quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Poliana Abritta fala sobre a chegada dos 40 anos e afirma: 
'Não uso botox'
Apresentadora do 'Fantástico' mostra seus figurinos preferidos e fala sobre cabelos ruivos: 'Aos 23 anos comecei a ter fios brancos e precisei pintá-los'.

Por Cristiane Rodrigues
Poliana Abritta mostra coleção de sapatos de 15 cm que passou a usar no programa "Fantástico": "Tenho 1,70m de altura e o Tadeu Schimidt é mais alto. No começo sofri muito. Hoje, acostumei" .
Sempre com visual moderno e despojado, a apresentadora Poliana Abritta, do “Fantástico”, costuma entrar com frequência na seleta lista de beleza e moda da Central de Atendimento ao Telespectador (CAT), da TV Globo.
 Desde que ela estreou no programa dominical, há quase dois anos, os cabelos ruivos da brasiliense de 39 anos viraram sonho de consumo de boa parte das mulheres brasileiras.
Mãe dos trigêmeos Manuela, Guido e José, de 7 anos, Poli – como costuma ser chamada pelos amigos - se diverte com o título de ditar tendência e estar sempre entre as mais bem-vestidas da TV.
 “Não me vejo assim, mas fico lisonjeada de servir de inspiração. Nem sempre a gente agrada a todo mundo”, resume ela, que se diverte com a curiosidade dos telespectadores sobre seus rituais de beleza. 
“Costumo brincar que este cabelo não é meu (risos). A cor original é loiro escuro. 
Desde os 23 anos comecei a ter fios brancos e precisei pintá-los. Hoje, tenho muitos cabelos brancos”, entrega ela, que há 16 anos conta com o serviço da colorista Tania de Sousa, profissional que acabou virando sua amiga.
Cabelos claros pelo fios pretos. Com a pele bem branca e olhos bem azuis, ela logo chamou a atenção e se tornou uma das principais repórteres da Rede Globo, passando pelo "Jornal Hoje" e "Jornal da Globo", além de apresentar o "Globo Mar" e se tornar correspondente em Nova York.“
Quando resolvi abandonar os cabelos pretos foi um choque. De lá para cá, fui clareando até chegar ao tom atual. 
As pessoas sempre me perguntam e algumas até ficam bravas comigo nas redes sociais. Mas não tem uma cor específica que uso para pintar os cabelos, porque a minha cabeleireira usa três tons diferentes. 
A base dele é um vermelho acobreado, mas tenho mechas vermelhas e douradas”, explica ela, que faz retoque da raiz de 15 em 15 dias e cada três meses refaz as mechas.
‘Não tenho botox’
Na contagem regressiva para os 40 anos, Poli afirma estar “feliz” com a chegada do próximo aniversário, em setembro. 
“Está sendo tranquilíssimo! Não tenho problema com essa questão da idade. Não uso botox e não tenho nada contra quem usa, mas é que estou de bem comigo mesma e com quem eu sou”, resume a ruiva, que está em uma “fase especial da vida”, como define. “Gosto muito como sou hoje. Não só fisicamente, mas internamente também. 
Mudei de cidade, de projetos profissionais e me sinto como uma esponja, tentado absorver tudo e aprendendo muito”, diz ela. Para competar o visual, Poliana ainde exibe duas tatuagens - das quais não se arrepende: uma orquídea na perna e uma caveira na coxa.
No dia a dia e nos bastidores do programa, Poliana faz questão de manter o visual impecável. “Sou ligada em maquiagem. 
Normalmente, sempre saio de casa com um pouco de máscara preta nos cílios e adoro passar o lápis preto para dar uma leve esfumada no contorno dos olhos. Adoro batom vermelho, mas no vídeo costumo usar cores mais claras”, conta ela.
‘Na minha casa tem comida de mãe’
Com ajuda de uma personal trainner, Poliana intercala musculação três vezes na semana com aulas que misturam dança e alongamento, além de treino com caminhada e corrida em torno da Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul do Rio.
 “Todo dia tem algum tipo de exercício na minha rotina”, diz ela, que dá uma “controlada na alimentação”.
“Sempre como um superprato de salada antes de almoçar e tem arroz integral todos os dias. Na minha casa tem comida de mãe. 
Tem músculo refogado, carne cozida e comida de panela, que eu adoro. A gente evita fritura, mas às vezes tem uma batata frita e eu também acabo não resistindo. As crianças gostam, né?”, entrega ela, que come de três em três horas. 
“Não posso ficar com fome porque fico igual criança, mal humorada e irritada”, admite, aos risos. 
Para evitar isso, Poliana sempre tem uma barrinha de cereal ou biscoito de gergelim na gaveta de sua mesa na redação. “Costumo levar lanche também, como bolacha de arroz com pasta de amendoim sem açúcar”, lista.
Look do dia: plano A e B
Fã de estilistas nacionais, Poliana é do tipo que gosta de misturar cores, estampas e diferentes materiais em um único look. 
Ela veste desde peças populares de redes de departamento a grifes tradicionais do mercado nacional. “Não tenho um estilo, sou poli (risos).
 Um dia estou de CAMISETA, jeans e tênis. No outro, de salto alto e vestido. Eu brinco que toda mulher tem várias outras melhores dentro de si”, resume ela, que não muda seu estilo na TV e adora combinações como um sapato azul e vestido laranja, além de acessórios prateados com desenhos exóticos.
“Tudo o que eu visto para apresentar o ‘Fantástico’ é o que eu vestiria para a minha vida.
 É claro que um dia ou outro o programa pede uma roupa mais séria, mais sóbria”,diz ela, que já precisou mudar o look por causa do noticiário.
 “No dia do atentado em Paris, a gente tinha um figurino e precisou trocar. Não cabia um vestido estampado e usei calça e BLUSA. 
Também já aconteceu de tudo, de estar pronto e chegar na hora de gravar não funcionar com a luz. Sempre precisa ter um plano B, no caso de uma emergência”, explica.
Modelitos de casa para o trabalho
Apesar de ter figurinista sempre disponível, Poliana faz questão de levar os próprios vestidos do seu guarda-roupa para a o camarim da emissora.
 “A gente conversa muito e decide tudo em parceria. No dia da prova de roupa, que leva pouco mais de uma hora, chego a experimentar 15 peças para ver o que dá certo. 
O vestido de estreia, por exemplo, fiz questão de comprar porque era um momento especial. Um outro, eu tinha usado no aniversário do meu pai”, lista ela, que também já fez o caminho inverso. 
“Eu apresentei um programa com um vestido estampado e gostei tanto que acabei comprando depois. 
É uma peça que combina com BOTA, vai com salto, serve para sair de tarde e para ir a um jantar. Ideal para todas as ocasiões e combina com tudo”.
Usando um vestido mais lindo do que outro, Poliana gosta de alternar peças. “Adoro estar de calça e BLUSA de manga comprida porque aí não passo frio no estúdio. 
O ideal é que a roupa seja bem confortável, mas uma vez usei um vestido incrível com tecido que amassa demais. 
Não podia sentar e precisei passar o programa inteiro de pé”, lembra ela, que revela um truque usado na ocasião.
 “No intervalo, tirava o salto e colocava o chinelo, que sempre tenho debaixo da minha mesa na redação”.
‘Passei a comprar sapatos mais altos’
Como toda mulher, Poliana admite que usar salto alto por longas horas requer paciência e aprendizado. “No início não aguentava e sofria muito. 
Estava acostumada com salto de 10 cm no máximo e passei a usar de 15 cm”, conta ela, que tem 1,70 m de altura e divide a apresentação ao lado de Tadeu Schmidt, que tem 1,92 m.
 “É uma diferença de 22 cm e ao lado dele faz diferença. Precisa de um salto alto, porque, sem isso, esteticamente fica estranho. 
Por isso, passei a comprar sapatos mais altos. Acabei me acostumando”, revela ela, que já teve loja de roupas em Brasília e chegou a estudar Designer no Instituto Marangoni, em Milão. “
Nunca pensei em ser estilista, mas sempre gostei de produzir os looks e aprendi muito com essa experiência empresarial”, resume.
Folgas só às segundas-feiras
Com rotina intensa, Poliana concilia atividades de mãe, dona de casa e trabalho. “Todo mundo pensa que só trabalho no domingo. 
Mas não! Na verdade, só tenho folga na segunda-feira”, diz ela, que lista a notícia mais marcante dos últimos meses.
 “A pior notícia de dar foi a do atentando de Paris. As matérias de corrupção do Eduardo Faustini, do quadro ‘Cadê o dinheiro que estava aqui?’, deixa a gente cada vez mais indignado.
 Mas também tem histórias de superação e de vida, que leva esperança para as pessoas começarem bem a semana”, ressalta ela.
Quando não está de plantão - um sábado a cada 15 dias -, programas com os filhos ganham destaque. 
“Nunca tive esse hábito de tomar sol ou ficar deitada na areia. Mas gosto de ir à praia com as crianças, de jogar frescobol e entrar no mar com eles.
 Também adoro ir ao cinema ou teatro”, aponta ela, que gosta de cozinhar, receber amigos em casa, beber um vinho e BATER PAPO sentada na mesa da cozinha.
 “Nunca fui muito de sair para boate. Prefiro sair para jantar, para ir à um show ou exposição”, afirma ela, lembrando que assistiu ao espetáculo de Thiago Soares no Theatro Municipal do Rio e vai a eventos culturais do CCBB. 
Na cabeceira da cama, Poli diz que acabou de ler o livro “A amante de Freud”. “Recomendo, é lindíssimo”, diz a apresentadora, que relaxa ouvindo jazz, música popular brasileira e rock.
FONTE/EGO

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