sexta-feira, 30 de junho de 2017

Mario Frias fala de novo programa e lembra dos tempos de 'Malhação' 
Por Gabriela Antunes
 No ar na reprise de "Senhora do destino", no Vale a Pena Ver de Novo, Mario Frias relembra o trabalho como Thomas Jefferson: 
 - Foi o maior barato fazer, tivemos um sucesso enorme. 
Estive recentemente no Nordeste e no Sul e muitas pessoas falaram comigo sobre o personagem. 
 O ator, de 45 anos, atualmente apresenta e dirige o programa "Tô de férias", do SBT, em que mostra suas viagens pelo Brasil e pelo mundo ao lado da mulher, Juliana, e dos filhos, Miguel, de 12 anos, e Laura, de 5: 
 - Sempre foi um sonho fazer isso. 
Mostramos como ir a um lugar novo e continuar se sentindo em casa.
 Não é aquele tipo de programa surreal, com destinos para os quais as pessoas gostariam de ir, mas que nunca poderão. 
 Segundo ele, a resposta do público está sendo muito positiva: 
 - As pessoas se identificam muito. 
Quem já foi a determinado lugar diz que adorou relembrar e quem não conhece conta que nunca imaginou ver tantos pontos turísticos. 
O apresentador ressalta a importância de poder viver esse momento com os filhos. 
 - Eu perdi o meu pai muito cedo, com 15 anos, e me marcaram muito as viagens que eu fazia com ele. 
Sempre achei que seria legal ter a oportunidade de fazer o mesmo com meus filhos. 
Eles estão aproveitando ao máximo a experiência. 
 Miguel é filho do primeiro casamento de Mario, com a atriz Nivea Stelmann. 
Ele conta que toda a família convive muito bem: 
 - A gente se dá superbem, sempre se deu. 
O importante é o interesse dos filhos. Ser pai é abdicar de certas coisas e fazer o que puder pelo bem estar deles. 
O Miguel só não está em todas as viagem por causa da escola. 
Com a Laura, tivemos sorte, pois ela ainda não entrou na alfabetização.
 O ator, que se tornou conhecido do público pelo personagem Rodrigo, da temporada de 1999 de "Malhação", recorda o período em que foi ídolo teen.  
- Antigamente era difícil ser fã. Era preciso ralar, fazer carta de um quilômetro, mandar presente. 
Não bastava dar um clique como hoje - brinca. 
- Eu cheguei a ter um quarto inteiro cheio de cartas.
 Abri a porta um dia e percebi que não cabia mais. 
Tive que levar para o sítio da família. 
Numa época, chegavam 800 cartas por semana. 
Sempre tentei responder algumas. As pessoas lembram muito ainda, dizem que eram minhas fãs e que tinham foto minha colada na parede. 
Elas ficam felizes ao saberem que construí uma família bonita.

FONTE/OGLOBO

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