segunda-feira, 6 de junho de 2016

Letícia Birkheuer sobre filho: 
"Nunca mais me senti só desde que ele chegou" 
Leve, feliz da vida e realizada no trabalho, Letícia Birkheuer, a Monique de Malhação, fala de como o vôlei norteou sua vida e da fase solteira após o casamento de três anos com Alexandre Furmanovich, com quem tem João Guilherme, de 4.
As partidas de vôlei que tiram o fôlego dos espectadores a cada toque da bola geram sentimento especial em Letícia Birkheuer. 
A atriz e ex-modelo de 37 anos praticou profissionalmente o esporte por quase seis anos, até os 15, quando foi descoberta por uma agência de modelos e ingressou nessa carreira. 
 "Meu sonho era viajar o mundo e conquistar minha independência financeira.
Daí, com um comercial, ganhei dez vezes mais do que o meu salário mensal como atleta”, recorda a gaúcha de Passo Fundo.
“Quando criança, eu fazia balé e jazz, mas não gostava. Daí, minha mãe trocou a dança pelo esporte”, conta ela, que atualmente vive a personagem Monique, professora de educação física em Malhação. 
 Mas a troca das quadras pelas passarelas não diminuiu o amor pelo esporte. “Assisto sempre aos jogos. 
Sou uma torcedora assídua”, diz Letícia, que tem 1,81 metro de altura. 
 A atriz é mãe de João Guilherme, de 4 anos, do casamento com o joalheiro Alexandre Furmanovich, de 30. 
Agora solteira, ela afirma não estar em busca de um relacionamento, mas assume olhar diferente para alguns rapazes. 
“A gente olha, conversa...”, diz, rindo. Mas o filho é a prioridade em sua vida. “Nunca mais me senti só desde que ele chegou”, comenta a atriz.
 Entre outras coisas, Letícia acha que o vôlei de praia lhe trouxe ganhos para a vida.
 “Tenho espírito de equipe, disciplina, paciência e resistência emocional e física”, destaca ela – que, por morar em Ipanema, se aventura nas areias.
“É um esporte prático. E fazer duplas é mais fácil do que jogar com seis”, destaca. Parte da Rio 2016, a competição do vôlei de praia será disputada em Copacabana. A modalidade se tornou olímpica em Atlanta (1996). 
Na ocasião, a dupla Sandra e Jacqueline conquistou com muito suor as primeiras medalhas de ouro. Anos depois, Ricardo e Emanuel também se tornaram heróis olímpicos, em Atenas (2004).

FONTE/QUEM

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