segunda-feira, 27 de junho de 2016

 Mônica Carvalho redescobre maternidade aos 45:
 "Me sinto ótima" 
 Em entrevista à QUEM, atriz ainda conta como emagreceu 14 kg quatro meses após dar à luz Valentina e de como está sendo para a sua pré-adolescente Yaclara dividir a atenção dos pais 

Por Marina Bonini 
 O nascimento de Valentina, em fevereiro deste ano, tem feito Mônica Carvalho redescobrir aos 45 anos a maternidade.
A atriz, que era mãe apenas da pré-adolescente Yaclara, de 11 anos, e decidiu conceber por meio de um tratamento clínico o primeiro filho com o atual marido, o empresário Alaor Paris, hoje lida com as vantagens e dificuldades de cuidar de um bebê após os 40.
 "Eu nunca planejei ter filho depois dos 40.
A verdade é que tentei durante cinco anos, mas não conseguia engravidar. 
Mas acredito que tudo tem a hora certa e a Valentina veio quando Deus achou que era o momento ideal.
 Mesmo assim, falo por experiência própria, uma mãe mais jovem se recupera mais rápido e tem mais energia. 
Por outro lado, hoje tenho mais segurança de como quero criar e educar”, enfatiza ela em entrevista à QUEM.
 Para dar conta dos cuidados com a caçula e da nova rotina, Mônica não tem deixado a saúde de lado.
 Dieta, malhação e até um spa a ajudaram a perder em quatro meses 14kg.
A morena exibiu em um ensaio para o fotógrafo Marco Máximo as novas curvas, semelhantes as que a lançaram na carreira artística durante a abertura da novela Mulheres de Areia, em 1993, em que aparecia nua.
 "Já perdi 14 kg! Quero mais, mas já me sinto ótima com o resultado”, confessa.
 Essa gravidez foi muito esperada e desejada por vocês, que passaram pelo sofrimento do aborto anteriormente. Como foi poder concretizar esse sonho? 
A gravidez foi muito desejada mesmo! Agradeço todos os dias por ter conseguido realizar meu sonho e deixar meu marido um homem muito mais feliz. Valentina veio para selar nossa união e nossa família.

 Qual a diferença de ser mãe na faixa dos 30 e na faixa dos 40? 
Eu nunca planejei ter filho depois dos 40. A verdade é que tentei durante cinco anos, mas não conseguia engravidar. Sofremos dois abortos e então partimos para o tratamento que levou anos para dar certo. Mas acredito que tudo tem a hora certa e a Valentina veio quando Deus achou que era o momento ideal. Graças a Deus nunca desistimos de tentar e sempre acreditamos que iríamos ter nosso bebê. Mas eu falo por experiência própria, uma mãe mais jovem se recupera mais rápido e tem mais energia. Por outro lado, hoje tenho mais segurança de como quero criar e educar. É conscientemente um amor mais maduro.
 Fazia tempo que você não tinha um bebê em casa. Bateu aquele nervoso de antigamente ou já estava tudo na memória? 
 Tinha me esquecido de como era gostoso ter um bebê em casa e ao mesmo tempo de como ele ocupa tudo e todos dentro de casa. Tão pequeno, mas tão espaçoso! Tudo realmente gira em torno do bebê por um tempo. O hábito da minha filha mais velha, Yaclara, de ouvir o som alto teve que mudar. Agora ela tem que ouvir de porta fechada. Até o meu marido que se esquece e fala alto, eu fico corrigindo o tempo todo mandando ele falar baixo para não acordar ou assustar a Valentina. Sou uma mãe leoa (risos).

 A Yaclara está com 11 anos e é um pré-adolescente. Como ela está lidando com esse novo cenário de ter que dividir as atenções com a Valentina? Rolou ciúmes ou ela está curtindo e ajudando? 
 A Yaclara sentiu ciúmes no começo, até chorou. Ela não sabia como era ter irmã porque foi filha única por dez anos. Normal! Mas hoje vejo uma relação crescente de amor. Ela chega do colégio e a primeira coisa que faz é ir no quarto ver e pegar a irmã. Me ajuda a olhar e vigiar também. É uma relação linda que as duas vão ter. Alimentamos isso todos os dias. A Yaclara entendeu que o amor da nossa família só cresceu.

 Ainda sonha em ter mais filhos? 
Não, estou realizada. Pelo meu marido, teríamos mais. Mas não tenho condição psicológica de passar por todo tratamento novamente.

 Como está a sua recuperação? Já voltou a rotina de exercícios ou de dieta? 
Minha recuperação foi mais rápida do que pensei. Minha médica pediu para que eu tirasse durante a amamentação todo derivado do leite, o feijão, o pão e outros alimentos que pudessem dar cólicas na Valentina. Com alimentação restrita e amamentando, emagreci bastante. Depois que ela me liberou exercícios, fui para um spa, fiz dieta de 300 calorias lá e também procurei o meu nutricionista, o doutor Fabricio Brito, que me orientou na alimentação. Já perdi 14 Kg! Quero mais, mas já me sinto ótima com o resultado.
 - Já dá para notar como é a personalidade da Valentina? 
A Valentina é linda demais! É um bebê, mas que assim como qualquer outro, quando está com fome, ninguém segura. Já faz suas manhas quando quer alguma coisa (risos).

 Já tem planos de voltar para o trabalho? E o Carnaval do ano que vem? 
 Ainda é cedo, mas estou voltando aos poucos. Tenho um programa no YouTube junto com a jornalista Maria Candida, a Suzy Rego, a Solange Frazão e Vanessa Jackson que fala sobre o universo mãe, se chama Mãe é Tudo. Retornamos agora com as gravações. Também faço coprodução desse programa. Além disso, pretendo retomar ainda esse ano, em São Paulo, a peça Amor, Humor, o Resto É Bobagem, da qual sou autora e produtora. Amo teatro e adoro estar em cartaz aqui em Sampa. E sobre o Carnaval, eu adoro! A festa é linda e amo a minha escola Grande Rio. Claro que vou desfilar, ainda mais esse ano que a escola vai homenagear a grande diva Ivete Sangalo da qual sou superfã. Estava com saudades já!
 O canal Viva reprisa atualmente Mulheres de Areia, em que você faz a abertura nua. Como é relembrar aquelas cenas ousadas?
 Fazer a abertura da novela Mulheres de Areia foi muito especial porque eu sabia que aquele trabalho iria mudar minha história. Foi realmente onde tudo começou… Daquele trabalho eu fiquei conhecida dentro da Globo, fui fazer a oficina de atores da emissora e começou a surgir outros trabalhos. Fiquei tranquila em fazer o nu porque tinha certeza que seria um trabalho de qualidade da Globo, ainda mais com o mestre das aberturas Hans Donner. Só tenho a agradecer.

FONTE/QUEM

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