE/OGLOBO
Rapidinhas com
Patricia Kogut

Gugu Liberato está próximo de acerto com o SBT
Gugu Liberato e o SBT estão cada vez mais próximos de acertarem um modelo para a volta do apresentador à emissora em breve. Uma das possibilidades mais concretas é uma sociedade entre Gugu e Silvio Santos, em que custos e receitas seriam rateados.

Levantar voo
Todas as atenções da Record estão voltadas para a análise do primeiro piloto em estúdio do “Programa da Sabrina”. Ele é importante para testar a funcionalidade do cenário, que ainda está em fase de finalização a poucos dias da estreia (em 26 de abril).

Em casa
Depois de analisar propostas de cinco produtoras independentes, a direção da Record decidiu que a novela “Os dez mandamentos” ficará a cargo da equipe da emissora. A conclusão foi de que a experiência com a Academia de Filmes, parceira em “Milagres de Jesus”, foi ruim: “acostumados com o ritmo de cinema, eles não têm know-how de TV, atrasam o cronograma o e não controlam o orçamento”.

Novela Salve Jorge virou nome de lanchonete
“Salve Jorge”, de Gloria Perez, acabou na televisão no ano passado. Mas em Boipeba, na Bahia, a novela está eternizada no nome dessa lanchonete que serve um café da manhã delicioso segundo testemunhas

Como ator
Nova comédia nacional da MTV, “Copa do caos” terá o reforço do vocalista da banda Fresno, Lucas Silveira. Ele gravou uma participação especial na série, que mostra a jornada de dois argentinos atrapalhados que querem assistir aos jogos da Copa e, para isso, superam mil obstáculos.

KGB na área
A segunda temporada de “The americans”, que estreou em fevereiro nos Estados Unidos, já tem data para ir ao ar aqui, pelo FX: em junho. O canal també

FONTE/OGLOBO

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Pais de primeira viagem, Jaqueline e 
Murilo vivem sonho ao lado de Arthur
Entre cantigas de ninar e fraldas, casal 20 do vôlei supera nervosismo dos primeiros dias, 
aprende a cuidar do filho e pensa em novo herdeiro para depois das Olimpíadas

Por Joanna de Assis e Marcos Guerra
“A Dona Aranha subiu pela parede, veio a chuva forte e a derrubou”.  Murilo se pega cantando mesmo em um treino do Sesi-SP. 
O ponteiro, tão acostumado ao hino nacional nos jogos da seleção brasileira, agora não tira da cabeça as cantigas para ninar o filho Arthur. 
O paizão se desmancha em sorrisos e brincadeiras ao ver o pequeno se espreguiçar nos braços da mãe Jaqueline. 
Os olhos da ponteira também brilham, enquanto seus braços fazem um aconchegante balanço para fazer o menino dormir. 
Quase quatro meses depois do nascimento do garoto, os pais de primeira viagem já estão mais adaptados à nova fase, entre canções de ninar e fraldas. 
- Ele já acorda com músicas, e eu fico com aquilo na cabeça durante o treino. 
A bola vai para um canto, e eu penso na Dona Aranha. Está sendo maravilhoso. Estamos curtindo bastante. 
Está passando muito rápido. Ele já vai completar quatro meses e parece que ele nasceu ontem. 
A tendência é passar mais rápido ainda, então temos de curtir cada dia, cada momento. Estamos muito felizes - disse Murilo.
A mamãe também é só felicidade.
- É uma delícia. Sempre sonhamos ter um filho e estamos realizando esse sonho. Agora eu sei qual é o sentimento de uma mãe realizada. 
Eu não me arrependo de nada do que fiz e agradeço a Deus por colocar mais uma vida em nossas vidas - disse Jaqueline, que abriu mão da temporada à frente do Osasco e da seleção brasileira para realizar o sonho de ser mãe.
Fruto de um relacionamento de 14 anos, Arthur é um bebê tranquilo. Os pais contam que por vezes nem parecem ter uma criança em casa. 
Trocar fraldas, colocar o garoto para arrotar, dar banho são tarefas já incorporadas à rotina dos dois. 
Se Murilo está treinando ou jogando, Jaqueline cuida de tudo. Se a ponteira vai à academia, o marido assume o posto de paizão. 
Nem mesmo à noite Arthur dá muito trabalho. Sempre que ele desperta, o carinho e o cuidado dos pais logo o colocam para dormir novamente.

Nervosismo nos primeiros dias
A vida de pais de primeira viagem, porém, nem sempre foi tão sossegada. Antes do parto, a curiosa Jaqueline parava mães desconhecidas no meio da rua ou em shoppings para pegar dicas e entender como é ser mãe, o quão difícil é. 
As conversas não adiantaram muito. Os dias que se seguiram ao nascimento de Arthur, no dia 20 de dezembro, foram de nervosismo e muito aprendizado para os dois jogadores.
Confira nesta sexta-feira a reportagem sobre a luta de Jaqueline para voltar às quadras
- É tudo instinto. Quando o Arthur nasceu, não teve jeito. A enfermeira o tirou da Jaque, enrolou em um pano e falou: “Toma papai”. 
Não é que eu sabia ou tinha treinado, mas encaixou. Assim foi no dia a dia também. Na maternidade aprendemos a fazer muita coisa. 
No dia que voltamos para casa, falei: “Agora não vai ter mais jeito, é com a gente, não tem mais ninguém” - disse Murilo.
- Eu fiquei nervosa. Lá no hospital tinha gente para me ajudar, para trazê-lo para amamentar. Quando a médica falou “amanhã você pode ir embora”, eu pensei: 
“Meu Deus, o que eu vou fazer com essa criança?” Eu não dormi, mas as coisas foram se ajustando aos poucos. 
É tudo uma novidade. Eu curto tudo: trocar fralda, colocar para dormir, dar de mamar. 
São momentos que passam, então eu curto tudo da melhor maneira possível. 
Ainda mais agora que estou sem jogar, estou curtindo mais que o Murilo - completou Jaqueline.
A mãe da ponteira foi de Recife para São Paulo para ajudar nos primeiros dias. 
A mãe de Murilo também deu uma força, e a babá, que Jaqueline considera uma mãezona para toda a família, é o braço direito do casal agora. 
Mesmo assim, os ponteiros não escaparam das noites em claro.
- Todo mundo falava de acordar à noite. Isso assustava muito, tendo que levantar no outro dia cedo para treinar. 
Houve umas duas semanas que achamos que não iríamos aguentar (risos). Ele nos deu uma canseira. Nossa senhora! 
Ele acordava o tempo todo. Ele tinha cólica, e não sabíamos o que fazer. Ele desse tamanho derrubava nós dois. 
Foi na segunda ou na terceira semana. Depois ele ficou mais comportado. Todo mundo falava: “Aproveita para dormir agora” (antes do nascimento). 
É difícil no início. O sono nunca mais é o mesmo. Tem momentos de pai e mãe que temos de vivenciar mesmo - disse Murilo.

E no meio da reportagem...
- Ele acabou de fazer um "popô". Ele ficou caladinho, e eu sentindo os rumores aqui no meu colo. Esquentou (risos).
 No início eu até enjoava, mas agora já estou acostumado. O fedor está pior, porque ele está começando a comer frutinha - contou Jaqueline, que ao trocar a fralda percebeu que foi um alarme falso.
O herdeiro no vôlei
Filho de uma bicampeã olímpica e de um bicampeão mundial, Arthur carrega o vôlei em seu DNA.
Seu quarto é todo decorado com alusões à modalidade e ele até dorme em uma espécie de quadra de vôlei.
- Ele ganhou uma camisa com o número 8 (o número dos pais). O quarto dele é puxado para o vôlei. Tem a girafa, que sou eu, tenho um pescoção. 
O Murilo é o leão, na época ele estava com cabelo grande. E o Arthur é o ursinho. O berço também é uma quadra de vôlei. Mas não vamos pressionar em nada - disse Jaqueline.
- Vai ser livre e espontânea pressão - brincou Murilo.
Se herdar o talento do pai, Arthur tem tudo para ser mais um grande ponteiro passador. A semelhança física é só o primeiro passo. Ele é muito parecido com o bebê Murilo, só que pode superar o 1,90m de altura do pai.
- Ele se parece comigo. A cor do cabelo, da pele, é todo meu. Não tem nada do Murilo aí, gente - brinca Jaqueline -
 Eu o chamo de bolotinha, porque ele é muito grande e fofo. Acho que o osso dele é pesado, não sei. Está pesando uns nove quilos. 
Ele está com 70cm só com três meses, então está grande. O pediatra olha e fala: “Esse moleque vai crescer para mais de 2m”. 
Que isso, filho? Já está desse tamanho? Está com tamanho de criança de um ano de idade.
Com menos de quatro meses, Arthur foi ao seu primeiro jogo no último domingo e, mesmo diante de um Mineirinho lotado, não deu trabalho à mãe Jaqueline.
 O garoto estreou logo na final da Superliga Masculina de vôlei e viu o Sesi-SP de Murilo perder diante do Cruzeiro. Mas acompanhou o pai no pódio.
- Eu fiquei preocupada, porque ele não estava indo a um jogo normal. O barulho era três vezes acima do normal.
 Era torcida de futebol. Ele, com três meses, conseguiu até dormir, deu umas assustadas, mas ficamos em um lugar reservado. 
O problema foi quando o Murilo foi receber a premiação, porque o barulho era intenso na quadra, mas ele foi muito tranquilo. 
Foi a primeira viagem de avião também. A estreia de tudo. Ele foi para dar alegria ao papai - disse Jaqueline.
Arthur tem dado força a Murilo antes mesmo de nascer. O ponteiro passou por uma cirurgia no ombro direito, no início de maio, e o filho o motivou a se recuperar.
- O melhor para mim é chegar em casa depois de treino, depois de viagem, depois de jogo, e ver esse sorriso gostoso, banguelo. 
Dá vontade de apertar, de abraçar, de beijar. Ele me ajuda bastante. Passei por um momento de cirurgia. 
Nem todos os dias eram bons. Ele me ajudou a esquecer isso e viver só para ele, para nossa família. Desde pequeno ele nos ajuda.
O ponteiro não desgruda do filho. Por enquanto, as viagens junto com o Sesi-SP foram curtas, mas Murilo deve passar um longo período no CT da seleção brasileira, em Saquarema, para se preparar para o Mundial da Polônia, em setembro. Se depender do jogador, Arthur o acompanhará pelo menos na casa do vôlei brasileiro.
- Vamos montar um berço em Saquarema. Se a Jaque também for convocada, vamos levá-lo junto. Ele fica lá na quadra enquanto estamos treinando, já fica catando bola - brincou Murilo.
O garoto cada vez mais será figurinha marcada nos jogos dos pais. O casal curte ao máximo a nova vida. A felicidade é tanta que Jaqueline já pensa em ter outro herdeiro, mas só depois das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.
- É gostoso, é lindo, mas passa um perrengue. A satisfação é olhar o sorrisinho lindo dele. Tudo compensa. Eu já penso em ter outro, mas só depois de 2016.

FONTE/GLOBO

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Grazi Massafera:
 'Sempre fui cobaia de mim mesma'
Em entrevista, atriz fala sobre desafio de apresentar programa e fala sobre a temporada que planeja passar fora do Brasil.
Grazi Massafera assumiu um novo desafio na sua carreira ao estrear como apresentadora do programa Superbonita, exibido pelo canal pago GNT. 
Em entrevista à coluna Zapping do jornal Agora S. Paulo desta segunda-feira (14), a atriz falou sobre a atual fase:

APRESENTADORA
"Sempre fui cobaia de mim mesma. Adoro conversar sobre beleza, trocar dicas com as convidadas, então estou bem à vontade. Tenho aprendido bastante!"

CORPO
"Gosto de fazer atividades físicas. Descobri o boxe funcional, tenho feito em casa, com professor, e adorado. Também faço musculação para ganhar massa muscular, já que perco peso com facilidade."

TEMPORADA NA ESPANHA 
"Eu estou indo para lá para fazer um curso de interpretação. Mas estudar idiomas também está nos meus planos para este ano."

FONTE\QUEM
Ex-Parangolé, Léo Santana 
investe na carreira solo:
 'Mais ousado que nunca'
Cantor diz que não rolou mágoa em sua saída da banda, assume o seu lado
 vaidoso e avisa que está solteiro. ‘É mais difícil namorar escondido’.

Por Laís Gomes
Depois de mostrar seu "rebolation" por oito anos ao lado da banda Parangolé, Léo Santana resolveu alçar novos voos. 
O ex-vocalista da banda de axé - que ficou conhecida nacionalmente em 2010 - agora é dono do seu próprio nariz.
 “Chegou um momento em que meu nome ficou mais forte que o da banda. Saí numa boa e agora venho mais ousado do que nunca”, afirma.
Em entrevista ao EGO, o cantor adiantou algumas novidades de seu novo trabalho, que ele considera "comercial e popular", falou sobre o novo vocalista da banda Parangolé, o cantor Tony Salles - marido de Scheila Carvalho -, e confessou que o grupo o achou estrelinha na época do estouro da núsica "Rebolation": 
"Posso ter tido alguns deslizes, mas mantive meu pé no chão. Me achar o tal não seria legal".
Por que tomou a decisão de sair do Parangolé?
Foram quase dez anos e só tive conquistas, muitas coisas boas em pouco tempo. Tudo foi acontecendo naturalmente. Desde pequeno já pensava em ser cantor solo e não de banda, mas as coisas caminharam para esse lado. Passei por outras bandas até acontecer o casamento com o Parangolé, entrei com 18 anos e fui conquistando um espaço muito legal. Chegou um momento em que meu nome ficou mais forte que o do grupo e pensei: 'Será que esse é o momento de sair?'. Até então nunca tinha cogitado.

Foi difícil sair? O grupo aceitou numa boa?
Fiquei angustiado e sem saber como falar, a gente estava em um momento muito bom e fiquei mantendo isso em segredo. As pessoas já estavam chamando a banda de Léo Santana e Parangolé. Foi aí que vi que era o momento. Chamei meus empresários, conversamos e, pra minha felicidade, eles aceitaram. Foi uma coisa natural, não brigamos, não teve desastre. Todo mundo aceitou numa boa. Fiquei muito tempo na banda, entrei num momento que ela não era conhecida, dei uma nova cara...

Você palpitou na escolha de Tony Salles para substituí-lo? Vocês conversaram durante essa transição?
Esse negócio de dar palpite para escolher é um negócio bem complicado. Meus empresários me pediram opiniões, dei algumas, inclusive o nome do Tony. Acho que ele era o cara mais apropriado.  Enquanto eram só boatos, não conversamos, mas, depois que se confirmou, ele me procurou. Somos amigos, vamos à casa um do outro, conheço a família dele, nos encontramos fora dos shows. Ele disse que iria honrar a historia que eu criei e me desejou sorte na nova etapa.

Em algum momento após o estouro do "Rebolation" você  se deslumbrou com o sucesso?
Algumas pessoas que trabalham comigo disseram que tive alguns comportamentos de estrelinha, mas eu não acho. Creio que me comportei bem e, se não me deslumbrei na época que estourou "Rebolation", por que mudaria agora? Acho que essa coisa de ter o pé no chão vem da vida que eu tenho, de onde vim. Sempre fui um cara guerreiro e dou valor a todas as minhas conquistas. Me achar o tal não seria legal, não seria eu. Minha família não ficaria feliz. Tenho amizade com as mesmas pessoas de antes. Posso até ter alguns deslizes, mas não sou deslumbrado.

O que está preparando de novidade?
Estou feliz demais com o meu CD novo. Venho mais ousado do que nunca, com muitas composições minhas, do Rodriguinho e de outros compositores conceituados. Estou selecionando as melhores pra fazer um CD comercial e popular. A gente começa a gravar semana que vem só com músicas inéditas. A de trabalho se chama "Fenômeno" e vai ser gravada com um angolano estouradíssimo chamado Anselmo Ralf.
Mesmo com tanto tempo de carreira essa estreia em fase solo dá um friozinho na barriga?
Dá, mas ao mesmo tempo me tranquiliza saber que está todo mundo comigo. Se tivesse algum problema, alguma rixa com alguém, daria insegurança. Claro que dá nervoso e ansiedade de saber como vai ser a nova etapa da minha vida.

O que você gosta de fazer quando não está cantando?
Sou muito caseiro, gosto de ficar com minha família e amigos. Nessas minhas férias era pra eu passar 22 dias nos Estados Unidos e fiquei só dez. Larguei tudo lá e voltei para casa. Gosto de ficar na minha comunidade, no subúrbio de Salvador.

Você parou de estudar na oitava série do ensino fundamental. Pretende um dia voltar?
 Parei de estudar muito cedo porque  tive que correr atrás do pão de cada dia. Tenho muita vontade de terminar os estudos e fazer uma faculdade de música para me aprimorar.

Você é vaidoso. Dá trabalho manter a forma? Segue alguma dieta?
Sou vaidoso pra caramba, apesar de não me considerar metrossexual. Adoro academia e me alimentar bem. Emagreci uns 12 quilos, estou mais definido e bem mais saudável. Ainda bem que minha genética ajuda, não tenho tendência para engordar.

Você animou o bloco gay As Muquiranas nos últimos carnavais. Recebe cantadas dos homens? Como lida?
Recebo várias! Mas levo na esportiva, trato com carinho e respeito. As cantadas são das mais surpreendentes até as mais bobas. É divertido e não tenho nenho nenhum preconceito. Me sinto tão querido por eles! Ganhei por votos deles pra sair na "G Magazine", mas não aceitei o convite.

Tá namorando? O que é preciso para uma mulher o conquistar?
Não, estou solteiro. O povo diz que namorar famoso atrapalha, mas quando é de verdade, dá pra passar por cima. É claro que a gente olha primeiro a beleza, mas a pessoa tem que ser verdadeira, não me julgar pelo que sou. Também tem que me conhecer como Leandro, pessoa física. Esse lance da fama afasta e é mais difícil namorar escondido da mídia, mas não ligo. Se eu gostar, assumo. Não tem por que esconder.

FONTE\MDEMULHER
Chris Evans sobre casar e ter filhos: 
"Esse é o verdadeiro objetivo na vida"
Chris Evans, que está solteiro desde outubro de 2013, fala sobre 
sua amizade com Scarlett Johansson e a vontade de ter uma família

Por Mariane Morisawa, de Los Angeles
Quando é apenas o ator e não o Capitão América, Chris Evans, 32 anos, confessa: só faz musculação para ficar bonito na camiseta. 
Dá para perceber pelos bíceps do ator, que interpreta pela terceira vez o super-herói que veio da década de 1940 para Capitão América 2 – O Soldado Invernal, de Joe e Anthony Russo. 
Se Capitão América – O Primeiro Vingador era a origem do personagem, e Os Vingadores, um coletivo de super-heróis, agora é a hora de Steve Rogers aprender a se movimentar num mundo em que ninguém é confiável. 
Talvez a exceção, surpreendentemente, seja a sempre arisca Viúva Negra (Scarlett Johansson, 29).
Chris Evans, que oficialmente está solteiro desde o fim do namoro com a atriz Minka Kelly, 33, nasceu em Boston e começou a atuar em peças na escola, como costuma ser nos Estados Unidos. 
Esperto, fez estágio numa agência de talentos e conheceu muita gente da indústria.
 Começou pequeno, mas em cinco anos já estava encarnando seu primeiro super-herói, Johnny Storm, em O Quarteto Fantástico (2005). 
Agora, anda empolgado com sua primeira experiência atrás das câmeras, a comédia romântica 1:30 Train. 
Tanto que assustou todo mundo quando deu a entender que encerraria a carreira de ator (na entrevista a CONTIGO!, declarou que queria se dedicar mais à direção). Recentemente, negou que vá se aposentar. Ufa, Chris, assim você nos mata!
Obviamente você treinou muito para o filme, ficou bem forte...
E já perdi tudo (risos)!

Sim, você está mais magro. Mas como é sua rotina de exercícios e dieta quando está fazendo Capitão América?
É dureza, cara. Mas a motivação está lá: é um filme de super-herói, uma coisa que vai durar para sempre. Não é para ficar bonito na praia. São seis dias por semana de treinamento. Tenho metabolismo alto, então perco toda a massa muscular se fizer corrida. É só musculação. E odeio fazer musculação, na minha vida eu faço para enganar, para ganhar alguns músculos estratégicos e ficar bonito na camiseta.

Precisa fazer dieta?
Na verdade, não. Não tem tanto a ver com o que você come, mas com a quantidade. Muita proteína. Você se sente inchado e nojento o tempo inteiro.

A Viúva Negra aparece bastante neste filme. Como é a relação dela com o Capitão América?
Os dois estão passando pelos mesmos problemas. Ela viveu uma vida de decepções e muda de acordo com a pessoa com quem está lidando. É difícil confiar em alguém. Ela também está tentando descobrir como ser uma boa pessoa, não apenas uma boa agente secreta.

E como é sua relação com Scarlett Johansson?
É ótima. É como uma irmã para mim. Acho que este é, sei lá, nosso 27o filme juntos (risos). Fizemos tantos! Eu a conheço desde que ela tinha 16 anos, antes de ser a Scarlett Johansson. É muito bom chegar ao set e encontrá-la, poder falar mal dos uniformes e tal. Ela é fantástica.

Ela também dá conselhos sentimentais, como a Viúva Negra tenta fazer com o Capitão América?
Sim... Ela sempre foi muito madura, acabou de ficar noiva, tem muita experiência de vida para alguém que nem chegou aos 30 anos ainda. Mas não dá apenas conselhos sentimentais, e sim conselhos para a vida. Estamos numa indústria complicada, esse tipo de filme é complicado. É bacana ter alguém como ela ao lado, mesmo que for só para te ouvir.

E você, pensa em ficar noivo, se casar, ter uma família?
Eu adoraria! Esse é o verdadeiro objetivo na vida! Talvez atuar menos no futuro, dirigir mais. Ter mais tempo para mim. Como diretor você pode fazer um filme a cada dois anos.

Você hesitou em aceitar o papel de Capitão América, mas continua fazendo filmes independentes. Sua ideia é continuar fazendo os dois?
Amo Capitão América e teria sido um tolo se recusasse esse trabalho. Mas estou chegando a um ponto na minha vida em que estou interessado em outras coisas. Realmente adorei dirigir um filme. Eu me senti à vontade, como se aquele fosse o meu lugar mesmo. É outro tipo de compromisso. Quero dirigir mais, filmes menores. Produções grandes são ótimas, mas não sei se são para mim.

FONTE\MDEMULHER
Isabelle Drummond será ‘patricinha do rock’ em 'Geração Brasil'. Conheça mais da personagem!
Inspirada em divas problemáticas como Lindsay Lohan e Taylor Monsem, 
Megan Parker será uma vilãzinha cheia de atitude e muita marra. Descubra!

Por Lucas Castilho
Isabelle Drummond ficou 20 dias gravando nos Estados Unidos. "Lá eu dirigi o carro da Megan e pude sentir a energia dela"
Ainda falta um mês para Além do Horizonte terminar, mas a curiosidade em cima de Geração Brasil, sua substituta no horário das sete, só aumenta!
 O que dizer, então, da expectativa sobre Megan Lily Parker-Marra, personagem pela qual Isabelle Drummond mudou radicalmente o visual!
Inspirada em divas problemáticas como Lindsay Lohan e Taylor Monsem, a Jenny de Gossip Girl, a 'it girl rocker' promete causar no folhetim.
 "Ela não é uma menina comum entre as patricinhas norte-americanas. 
Ela tem uma pegada meio rock, é meio revoltadinha", contou a atriz em entrevista ao Gshow.
Filha na ficção dos queridinhos da América Jonas Marra (Murilo Benício), CEO de uma empresa de tecnologia, e Pamela Parker-Marra (Cláudia Abreu), atriz de sucesso, Megan foi criada feito uma rainha e agora, crescida, vive metida em confusões, que vão desde ela ser pega dirigindo bêbada até fazendo pequenas maldades para conseguir o que quer.
Mas a atriz também defende sua personagem: "Não é que eu seja uma boa moça e a Megan não. Têm umas coisinhas dela que eu tenho. Eu poderia  ser uma 'bad girl' Tenho também um pouco disso. Acho que todo mundo tem. Quem não?".
Sobre a experiência de passar 20 dias intensos gravando a trama nos Estados Unidos, Isabelle só tem elogios! 
"A gente entra muito na história quando está no cenário.  Eu andava pelas ruas de São Francisco, dirigi o carro da Megan e comecei a sentir muito a energia dela", confessou.
Geração Brasil tem estreia prevista para o dia 5 de maio. Escrita por Filipe Miguez e Izabel de Oliveira, os mesmos autores da trama-hit Cheias de Charme, vem com a difícil missão de repetir o sucesso da novela ‘das Empreguetes’.

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José Mayer diz:
 'É inquestionável que o mundo
 tem se tornado homossexual'
Por  Debora Luvizotto
José Mayer voltará a viver um personagem homossexual, dessa vez na TV, na novela Falso Brilhante, de Aguinaldo Silva, que irá substituir Em Família no segundo semestre deste ano na TV Globo.
 Em entrevista para o jornal O Dia, ele contou como encara esse desfio.
“O ator gosta de surpreender. A gente considera o palco, a TV e o cinema espaços de libertação. Não tem censura. 
Farei com o maior prazer. Quando estreei no teatro, em 1968, no ano seguinte, fiz uma cena homossexual. 
Foi um beijo na boca entre um dirigente de futebol e um jogador. E era outro contexto histórico, quando a homossexualidade era de fato reprimida”, disse Mayer.
Ele ainda completou: “Hoje é diferente, é inquestionável que o mundo tem se tornado homossexual. 
É hipócrita fechar os olhos para essa realidade. E não acho oportunismo quando as novelas colocam em cena um personagem gay. É necessidade de se discutir um tema sério”.
Já em relação ao rótulo de galã que carregou por muitos anos de sua carreira, ele brincou: “Eu fui, não sou mais. A vida passa, as funções mudam. Galã agora é o Cauã Reymond”.

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Gisele Bündchen confessa:
 'Ganho bem, mas não é tudo isso que falam'
Por Ana Carolina Soares
Há quase 20 anos atrás, Gisele saiu de Horizontina para ganhar o mundo. "Tenho o mesmo dia a dia de qualquer mulher", diz.
Sorrindo, abraçados, trocando beijinhos de tempos em tempos, Gisele Bündchen, 33 anos, e Tom Brady, 36, recebiam um grupo de amigos na sala de videoconferência do Hotel Emiliano, nos Jardins, em São Paulo. 
Era tarde da quarta-feira (2) e faltavam três horas para o casal estrelar o desfile da Colcci, um dos mais aguardados da São Paulo Fashion Week.
 Coube à modelo os holofotes na passarela, ao jogador de futebol americano as atenções na plateia, e à dona Vânia, 65, mãe de Gisele, curtir Benjamin, 4, Vivian, 1, filhos deles que ficaram no hotel durante o espetáculo.
 “Viemos passar alguns dias a trabalho, mas o clima é de uma festa de família! Ficamos todos em três quartos, um ao lado do outro, com as portas abertas, meus filhos e sobrinhos brincando no corredor.
 Uma delícia!”, disse Gisele, descalça, com as pernas cruzadas sobre o sofá do hotel, exibindo sua lindeza despojada em um macacão solto, poucas camadas de rímel e um batom cor de boca.
Com uma fala rápida e forte sotaque gaúcho, ela abordou as delícias da vida em família, o susto de um incêndio que acometeu dias atrás seu apartamento em Boston, nos Estados Unidos, além da conquista de suas verdadeiras riquezas. Tudo isso numa conversa regada a água de coco.
Como é vir ao Brasil a trabalho?
Agarro qualquer oportunidade para voltar a meu país. Não há lugar no mundo em que me sinta melhor do que no Brasil. É a minha terra, onde cresci e sinto uma energia diferente em todos os sentidos. Moro nos Estados Unidos há muitos anos. Gosto de lá, mas é muito diferente da forma com que fui criada e dos meus costumes. Não sei explicar, mas, quando chego aqui, é um alívio, consigo relaxar mais. Por mais que eu goste de lá e viva lá, o Brasil é a minha casa.

E por que não volta? Há planos?
Sou casada com um americano e não é uma decisão que eu possa tomar sozinha. Em nenhum relacionamento a gente chega e impõe algo. Conheci o Tom nos Estados Unidos, ele trabalha lá. Graças a Deus, minha profissão me dá oportunidade de viajar, de voltar ao Brasil e trabalhar em lugares distintos. Aliás, completo 20 anos de carreira em janeiro. Nesse mês, aos 14 anos, deixei minha cidade (Horizontina/RS) para morar em São Paulo e começar a trabalhar como modelo. Vou comemorar muito! Mas ainda não posso dizer como, porque está em definição.

Quando começou a carreira, aos 14 anos, sonhava em se tornar uma das modelos mais influentes do mundo?
Nunca imaginei tantas conquistas. O meu objetivo sempre foi e continua sendo dar o meu melhor.

Qual considera sua maior conquista?
Não tem só uma... Saí de Horizontina nova e tinha uma visão assim (coloca as mãos ao lado do rosto, tirando a sua visão periférica). Trabalhar ampliou minha realidade, de como o ser humano evolui... Viajei o mundo inteiro, conheci pessoas diferentes... Imagine: não acabei nem o 2o Grau e hoje falo cinco línguas! Por isso, sou grata a todas as oportunidades que tive, aos desafios que consegui superar.

E quais os desafios mais árduos?
Todo dia tem um diferente. Com o tempo, descobri que nunca sou a vítima numa adversidade. Aprendi cedo que quando você se acha “coitada”, dá a permissão para que a outra pessoa ou a situação tome o controle. Parei de falar: “Tal pessoa fez isso contra mim” ou ficar ansiosa para querer controlar determinada situação. Diante de qualquer desafio, penso: “O que eu fiz para passar por isso? O que posso aprender com o que está acontecendo?” Não posso mudar o outro. Mas eu posso me mudar. Já falaram na minha cara que eu era a mulher mais feia do mundo, que eu tinha o nariz grande, que eu era a mulher mais bonita do mundo... Já falaram tanta coisa... E, diante dessas palavras, continuo sendo a mesma pessoa, buscando a evolução. Óbvio que não tenho mais aquela carinha de bebê dos 14 anos. Sou uma mulher de 33.

Como pensa no futuro de sua profissão diante do passar dos anos?
Não sei quanto tempo ainda vou durar como modelo. Não tenho bola de cristal (gargalhadas). Mas o tempo em que estiver aqui, vou dar o meu melhor, vou me divertir. Vivo o presente. Não quero pensar no futuro, porque não aconteceu ainda. O futuro só a Deus pertence. Ninguém me garante que vou estar viva amanhã, entendeu?

Mas o que a leva a pensar assim, que pode morrer amanhã?
Dia desses (em 27 de março), teve um incêndio a três prédios do meu apartamento. Onde moro, os edifícios são coladinhos. Foi tão grave que dois bombeiros morreram. Imagine só: o cara saiu de casa, achando que teria mais um dia de trabalho, que voltaria para casa e jantaria com os filhos. Mas morreu. Aí, no meio daquela confusão, falaram para mim: “Pegue seus filhos, seus pertences e saia agora de casa”. Aí, olhei ao redor, vi tanta coisa incrível que comprei com o meu trabalho e só passou pela minha cabeça ir à gaveta e pegar meu passaporte. Na hora H, meus bens materiais se resumiram ao passaporte (risos)! O tempo todo, meu sentimento era: “Como tenho sorte por poder levar a minha vida e a da minha família!” Não quero viver o futuro.

Você é fisicamente parecida com sua mãe. Não passa pela cabeça que ficará parecida com ela no futuro?
Minha mãe nunca fez plástica, não quer nem cuidar das varizes dela (risos)! Ela me diz: “Cheguei aos 65 anos e não vou negar esta história que está no meu corpo”. Vou falar para você: tenho 33 anos, não sei nada do futuro. Se posso falar alguma coisa é que quero viver na natureza. Ao mesmo tempo, meus filhos vão crescer, fazer faculdade, trabalhar... Meu objetivo de vida é criar meus filhos com muito amor, muita integridade. É a coisa mais importante para mim.

Como é vir ao Brasil a trabalho?
Agarro qualquer oportunidade para voltar a meu país. Não há lugar no mundo em que me sinta melhor do que no Brasil. É a minha terra, onde cresci e sinto uma energia diferente em todos os sentidos. Moro nos Estados Unidos há muitos anos. Gosto de lá, mas é muito diferente da forma com que fui criada e dos meus costumes. Não sei explicar, mas, quando chego aqui, é um alívio, consigo relaxar mais. Por mais que eu goste de lá e viva lá, o Brasil é a minha casa.

Como você se vê nos seus filhos?
As crianças são muito amáveis, extrovertidas e eu também. Sou muito física, beijo, abraço, converso... Se eles estivessem aqui, você iria ver: eles me agarram como se tivessem passado um mês longe de mim. Procuro criá-los como eu fui criada. Na minha casa, há árvores frutíferas. Estão com fominha? Então podem ir ali na árvore e pegar fruta. Agora é época de morango e vai comer morango, não tem abacaxi. Benjamin, que é maiorzinho, já demonstra um amor pelos bichos. Precisa ver: ele passa por uma fileira de formigas e quer ajudá-las (gargalhadas)! Benny quer cuidar dos bichos e de todo o mundo com quem convive. Meu marido e eu também buscamos que as crianças se tornem pessoas seguras. Caiu? Levanta, it’s ok, vamos pra próxima. A vida é assim.

Você e o Tom pretendem aumentar a família?
Meu sonho sempre foi ter três filhos. Está vendo esta tatuagem? (Ela levanta o pé direito, mostrando uma lua crescente e três estrelas no tornozelo. A marca foi realizada em 2006, em Nova York.) A lua é o símbolo do meu signo, Câncer, que é muito ligado à família. As três estrelas já eram meu desejo de ter três filhos. No fim, tive dois e ganhei um de presente (referindo-se a John, 6, filho de Tom do relacionamento anterior). Acho que minha família está completa. Hoje, sou uma mulher realizada.

...E poderosa. Há sete anos você aparece no topo de várias listas da revista americana de economia Forbes. Como lida com isso?
É triste, porque essas pessoas que escrevem lá não têm o número da minha conta (risos). Ganho bem, mas não é tudo isso que falam. Já fui auditada nos EUA por causa de lista da Forbes. E, sinceramente, se estou ou não nesse ranking, não me interessa. Tenho os mesmos interesses, o mesmo dia a dia, de qualquer mulher: quero criar bem os meus filhos, ser uma boa esposa e trabalhar. O que eu valorizo: meus filhos estão educados? O meu marido está feliz? As pessoas sentiram uma energia positiva a meu lado? Deveria ter uma revista para avaliar o conhecimento, a sabedoria e o amor das pessoas. Isso, sim, é poder!

FONTE\MDEMULHER
Henri Castelli derrete-se:
 'Nasci para ser pai'
Três meses após o nascimento de Maria Eduarda, sua primeira
 filha, o ator confessa que sempre quis ter uma menina

Por Lucas Castilho
Longe da TV desde o final de Flor Do Caribe, Henri Castelli só vai pensar em trabalho no segundo semestre do ano. 
Até lá, sua vida se resume a duas coisas: um curso em Nova York e curtir de montão a filhota Maria Eduarda, de três meses.
"Ter uma menina sempre foi o meu sonho. E ela tem um temperamento maravilhoso, nos vemos todos os dias", contou o astro. 
Ainda, segundo ele, que é pai de Lucas, 7, fruto de sua relação com Isabelli Fontana, é uma sorte imensa ter um casalzinho e completa: "Nasci para ser pai".
De acordo com Henri, a recepção do filhão à nova integrante da turma não poderia ter sido melhor.

"Ele sequer disputa as coisas com ela. Não tem essa coisa de ciúme mesmo. Entende legal o que está acontecendo", disse.
Sobre o fim de seu relacionamento com Juliana Despírito, um mês após ela ter dado à luz Duda, o ator é sucinto: 
"Estou tranquilo com a separação, aliás, não tem como não estar, já temos uma coisa mais importante: nossa filha".
Fazendo um curso de especialização em séries, levado pela paixão por Friends e Breaking Bad, ele confirma que só volta mesmo ao trabalho na Globo no segundo semestre.
 "A minha intenção é de no futuro, além de atuar, talvez, produzir, quem sabe", confessou o ídolo.
E, claro, muito simpático, também respondeu o que todo mundo queria saber: “Olha, para namorar a gente sempre arranja tempo, mas no momento estou namorando comigo mesmo”. Ah, vá, Henri! 

FONTE\EGO

terça-feira, 15 de abril de 2014

Valesca Popozuda:
‘Não sou pensadora’
Por Leo Dias
Não há dúvidas de que o estrondoso sucesso de ‘Beijinho no Ombro’ é um marco na carreira de Valesca Popozuda. 
Seu cachê, que antes girava entre R$ 15 mil e R$ 20 mil, atualmente pode chegar a R$ 40 mil.
 Suas roupas agora são de grife, seu corpo está menos exposto e seu palavreado, mais comedido.
Mas, durante a conversa telefônica, Valesca mostrou que continua a mesma: sem frescuras. 
O sucesso não lhe subiu à cabeça e qualquer pergunta é bem-vinda. 
Até mesmo sobre seu mais recente título, de pensadora contemporânea, numa prova de um colégio municipal.
Você esteve na São Paulo Fashion Week e no Fashion Rio. Tem patrocínio de alguma marca?
Não, não. Eu não sou de ninguém.

Você sabia que fazia tanto sucesso assim no Planalto? Até a Presidente Dilma postou no Facebook uma animação fazendo o ‘Beijinho no ombro’…
Não, né (risos)? Não pensava que eles tinham tempo para pensar nisso (risos). O nosso Brasil tem tantos problemas… Fiquei feliz de ver a animação. Encontrei com várias pessoas que trabalham no Planalto e falam que fazem ‘beijinho no ombro’. Fico lisonjeada. Antes foi a história que tive com Lula e agora com a Dilma.

Mas, no Lula eu vejo que o movimento foi de você correr atrás. Dessa vez não, a Dilma é que foi.
Eu não fui atrás do Lula. Quando teve a inauguração da obra do PAC, no Complexo do Alemão, teve uma festa grande e eu fui convidada para cantar. Foi onde eu o conheci.

Você imagina um dia a Presidente dançando ‘Beijinho no ombro’?
Eu espero que sim e que eu esteja do lado dela pra gente dar vários beijinhos no ombro (risos).

Por que você acha que faz tanto sucesso em Brasília?
É uma honra. Vou te falar Leo, é difícil. Paro para pensar e vejo que o que está acontecendo é demais. Estou saboreando essa fase boa, não é deslumbre.

Vamos falar agora sobre sua fase mais light.
Fase mais light? Eu danço conforme a música. Faço show onde fico à vontade. Em referência a música, eu posso dizer que não foi a Valesca que mudou. O funk vem mudando, não dá para ficar na mesmice. Essa música é forte, mas não tem palavrão. Hoje rádio grande toca funk. Na boate GLS falo a linguagem deles, eu sou a Valesca Popozuda e não mudei.

Você está menos bombada, mais magra…
Eu parei de fazer musculação há mais de um ano. Minha perna é de família: grande e redonda. Passei daquela fase de ficar grandona. Desde que saí da ‘Fazenda’ eu ouvia as pessoas dizendo que eu era maior na TV. Acho que é mais bonito, mais elegante, tudo cai bem quando você está mais magra. Hoje tenho um personal, o Tico Salgado, e faço todo dia treinamento funcional e luta. Não sou muito de dieta.

Quantos quilos você perdeu?
Quase dez quilos.

Perdeu muita roupa?
Eu sempre vesti 42. Hoje estou no 38 e 40, dependendo do corte.

Suas roupas não estão tão curtas como antes…
Não. Na verdade, elas aumentaram só um pouquinho. Agora elas escondem mais o bumbum.

Seu cachê aumentou?
Ah…(risos) meu cachê é com meu empresário, né?

Aumentou?
Claro.

Quantas vezes aumentou de um ano pra cá?
Depende muito do que você faz. Hoje a gente monta uma estrutura maior, com cenário, troca de roupa, mais popodances.

Popodances?
Não falo que é balé, eles são popodances.

O Pardal, seu empresário, é seu marido?
Não. Ele já foi meu marido há muitos anos. Ele é pai do meu filho.

Vocês mantém um relacionamento?
Não, há muitos anos que acabou.

Todo mundo sempre disse que vocês tinham um relacionamento, mas não queriam assumir.
Não, não. Nós temos um filho. Ele cresceu vendo que tinha pai e mãe. Pardal deu certo na minha vida profissional, trabalhamos juntos e dá muito certo.

Existe uma certa dificuldade de um homem assumir uma mulher que fala as coisas que você diz nas suas músicas?
Nunca tive dificuldade com isso. Eu tenho meus lances. Namoro sério eu não quero mais.

Por quê? 
Vivo numa correria. Quando tenho tempo estou com meu filho. Fico às vezes quase um mês sem ver minha mãe. Tenho que me cuidar, ir aos eventos. Quando paro num hotel estou cansada, nessas horas o sexo não faz falta.

Não digo nem pelo sexo, mas você ter alguém para ligar e dizer que ama.
Ah, não. Já passei dessa fase na minha vida. Já lavei muita roupa, muita cueca, esquentei meu umbigo no fogão várias vezes. Não vou dizer que dessa água não beberei, mas pode ser que daqui a algum tempo eu possa casar, pagar paixão… O meu tempo é para cuidar do meu filho, que é adolescente e precisa de muita atenção.

O que o seu trabalho já te proporcionou e o que você ainda sonha?
Graças a Deus eu conquistei muitas coisas. Fiz meu pé de meia, não deixo faltar nada para minha família. A gente não pode pensar só no hoje, né?! Tenho imóveis como investimento e agora meu sonho é ter uma casa.

Você mora em apartamento?
Sim, comprei quando posei para ‘Playboy’. Sonho agora comprar uma casa.

De quais marcas de sapatos você gosta?
Louboutin, Versace… Gosto de sapato de marca ou não. Se der para comprar de marca, ok, tá lindo, porque tem cada um maravilhoso! Mas se não dá, eu compro sem marca se eu gostar.

Qual foi o mais caro que você já comprou?
Foi um de R$10 mil.

Quantos sapatos você tem em casa?
Mais de 200 pares.

Se alguém quiser te dar um presente é sapato.
Isso, é sapato. Ando pelada, mas não ando descalça.

Para quem você manda beijinho no ombro? Quero nomes.
Isso depende do significado… Porque o beijinho no ombro tem vários tipos. Ela não tem só um significado negativo, mas tem positivo também.

Já vi entrevistas em que você nega veementemente que tenha feito a música ‘Beijinho no Ombro’ para Anitta. Foi pra quem?
Os compositores são André Vieira, Wallace Vianna e Leandro Pardal. Eles falaram que a música estava pronta há tempos, mas não sabiam para quem passaria. Conversando com DJ Batutinha, eles falaram do interesse de me darem para gravar. Eu ouvi a música e amei. Era um bordão que existia há anos. As pessoas gostam de criar um clima, uma rivalidade que não existe. Não tem motivo. São duas mulheres correndo atrás de um único objetivo: crescer.

Vocês são amigas?
Eu falo com ela, a gente se encontra e sempre se cumprimenta. Não somos amigas de contato por telefone, mas isso porque as duas não têm tempo. Conheço a empresária dela antes da Anitta existir.

Você gosta mais do som da Anitta ou do Naldo?
Gosto dos dois. Naldo, pra quem não sabe, quando eu morava na Abolição e ele fazia dupla com Lula, foi me dar aula de canto. Lembro dele chegando com violãozinho. Eu estava começando a cantar. Eu nunca tinha pensando em cantar na minha vida, sou fã dele. Conheço a Anitta desde a época da Furacão 2000, que saiu de lá e cresceu. Teve atitude.

Mudando de assunto… Você já foi para o México gravar com a Dulce Maria?
Ainda não, vou no final de abril. Eles estão mandando a música pra cá antes de gravar por conta de algumas palavras que lá não existem como recalcada. Quando tiver ponto, eles vão me mandar para eu treinar com uma professora. Depois vou pra lá gravar com a Dulce Maria.

Quantos shows você faz agora?
Por mês faço mais de 30 shows. Faço no máximo dois por noite, começo a trabalhar na quarta-feira.

Quantas pessoas trabalham com você?
Tenho técnico de som, que cuida do ponto no ouvido. Isso ajuda a evitar problemas. Tenho técnico de som…

Não, não. Quero saber de pessoas que trabalham direto com você. Tem professora de dança? Alguém que te ajuda diretamente?
Que ande comigo? Não tenho ninguém que ande comigo, não. Ando sozinha. Não tenho professora de dança, tenho gente pra me ajudar na coreografia.

Ninguém carrega sua bolsa (risos)?
Nada, tenho não. Deus me deu dois braços fortes, eu carrego sozinha. Ando com Deus sempre.

Professor de canto você tem?
Tenho sim, ela é evangélica. Já trabalha comigo há tempos.

Calma aí. A moça que trabalha com você é evangélica?
Sim, é evangélica. Qual o problema?

Ela convive normalmente com as letras das suas músicas?
Ah…ela vai na minha casa e me ensina. Faz parte do trabalho, ela não mistura. Na hora de ela ir para igreja, ela vai. Ela tem que trabalhar, sempre cantou na igreja, mas trabalha com vários pagodeiros. Ela faz backing vocal. Canta muito, já estamos juntas há três anos.

Me diz um sonho para sua vida profissional?
Eu tenho sonho de fazer um grande DVD. Quero como da Beyoncé. Me inspiro muito nela. Sempre falei isso. Quero fazer um clipe com show, com uma grande produção. Quero convidar vários nomes para cantarem comigo no palco.

Entre as divas americanas quem você mais se identifica?
Olha eu me identifico e gosto é a Beyoncé. O primeiro show que eu vi dela foi em Nova Jersey, quando saí em turnê ainda com a ‘Gaiola das Popozudas’.

Depois de ‘Beijinho no Ombro’ vem o quê?
Tenho várias músicas que ainda vou gravar. Tem duas que são ‘Vamos Lacrar’ e ‘Tá pra nascer homem que vai mandar em mim’ e a gente ainda está vendo qual delas vai lançar.

Tem palavrão nessas músicas?
Hum… não tem palavrão.

É a Valesca paz e amor?
Pode ser a Valesca light, mas com músicas fortes.

Viu? Com menos baixaria então.
Sim, mas são fortes. Eu não mudei nada, o povo gosta da Valesca do palco, que fala o que quer. Como te disse antes, eu danço conforme a música. Se eu posso fazer eu faço, senão, não.

FONTE\ODIA
Ex-BBB Fernando Fernandes
 fala sobre namoro e sexo:
 'Mais criativo'
Ao lado da namorada Viktoria Schwarz, atleta paraolímpico
 fala da esperança no futuro: 'Certeza que voltarei a andar'.

Por Thaís Sant´Anna
Desde que começaram a namorar, há quase sete meses, Fernando Fernandes e a austríaca Viktoria Schwarz estão juntos sempre que podem. 
Apesar de morarem em países diferentes, as Olimpíadas e a canoagem, esporte que ambos praticam, os unem. 
“Ela está vindo bastante ao Brasil fazer a climatização aqui para começar a se habituar para os jogos de 2016”, conta o atleta em um bate-papo exclusivo com o EGO.
Fernando e Viktoria se conhecem há alguns anos, porém foi no último campeonato mundial de canoagem e paracanoagem – em que ele conquistou pela quarta vez a medalha de ouro – em Duisburg, na Alemanha, que eles iniciaram o romance.
 “Eu já a conheço há muito tempo, mas ela namorava e eu também.  No último mundial rolaram os primeiros beijos e começou o namoro”, lembra ele. 
"Fernando estava insistindo tanto para ganhar meu amor que eu não pude resistir", entrega Viktoria, que é mais tímida que o companheiro.
Para os atletas é mais fácil namorar alguém que também pratica esportes, ainda mais o mesmo que o seu.
 “A profissão acaba sendo um hobby em comum também. Estamos aqui treinando e quando chega o fim de semana vamos à praia e remamos juntos. 
Um respeita o cansaço do corpo do outro. Por exemplo, no meu aniversário eu estava quebrado, era sexta-feira e queria dormir. E ela entendeu”, explica Fernando.
'Me sinto muito mais homem'
Fernando é muito focado em sua carreira, mas garante que o relacionamento não atrapalha a rotina profissional.
 “Nós dois temos focos, que são de eu ir às Paraolimpíadas e ela ir de novo às Olimpíadas. E eu deixo bem claro para ela. 
Se eu não for um ótimo canoísta, não vou ser um bom namorado, vou me sentir um cara limitado, que está sentado em uma cadeira de rodas e não consegue fazer nada.
 Fazendo o que faço, na intensidade e na qualidade que faço, me sinto muito mais homem, muito mais namorado, muito mais amigo, muito mais filho”, afirma o atleta.
Fernando e Viktoria não escondem que admiram muito um ao outro. “Viktoria só soma na minha vida. A partir do momento que você tem admiração, você respeita, ama, quer estar ao lado.
 Ela é campeã mundial, tricampeã nas Olimpíadas... E é muito gostoso estar junto”, declara ele, que só fica tímido quando perguntado se está apaixonado.
 “Ah, estou amarradão”, afirma, entre risos. Ela também é só elogios ao amado: "Eu amo sua forma positiva de levar a vida. Não tenho palavras para descrever como é incrível quando estamos juntos".
 
Assédio e ciúmes
Além de ser um campeão paraolímpico, Fernando é famoso no Brasil por conta de sua carreira de modelo e por ter participado do “Big Brother Brasil 2”.
 “Nós dois somos bastante ciumentos, mas acho que é mais difícil pra ela do que pra mim lidar com o assédio”, diz o atleta.
 "Fomos a um restaurante e um monte de gente pediu para tirar fotos com ele. Não sabia que era tão famoso. Acho legal, só não gosto quando as mulheres ficam em cima", assume Viktoria.
Vida sexual: mais criativo
Quando o assunto é sua vida sexual, Fernando não fica constrangido e fala com muita naturalidade, pois sabe que, por ser paraplégico, existem muitos boatos em relação ao tema. 
“Só não dá pra fazer mais nada em pé, mas de resto funciona da mesma forma. Isso não mudou em nada”, garante. 
“E como em tudo na minha vida, agora eu tenho que ser mais criativo. Isso é um lado bom”, afirma.
Aos 33 anos, Fernando quer construir uma família, mas só daqui a alguns anos. “Lógico que quero casar e ter filhos. 
Não agora, porque meu ‘filho’ é uma medalha de ouro em 2016. E o da Viktoria também”, diz.
 
Certeza de voltar a andar
Em janeiro, Fernando chamou a atenção ao publicar uma foto em que aparecia em pé. E era esse mesmo o intuito dele. 
“Fui convidado para ser embaixador da corrida global Wings for Life World Run, que acontecerá simultaneamente em 38 países no dia 4 de maio e tem o objetivo de arrecadar fundos para buscar a cura para as lesões medulares”, conta ele, que para a imagem usou uma órtese, uma espécie de prótese que dá sustentação às pernas:
 “As pessoas acham que depende de mim voltar a andar, não entendem o que é uma lesão medular. 
Andar eu consigo? Sim, que nem um robô enferrujado (risos), bem devagarinho, com a órtese e muletas, mas não é o que quero”. 
Desde que sofreu o acidente, em 2009, Fernando sempre foi uma pessoa positiva. 
“Não queria ser um cara numa cadeira de rodas, que ouve ‘olha lá o ‘deficientizinho’ fazendo o que todo deficiente faz’.
 Quando eu comecei a fazer coisas que as pessoas não imaginavam que seria possível, passei a ter voz”, acredita. Viktoria fala que o namorado é um exemplo de vida. 
"O que ele passou na vida foi muito triste, mas ele mostrou para todo mundo com deficiência que tudo é possível se você está focado", acrescenta ela.
Fernando ainda acredita que a cura da lesão medular será alcançada. “O tratamento foi liberado com o estudo em humanos.
 Tem um monte de gente que quer entrar na fila.  E os Estados Unidos estão estudando a célula-tronco na Universidade de Miami. 
O caso da Laís Souza, por exemplo, qualquer coisa para ela é um avanço. Espero que ela seja o pontapé de "a cura vai começar aqui, com essa menina’", torce ele, que não perde a fé: “Não tenho essa esperança, tenho essa certeza. 
Tenho dois sonhos, um de ganhar as Paraolimpíadas e outro de ir pra as Olimpíadas com as pernas funcionando”.

FONTE\EGO