terça-feira, 31 de maio de 2016

 Michelle Batista sobre 'O Negócio':
 "Me sinto muito mais feminina”
 Michelle Batista, a Magali da série O Negócio, da HBO, fala sobre moda, consumo e do trabalho em entrevista à QUEM 

Por Ana Paula Bazolli 
 Em um dos mais belos cartões-postais do Rio de Janeiro, na nova Marina da Glória, recentemente revitalizada, Michelle Batista, de 30 anos, prestigiou a primeira edição do Veste Rio, evento de moda realizado pela revista Vogue com o caderno Ela, do jornal O Globo. 
A atriz, que vive a prostituta de luxo Magali na terceira temporada da série O Negócio, exibida pelo canal HBO, se encantou com o amplo espaço que reuniu feira de negócios, outlet, workshops e palestras, entre os dias 11 e 14 de maio, na Zona Sul da cidade. 
“Gosto de moda e procuro referências em fotos, looks e pesquisas”, conta. 
Antes de sair para comparecer a um evento social, ela tem sempre a fiel ajuda do stylist Rafa Mendonça. 
“É importante, mas não deixo de ser eu mesma”, diz ela, contando que o visual para a visita ao Veste Rio era todo próprio.
 “É do meu armário, com botinha e jaqueta, porque hoje acordei com esse clima!”, explica a atriz, que gosta muito de peças de alfaiataria, de cintura alta e vestidos. 
 CONSUMO 
Michelle afirma não ser consumista. 
“Compro peças-chave e misturo com as que tenho. Dá para se reinventar. 
Prefiro qualidade a quantidade, mas óbvio que, às vezes, me dou um presente.
 O humor melhora”, diverte-se ela, contando ainda que está solteira. 
E que é racional quando está namorando: 
“Sou zero ciumenta”. Atualmente ruiva por causa de sua personagem na TV, a atriz está contente interpretando uma das três prostitutas que se tornam mulheres de negócios na série.
 O programa é exibido aos domingos, antes de Game of Thrones.
 “Isso é ótimo, pois o público deles é enorme”, comemora. Michelle já viajou para o México e a Argentina para lançamentos da atração e, pela internet, recebe recados de admiradores do Chile e do Uruguai – a série O Negócio é exibida em toda a América Latina e nos Estados Unidos.
 O trabalho, ela diz, também a modificou. “O que mudou em mim com essa série é que eu me sinto muito mais segura, mais feminina”, analisa.
FONTE/QUEM

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