segunda-feira, 12 de junho de 2017

 Felipe Andreoli: 
"Quero ser um pai que passa caráter e ética"
Por Giovani Lettiere 
 A chegada do primeiro filho, Rocco, há quatro meses, mudou a vida de Felipe Andreoli, de 37 anos. 
“Sou muito, muito babão. É um bebezinho ainda. 
A interação dele é no olhar. Estamos nos descobrindo. 
Quero ser um pai amoroso e presente, que passa caráter e ética”, afirma o apresentador do Esporte Espetacular, que quer mais um filho. 
A repórter Rafa Brites, com quem é casado desde 2011, é só elogios para o novo pai:
 “Felipe é íntegro. Perdeu a carteira de motorista e ficou sem dirigir! Não ultrapassa velocidade. 
Não vai precisar se policiar para dar exemplo ao Rocco. Já é um”. 
 Fernanda Gentil e Felipe no cenário do Esporte Espetacular

 Vida no Rio O nascimento de Rocco coincidiu com a mudança da família de São Paulo para o Rio por conta do esportivo da Globo. 
Felipe ainda se adapta à nova rotina. “A recepção foi calorosa, Rafa já está no grupo de moradoras do condomínio, descobrimos que a Tatá Werneck é nossa vizinha e o pessoal do EE me chamou para jogar futebol às terças, que é minha folga. 
Estou tentando convencer minha mulher”, ri. Ele já aponta as diferenças entre as duas cidades. “O Rio é mais saudável. 
Na redação, todo mundo come creme de beterraba com chia e eu querendo coxinha com catupiry. Tomam mate e eu, refrigerante. 
Essa influência saudável é boa”, compara ele, que quer aprender a jogar futevôlei.
 “Não posso decepcionar o Júnior (ex-jogador, comentarista da Globo). Sou muito competitivo. 
Adoro praticar esportes, mas gosto de ganhar!”, desafia. Trajetória na TV Há 18 anos, Felipe ainda cursava Jornalismo em São Paulo, mas já trabalhava na TV. 
Apesar de não ser religioso, ele comandava, na Record, um programa de bate-papo entre jovens evangélicos que discutia temas como “Virgindade, antes ou depois do casamento?”. 
No ano seguinte, ele assumiu uma atração esportiva na Rede Gospel, até ser chamado, em 2001, para apresentar, na Cultura, o telejornal Diário Paulista, ao lado de Maria Júlia Coutinho, a Maju, da previsão do tempo do Jornal Nacional.
 “Essas emissoras não tinham muita audiência, mas me prepararam. Passei sete anos sem muito retorno do meu trabalho, que só veio quando entrei no CQC”, lembra ele. 
Felipe ficou sete anos na Band antes de ir para a Globo, em 2015, para o Encontro com Fátima Bernardes. 
 Desde março, ele comanda o Esporte Espetacular ao lado de Fernanda Gentil. “O Encontro me deu cancha e visibilidade dentro da emissora.
 Mas sempre esteve no fundo da minha cabeça apresentar um programa de esporte na Globo. 
O EE era o que eu queria. Estou feliz! 
Espero honrar essa chance”, desabafa. Em parte, o esporte na vida de Felipe é influência do pai, o repórter e apresentador Luiz Andreoli.
 “Ele sempre trabalhou nessa área”, conta. “Amo futebol. Nas minhas brincadeiras, já era jornalista esportivo. 
Até molhava o tabuleiro do jogo de botão para fingir que estava chovendo e narrava a partida”, recorda ele, que teve paciência para esperar. 
“Acreditei. Sempre tive descontração e aptidão para o vídeo”, diz. Esta informalidade, aliás, alçou Felipe ao posto.
 “Mas é importante as pessoas saberem que não sou humorista. Sou jornalista. 
Tenho conhecimento esportivo. Não cheguei aqui por ser engraçadinho. 
Cheguei, porque sei falar de esporte com descontração. Eu e a Fernanda temos um jeito parecido de apresentar”.
 Fernanda, aliás, é só elogios ao colega. “Felipe é gente como a gente. Humano, sorridente, ótimo profissional. 
E ainda tem um bebê como eu, o que rende assunto com a Rafa!”, comemora a apresentadora, mãe de Gabriel, que completa 2 anos em agosto.

FONTE/QUEM

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