sábado, 18 de junho de 2016

Marcelly não é mais MC, e faz aulas de inglês e canto:
 ‘Evoluindo com o funk’
 Funkeira ficou conhecida com o hit 'Bigode grosso' Funkeira ficou conhecida com o hit 'Bigode grosso' 
Marcelly não é mais MC. A cada dia que passa — ou clipe que lança —, ela deixa transparecer a sensualidade, as dezenas de tatuagens, e mostra uma mudança na condução da carreira.
 É patente alta! Uma semana depois de lançar a música “Essa é a hora”, com mais de 1 milhão de visualizações no Youtube, a morena afirma que o momento é de valorização de sua trajetória. 
— Vivo a evolução do funk, que é também a evolução do mundo. Os funkeiros passaram a ser considerados artistas, diferentemente de quando comecei, dez anos atrás. Agora, eu faço aula de canto, de inglês, de marketing digital... 
Antes, não se exigia tanto. Estou evoluindo com o mercado — explica a moça, casada com o empresário Frank Cavalcante.

No novo clipe, a funkeira, de 24 anos, exibe um corpo 12kg mais magro após passar por uma reeducação alimentar que ela concilia a exercícios. 
— Fiquei com vergonha de fazer as cenas sensuais, mas depois de uns drinks me soltei. Engraçado que as pessoas me acham extrovertida no palco. 
Mas eu sou muito envergonhada, bicho do mato — diz ela, que, no lugar das roupas largas que usava quando surgiu no mundo da música, agora abusou de um vestido decotado. 
Sem contar as caras e bocas depois de passar por uma cirurgia para diminuir as bochechas e fazer preenchimento labial: 
— Estou muito mais vaidosa. MC Marcelly, num clique de 2013, antes da atual transformação 
 Os vídeos de trabalho da cantora, aliás, sempre dão o que falar. O hit que a projetou, em 2013, “Bigode grosso”, virou bordão.
Ano passado, em “Não se briga com mulher”, Marcelly tocou na ferida da violência doméstica.
 Sobre o recente caso do estupro coletivo, que trouxe à tona reflexões sobre os direitos femininos, ela desabafa: 
— A gente conseguiu muita coisa, mas está longe de ter direitos iguais aos dos homens. Eles podem tudo e as mulheres, nada.
 O nosso país precisa mudar. A cultura é machista e isso vem desde que a gente nasce. Até mesmo as mulheres dizem coisas seguindo esse raciocínio. 
É importante a gente se informar e transformar isso.

FONTE/EXTRAONLINE

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