domingo, 15 de maio de 2016

Nicette Bruno:
 "Sinto um cuidado tão grande dos meus filhos" 
Nicette Bruno, a filha Bárbara Bruno e a neta Vanessa Goulart brindam ao encontro de mulheres fortes e celebram a união 1

Por Guilherme Samora
Sempre com a casa cheia, Nicette Bruno resume a união da família em uma palavra: “Fundamental”. 
A matriarca reuniu-se em seu apartamento em Higienópolis, em São Paulo, com outras duas mulheres de sua família, a filha Bárbara Bruno e a neta Vanessa Goulart.
 “Já nasci em uma família muito unida e forte. Herdei isso da minha avó, Rosa D’Anniballi Bruno, que era médica e cantava maravilhosamente bem. 
Para ela, o sentido da família sempre foi muito especial. O Paulo (Goulart) tinha a mesma coisa com a família dele. 
Então, é muito natural que a gente seja assim. Mas sempre respeitando a individualidade de cada um”, relembra Nicette, ao citar o marido. 
“Depois que o Paulo partiu (o ator morreu em 2014), sinto um cuidado tão grande dos meus filhos, que não querem que eu saia sem eles... 
Eles se preocupam pois sabem que eu nunca vivi sozinha. Fui a caçula da casa e sempre tive gente ao meu redor. 

Fui muito cedo fazer teatro, fui profissional com 14 anos, então mamãe ou meus tios sempre me acompanhavam. 
E depois que casei, éramos sempre eu e Paulo. Como os filhos sabem que eu não gosto de ficar só, eles sempre estão por aqui”, diz, emocionada. 
Além de Bárbara, o casal também teve Beth Goulart e Paulo Goulart Filho. Vir de uma família de artistas é um fato que soma, segundo Bárbara: “Eu nasci na coxia,
 Vanessa nasceu na coxia. Quando vemos o trabalho um do outro, existe um distanciamento. 
A crítica de um trabalho entre a gente faz parte da rotina e de nosso crescimento”. 
 As três gerações brindaram à vida com vinho, escolhido por Vanessa, que tem um negócio especializado na bebida. 
“Hoje, com duas sócias, tenho um espaço, o Vinho em Foco (no bairro do Bixiga, em São Paulo), que mistura ótimos rótulos com arte. Inclusive, às quartas-feiras apresento minha peça, Ossos do Ofício, por lá”, explica Vanessa. 
Funciona como se fosse um centro cultural. Dá o maior orgulho”, diz Bárbara, com a alegria de toda mãe coruja.

FONTE/QUEM

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