quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

 Marlon Teixeira: 
"Não me achava bonito"
 O modelo brasileiro mais famoso de sua geração, conta com exclusividade a QUEM que nunca sonhou em cruzar as passarelas, diz que é pouco vaidoso e fala que gosta de preparar jantar a dois, ouvindo música.

Por Giulianna Campos 
 Marlon Teixeira é modesto. O modelo brasileiro mais bem sucedido de sua geração e "boy crush" (garoto-desejo) de muitas mulheres, lembra que, no começo da carreira - que não foi nada planejada - não se sentia atraente.
"Eu nunca pensei em ser modelo. Não era uma possibilidade para mim. Não me achava bonito", diz ele, que foi descoberto aos 16 anos, em Itajaí (SC), por Anderson Baumgartner, dono da agência Way, a mesma que cuida das carreiras de Carol Trentini e Alessandra Ambrósio.
 Aos 25 anos, ele comemora 9 de carreira. Depois de já ter desfilado para grifes importantes como Chanel e Balmain e estampado capas de várias revistas, ele se sente confortável em poder escolher os trabalhos que mais o interessam.
"Sou grato a tudo o que conquistei neste mercado", diz. Além disso, Marlon virou celebridade. 
Em novembro de 2014, seu romance com Bruna Marquezine causou alvoroço entre as fãs.
 No bate-papo exclusivo com QUEM, depois de um dia todo de surf - seu hobbie preferido -, Marlon Teixeira lembra o começo de sua carreira, faz um balanço da profissão e conta como mantém a boa forma que faz a mulherada babar. 
 Sempre quis ser modelo. Como isso aconteceu? 
 Eu nunca pensei nisso. Não era uma possibilidade para mim. Não me achava bonito e, quando o Anderson Baumgartner falou com a minha avó sobre mim, eu não acreditei muito na ideia. Mesmo quando comecei a modelar, achava que o atual trabalho seria o último, demorei a acreditar na carreira como uma profissão que eu poderia seguir.

 Você tem quase 9 anos de uma bem sucedida carreira no mundo da moda. Que balanço faz da profissão? 
 Eu nunca pensei em ser modelo, eu nunca busquei isso. A carreira aconteceu para mim. Com isso, nunca tive muitas expectativas ou sonhos como modelo. Tudo aconteceu de forma muito natural. E sou grato a tudo o que conquistei neste mercado. Vejo que fiz trabalhos considerados importantes até mesmo para uma supermodelo, jobs que mudam a carreira de uma menina. Então, sei que cheguei longe.

 Você é um dos modelos mais bem sucedidos de sua geração. Ao que deve isso? Qual o segredo do sucesso? 
Por nunca ter sonhado com a carreira, acho que levava tudo de forma muito leve, sem expectativas ou pressão. Deixei as coisas acontecerem. Claro, me cerquei de profissionais nos quais confio: meus agentes, assessor. Isso é uma dica que dou para quem quer seguir a carreira: se cercar de profissionais sérios.

 Como você se cuida? É vaidoso? Malha. Não me fale que é genética, por favor? 
A genética ajuda muito (risos). Cresci no mar, surfando e acho que o corpo guarda isso. Sempre que dá, caio no mar, tento fazer yoga também e, se estou em Nova York, ando de skate. Tento também ter uma alimentação equilibrada. Eu não me privo de nada, e esse tipo de dieta, que você precisa ficar sem comer algum alimento, nem funciona para mim. Então, priorizo vegetais, frutas, grãos. Como massa também.

 Quais os prós e contras da profissão? 
Eu pude conhecer lugares, trabalhando, que jamais pensei em estar. E isso foi a profissão que me proporcionou. O lado ruim é ficar longe da família e dos amigos, do ninho.

 O que mais gosta em você? 
 Eu não sou muito vaidoso, mas cuido bem dos meus cabelos. Então, vou te dizer que o que gosto mais em mim são eles.

 Quando não está trabalhando o que gosta de fazer? 
 Sempre que posso, estou no mar pegando onda ou na praia. Gosto de ficar em casa também, receber amigos, preparar uma massa para um jantar a dois, ouvindo música.

FONTE/QUEM

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