segunda-feira, 23 de maio de 2016

 Hanna Romanazzi sobre cenas de nudez:
 "Estou preparada" 
 Aos 20 anos, Hanna Romanazzi dá adeus a personagens adolescentes e diz estar preparada para cenas de sexo em 'Liberdade, liberdade' 

Por Raquel Pinheiro 
 Apesar de morar a menos de 20 minutos do Parque da Cidade – um dos pontos mais conhecidos de Niterói, na Região Metropolitana do Rio, cidade onde nasceu e cresceu –, Hanna Romanazzi não visitava o local desde que era criança.
 “Eu não lembrava o quanto a vista daqui é linda”, diz ela, da rampa onde asas-deltas e parapentes saltam em direção à paisagem espetacular da cidade do Rio de Janeiro, do outro lado da Baía de Guanabara. 
Na área verde de 150 mil metros quadrados, a atriz, que vive a prostituta Gironda em Liberdade, Liberdade, passeia com Nicki, seu cão da raça lhasa apso, de 8 anos. 
 Hanna conta que se diverte com sua personagem, a “mais sem escrúpulos” das meninas que trabalham no bordel de Virgínia (Lilia Cabral).
 “Se tiver que passar por cima da Virgínia, ela passa. 
Brincamos que a Gironda é a mais naja do bordel”, ri a atriz, que se diz pronta para momentos mais picantes da personagem. 
“Ela é uma prostituta e estou preparada. 
Sei que estão tendo todo o cuidado com a forma como essas cenas são feitas”, diz ela, que nunca fez cenas de nudez. 
Como as outras atrizes da novela, Hanna deu adeus à depilação nas axilas e pernas para dar veracidade à aparência de sua personagem, na história do século 19. 
Nos cabelos, que estavam com luzes e foram tingidos em sua cor original, é feito babyliss. 
A pele é suja. “São quase duas horas de caracterização”, explica ela, que está trabalhando com um de seus ídolos, Mateus Solano, o Rubião. 
Trajetória Hanna foi um “bebê muito bonitinho” e, criança, começou a fazer trabalhos publicitários.
Aos 10 anos pediu aos pais que a matriculassem em curso ministrado pela atriz Andréa Avancini e, aos 12, ganhou seu primeiro papel na TV, em A Favorita (2008). 
Ela fez ainda Malhação (2013) e Babilônia (2015), na qual contracenou com Fernanda Montenegro.
 Tudo devidamente registrado pelos pais da atriz, os comerciantes Jaqueline, de 48, e José Romanazzi, de 50, assumidamente corujas e que guardam tudo o que é publicado sobre a filha. 
“Minha mãe procura o que sai sobre mim na internet e imprime. 
Tanto ela quanto meu pai me apoiam em tudo o que faço”, diz ela, que tem uma irmã, a estudante Giovanna, de 17.
 É a caçula que Nicki obedece, apesar de não ter desgrudado da atriz no Parque da Cidade. 
“Dizem que cachorro escolhe uma pessoa da casa para ser seu dono, né? 
Nicki escolheu Giovanna e meu pai, mas é o meu neném também”, explica a jovem enquanto cobre o cãozinho de carinho. 
Ela costuma levar Nicki para passear pela cidade e conta que não pensa em sair da casa dos pais tão cedo. 
“Gosto daqui porque é mais calmo e o clima é mais leve e menos corrido que no Rio.
 Prefiro pegar uma hora e meia de trânsito para ir trabalhar”, afirma.
 Montanha-russa 
Entre os pontos da cidade que ela recomenda, estão a Praia de Itacoatiara (“a mais bonita de Niterói”) e os restaurantes da orla do bairro de São Francisco.
 “Ali é lindo, e eu e minhas amigas estamos na fase de barzinho, de sair para conversar”, conta a atriz, que está sozinha, mas lista as qualidades de possíveis candidatos.
 “Namorado tem de saber conversar e ter bom humor, porque ser engraçado ajuda. 
Também precisa entender minha agenda.” 
 A jovem conta que curte moda e maquiagem. “
Aprendi a me maquiar com os vídeos do canal da Camila Coelho na internet. 
Passava o dia vendo tutoriais dela, que são práticos”, elogia Hanna, que aproveita as viagens ao exterior para repor o estoque de make e comprar “coisinhas de menina”. 
Também se joga nos parques de diversão.
 “Sou louca por montanha-russa! Vou sozinha, feito uma louca, no carrinho da frente”, confessa, rindo. 
 Apesar da dedicação ao trabalho, Hanna não abre mão do estudo e cursa Direito no Ibmec. 
“Estou no quarto período, mas precisei trancar este semestre por causa das gravações. 
Sempre quis ter uma formação, era uma exigência minha”, conta Hanna, que, enquanto não volta ao curso, tem outra meta: a tão sonhada carteira de motorista. 
“Minha vida vai melhorar muito quando eu puder dirigir”, aposta.

FONTE/QUEM

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