segunda-feira, 29 de agosto de 2016

 Márcio Kieling fala de retorno à Globo em 'Sol nascente' e diz que ainda é lembrado pelo Perereca de 'Malhação'
Por Rafarla Santos
Na história de Walther Negrão, Júlio Fischer e Suzana Pires, que estreia nesta segunda-feira, 29, ele interpertará Bernardo, um marchand. 
 - É uma participação, mas, como novela é uma obra aberta, tudo pode mudar. 
Ele trabalha com arte, é um caçador de talentos, e vê na Yumi (Jacqueline Sato) uma possível promessa.
 Acavará rolando um clima entre os dois - conta o ator, que esteve na Record entre 2005 e 2013. 
 Márcio conta que fez contato com Negrão por e-mail e o autor o encaminhou para falar com a produtora Frida Richter. 
 - Fiz o teste e me chamaram. Estou feliz em voltar para a emissora que me lançou, em reencontrar pessoas que há muito tempo não via. 
 Ele, que fez sucesso como o Perereca da temporada 1999/2000 de "Malhação", conta que as pessoas ainda o reconhecem pelo papel. 
 - Eu costumo falar que dois personagens andam sempre comigo: o Perereca e o Zezé di Camargo (ele interpretou o cantor no filme "2 filhos de Francisco"). 
Mas sobre o Perereca falam todos os dias, nas redes socais sempre comentam.
 E isso tem 16 anos. É muito bacana, gratificante.

FONTE/OGLOBO
 Larissa Manoela abre a casa e fala sobre haters:
 "Carinho de quem gosta é maior"
 Protagonista de Cúmplices de um Resgate, a atriz de 15 anos recebe QUEM em sua casa e fala sobre carreira, sucesso, vida fashion e lazer 

 Por Beatriz Borroul 
 Aos 15 anos, Larissa Manoela tem uma agenda de gente grande e impressiona pelas conquistas.
 Protagonista de Cúmplices de um Resgate, novela do SBT em que vive as gêmeas Isabela e Manuela, a atriz também é sucesso nos palcos com seu show solo e no cinema com o filme Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina, que superou 2 milhões de espectadores desde a estreia, em julho. 
Diante de tantos compromissos, engana-se quem imagina que Larissa se comporte como adulta. 
Embora tenha iniciado a carreira aos 4 anos, quando ainda morava em Guarapuava (PR), ela tem atividades como as de meninas de sua idade e busca tirar boas notas na escola – ela cursa o 2º ano do ensino médio e se dá bem até em disciplinas como física e química. 
 Em seu quarto, ela mostra o livro O Diário de Larissa Manoela, que soma mais de 50 mil exemplares vendidos 
 Fã de redes sociais e com mais de 5 milhões de seguidores no Instagram, Larissa acompanha canais de vídeos de suas blogueiras preferidas e lê livros com histórias de princesas. 
Ao receber QUEM em sua casa, mostrou a coleção de bichinhos de pelúcia que ganha dos fãs e apresentou o Vida, enorme urso de pelúcia que ganhou de João Guilherme, de 14 anos, no Dia dos Namorados.
 Depois da novela, eles atuarão em dois filmes: Fala Sério, Mãe!, baseado no livro de Thalita Rebouças, e outro, ainda sem título definido, sobre uma festa de debutante. 
Em ambos, Larissa será protagonista.
 Para dezembro, uma nova conquista: abrir o show de Selena Gomez em São Paulo. 
“Ela é uma inspiração, um espelho. Canta, dança, atua... 
Começou menina em seriados e continua fazendo muito sucesso. 
Ela é musa absoluta”, diz, sobre a cantora americana. 
 Sou bastante vaidosa. Gosto de cuidar dos meus looks e até já lancei peças by Larissa Manoela. 
Tenho coleção de bolsas, roupas casuais, biquínis e vestidos de festa.”
 CHEIA DE PLANOS 
“Minha vida é bem corrida e adoro isso. Às vezes, acabo dando uma viajada querendo planejar o futuro. Penso em fazer faculdade de moda, mas primeiro pretendo cursar cinema. Depois que concluir o ensino médio, gostaria de fazer um curso por três ou quatro meses em Los Angeles ou Nova York.” 

SAUDÁVEL GÊMEAS NA TV
 “Amo viver gêmeas em Cúmplices. Quando acabaram as gravações de Carrossel, pedi para dona Íris (Abravanel, mulher de Silvio Santos e autora de novelas do SBT) um novo desafio. É um presente. Sempre sonhei em ter um irmão ou irmã e, agora, vejo duas de mim na TV! Cheguei a assistir a 20 capítulos da versão mexicana da novela. Também vi a Gloria Pires em Mulheres de Areia (1993) – não é uma novela da minha época, mas busquei na internet (risos) – e o Mateus Solano em Viver a Vida (2009). Eles são incríveis.” 
 DUBLÊ
 “Mharessa Fernanda, minha dublê, está sempre comigo para as cenas e se tornou uma grande amiga. Já nos conhecíamos desde Carrossel, em que ela fez uma participação. Em Cúmplices, nosso vínculo cresceu e, hoje, ela é uma das minhas melhores amigas.” 

AMIZADES 
“Tenho poucos amigos, mas são para sempre. Tenho amigos no colégio, mas os do meio artístico prevalecem. Tinha muito medo de que as pessoas se afastassem de mim por estar na TV ou se aproximassem por interesse. Pedi a Deus um irmão e Ele me veio com amigos. De Carrossel, mantenho muita amizade com a Maísa, Fernanda Concon e Stefany Vaz. Nem sempre conseguimos nos ver, mas estamos sempre ligadas no WhatsApp.”
 FAMÍLIA DE QUATRO PATAS 
“Escolhi os nomes de Guilhermina e Valdemar para lembrar da minha personagem e do Paulo José no filme O Palhaço. Para homenagear o Selton Mello, tenho o buldogue inglês Benjamin (o nome do protagonista do longa).” 

 MARIA JOAQUINA 
“Carrossel é um marco na minha vida e a Maria Joaquina virou eterna. Até hoje sou conhecida por ela nas ruas e na internet. O segundo filme é um sucesso e mostramos que a personagem cresceu, mas continua com o mesmo jeitinho.”
 NAMORO
 “Ganhei o Vida, meu ursão, no Dia dos Namorados. Foi uma surpresa e uma emoção muito grande ganhá-lo. Foi a forma de o João mostrar todo o amor que sente. Amei o gesto de carinho e afeto. Foi um presente mais que especial. Completamos 11 meses de namoro. Demoramos um pouquinho para contar que estávamos namorando. Esperamos o momento certo para anunciar aos fãs. Estava gostoso ver a dúvida entre o público.” 

 FÃS X HATERS
 “Sou o que demonstro. Vivo a vida de uma adolescente de 15 anos. Posso ser alvo de críticas virtuais, mas encaro como estímulo. Não posso me abalar. Sempre digo: ‘I love you, hater!’. O ego, o olho gordo e a inveja existem. Receber energia negativa é muito ruim, mas não carrego pesos. O carinho de quem gosta é sempre maior. Tem muita gente que não curte atender fãs. Como pode? Eles participam do nosso sucesso.”
 ROMÂNTICA 
“Muito grude não é legal. Tudo tem limite. Nada pode ser extrapolado porque corre o risco de ficar chatinho. Sou fofa e bem carinhosa. Faço o estilo romântica e o João também. Ele faz de tudo para me agradar e me ver feliz.” TPM “Toda mulher tem, né? Às vezes, nem eu me aguento. É uma coisa insuportável e chata. Na TPM, quando muitas pessoas falam ao mesmo tempo, dá até vontade de dizer: ‘Por favor, parem de falar!’. Preciso ficar um pouco na minha. Quando estou nesses dias, aviso: ‘Se preparem que estou de TPM’ (risos).”

 SHOW INTERNACIONAL 
“Em dezembro, farei meu primeiro show na gringa. Será no Epcot Center, na Disney. Fazer o show nos Estados Unidos abre portas para caminhos maravilhosos. Vai ser incrível. Sobre uma carreira internacional, já sonhei com ela, mas tenho projetos para realizar aqui no Brasil. Ainda neste ano, rodo um filme e farei uma nova novela em 2017.”
FONTE/QUEM
Bruno Gagliasso comemora mocinho 'bad boy'
Conhecido por interpretar os mais diversos tipos na televisão, Bruno Gagliasso comemora poder fazer um novo mocinho. 
Mas Mario, o protagonista de "Sol Nascente", não é um mocinho qualquer: 
o personagem tem um mistura de ousadia, rebeldia e imaturidade. 
"Precisava fazer um personagem assim. 
Venho de duas pedreiras: um serial Killer e um cafetão (o Edu de "Dupla identidade" e o Murilo de "Babilônia"). 
Eu estava querendo um mocinho. E que não é nada convencional.
 Ele é bad boy, motociclista, ele erra, é humano. 
Em novela é muito difícil ver personagem humano.
 Perfeição não existe e mocinho tem de errar também", diz Bruno. 
 Na história, que estreia nesta segunda-feira, Mario é regido pela emoção - é intenso, passional, além de mulherengo. 
Seu lema é curtir a vida de forma descompromissada. 
Motos e mulheres são suas grandes paixões. 
Vive de bicos consertando motos e motores, além de ajudar na padaria da família. 
Melhor amigo de Alice (Giovanna Antonelli) desde a infância, vai se apaixonar por ela - e essa paixão vai transformá-lo profundamente.

FONTE/EXTRA
Cissa Guimarães diz que está aberta a um novo amor 
Comemorando um ano no É de Casa e sucesso no teatro, a apresentadora ameniza suas dores com a ajuda do tempo

 Por Ligia Andrade
O que Cissa Guimarães mais tem escutado ultimamente é que a sua agenda está uma loucura.
 E está mesmo! “Gosto desta agitação, trabalho é oxigênio”, garante a apresentadora do É de Casa, atração que acaba de completar um ano na Globo. 
Cissa também continua em cartaz com Doidas e Santas e planeja a terceira turnê nacional da peça, inspirada na obra da escritora Martha Medeiros. 
Desde 2010, o espetáculo já encantou mais de 400 mil espectadores.
 “Estou com dois trabalhos que amo.
 Posso estar exausta que chego no palco e tudo vai embora.
 Com certeza, é um presente. Sei bem quem me deixou”, diz ela, referindo-se ao filho Rafael Mascarenhas, morto em 2010, vítima de um atropelamento, aos 18 anos. 
Ela ainda é mãe de João e Tomás Velho
“O tempo é soberano, rei. Não é o meu inimigo.
 É meu parceiro, me ensina, ameniza minhas dores”, enfatiza. 
Cissa vem experimentando uma rotina tranquila, focada no lar e no trabalho.
 “Não sei o que é sair para tomar chope há algum tempo.
 Gosto de malhar de manhã também. 
Estou em uma fase caseira, diferente do que sou, porque normalmente sou agitada – e gosto de ser assim. 
Estou mais introspectiva, ficando mais velha. Já fiz muita coisa, não é mesmo?
 Agora estou experimentando ficar com a Cissa, o que é uma delícia”, avalia. 
Depois de três casamentos, está solteira desde 2005. 
Teve namoros e brincadeiras, como costuma dizer. 
No entanto, já sente novamente vontade de ter um companheiro a seu lado. 
“Adoro namorar, mas não me casar. 
Quero uma relação sólida, bacana. 
Cansei de brincar. Se não vier, já aprendi a ficar sozinha.
 Tenho meus livros, meu trabalho, meus amigos e minha família. Me divirto comigo, fico rindo sozinha de mim mesma.”
 Cissa com os colegas de programa, Zeca Camargo, Patrícia Poeta, Tiago Leifert, Ana Furtado, André Marques.
  Assumindo as rugas Regra é uma palavra que não consta no dicionário de Cissa. 
Sempre bela e sorridente, a apresentadora se cuida com prazer, sem ficar com neuroses exageradas.
 Adora aulas de dança, musculação – fez até mesmo logo após seus partos –, pilates, alongamento... vai encaixando em seus horários.
 No verão, gosta de pegar sua bicicleta, ir à praia e terminar o passeio com um mergulho no mar.
 “Não tenho horário certo para comer, mas me alimento com atenção, com a ajuda de uma nutricionista”, conta. 
A proximidade dos 60 anos tampouco assusta a “garota que quebra o coco, mas não arrebenta a sapucaia”. 
No papel de mãe, avó, mulher e profissional, assume suas rugas, sem problemas.
 “Coloco pouco botox, só para dar um up, porque sou muito expressiva. 
Deus me livre ficar com a testa parada! 
Cuido da minha pele, porque tenho tendência a ter manchas. 
Não tenho nada contra plástica, estou pensando em fazer daqui a algum tempo, só que morro de medo.
 Já fiz lipoaspiração no culote uma vez, por uma bobagem.” 
Movida a adrenalina? Sexta-feira é o dia mais tenso da semana para Cissa. 
É quando ela começa a sentir a adrenalina do “ao vivo”. 
“É um dia em que me apresento com a peça também.
 O meu horário muda completamente”, explica.
 No sábado, acorda às 4h30 para ir aos Estúdios Globo e “precisa chegar inteligente e sem olheira (risos)”.
 Com seis apresentadores, É de Casa se consolidou na programação da emissora com bons índices de audiência. 
“Nem acho que demorou a se consolidar, as pessoas é que estão com exigência muito imediata e as coisas são semeadas para se frutificar. 
Estamos aprendendo, engatinhando. 
Todo início é complicado, ninguém acerta de primeiro, a novidade assusta. 
Temos tudo para dar certo, somos um programa para toda a família.”
 Oração e meditação todos os dias Egressa do teatro, onde começou em 1977, Cissa tem 36 anos só de Globo. 
E, até hoje, é um dos rostos mais marcantes do Vídeo Show. 
“Até lá eu dividia o programa com o Miguel (Falabella), a Renata Ceribelli, o André Marques...
 Trabalhar com seis apresentadores é se dedicar para que isso dê certo.
 No É de Casa não precisei de muita coisa, porque são pessoas legais. 
O que a gente tem de trabalhar é a convivência, a harmonia e a alegria de compartilhar e aprender. 
Sou grata, me faz evoluir”, justifica.
 Agora, Cissa se atenta a tudo que possa virar assunto no programa.
 “Um quadro caiu na minha cabeça e levei 15 pontos.
 Ao invés de ver só o lado negativo, reverti e pedi para falar sobre isso.”
 O segredo da apresentadora para manter a serenidade e o bom humor no dia a dia é não deixar de trabalhar o lado espiritual.
 Ela ora e medita pelas manhãs. “Faço meia hora, é necessário”, alerta.

FONTE/CONTIGO

domingo, 28 de agosto de 2016

Lucas Veloso diz:
 “Não quero ser o segundo Shaolin” 
Estreante em Velho Chico, o comediante quer trilhar o seu próprio caminho. 
E, ao mostrar um lado doce e romântico, questiona: ‘Por que homem não pode chorar?’ 

 Por Ligia Andrade
Foi só ver o pai brilhando nos palcos da Paraíba, que Lucas Veloso se encantou pela profissão, ainda menino, por volta dos 5 anos.
 “Assisti ao seu show de humor e um dia pedi para ele criar um quadro para mim.
 Saí com uma ilusão bonita, senti aquela intensidade... 
Vi que meu lugar era ali”, lembra o filho do humorista Shaolin, falecido em janeiro, aos 44 anos, após uma parada cardiorrespiratória.
 “Tive dois momentos de convivência: um mais profissional e o outro de pai e filho, que, nos cinco últimos anos, se transformou em eu, pai; ele, filho. 
Foi lindo, ele me ensinou que existe a alquimia de fazer graça com a desgraça”, diz, saudoso, o intérprete de Lucas em Velho Chico (Globo). 
Shaolin recebia cuidados médicos em casa desde 2011, quando sofreu um grave acidente de carro. 
“Por mais que a situação seja dura, precisa-se do bom ânimo para manter a energia. 
Se o espírito está doente, o corpo morre.
 E sempre fiz isso o tempo inteiro para que nunca caísse meu ânimo.
 Ele foi um paizão para todo mundo, sempre cuidou da família. Devo muito a ele.” 
 Mesmo encarando todas as adversidades que surgiram ao longo dos últimos anos, Lucas não perdeu a fé. 
“Preciso acreditar que tudo acontece com a permissão de Deus. Não tenho de questionar. 
Tenho de perguntar onde está meu merecimento e crescimento nisso e foi o que fui procurar naquela época”, pondera ele, que tem a consciência de não ter tido uma adolescência como a dos amigos. 
“Talvez, se tivesse passado pela ‘aborrecência’, fosse rebelde, feito alguma besteira, não trabalhasse hoje... 
Mas não; pude amadurecer. Claro que fiquei em choque, não são muitas pessoas de 14 anos que recebem dos céus essa oportunidade.” 
 Foi nessa época também que Lucas começou a trilhar o seu próprio caminho no teatro da Paraíba. 
Ele trabalhou como mímico até desenvolver o seu show de humor. 
“Sou péssimo de piada, mas sou um bom contador de histórias”, confessa o ator, que não tem receio de ser comparado ao progenitor.
 “Já houve uma fase em que as pessoas confundiam bastante. Meu pai não deixou nenhum pupilo. 
As pessoas entendem que, por mais que sejamos parecidos, temos maneiras diferentes de trabalhar. 
Hoje, as pessoas assistem ao meu trabalho para matar a saudade dele, mas têm outra compreensão, me veem com identidade própria. 
Não quero ser o segundo Shaolin, quero ser o Lucas Veloso”, avisa. 
 O filho do humorista Shaolin adora comer batata... crua! 
“Desde moleque”. Ele também fã do guitarrista Slash Estreando na TV como um rapaz doce e romântico, o momento é de realização para o ator. 
“Corri atrás do papel. Sinto uma mistura de êxtase e de adrenalina na hora de gravar.” 
Ele afirma ter muitas semelhanças com o seu personagem na trama das 9. 
“Queria mostrar que existe uma seca de doçura no mundo, principalmente no universo masculino. 
Homem tem essa pressão social de ser bruto. 
Por que não pode chorar? É legal ver que o cara é sensível.” 
As mulheres, é claro, estão adorando as atitudes do rapaz. 
“Elas querem mais o beijo na mão do que a mão em outro lugar”, justifica o ator, solteiro, que já sofreu e chorou por amor. 
Quem nunca? “É aquela fase de escutar Zezé Di Camargo e Luciano e tudo fazer sentido.
 Não é tão legal na hora, mas depois se torna engraçado, a gente aprende bastante nesse período, a não ser tão egoísta. 
Deixar a pessoa ir embora é a parte dolorida e a mais sincera.” Isso aqui é rock’n’roll! 
Após a novela, Lucas voltará com seus shows pelo Nordeste, onde tem um público fiel. 
Porém, garante que está aberto a novos convites e experiências na TV. 
“Se surgir uma nova oportunidade vou ficar muito feliz.”
 Morando sozinho no Rio de Janeiro até setembro, ele não vê a hora de voltar ao convívio familiar. 
“Minha mãe ficou em Campina Grande, vem para cá de vez em quando. 
Não consigo ficar muito tempo longe dela, sou apegado”, confidencia. 
Fã do guitarrista Slash, o ator curte seu momento rock’n’roll, quando forma uma mini-banda em seu quarto com amigos.
 “Tenho tudo dele! É o meu passatempo preferido!”

FONTE/CONTIGO
 Giovanna Grigio celebra papel de 'heartbreaker':
 “É bom praticar o desapego” 
 Mocinha frágil na TV, atriz de 18 anos vive uma destruidora de corações em peça de teatro. 
Em entrevista, ela fala sobre sonho de trabalhar no cinema internacional 

Por Beatriz Bourroul
 Aos 18 anos, Giovanna Grigio vive um momento especial na carreira. 
A atriz, que se destacou como a jovem Gerusa em Êta Mundo Bom!, está em cartaz com a peça teen Meninos e Meninas, no Teatro Gazeta, em São Paulo. 
 O trabalho faz com que se divida entre o Rio de Janeiro, onde grava a trama de época ambientada na década de 1940, e a capital paulista. 
“Como atriz, foi uma experiência maravilhosa. 
Dou graças a Deus pela experiência de ter interpretado a Gerusa”, diz ela, sem reclamar da rotina atribulada.
 “A agenda está ótima. Na fase final da novela, gravei cenas muito boas, de muita intensidade”, diz Giovanna, que interpreta uma jovem diagnosticada com leucemia.
 A fragilidade da personagem na TV contrasta com o papel nos palcos. 
“Sempre fiz mocinhas. Na peça, interpreto um jovem diferente de tudo o que já fiz. Ela é uma heartbreaker. 
Chama um cara para sair, mas quer ficar com o amigo dele”, afirma Giovanna, que, antes da novela de Walcyr Carrasco, havia interpretado a doce Mili de Chiquititas, entre 2013 e 2015, no SBT.
 Sobre os planos para o futuro, Giovanna conta que gostaria de estudar fora do país. 
“Tenho vontade de fazer faculdade de cinema. 
Sou viciada em cinema francês”, diz ela, contando que não vê a hora de aprender a dirigir.
 “Estou louca para tirar a carta. Não sei nem o cheiro da autoescola. Ficar dependendo de carona é difícil.”
Como conseguiu conciliar as gravações de Êta Mundo Bom!, realizada no Rio de Janeiro, com a peça Meninos e Meninas, encenada em São Paulo? Foi cansativo? 
Minha agenda está ótima. Na reta final da novela, a gente passou a gravar menos cenas, mas com mais intensidade. Foi por isso, vendo que daria para conciliar, que topei participar da peça. 

 Gerusa, sua personagem na novela, cresceu bastante no decorrer da trama. Sente-se realizada com o trabalho? 
A Gerusa foi um presente. Sem dúvidas, é uma personagem especial. Na trama, Gerusa teve o diagnóstico da leucemia, depois uma melhora, seguida de uma piora no quadro de saúde. Vários bons momentos, dramaturgicamente falando. Como atriz, isso foi maravilhoso para mim. É uma experiência que agradeço a Deus. Foi tudo lindo. Está sendo, né? Até o fim da novela – não posso adiantar como será – a história dela é especial. 

Paralelamente, você está em cartaz com Meninos e Meninas. Assistindo à peça, é nítida a surpresa do público. Você está completamente diferente dos seus trabalhos nas novelas. 
 Ela é muito diferente de tudo o que fiz na minha carreira. Sempre fiz mocinhas bozinhas, meninas que são vítimas de situações. Desta vez, não. A Marcela é uma heartbreaker. Ela chama um menino para sair, mas quer ficar com o amigo dele. Quando li o texto, pensei: “Será que consigo?”. E deu certo. Para mim, é libertador. É ótimo fazer coisas diferentes do que estamos acostumados. Eu me divirto com a Marcela. Esta personagem é a minha diversão de fim de semana. 

 Até a voz está irreconhecível. No espetáculo, você modula a sua voz de uma maneira especial para a personagem. Foi ideia sua? 
Quando fui chamada para o espetáculo, recebi a orientação de que a Marcela é uma personagem com comportamento de uma menina bonitona. Ela rebola, é uma pin-up dos dias de hoje (risos). Ela é linda por fora, mas tem valores questionáveis, esquisitos... Depois que ensaiei, a direção disse que seria interessante colocar uma voz para a personagem. Soltei um “qualquer vozinha?” (em tom estridente) e eles gostaram. Depois, acrescentamos uma risada escandalosa. É difícil manter essa voz durante toda a peça, mas é bem legal poder experimentar o diferente. 
Tem cuidados especiais antes de subir ao palco?
Faço exercícios de fono antes de entrar em cena para não machucar a minha voz. São exercícios de preparo vocal. Como disse, é difícil manter o tom durante a peça toda. Por isso, a importância do preparo. 

 Meninos e Meninas aborda várias questões típicas dos adolescentes. Já viveu situações parecidas? 
Já vi vários conflitos como os da peça e conheço várias Marcelas por aí. Eu adoro elas! 

 Consegue enxergar semelhanças entre você e a Marcela? 
 Não, não. Bem que eu queria (risos). Sou mais meiga que ela. A Marcela é moderna, sem apegos. 

 Você se considera mais romântica que ela?
Sim. Eu sou mais romântica que desapegada. Mas é sempre bom trabalhar desapego. É necessário, né? Mas, confesso: eu choro assistindo a filmes românticos (risos). 

 E você tem sonhos românticos, como casar e ter filhos? 
Com certeza. Estou solteira e não tenho pressa com esses planos. Quero casar, ter filhos, viajar o mundo. Mas tento manter os pés no chão porque a gente não pode ficar presa aos planos e sonhos. A vida é diferente das ideias. 

Falando em um futuro mais próximo... Com o fim das gravações de Êta Mundo Bom!, já faz planos dos seus próximos trabalhos? 
 Por enquanto, ainda não. Vou continuar o espetáculo. Tenho alguns projetos ainda para confirmar. A profissão é meio doida. 

 Quais sonhos cultiva para realizar no futuro? 
Tenho grandes objetivos. Quero trabalhar com cinema e também dirigir. Tenho muita vontade de estudar fora, quero viajar o mundo e conhecer culturas diferentes. Cinema é a minha grande paixão. 

 FONTE/QUEM
Mateus Solano e Miguel Thiré estreiam peça em São Paulo
 O espetáculo 'Selfie' chega à cidade no dia 2 de setembro Redação Contigo!

Por Vitor Zorzal 
São Paulo recebe pela primeira vez, a partir do dia 2 de setembro, no Teatro Renaissance, o espetáculo Selfie. 
A peça, estrelada por Mateus Solano e Miguel Thiré, é dirigida por Marcos Caruso e já teve mais de 100 mil espectadores ao longo de 150 apresentações.
 Selfie conta a história de Claudio (Mateus Solano), um homem superconectado que armazena toda a sua vida em computadores, redes sociais e nuvens, Até que um acidente faz com que ele perca todos os dados, se tornando um homem sem memória. 
A partir daí, Claudio inicia uma saga em busca da memória perdida, recorrendo a vários personagens de sua vida (onze, ao todo, vividos por Miguel Thiré) para reconstituir sua história.

FONTE/CONTIGO
 Giselle Itié fala de apresentação com Fuerza Bruta e do namorado
Por Rafaela Santos 
 Giselle Itié está em Buenos Aires, onde se apresenta esta semana com o Fuerza Bruta. 
O convite para participar do espetáculo "Wayra" surgiu depois que ela assistiu a uma apresentação do famoso grupo argentino junto com o namorado, o também ator Guilherme Winter: 
 - Fomos agradecer o convite e, na conversa, comentamos como foi incrível vivenciar o show como público e o quanto deveria ser bacana também para o elenco.
 Para a minha surpresa, não só me convidaram, como também chamaram o Gui. 
Estou muito lisonjeada e realizando um dos meus sonhos como atriz - conta ela.
 Para se apresentar com o grupo, conhecido por seus espetáculos cheios de acrobacias, Giselle encarou uma preparação corporal: 
 - Os exercícios são tão inusitados e extremamente intensos que os ensaios duram quatro horas. 
Até agora, corri excessivamente e mergulhei em um aquário raso. 
Estou amando! Sinto que estou 'secando'. Giselle, que já havia atuado com Guilherme em "Os Dez Mandamentos", comenta como é contracenar com o namorado novamente: 
 - É muito boa nossa parceria. Trabalhar com o Guilherme é delicioso, eu o admiro.
A atriz ainda escreve a websérie "Help", que será estrelada por Bia Montez.
 - A história é sobre uma mulher de 53 anos de idade que é uma cria da sociedade machista.
 A ideia é ela se desconstruir e se libertar dela mesma no decorrer dos episódios. 
Mas ainda é um projeto apenas. Vou gravar e, em seguida, buscar patrocinadores.

FONTE/OGLOBO

sábado, 27 de agosto de 2016

 Sérgio Malheiros comenta papel de professor em “Malhação”: 
“Perdi o tempo de ser aluno”
  Sérgio Malheiros comenta papel de professor em “Malhação”:
 “Perdi o tempo de ser aluno” Sérgio Malheiros disse que passou o tempo de interpretar aluno.
 No ar como o professor de educação física e personal trainner Belloto em “Malhação – Pro Dia Nascer Feliz”, Sérgio Malheiros falou ao jornal “Extra” sobre o novo personagem. Sucesso como o pequeno Raí de “Da Cor do Pecado” (2004), sua trama de estreia, o ator, de 23 anos, divertiu-se ao comentar os papéis que viveu desde aquela época.
 “Acho que perdi o tempo de ser aluno, né? [risos] 
Ele trabalha no Dom Fernão [escola da trama] e na academia Forma.
O Belloto é ‘meio galinha’, mas muito gente boa.
 Vai ter uma relação de grande amizade e ajuda com o Rômulo (Juliano Laham), que é um esportista que não tem grana para bancar seus treinos”, revelou.
 O famoso disse que vários professores que teve na vida lhe serviram de inspiração.
 “Um deles virou meu amigo e depois meu patrão, que foi o Gustavo Fernandes, meu professor no 3º ano de Química no Ensino Médio.
Ele me chamou para trabalhar no colégio em que estudei dirigindo vídeos e, agora, minha produtora trabalha para ele”, contou.
 Escalado para o enredo teen pouco tempo após ter vivido o vilão Jacaré, de “Totalmente Demais”, Sérgio disse que não deu tempo de descansar, mas que é abençoado por fazer o que gosta.
 “É aquele velho ditado: ‘Quem trabalha com o que gosta nunca trabalha’”, concluiu.

FONTE/RD1
 Marisol Ribeiro comemora volta às novelas
 Após cinco anos afastada das novelas, a atriz retorna em A Terra Prometida, depois de trocar São Paulo pela calmaria de Vargem Grande, no Rio

 Por Daniel Lopes 
Vida agitada não é segredo nenhum para quem cresceu em frente às câmeras como Marisol Ribeiro, mas a atriz encontrou sua maneira de repousar e ainda se dedicar à arte.
 “Estou morando no meio do mato, em Vargem Grande (zona oeste do Rio de Janeiro).
 Vim com o meu marido (Fernando Mira, artista plástico), curtir a natureza, essa imersão. 
A gente pinta, eu escrevo. Gostamos de andar de bicicleta, tomar banho de cachoeira. 
Troquei São Paulo por isso aqui, é o que faz a minha alma sorrir”, conta a atriz, em entrevista à CONTIGO! na Lagoa Rodrigo de Freitas.
 Marisol retorna às novelas depois de cinco anos afastada desde o fim de Morde & Assopra (Globo) para interpretar Acsa em A Terra Prometida, na Record. 
“Eu gosto muito de novela. Passei algum tempo na TV a cabo, fazendo séries e filmes e fiquei com esta vontade de retornar porque novela é algo muito mágico, poder contar uma história para tanta gente, um alcance que nenhum outro meio tem”, acredita. 
“É uma grande vantagem mostrar algo tão distante de nós, te traz uma atmosfera imediata.
 Escureci o cabelo, pus um aplique para deixá-lo maior. 
É um mundo muito rico, uma experiência de novas sensações”, comemora. 
 Marisol Ribeiro na Lagoa Rodrigo de Freitas, cartão-postal da cidade do Rio Emancipada Marisol conhece bem a vida artística. 
Ela começou a carreira bem cedo, ainda na infância. 
“Cada hora penso uma coisa sobre isso. 
É algo que percebo de maneiras diferentes.
 Já achei bem estranho e muito legal. 
Foi uma sorte ter praticado minha profissão por muito tempo.
 Eu tinha pouca maturidade para lidar com isso, hoje me sinto mais protegida comigo mesma, confio mais em mim. 
Quando se é criança e lida com esse meio tão fantasioso e duro ao mesmo tempo, você ganha experiência. 
Fui emancipada mais cedo”, relembra. 
Deixando o passado para lá, os planos daqui para frente incluem lançar um livro de poesias autorais e aumentar a família. 
“Tenho vontade de ter filhos, sim. Estou tentando deixar a vida me levar, este é o grande barato para aprendermos. 
Não controlar tudo o tempo todo, mas prestar atenção nos sentimentos. Respeitar meus desejos”, conclui.

FONTE/CONTIGO
 Anderson Di Rizzi fala da namorada: 
"Pagou promessa comigo"
 O ator, o Zé dos Porcos de Êta Mundo Bom!, conta que vai oficializar o relacionamento de cinco anos com a professora. 
Na Quinta da Boa Vista, no Rio, o ator fala de uma promessa que pagou em Aparecida, interior de São Paulo, e sobre o desejo de formar uma família 

Por Raquel Pinheiro 
 Se em Êta Mundo Bom! o ingênuo Zé dos Porcos, personagem vivido por Anderson Di Rizzi, disputa o coração da doce Mafalda (Camila Queiroz) com o aventureiro Romeu (Klebber Toledo), na vida real o ator de 37 anos já conquistou seu grande amor: 
A professora de educação infantil Taise Galante, de 31, com quem está há cinco anos.
 Na Quinta da Boa Vista, parque no bairro de São Cristóvão, na Zona Norte do Rio, cuja tranquilidade lembra o clima do interior da trama das 6 da TV Globo, os dois correm pelos gramados e passeiam nas amplas alamedas, contando as mudanças que vêm por aí. 
“Vamos nos casar depois que a novela terminar”, diz Anderson. 
Oficializar o relacionamento não é a única decisão importante planejada para o futuro.
 “Queremos muito ter filhos”, afirmam. 
Paulistas, os dois se conheceram por meio de amigos em comum, no final de 2010, quando Taise foi assistir à peça Julio Cesar, que Anderson fazia em São Paulo. 
Depois seguiram encontros e muito bate-papo por uma rede social.
 Na época, ele estava envolvido com Morde & Assopra (2011), sua estreia na TV, e não queria namorar.
 “Fui sincero com Taise: disse que aquela era minha primeira grande oportunidade e que não conseguiria dar a atenção que ela merecia.
 Taise falou: ‘Tudo bem’”, lembra o ator.  
INVESTIMENTO 
 Ainda assim, o namoro engrenou, e ele logo viu que a coisa era séria.
 “Um dia saí para gravar e falei para ela ficar à vontade, ir à praia, ‘a casa é sua’. 
Quando voltei, Taise tinha passado o dia inteiro limpando o apartamento, foi ao mercado, fez um jantarzinho. Aí pensei: 
‘Essa é uma menina que teve a oportunidade de ir para a praia e fez tudo isso’. 
Lá na frente, quando a situação apertar, vai estar do meu lado”, lembra ele.
 “Investi”, diverte-se Taise. Se ainda havia alguma dúvida quanto ao futuro a dois, uma viagem à Basílica de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida, interior de São Paulo, no final de 2011, consolidou de vez a relação.
 O ator foi pagar uma promessa feita anos antes: assistir a todas as missas de um domingo, em um total de sete, pela graça alcançada: a carreira ter decolado. 
“Fui com meus pais (Josmar, de 67, e Ione, de 60) e Taise perguntou se eu não me importava que ela fosse junto para ver algumas missas.
 Poxa, uma mulher que vai pagar promessa que não é dela... 
Dou valor a esse tipo de coisa”, conta Anderson, enquanto ajuda Taise a descer um dos gramados da Quinta. 
“Anderson é carinhoso, cuidadoso. 
Temos valores parecidos, e ele me respeita muito. Me traz paz”, diz a professora. 
ALTAR
 O ator retribui os elogios. “Taise me dá tranquilidade e entendeu muito bem meu trabalho. 
Ela se adaptou fácil à minha rotina e é muito tranquila em relação a ciúmes”, conta.
 “Adoro Zé dos Porcos, mas o personagem dele de que eu mais gostei foi o professor Josué da novela Gabriela (2012)”, indica ela, que já visitou os Estúdios Globo e costuma passar o texto com o namorado. 
 Relacionamento firme e forte, o casal aprendeu a viver na ponte aérea quando o ator está a trabalho no Rio. 
No restante do tempo, moram juntos em São Paulo. 
É na capital paulista que eles pretendem casar – no civil e apenas com a presença de seus pais e irmãos. 
“Vai ser algo bem simples. Acabamos de comprar apartamento e fazer obra, então ou a gente casa ou viaja”, brinca o ator. 
 A Quinta foi residência da família real portuguesa até 1889.
 A configuração paisagística atual, do francês Auguste Glaziou, é de 1869 e tem lagos, cavernas e mirante em forma de pagode chinês. 
 VINÍCOLAS
 Taise revela o roteiro da lua de mel, que vai ser no final do ano, quando a professora tem férias. 
“Não conhecemos a Itália e queremos ir à Toscana, Veneza e Roma”, adianta ela.
 “Também pensamos em visitar vinícolas, ir para o interior e ver as cidadezinhas”, acrescenta ele, que durante o passeio foi bastante abordado por fãs. 
 Com Êta Mundo Bom! na reta final, Anderson torce para que Zé dos Porcos tenha um final feliz com Mafalda.
 “Ele representa a massa, o cara simples com bom coração, humilde e sincero”, diz. 
E em seguida elogia Camila: “É um fenômeno!
 Nunca estudou teatro e chegou na profissão superbem”, afirma.
 Anderson diz que admira o altruísmo de seu personagem. 
“Ele é evoluído, quer ver Mafalda feliz mesmo que seja com o Romeu. 
Se fosse comigo, eu sumiria, não iria querer mais contato: ‘Casou com outro? 
Beleza! Mas estarei longe para não sofrer’”, brinca.
FONTE/QUEM
 Malu Falangola fala da cena de topless em 'Malhação' e do namoro à distância 
Por Anna Luiza Santiago
Já na estreia da nova temporada de "Malhação", Malu Falangola, que interpreta Sula, protagonizou uma cena de topless na praia. 
Ela conta como foram os bastidores da gravação:
 - Eu estava tranquila e preparada. Usei uma proteção (nos seios).
 O mais complicado foi ficar agachada na parte rasa. 
Levei caldo sem parar. Engoli água e ralei o joelho na areia. Mas foi divertido. 
 A atriz define sua personagem como uma jovem "assanhada, cara de pau e com autoestima elevada":
 - Eu sou mais tímida que Sula, ela é bem distante de mim. 
Em breve, vai se mudar para o Rio de Janeiro, como Joana (Aline Dias) já fez, e aprontará muito.
 As pessoas já estão torcendo para que ela tenha um romance com Jabá (Fábio Scalon) porque ele também é um personagem descolado.
 Seria um casal engraçado. Malu começou a atuar como modelo aos 9 anos e, aos 17, foi convidada por uma agência para trabalhar no Rio.
 - Me indicaram também um curso de teatro e acabei me apaixonando. 
Larguei a carreira de modelo. Minha primeira peça no Rio foi o musical 'Um homem de outro mundo', sobre a vida e a obra de Chico Xavier. 
Também fiz filmes independentes e webséries - relembra. 
 Antes de ganhar um papel de maior destaque na TV, a atriz, de 22 anos, participou dos elencos de apoio da série "Amorteamo" e da novela "Totalmente demais". 
Natural de Recife e atualmente morando no Rio, ela namora o engenheiro Walter Ramacciotti há um ano.
 - A gente se conheceu em Cuiabá. O melhor amigo dele se casou com minha melhor amiga e fomos padrinhos. 
Ele é de Santos e está vindo morar no Rio. 
Mantivemos um relacionamento à distância, mas sempre conseguimos nos ver toda semana - diz ela, acrescentando que o namorado dá apoio à carreira. 
- Ele não conhecia muito a minha área, mas foi aceitando. 
A gente vai na base da conversa. Hoje, gosta de ver e de comentar.
 É muito interessado.

FONTE/OGLOBO

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

 Zeca Camargo: 
"Nunca vou ter a barriga do Cauã Reymond" 

 Há um ano no É de Casa, o jornalista diz que sentiu vontade de mudar o rumo da carreira quando completou 50 anos, conta que aprendeu a fazer escolhas alimentares corretas após participar do “Medida Certa”, do Fantástico, e jura que acorda de bom humor todos os dias.

Por Carla Neves 
 “Botei mochila nas costas e fui viajar. nos anos 80 era um ‘hippão’ (...), um doidão.”
Quando fez 50 anos, em 2013, Zeca Camargo viveu uma crise interna. 
“Fiquei numa outra intensidade, numa outra frequência. 
Literalmente saí do Fantástico com 50 anos.
 Fiz aniversário em abril e deixei o programa em agosto. 
A TV Globo foi supergenerosa em acatar.
 Ela podia ter pedido para eu ficar”, conta o jornalista, que, depois de apresentar a atração por 15 anos, assumiu o comando do Vídeo Show no lugar de André Marques. 
 Há um ano, está no É de Casa, ao lado de André, Ana Furtado, Cissa Guimarães, Patrícia Poeta e Tiago Leifert.
 E garante: nunca esteve tão feliz. 
“Rimos muito. É mais a minha cara.” Aos 53 anos, ele também está satisfeito com suas escolhas pessoais, especialmente com a maneira como passou a se comportar desde que participou do quadro “Medida Certa”, no Fantástico, em 2011. 
“Perdi 11 quilos naquela época, depois ganhei mais 6, hoje estou 3 ou 4 acima do que perdi lá. Sou um cara grande. 
Tenho 1,88 metro. E 53 anos! Nunca vou ter a barriga do Cauã Reymond”, avisa, aos risos. 
 A que se deve essa migração de jornalistas para o entretenimento na TV Globo? 
 O jornalismo demanda muito. Mas todo mundo veio depois de alguns anos no jornalismo. O Bial (Pedro), a Fátima (Bernardes), o próprio Tiago (Leifert), que tem menos tempo de trabalho. São pessoas que já deixaram uma marca.

 Você sente falta do jornalismo, das entrevistas que fazia? 
 Senti uma necessidade interna. Fiz 50 anos e falei: “Puxa vida, tem dois caminhos aqui. Posso ficar mais dez anos no Fantástico ou mudar”. Minha saída do programa foi uma atitude generosa do Schroder (Carlos Henrique Schroder, diretor-geral da Globo). Coloquei isso para ele na época. Falei: “Olha, não queria ser o cara do Fantástico”. Aos 50, você fala: “O que vou fazer com meus próximos anos? Quantos anos a mais de TV? Deixa experimentar uma coisa diferente?”. Lembro da Fátima (Bernardes) saindo do JN e falando em uma das despedidas: “Estou nervosa, mas muito a fim de experimentar”. 

 Você teve a chamada crise dos 50? 
Fiquei numa outra intensidade, numa outra frequência. Literalmente saí do Fantástico com 50 anos. Fiz aniversário em abril e deixei o programa em agosto. A TV Globo foi muito bacana em acatar. Porque ela podia ter pedido para eu ficar. Sinto muita saudade do programa. Talvez não tenha saudade da rotina. Trabalhava de domingo a domingo. Mas tenho saudade das pessoas e uma admiração profunda pelo Luiz Nascimento, diretor do programa e meu amigo pessoal. 

 De que forma o avanço da idade influenciou nessa decisão? 
 Não que estivesse me sentindo velho, mas precisava fazer outra coisa. Nunca liguei para a idade... Tenho 53 e sou o primeiro a contar isso. Até escrevi um livro, 50, Eu?. Não tenho medo de experimentar.

 O que mais o motivou quando foi convidado a apresentar o É de Casa? 
O caráter totalmente informal da atração. Fiz 17 anos de Fantástico. Foi muito tempo! Era editor e repórter. Tinha meia segunda-feira de folga. Porque quando terminava o programa no domingo, 11h30 da noite, estava destruído. No dia seguinte descansava até meio-dia. E só tinha a tarde para fazer as minhas coisas. Na terça, às 10h da manhã, já tinha a reunião de pauta. Era muito intenso, pauleira. Quando fui para o Vídeo Show, todo mundo falou: “Ah, entretenimento é moleza”. 

 E foi moleza?
Não! O Vídeo Show é um programa diário. Todo dia tem que fazer uma coisa original. Era muito intenso também. Bem ou mal, estava fazendo entrevista todo dia. Já o É de Casa é o que imaginei que daria para fazer de legal no entretenimento. 

 Não se incomodou de dividir o programa com cinco apresentadores? 
Não sabíamos como iria funcionar. No primeiro programa éramos os seis! Mas hoje somente quatro apresentam (em esquema de revezamento). É bom assim. Seis é demais. Óbvio que a minha intimidade com a Patrícia era enorme. Fiz três anos de Fantástico com ela. De todos, ela é a mais próxima a mim. Como trabalhei muito com o Boninho, também já tinha uma convivência pessoal com a Ana (Furtado), mulher dele. Quando ainda estávamos preparando o programa, Boninho me chamou para fazer uma semana de Mais Você com a Cissa. E foi um excelente test drive. Depois, por acaso, também encontrei o André em um SuperStar. E lembro de fazer um Central da Copa com o Tiago (Leifert). Era a Copa da África do Sul (em 2010). E ele é muito bom. Dá raiva! Sou rápido de resposta. Mas o Tiago é mais que eu (risos). 

 Prefere programas ao vivo? 
Quando estava passando do Vídeo Show para o É de Casa, Boninho falou que o programa passaria a ser ao vivo. E reclamei: “Justo agora que estou indo para o É de Casa?”. Adoro o ao vivo. Ficamos mais presentes, somos mais donos do programa. Para o bem e para o mal. Se der um problema, tem que se virar. “Procuro sempre ver o lado positivo das coisas.” 

 Em 2011, você participou do quadro “Medida Certa”, do Fantástico. Manteve o peso?
 Mais ou menos (risos)... Mantive alguns hábitos, mas para o “Medida Certa” é preciso mudar a rotina. Perdi 11 quilos naquela época, depois ganhei mais 6, hoje estou 3 ou 4 acima do que perdi lá. Sou um cara grande. Tenho 1,88 metro de altura. E 53 anos! Nunca vou ter a barriga do Cauã Reymond (risos)! 

 Como você define o período da sua juventude? 
 Sou formado em administração de empresas na FGV. Comecei a trabalhar no jornalismo porque gostava de escrever. Sempre gostei. E fui convidado pela (consultora de moda) Lilian Pacce, que fez cursinho comigo, e queria jornalismo. Estava em outra. Deixei a faculdade, botei mochila nas costas e fui viajar. Nos anos 80 era um ‘hippão’. Fui dançar... Era doidão (risos). Peguei mochila e fui para a Índia, saí de casa. Entre os 21 e os 24 anos era do mundo! Acho que foi a melhor faculdade que fiz. Viagem é escola. 

 Mas você já trabalhava nessa época? 
Trabalhava em galeria de arte. Era assistente, vendia quadro. Até que um dia encontrei Lilian e ela me convidou para fazer freela em um jornal... Ela falou: “Escuta, você escreve tão bem! Não quer escrever umas coisas aqui para mim?”. E comecei a freelar. A primeira coisa que escrevi foi uma crítica de dança, do Carlton Dance.

 Como é a sua família?
 Tenho três irmãos queridíssimos e superpróximos. Dois irmãos do mesmo pai e da mesma mãe, o Luiz Carlos e o Carlos Eduardo, e uma irmã do segundo casamento do meu pai, a Mariana. Minha mãe fala que tem trigêmeos. Sou o mais velho. Atualmente estou solteiro, moro sozinho e tenho duas casas, uma no Rio e outra em São Paulo. 

 Você é sempre bem-humorado e positivo? 
 Acordo assim todo dia (gargalhadas). Quando apresentava o Fantástico com a Renata Ceribelli, ela falava: “Como é que você acorda desse jeito?”. E a Renata faz aniversário um dia antes de mim. Somos do mesmo signo. Ela faz dia 7 de abril e eu no dia 8. Já chego animado para trabalhar e procuro sempre ver o lado positivo das coisas. Nunca liguei para a idade... tenho 53 anos e sou o primeiro a contar isso.” Zeca Camargo

 Klara Castanho:
 "Quando contei para meus pais sobre meu primeiro beijo, a princesinha morreu" 
A atriz chega aos dez anos de carreira com a certeza de que está no caminho certo. 
No auge da adolescência, aos 15 anos, a atriz revela que crescer frente às câmeras a ajudou a amadurecer.

Por Mariana Silva
Vista de longe, Klara Castanho, 15 anos, ainda engana. 
Ou seja, o vestidinho florido e o cabelo cortado pouco acima dos ombros continuam a vender a delicadeza típica de uma garota. 
Porém, sua maneira articulada de se comunicar, além do salto alto, denuncia a maturidade precoce. 
Enfim, o jeitinho meigo e divetido continuam lá, principalmente quando comemora, logo após os primeiros cliques, a troca dos 10 cm a mais por uma sapatilha dourada. 
Mas não há dúvida: a menininha cresceu!
 Longe da TV desde a novela Além do Tempo (2015), quando viveu Alice, a atriz dedicou o tempo aos estudos e aulas de canto.
 Atualmente, ela pode ser vista no espetáculo O Aprendiz de Feiticeiro, em cartaz até novembro no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em São Paulo. 
Em outubro, estreia no cinema como protagonista, ao lado da youtuber Kéfera Buchmann, 23, do filme É Fada, com direção de Daniel Filho, 78, e Cris D’Amato, 53, uma adaptação do livro Uma Fada Veio Me Visitar, de Thalita Rebouças, 41 . 
E os planos profissionais não param por aí. 
Klara ainda lançará um livro em parceria com a escritora Luiza Trigo, 27, contando histórias inspiradas na vida de um adolescente. 
 Princesinha do papai? Pela primeira vez no teatro, a experiência no palco não foi o que mais assustou Klara. 
No peça, ela contracena com o ator Ghilherme Lobo, 21, e deu seu primeiro beijo profissional.
 “Foi assustador, pois percebi que estava em transição.
 Mas o Gui é uma pessoa incrível, acolhedor, muito fofo. 
Todo o ambiente foi calmo, então, fluiu tranquilamente. 
Mas, claro, meu primeiro pensamento foi:
 ‘Oh Deus, não sou mais criança, agora eu beijo na boca!’”, diverte-se. 
Apesar da expectativa, a atriz revela que a cena não chocou os pais, Karla, 38, e Cláudio Castanho, 40. 
“Meu primeiro beijo foi aos 13 anos. Em casa não temos segredos. 
Quando eu contei para meus pais, minha imagem desmistificou, a princesinha do papai morreu! 
Para eles, eu era quase intocável!”, brinca. 
 Cabeça velha Mesmo com pouca idade, Klara respira confiança e, garante, o trabalho a ajudou na passagem da infância para a adolescência. 
“Por conta da carreira, desde cedo corri atrás do que queria e, acredito, em comparação às meninas da minha idade, desenvolvi uma maturidade maior. 
Não digo que sou mais inteligente ou mais esperta, mas assumir um carreira muito jovem fez com que eu tivessse uma cabeça mais velha.
 Muitas meninas vivem em um mundinho irreal, sem pensar nas consequências do amanhã. 
Crescer com responsabilidades me fez ter outra visão da vida e isso me diferencia”, explica.
 Com os pés no chão Completando dez anos de carreira, desenvolver-se frente às telas nunca foi um problema para Klara.
 A estrela revela que a ajuda dos pais foi fundamental para sua evolução e anuncia que, após deixar a escola, pretende cursar Publicidade e Propaganda para ter um outro foco. 
Porém, não planeja abandonar a carreira de atriz.
 “Gosto muito do que faço. É um mundo fantástico, mas nunca me maravilhei. 
Sempre recebi cuidado em casa e meus pais me prepararam para a queda. 
Hoje, estou em cartaz, mas e amanhã? 
A minha família é a base para qualquer coisa que eu vá fazer na vida”, diz

FONTE/CONTIGO
 Marcello Gonçalves fala sobre relação com André Gonçalves: 
“Somos unha e carne” 
 Destaque em ‘Êta Mundo Bom!’ na pele do vilão Cara de Cão, ator lembra início da carreira, infância ao lado do irmão e planos para o futuro.

Por Beatriz Bourroul
 A reta final de Êta Mundo Bom! trouxe destaque ainda maior para o ator Marcello Gonçalves. 
Na pele do vilão Cara de Cão, o ator de 42 anos teve a chance de mostrar seu talento na televisão. 
No capítulo de sexta-feira (19), está prevista uma cena emblemática em que seu personagem sequestra a mocinha Filó (Débora Nascimento).
 Conhecido por ter atuado nos filmes Tropa de Elite (2006) e Tropa de Elite 2 (2010), de José Padilha, Marcello diz ter adorado conquistar um papel maior na TV, mas é no teatro que se sente em casa. 
Com o fim da novela, continuará se dedicando aos palcos – atuando na peça O Senador, em cartaz no Rio de Janeiro.
 No bate-papo com QUEM, o ator fala ainda sobre a relação com o irmão André Gonçalves, de 40 anos.
 “Viemos de um lugar com poucos recursos. 
Estávamos acostumar a dividir tudo – de comida a espaço. 
Nossa família tem uma base de humildade. 
A gente preza pela irmandade.” 
 Cara de Cão, seu personagem em Êta Mundo Bom!, cresceu ao longo da novela. Satisfeito com a experiência? 
É muito bom participar de uma trama como esta. Geralmente, não sou chamado para trabalhos de época. Costumo ser chamado para histórias contemporâneas. O texto que o Walcyr escreve é uma delícia, parece com as obras clássicas de Shakespeare e Molière. É realmente muito bem escrito. 

 Você já tinha vários trabalhos no teatro. Gostou da chance de conquistar um papel maior na TV? 
 Gosto de dois, teatro e TV. Nem sempre dá para conciliar e fazer ambos. O teatro me ensinou a atuar, escrever, dirigir e produzir. Meu irmão faz mais TV que eu. Queria ter a chance de fazer mais TV. No teatro, eu me sinto em casa. 
Os irmãos André e Marcello Gonçalves 

Como foi o início da carreira? 
Chegamos ao Rio em 1987, depois de dez anos em Natal, no Rio Grande do Norte. Morávamos na favela, entre o Parque Arará e a Vila do João. Minha carreira começou em 1992, no teatro. Eu que levava meu irmão [o ator André Gonçalves] aos ensaios e gravações da minissérie Capitães de Areia, na Bandeirantes. A direção era do Walter Lima Jr. Tinha 15 anos. Foi por conta deste trabalho que conheci o Roberto Bontempo e me chamou para o teatro. 

Seu irmão é mais novo. Como é a relação de vocês?
Somos melhores amigos. Somos unha e carne. Ao todo, somos em 10 irmãos e nós dois somos os mais velhos. Ajudamos a criar os mais jovens. Começamos a trabalhar jovens com meu pai. Trabalhei em feira, vendi cachorro-quente... Nossa relação se fortaleceu com o reaparecimento da nossa mãe, que ficou ausente por um período. Tenho dois filhos – Antonio, de 6 anos, e Vicente, de 3 – e eles adoram meu irmão. Meus sobrinhos também me admiram. Temos caminhos diferentes, mas é uma admiração de ambas as partes. A nossa relação familiar é muito cristalina. 
 Quais lembranças você tem da infância? 
Viemos de um lugar com poucos recursos. Estávamos acostumar a dividir tudo – de comida a espaço. Nossa família tem uma base de humildade. A gente preza pela irmandade. 

 Com a reta final de Êta Mundo Bom! se aproximando, quais seus próximos planos profissionais? 
 No início de agosto estreei a peça O Senador, no Rio de Janeiro, e fico em cartaz até o fim do mês com espetáculo. A peça é uma versão de Angelo do autor francês Victor Hugo. Adaptamos para a realidade brasileira de 2016. Para o futuro, quero dirigir o meu irmão no teatro. Além disso, quero fazer um espetáculo com a Bianca Bin. Criamos uma relação de muita admiração.

FONTE/QUEM