domingo, 23 de agosto de 2015

O amor de Anderson Di Rizzi e Taise Galante
Na neve, o ator global anuncia casamento bucólico para 2016

A sintonia entre o casal Anderson Di Rizzi (37) e Taise Machado Galante (29) é evidente.
 Apesar de serem de universos opostos —  ele é ator e ela, professora de educação física infantil —, eles têm muitas paixões em comum: são vegetarianos, defensores dos animais, avessos à baladas e amantes da natureza e da tranquilidade.
 “Combinamos até nas viagens. Gostamos de pesquisar o lugar antes, preferimos a parte antiga do local e gostamos de visitar as igrejas e museus”, detalha Anderson, durante a Temporada CARAS/Neve, em Termas de Chillán, a 400 quilômetros de Santiago, a capital do Chile.
 Juntos há quatro anos e meio, Anderson e Taise se preparam para dar um passo importante no relacionamento. 
Eles, que estão finalizando a reforma do apartamento, se preparam para o casamento. “Ainda não temos data e nem sabemos direito como será. 
Só queremos que a nossa cachorrinha, Bandeirinha, entre com as alianças”, conta o artista, referindo-se ao pet, resgatado há um ano. 
A única certeza do casal é ter filhos em breve. “Queremos dois, logo. Vou encomendar na lua de mel”, diz Taise.
 “Já estou com 37 anos e quero ter disposição para brincar com meus filhos”, avalia ele, de férias da TV desde o fim da novela global Amor à Vida.

– Que tal viajar juntos?
– A gente gosta muito. Não tem tempo ruim pra gente. Somos muito parecidos. Não curtimos balada, somos mais reservados, gostamos de ficar em casa assistindo filme, sair para jantar. Aqui, malhamos juntos, meditamos, fizemos massagem e yoga, tudo juntos.

– Como é a relação de vocês?
 – Em um relacionamento a longo prazo, a confiança, a amizade e a vontade de estar junto têm um peso muito grande.

– E o casamento?
Taise – O apartamento fica pronto este ano e planejamos casar ano que vem. A gente praticamente já mora junto. Quando ele estava no Rio, eu ficava lá sempre que podia. Acho que isso nos aproximou. Sempre tivemos uma convivência intensa.

– Imaginam a boda?
Anderson – Ainda não sabemos direito, mas o que queremos muito é conciliar os bichos. Um local aberto, no campo, para cada um levar o seu bichinho.
Taise – Mulher sonha mais com o grande dia. Queremos uma cerimônia simples e bonita.
– Planejam filhos?
Anderson – Queremos ter filhos logo depois de casar. Sonho muito em ser pai. Planejamos dois. Somos loucos por menino. Tenho meu lado infantil ainda. Brinco com carrinho de controle remoto, gosto de empinar pipa e jogar futebol e bolinha de gude.
Taise – Pretendo engravidar na lua de mel. Amo criança.

– Quando descobriram que ficariam juntos para sempre?
Anderson – Fiz uma promessa para Nossa Senhora Aparecida, em 2001, que, quando minha vida profissional desse uma virada, eu iria para a cidade de Aparecida, no interior de SP, agradecer e assistiria todas as missas de um domingo, das 5h às 18h. Quando contei para Taise, ela quis ir junto. Com isso, nossa relação se fortaleceu ainda mais e nunca mais nos deixamos. Sei que, se um dia nossa vida apertar, ela não vai se importar de limpar a casa, por exemplo. São essas coisas que eu admiro e dou valor. As pessoas mudam, mas a essência permanece. Sei que ela estará ao meu lado sempre e em qualquer situação.

– São românticos?
Taise – Somos do nosso jeito. O cuidado que ele tem comigo é o que o torna romântico.
Anderson – O que importa para mim é se ela está bem. Prezo muito isso na nossa relação.

– O que mais admiram um no outro?
Anderson – Ela é parceira, me transmite se  gurança e tem bom coração.
Taise – É um conjunto, mas ad miro demais a bondade e a simplicidade dele. Anderson está sempre disposto a ajudar as pessoas e os animais.
– Como vai a carreira?
– Estava viajando com a peça A Toca do Coelho e tem dois longas que fiz para estrear, a comédia Tô Ryca e Eu Te Levo, que é um filme mais denso. Além disso, deve rolar uma novela no próximo ano.

– Dá orgulho ver sua trajetória até aqui?
– Sou um ator que gosta de desafios. Busco sempre fazer uma leitura diferente nos meus papéis. Nunca acho que o jogo está ganho e que eu cheguei lá. Tenho um longo caminho pela frente como artista. Tenho medo de ficar sem trabalho e as minhas inseguranças. Sou pé no chão e tenho consciência de que as coisas dependerão sempre da minha dedicação e do meu respeito com as pessoas com quem trabalho e com o público. Olho para trás e vejo que dei alguns passos importantes, mas ainda é um caminho longo. Quero ficar velhinho fazendo o que eu amo fazer, que é sempre atuar. 

FONTE/CARAS

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