terça-feira, 18 de julho de 2017

Rafael Primot: 
“Já passei vários perrengues” 
 Após atuar na novela 'A Lei do Amor', Rafael Primot recebe QUEM em seu apartamento, em São Paulo. 
O ator lembra o início da carreira e fala sobre os próximos desafios profissionais 

Por Beatriz Bourroul
A Paulista de Itapeva, Rafael Primot, de 35 anos, é bem-adaptado com a vida que leva na capital. 
O ator, roteirista e diretor recebeu QUEM em seu aconchegante apartamento, no bairro do Jardins.
 “Fiz uma reforma para que fosse um espaço bacana para trabalhar e para reunir a turma”, explica ele.
Após viver Pascoal na novela A Lei do Amor, Primot celebra a estreia da peça Uma vida boa, de sua autoria, em São Paulo. 
Além disso, se prepara para lançar o filme que dirigiu, Todo Clichê do Amor, ainda neste ano. 
O longa reúne Débora Falabella, Marjorie Estiano e Maria Luisa Mendonça. 
A parceria com Débora se estende aos palcos.
 Eles contracenaram na temporada carioca do espetáculo Love Love Love, que deve ser montado em São Paulo no segundo semestre. 
Ele antecipa que deve atuar em uma peça com Reynaldo Gianecchini ainda em 2017. 
 Pelo apartamento, há quadros com cartazes de filmes, como o de Gata Velha Ainda Mia, seu primeiro trabalho como cineasta, estrelado por Bárbara Paz e Regina Duarte. 
“Fiz a novela O Astro com a Regina e ela me falou da vontade de fazer trabalhos diferentes. 
Levei a proposta do filme, ela aceitou e arrasou em cena.” 
 Antes do atual endereço, Primot conta que passou por outros bairros da cidade, além de seis anos no Rio, período em que atuou em seriados como As Brasileiras e Tapas &Beijos, em que viveu a travesti Stephanie.
 “Para ser ator, saí de casa aos 16 anos e cheguei a morar em uma república com dez pessoas em São Paulo. 
Já passei vários perrengues. Nossa principal refeição era macarrão instantâneo com salsicha”, lembra. 
“Sinto que estou em casa em São Paulo, mas adoro o Rio. 
A cidade me ensinou a colocar o pé no freio. 
Sou workaholic e os cariocas veem a vida de um jeito mais saudável. 
Aprendi muito com o jeito como eles levam a vida”, diz.
FONTE/QUEM

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