terça-feira, 18 de agosto de 2015

Dani Calabresa sobre Marcelo Adnet;
“Fizemos uma escolha de viver juntos”
A humorista conta como surgiu seu apelido, ressalta que superou a crise no casamento com Marcelo Adnet, fala do 'Zorra' e comemora a estreia no cinema com a comédia 'A Esperança É a Última que Morre'

Por Beatriz Merched
Dani Calabresa, de 33 anos, não perde o bom humor, mesmo vivendo na ponte aérea Rio-SãoPaulo.
 A humorista nascida em São Bernardo do Campo e o marido, Marcelo Adnet, se dividem entre a casa na capital paulista e a hospedagem na residência da sogra de Dani ou em um hotel. 
“Queremos ter uma base aqui. Não dá mais para ficar carregando tudo em mala de mão. 
É cansativo e a gente vive esquecendo algo”, conta ela, no ar no humorístico Zorra, que pensa em alugar um apartamento na Barra da Tijuca, bairro próximo aos estúdios de gravação da TV Globo.
Mas foi bem longe de lá, na Lagoa Rodrigo de Freitas, um dos cartões-postais do Rio de Janeiro, que Dani se encontrou com QUEM.
 Divertida sem fazer esforço, ela mostra um lado que poucos conhecem: o de mulher apaixonada. 
Em frente ao espelho d’água, a atriz reafirma seu amor pelo marido, também de 33 anos, com quem está casada há cinco.
 “A gente se apoia, se ama. É muito amor. Passamos por cima de qualquer dificuldade. 
Fizemos uma escolha de viver juntos porque nos amamos”, ressalta ela, que passou por uma crise no relacionamento no final do ano passado, quando Adnet foi fotografado aos beijos com uma garota no Leblon.
O assunto parece superado. A força para seguir em frente veio da dona de casa Marlene, de 68, e do engenheiro químico Claudio, de 73, pais de Dani. 
“Eu tinha um desejo de ter um relacionamento igual ao dos meus pais. Pensava muito nisso quando era adolescente. 
No começo, parecia que eu e Marcelo nos conhecíamos há mil anos. Nós ainda éramos ficantes quando ele foi até minha casa, em Santo André (SP), onde morava, para conhecer meus pais.
 Foi uma cena linda! Eles se abraçaram e ficaram emocionados. Lembramos disso até hoje.”
MOLECA
Seu nome de batismo é Daniella Maria Giusti. O apelido deve-se ao tempo de monitora infantil, em 2004. 
As crianças diziam que ela tinha sotaque italiano por dar ênfase à pronúncia da letra “r”. “Um amigo começou a chamar minha irmã e eu de ‘irmãs calabresa’! O apelido pegou”, conta ela, aos risos.

Esse seu jeito moleca a alçou rapidamente ao sucesso. Dani entrou para a lista da revista Época dos 100 brasileiros mais influentes do Brasil em 2011, graças a sua performance nos programas da MTV, Comédia ao Vivo e Furo MTV – sem esquecer de suas apresentações de stand up comedy (com imitações perfeitas de Hebe Camargo!). Em 2014 entrou para o programa CQC, na Band. “Desde sempre sou atriz de comédia”, diz.
A humorista estreia no cinema em agosto no longa A Esperança É a Última que Morre, de Calvito Leal. Sua personagem forja assassinatos em uma pequena cidade para brilhar como repórter de TV e se tornar âncora do telejornal. “Ela é fã da Fátima Bernardes. Olha que bonitinho!”, brinca a atriz.

FONTE/QUEM

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