domingo, 13 de novembro de 2016

Jullie se prepara para atuar em musical com Wanderléa 
“A presença dela é a cereja no topo do milkshake”, conta atriz, famosa ex-participante do ‘The Voice Brasil’

 Por Beatriz Bourroul
Jullie está na expectativa para subir aos palcos com o espetáculo 60 – Década de Arromba – Doc. Musical, em que contracenará com Wanderléa. 
Com estreia marcada para 24 de novembro, no Rio, a atriz e cantora, que conquistou grande notoriedade ao participar do The Voice Brasil em 2014, também comemora novas conquistas profissionais.
Ela também emprestou a voz para a personagem Poppy, da animação musical Trolls, da DreamWorks, em cartaz nos cinemas. 
O espírito alegre de Poppy é considerado uma semelhança. “Sou alegre na maior parte do tempo. Às vezes, fico um pouco ranzinza quando as coisas não acontecem do jeito que planejei ou quando estou sobrecarregada demais, mas não permito ser tomada por este sentimento.
 Quando resmungo, acabo rindo de mim mesma logo depois. Não levo baixo astral para rua.”

:Você voltará aos palcos com o espetáculo 60 – Década de Arromba – Doc. Musical. O que pode nos adiantar?
É um projeto inovador. Estamos usando uma linguagem um pouco diferente para expressar a década de 1960. É uma equipe e um elenco talentosíssimos, cada um de nós tem seu momento de destaque. A presença da Wanderléa abrilhantando o show é a cereja no topo do milkshake. Ninguém melhor do que ela para cantar, encantar e contar sobre a década de arromba.

Paralelamente aos palcos, você dublou a animação Trolls. Como foi o trabalho?
 Foi um pouco diferente para mim, pois pude assistir ao filme antes. Geralmente, não fazemos isso. O diretor nos conta sobre a história do filme e sobre a personagem, vamos assistindo e gravando em seguida. Achei interessante assistir antes. É bacana ter uma noção maior do todo. No estúdio, me divirto. Amo dublar. E com a direção dos maravilhosos Hércules Franco e Félix Ferrà, melhor ainda. Admiro bastante os dois. Já fui dirigida por eles em diversas produções. Primeiro gravei as canções, em dois dias. Depois, a dublagem do filme, em outro dia diferente.

Sua personagem em Trolls tem uma alegria contagiante. Você também se considera alto astral na maior parte do tempo?
 Eu sou alegre na maior parte do tempo, com certeza. Às vezes, fico um pouco ranzinza quando as coisas não acontecem do jeito que planejei ou quando estou sobrecarregada demais, mas não permito ser tomada por este sentimento. Quando resmungo, acabo rindo de mim mesma logo depois. Mas só quem é bem íntimo, quem convive, conhece este lado meu. Não levo baixo astral para rua.
Este não foi seu primeiro trabalho como dubladora. Consegue eleger alguma dublagem preferida?
 Cada dublagem é especial. Queremos dar o nosso melhor em todas elas. Por isso, é impossível eleger uma. Existe muito amor e carinho envolvido sempre.

Já faz planos para 2017?
 Depois da estreia em novembro, continuaremos em cartaz em 2017. Até lá, já devo ter lançado meu novo álbum e devo estar me organizando para fazer alguns shows do novo projeto.

FONTE/QUEM

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