terça-feira, 29 de novembro de 2016

Pedrinho Pegação:
 “Wesley Safadão é inspiração não só pra mim!”
 O novo astro do forró fala aqui da parceria de sucesso com o sócio e amigo, da vida de batalhas e dos sonhos que deseja alcançar .
  É isso que o cantor Pedrinho Pegação responde quando questionado sobre o sentimento de levar sua música para os quatro cantos do Brasil. 
Apesar de já ter grandes sucessos no forró, como Sextou, Amiga Parceira, Nasci pra Ser Solteiro e a Bala e Canhão, em parceria com o sócio e amigo Wesley Safadão (quase meio milhão de visualizações no YouTube), Pedrinho, de 26 anos, quer muito mais.
 “O futuro a Deus pertence, então trabalho todos os dias para chegar mais longe.
 Quero conquistar o país, quem sabe o exterior!” contou à TITITI.
 Natural de Jucurutu (RN), o ídolo gravou em julho, na capital pernambucana, o primeiro DVD, com participações especiais do próprio Safadão e da banda Tribo da Periferia. 

O início da trajetória foi complicado como no caso de tantos outros artistas? 
Olha, de certa forma... Comecei aos 19 anos com uma banda pequena, abrindo festinhas. Fui para a capital, fiz testes, passei. Depois fui para outras bandinhas e depois voltei ao projeto Forró da Pegação, que durou quatro anos. Após isso, me associei ao Wesley e montei o Pedrinho Pegação na empresa Luan Promoções, há mais ou menos um ano e sete meses. 

 Fala da relação com o Safadão? 
Somos sócios e amigos. Nos conhecemos há uns seis, sete anos. Depois de certo tempo, decidimos montar o projeto Pedrinho Pegação. O Wesley é inspiração não só pra mim, mas pra todos os artistas do meio forrozeiro. É um cara do bem, focado, batalhador, humilde. É um dos maiores artistas da atualidade representando o nosso estilo. Admiro muito o trabalho dele. 

 De onde surgiu o nome?
 Pedrinho é meu apelido. Pegação veio do forró da pegação, da galera do Nordeste. É uma gíria: “Vamos pra festa, vai rolar pegação...” Aí achei bacana e coloquei o nome. Deixou de chamar Forró da Pegação para Pedrinho Pegação e foi aí que vi, meu nome estava forte. A galerinha inventou e deu certo. 

 O nome artístico faz jus à pessoa?
 Não (risos). É só trabalho mesmo, sou uma pessoa normal.

 Como está a agenda de shows? 
Graças a Deus, superbem, está dando para tirar meu ganha-pãozinho (risos). Cerca de 20 shows por mês. 

 A vida na estrada é difícil?
 Ela é difícil em todos os sentidos. Mas faço o que gosto, é o dom que Deus me deu. Adoro estar na estrada, viajar. Pra mim é diversão. Fico feliz em mostrar meu trabalho. 

 O que fez com o primeiro bom dinheiro ganho?
 Reformei a casa da minha mãe (Lucia Margarete de Araújo). Depois comprei meu carro, apartamento... 

 Como se sente levando sua música? 
Muito feliz, honrado, porque, graças a Deus, aonde eu chego a galera me conhece, me respeita, curte as músicas. Passo uma mensagem legal em vários gêneros, misturo forró com sertanejo... Meu estilo é eclético e o pessoal curte.

 Além de Sextou e Amiga Parceira, o que os fãs podem esperar mais? 
 Já tem outras tocando no YouTube, como Vídeo na Balada. O DVD é um projeto feito com muito amor, carinho e respeito aos admiradores. Me dou muito bem com eles, são as pessoas que mais me ajudam, gostam e divulgam meu trabalho. Só tenho a agradecer a Deus por tudo e por eles estarem ao meu lado me ajudando. 

 Nas raríssimas folgas, o que mais curte fazer?
 Ir à praia, passear, dormir, assistir a filmes, fazer trilha, relaxar... 

 Você parece ser vaidoso...
 Gosto de andar arrumado, cuidado, com cabelo bem cortado... O artista tem que se preservar, né? (risos) Devemos esse respeito ao público!

FONTE/TITITI

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