quarta-feira, 29 de julho de 2015

Superpais!
 Jair Oliveira e Tania Khalill apresentam Orlando para as filhas
O casal levou as filhas, Isabella e Laura, para uma viagem inesquecível a Orlando, nos Estados Unidos, e voltou aos tempos de criança

Por Thiago Furtado
É preciso estar com o coração aberto para ser criança. Essa é uma das premissas de Tania Khalill, de 37 anos, e Jair Oliveira, de 40, que embarcaram com as filhas, Isabella, de 7, e Laura, de 4, para Orlando, na Flórida (EUA), onde se divertiram  em todas as atrações do SeaWorld. 
A atriz já havia visitado o complexo na infância. “Foi sensacional relembrar”, disse ela. Desta vez, no entanto, eles tentaram ver a felicidade pelos olhos das meninas, que se animaram até com os brinquedos radicais. 
“Elas são supercorajosas. Fiquei assustada”, completou Tania, rindo. “Para os pais, a sensação mais legal é ver como os filhos se divertem e como a magia funciona tanto para a criança quanto para o adulto”, contou Jair. 
Essa ligação forte do casal com as meninas deu vida ao projeto Grandes Pequeninos, um portal de conteúdo criado pela família com dicas de música, livros, filmes e artes em geral. 
“Elas gostam muito e querem ajudar”, explicou Tania. Em entrevista a QUEM, o casal dá mais detalhes da viagem, conta como enxerga a paternidade, comenta sobre novos projetos e relembra o primeiro ano sem o cantor Jair Rodrigues:
Como foi viajar em família para Orlando?
Tania Khalill: Fomos ao Busch Gardens, SeaWorld, Aquatica e  Discovery Cove. Eu já havia visitado quando eu tinha 7 anos. O Busch foi o que mais me marcou. Foi um resgate muito gostoso dessa coisa de ter contato com a natureza e com os animais, que os parques valorizam. As meninas ficaram apaixonadas! A Laura já está perguntando se o aniversário de 5 anos dela pode ser lá!

Qual foi a atração favorita?
Jair Oliveira:  No Busch, a Isabella gostou do Cheetah Hunt, e no Aquatica, do Walhalla Wave, uma boia em que nós quatro entramos. É muito rápida! Parece uma montanha-russa aquática.
TK: Eu e Jair fomos a uma torre superalta. Minha perna demorou para parar de tremer, mas a sensação é única.

Quando vocês estão com as crianças, tentam resgatar esse sentimento de voltar à infância?
TK: Temos um projeto paralelo muito especial que se chama Grandes Pequeninos. No segundo semestre de 2015, vamos montar a edição 2, que será em formato de show.
E com a agenda lotada, como fazem para arranjar tempo a sós?
TK: Com agenda lotada ou não, isso nunca pode deixar de existir. Fazemos de tudo para prezar o tempo a sós, como artistas e indivíduos. Voltamos de uma viagem de casal a Nova York recentemente, para depois fazer esse passeio maravilhoso com as meninas.

 Vocês formam um casal tão bonito, juntos há dez anos. Existe alguma receita para dar certo?
TK: Se tivesse, estaríamos ricos! Tentamos ser sempre companheiros e amigos. O resto é mistério.
JO: Acho que a busca do casamento feliz é o primeiro passo para o fracasso. É preciso entender que o casamento é como a vida. Você não simplesmente desiste dela. Enfrente e aceite as coisas boas e ruins. Não há receita, até porque não sabemos do futuro. Acho que sabemos o que estamos fazendo para dar certo no presente.

Há um ano, Jair Rodrigues, seu pai, falecia. Como a família lida com isso agora?
JO: A morte do Jairzão foi um susto para muita gente. Ele estava extremamente saudável e simplesmente desligou a chave. Foi um susto! Mas o legado que ele deixou, não só na música, mas na minha vida, foi tão importante para mim e para a nossa família que facilitou um pouco o processo doloroso do luto. A nossa família continua muito unida.

FONTE/QUEM

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