quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Disputado por duas gravadoras, Wesley Safadão grava DVD em Brasília e fala de sua família
Por Leo Dias
Ele é o cara do momento Brasil afora. Por isso, Wesley Safadão está sendo disputado por duas gravadoras. 
O contrato dele com a Som Livre já venceu e ainda não foi renovado. Nesse meio tempo, surgiu a Sony Music interessada em fechar com o cantor. 
A Som Livre tratou de acelerar as negociações e promete renovar com ele até, no máximo, semana que vem. 
No sábado, Wesley grava, em grande estilo, do lado de fora do Estádio Mané Garrincha, em Brasília, seu novo DVD. 
Em uma conversa com a coluna que aconteceu em frente ao palco gigantesco, na Capital Federal, Wesley contou que acaba de gravar uma canção com Ivete Sangalo e que Jorge, da dupla com Mateus, deve fazer uma participação na gravação.

Sempre sonhou gravar um DVD desse porte?
Não posso dizer que sonhei isso desde o início, pois meus sonhos iam de acordo com o que ia acontecendo. Começamos a conquistar outros estados e a gente acredita muito que esse novo projeto em Brasília será mais um grande divisor de águas no nosso trabalho.

Wesley é um sucesso no Brasil inteiro, Nordeste, Norte, Centro-Oeste, Sudeste. Por que Brasília?
Cara, deixa eu te falar. Graças a Deus, nosso país é muito grande. A gente está chegando em muitos estados, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, essa região do Distrito Federal, Goiânia… Ainda este ano vamos fazer muitos shows nesses estados. E a gente vê que tem muito a mostrar. Esse DVD seria feito no Rio, como chegamos a anunciar em 2014. Só que tivemos problemas de logística em relação a luz, agenda, e acabou não acontecendo. Em abril, fizemos um show em Brasília totalmente diferente, sentimos calor do povo e vimos que aqui estava acontecendo alguma coisa. Depois fizemos o bloco ‘Pirraça’ para 25 mil pessoas. Aí comecei a pensar que queria gravar o DVD em Brasília. Depois fizemos mais dois dias seguidos, anunciamos em uma boate aqui e esgotou. Aí pensei: acho que é lá, a gente queria gravar o DVD fora do Nordeste. Não que a gente não ame nossa região, é uma coisa que nosso segmento ainda não fez, tornar o desafio maior ainda, e foi escolhido Brasília.

O nordestino gosta de ver o filho da terra desbravando o Brasil?
Pois é! Tiveram muitos comentários positivos e é isso o que a gente está pretendendo. Comparo a minha banda como um time de futebol em um campeonato, aquele time motivado demais que quer chegar, ganhar o campeonato e arrebentar.

Você postou que estava aparando o cabelo. Eu fiquei pensando que você ia aparecer com o cabelo curtinho. Tá intacto.
Sempre que posto alguma coisa sobre cabelo tem uma repercussão grande. “Deixou curto? Cabelo grande é a sua marca!” Eu digo: “ainda não” É uma promessa que foi feita pela minha mãe quando eu tinha 3 anos e terminou quando eu tinha 6, 7 anos.

Então já foi paga?
O cabelão começou por causa de promessa. Com 3 anos, eu fui internado com uma pneumonia muito forte e, na fila do hospital, minha mãe encontrou uma senhora que o filho estava também internado. Minha mãe disse assim: “Ela mandou misturar plantas medicinais para você tomar.” Antes de acabar o vidro, graças a Deus, não tinha mais nada. E a promessa era deixar o cabelo crescer. Penso em cortar curtinho e sempre disse que, aos 30 anos de idade, eu faria isso, mas pode ser que seja antes. Na minha cabeça é isso. Penso em mudar, a marca é muito forte.

Você mudou muito de uns tempos pra cá. Cabelo preso é melhor…
Também gosto muito, prefiro preso do que solto. E acho que as pessoas conheceram 100% do meu rosto. Até as espinhas dá para ver melhor (risos).

Você também mudou no palco. Está mais solto. Vi vídeos de você dançando. Teve aulas de dança?
Na verdade, eu não sei dançar! Eu brinco no palco. Me divirto! Cheguei aqui, observei tudo, trato tudo com a maior seriedade do mundo. Sempre funcionou assim. Mas, quando falam: “Wesley Safadão para vocês”… Aí é brincadeira! Me divirto em cima do palco, brinco. Quando termina o show, volta a seriedade.

Diversão mesmo eu vejo quando você está ao lado de seus filhos. Vejo você vibrando como uma criança.
Só quem é pai entende o que é o sentimento. De passar tempo longe, viajar… A gente faz uma logística muito louca pra eu estar sempre perto da minha família. Dois dias longe de casa e fico agoniado. Quando eu chego, tento dormir agarrado com meus dois filhos. O Yudi vai completar 5 anos. Fica minha mulher em uma ponta e eu fico na outra. Fico a noite todinha cheirando ele… Aí a Isis (a outra filha, de 1 ano) se mexe! Durmo todos os dias na cama com meus filhos. Se eu chego de um show às 3h da manhã, pego um no quarto dele, coloco na cama, pego o outro também e vou dormir com eles.

A festa de 1 ano da sua filha foi um sonho, né?
A gente trata a Isis como uma princesa. Ela é e sempre vai ser, independentemente da idade.

FONTE/ODIA

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