sexta-feira, 13 de maio de 2016

 Sthefany Brito: 
"O desejo de ser mãe existe desde sempre"
 Elogiada como apresentadora do programa 'Fazendo a Festa', do GNT, atriz relembra as comemorações de seus aniversários e fala dos tempos em que morou na Argentina, onde o brigadeiro só aparecia em festas de brasileiros 

Por Beatriz Bourroul
 Sthefany Brito, 28 anos, tem conquistado elogios do público à frente do programa Fazendo a Festa, exibido pelo canal pago GNT. 
Longe das novelas desde 2013, quando viveu a personagem Amaralina em Flor do Caribe, a atriz se mostra à vontade como apresentadora, função que já havia experimentado no infantil TV Globinho, em 2002. 
 "Estou gostando muito e seria uma delícia trabalhar mais como apresentadora", disse ela, que deixará a atração com o fim da licença-maternidade de Fernanda Rodrigues, titular da atração, afastada desde o nascimento de Bento, que completa 3 meses na quarta-feira (11).
 Comandando um programa sobre festas infantis, Sthefany contou que não gosta de passar em branco seus aniversários. 
"Tem vezes que prefiro um jantar com a família e os amigos", afirmou. 
Ela lembrou ainda como era festejar durante a época que morou em Buenos Aires, na Argentina, entre seus 11 e 13 anos.
 "Lá não tinha brigadeiro, não. Só nas festinhas dos brasileiros", disse ela, que viveu a vilã mirim Hannelore na primeira versão nacional de Chiquititas, entre 1999 e 2000. 
 Como surgiu o convite para comandar o Fazendo a Festa? 
 A equipe me ligou e eu topei de cara. Fiquei super feliz com a oportunidade. 

Você já tinha apresentado o programa TV Globinho. Era um desejo seu voltar a trabalhar como apresentadora? 
 Adorei apresentar o TV Globinho. Era uma delícia, mas, depois disso, fiz várias novelas – que sempre foram meu foco principal – e apresentar acabou ficando meio de lado. Agora, com o programa, estou gostando muito e seria uma delícia trabalhar mais como apresentadora. 

 Como costumavam ser suas festas de criança? Alguma delas foi inesquecível? 
Algumas em salão de festas, outras em casa ou em um sítio que nós tinhamos, que ficava no interior de São Paulo. Adorava trocar de roupa pra cantar o Parabéns. 

 Já pagou algum mico em festinhas? 
 Ah, não era um mico, mas lembro que, na época, era super moda aqueles balões cheios de bala e chiclete. Aí, estourava e as crianças pegavam tudo no chão! Era um desespero porque um queria pegar mais que o outro (risos). 

Ainda novinha, você morou na Argentina. Notava alguma diferença grande entre as festas de lá e as daqui? 
Ah, lá não tinha brigadeiro, não! Só quando eram as nossas festinhas, dos brasileiros mesmo. 

 E hoje, como gosta de comemorar seus aniversários? 
Sempre comemoro, mas nem sempre com feeesta! Tem vezes que prefiro um jantar com a família e os amigos. 

 O contato com crianças no Fazendo a Festa te despertou a vontade de ser mãe? 
 É tão gostoso trabalhar com criança... Estou amando! O desejo de ser mãe existe desde sempre, mas não está nos planos de agora.

FONTE/QUEM

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