sábado, 19 de novembro de 2016

Priscila Reis lembra temporada em Israel:
 "Traduzi muito Michel Teló por lá"
Após dez anos como modelo internacional, ela voltou ao Brasil decidida a investir na carreira de atriz e está no elenco do seriado 'Lucia McCartney', do GNT

Por Beatriz Bourroul
Priscila Reis, 26 anos, estreia em novembro no GNT na minissérie Lúcia McCartney, interpretando Liza, uma inexperiente e ingênua garota de programa de 17 anos que vai morar no apartamento da protagonista, vivida por Antonia Morais.
Mesmo com o sonho de investir na carreira de atriz, Priscila ingressou no meio artísitico como modelo, chegando a passar por 31 países, entre eles Alemanha, África do Sul, Espanha, Índia, Israel e Filipinas. 
Em conversa com QUEM, ela falou sobre sua trajetória e o novo desafio profissional.

Como surgiu a chance de participar da série?
 Fiz testes para interpretar a Lucia em janeiro deste ano. Tive a resposta em junho de que havia conquistado o papel da Liza, outra personagem da série.

 Como é a personagem?
A Liza é uma menina de 17 anos, muito tímida e que começa a trabalhar como garota de programa. Contracenei bastante com Antonia (Morais, atriz que ficou com o papel da protagonista Lucia McCartney) , Mariana Lima e Du Moscovis.

Demorou um tempo entre o teste e a resposta de que faria parte do elenco. Quando foi aprovada deu tempo para se preparar?
 Sim. As gravações começaram em agosto para mim e foi muito importante ter este período para me preparar. O Sérgio Penna foi o responsável pela preparação. Foi um trabalho que adorei fazer, com um processo diferente do usual e eu espero que tenha uma segunda temporada. A série é ambientada entre os anos 60 e 70, no Rio de Janeiro. É gostoso participar de um projeto que se passa em outra época.

Quando decidiu seguir a carreira artística?
 Comecei a fazer teatro aos 13 anos. Dos 15 aos 25, morei fora do Brasil como modelo. Encarei a moda como uma oportunidade de viajar e conheci vários lugares da Europa e da Ásia.

Quais países mais gostou?
Gostei muito da Itália. Fiquei muito tempo morando na cidade de Milão. Os italianos têm um jeito parecido com o nosso. Israel foi uma descoberta positiva. Não tinha muita noção do que encontraria. O povo israelense é muito bacana. A música brasileira famosa da época  era . Traduzi muito Michel Teló por lá (risos).
E existiu algum lugar em que tenha passado perrengues?
Morei em apartamento de modelos e cheguei a dividi-lo com dez meninas. Isso não é simples. Dos lugares em que morei, acho que não voltaria para China e Coreia do Sul. Como turista, talvez sim. Para morar, não. A China tem uma cultura muito difícil, muito diferente de nossa. Na Coreia existe a forte repressão, principalmente com as mulheres.

Como foi a decisão de retornar ao Brasil?
A decisão de voltar foi difícil. Abri mão da carreira internacional como modelo porque meu coração falou mais alto. Estava querendo retomar os estudos e a carreira de atriz.

Quais seus planos para o futuro?
 Meu sonho é fazer cinema. Gosto da TV porque todos têm acesso, mas o cinema seria uma grande realização.

FONTE/QUEM

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