quarta-feira, 8 de junho de 2016

Rafa Brites sobre Andreoli:
 "Em seis anos, nunca dormimos brigados"
A convite de QUEM, Rafa Brites e Felipe Andreoli se entrevistaram durante uma tarde no jardim da casa deles em SP.
 Os dois falaram sobre cachorros, profissão e dos planos de ter filhos

Por Sonia Vieira
Nem parecia que eles estavam na frente de gravadores e câmeras fotográficas.
 Com sintonia, simplicidade e muito amor, Rafa Brites, de 29 anos, e Felipe Andreoli, de 36, tiveram uma conversa divertida de casal, acompanhados por QUEM. 
Repórteres e apresentadores, ambos se destacam entre a nova geração de estrelas da TV Globo: ela no Mais Você e no SuperStar, ele no Encontro com Fátima Bernardes. 
Além disso, Andreoli é um dos integrantes da atração esportiva Extra Ordinários, do canal pago SporTV. Rafa Brites e Felipe Andreoli .
Casados há seis anos, eles brincaram e conversaram no jardim da casa onde moram, em São Paulo. A sugestão foi de Rafa:
 “Cresci em um sítio da família e o Felipe é um cara que sempre gostou de natureza. 
Quando a gente resolveu escolher a nossa casa, queríamos algo que nos deixasse perto da natureza. E tentamos fazer isso plantando no nosso jardim. Esse é um dos lugares em que mais gostamos de ficar aqui em casa”.
E foram muitas as demonstrações de carinho e afeto: “Amor” para cá, beijinho para lá e até a preocupação de Felipe ao trazer um comprimido para amenizar a dor de garganta de Rafa.
Ela garante que, durante o tempo em que estão juntos, eles nunca dormiram brigados. Andreoli vai além: 
“No primeiro encontro, já sabia que ia me casar com ela”. Eles se conheceram em 2010 pelo Facebook. 
Entre lembranças, brincadeiras e conversas, também falaram do amor que sentem por seus filhos de quatro patas e comentaram que se preparam para ter o primeiro bebê. 
 RAFA BRITES: Qual o ditado popular que fez mais sentido na sua vida? 
FELIPE ANDREOLI: Eu acredito que seja: “A gente colhe o que a gente planta”. Para mim, aconteceu exatamente assim e é um legado que quero passar para os meus filhos. Afinal, é a lei do universo: se a gente emana coisas boas, elas voltam para nós. 

 ANDREOLI: O que tira você do sério? 
RB: Gente que fura a fila, gente que, por ter uma posição hierárquica maior, acha que é um ser humano que está acima dos outros... 

 RAFA: Cite três coisas que deixam seu dia mais feliz. 
FA: Jogar tênis, fazer amor e comer uma feijoada. 

 ANDREOLI: Quantos filhos teria? 
RB: Três filhos. Vim de uma família de três irmãos e o terceiro sempre desempata. Eu gosto do número três e acho que uma mesa com cinco pessoas é gostosa. 

 RAFA: Em que dia você decidiu me pedir em casamento? 
FA: No dia em que eu te conheci. No primeiro encontro já sabia que ia me casar com você. 

ANDREOLI: Por que aceitou se casar comigo? 
RB: Porque descobri que você era diferente de tudo que eu tinha vivido. Fez sentindo ficar junto com você. Eu achei você muito inteligente e com uma pegada boa. 

 RAFA: Qual o melhor programa para sexta-feira à noite?
FA: Clássico. Nunca fui da balada. Para nós dois, se não for em um restaurante, o gostoso é um vinho aqui em casa, uma música e o final de noite para treinar para fazer um bebê (risos). A noite ideal: eu, você, uma garrafa de vinho e romance. 

 ANDREOLI: Como você cresceu com a nossa relação? 
RB: Aprendi a me posicionar mais. Porque eu tenho muita dificuldade em fazer crítica, negar um convite, falar “não”... E isso inclui lutar pelos meus direitos. Você é um cara que sabe se posicionar e sabe dizer não de uma forma doce. Eu vi que existe a maneira de se posicionar de forma delicada. Aprendi e continuo aprendendo isso com você. 

 RAFA: E você? 
FA: Ah, um monte de coisas, né? Você esté sempre de bem com a vida e cheia de bom humor. Eu não era tanto assim... Acho que hoje sou uma pessoa bem mais leve, mais de bem com a vida, por sua causa. Nossa convivência fez o meu astral mudar, virei uma pessoa bem melhor depois que te conheci. Até minha mãe fala isso. 
 ANDREOLI: Você acha que cada panela tem sua tampa ou existem várias tampas para as panelas? 
RB: Eu acho que as pessoas podem ter personalidades diferentes, mas os valores são os mesmos. Porque uma característica, um gosto musical, a isso tudo a gente se adequa – mas a valores não. A panela tem sua tampa, mas a gente tem que cuidar bem: pode encaixar na hora, mas se você descuidar, ela fica enferrujada e a tampa pode deixar de servir (risos). 

 RAFA: Rio ou São Paulo? 
FA: Sou paulista, nasci em São Paulo. É minha terra, o lugar onde nasci, onde está a maior parte da minha família... Tenho aqui a minha academia de tênis, o futebol de quarta-feira. Minha rotina está aqui. 
ANDREOLI: Que tipo de mãe você será? 
RB: Eu vou ser uma mãe moleca. Imagino uma mãe brincando, jogando bola, sujando a casa. Eu serei uma mãe que vai dar trabalho para o pai. Ele terá que colocar a casa em ordem. 

 RAFA: E você? Que tipo de pai será? 
FA: Acho que vou ser um pai presente acima de tudo. Meu desejo é estar sempre perto. Eu quero ter filhos – seja menino, seja menina. Vou ser um pai atencioso, carinhoso sem passar do ponto. Mimar e dar educação no ponto certo. Tomara que meu filho me adore e tenha prazer de estar comigo.

FONTE/QUEM

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